A formação e a expansão do território brasileiro, Exercícios de
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zoqjunior3 de Outubro de 2014

A formação e a expansão do território brasileiro, Exercícios de

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Pequeno resumo sobre a expansão do Brasil para além da linha do Tratado de Tordesilhas.
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A FORMAÇÃO E A EXPANSÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

• Portugal e Espanha => Pioneiros na expansão marítimo-comercial iniciada no séc. XV e que resultou na conquista de novas terras.

• Assinatura do Tratado de Tordesilhas em 07 de junho de 1494.

Esse tratado dividia o mundo entre Portugal e Espanha e definiu o primeiro limite territorial do Brasil:

• As terras a leste desse meridiano seriam portuguesas, e as terras a oeste seriam espanholas (ver mapa da pág. 328).

As BANDEIRAS OU ENTRADAS - expedições que buscavam aprisionar indígenas para vendê-los como escravos e que tiveram grande importância na ocupação do interior do território brasileiro. Entretanto foi o Tratado de Madri, assinado em 1750, que praticamente garantiu a extensão territorial que o Brasil tem hoje (Principio UTI POSSIDETIS).

A posse das terras seria de quem de fato as ocupasse.

• As demais áreas do território brasileiro foram incorporadas no decorrer dos séc. XIX e XX.

• A atual configuração do território brasileiro compreende 8.514.876 km2.

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A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS - a economia colonial estava voltada para a exportação e as necessidades da metrópole portuguesa.

PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS DA ECONOMIA COLONIAL:

ATIVIDADE AÇUCAREIRA ATIVIDADE MINERADORA Apogeu: século XVII (1601-1700) Apogeu: séc. XVIII (entre 1740 e 1750)

Localização: Zona da Mata, litoral nordestino, principalmente Pernambuco e Bahia.

Localização: Capitania de Minas Gerais (cidades de São João Del Rei, Vila Rica, Sabará, Vila do Príncipe e Arraial do Tejuco).

Características: Características: • Plantação adaptada ao clima litorâneo e ao solo massapé.

• Conhecimento prévio dos portugueses, que já cultivavam o produto nos Açores.

• Boa aceitação do açúcar na Europa (era raro e caro).

• Financiado pelo capital holandês.

• Sistema de “Plantation”: Cultivo de um único produto (monocultura), voltado para a exportação; m.d.o. escrava; grandes propriedades rurais (latifúndio).

• Sociedade basicamente rural.

• Aumento da população colonial com a grande imigração de portugueses que vinham em busca de riquezas.

• Deslocamento do eixo econômico da colônia, do litoral nordestino (Salvador) para o interior para o Sudeste (MG).

• Desenvolvimento de inúmeras atividades econômicas secundárias e dependentes da mineração, como a pecuária (carne e couro), armas, ferramentas, etc.

• Mudança da sede do Governo-Geral de Salvador para o Rio de Janeiro (1793).

• Expansão do território através do povoamento de áreas correspondentes aos atuais estados de Go, MT, e MS.

• A sociedade era basicamente urbana.

O CAFÉ – A atividade cafeeira alterou profundamente a economia e a sociedade brasileiras. Principais características:

•Entre 1881 e 1890, o café representou mais de 60% das receitas de nossas exportações.

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•A mão de obra escrava foi substituída pela mão de obra assalariada (imigrantes europeus).

•A rede ferroviária e as cidades expandiram-se em direção ao interior, principalmente do estado de São Paulo.

•O porto de Santos (SP) passou o ser o mais importante do Brasil. •Uma parte do capital oriundo das exportações cafeeiras foi investida em indústrias.

A INTEGRAÇÃO NACIONAL – Até 1930, as principais atividades econômicas desenvolvidas no Brasil – canavieira, mineradora e cafeeira – destinaram-se ao mercado externo. A integração econômica ou a organização de um espaço nacional integrado (modelo centro – periferia) só ocorreu com a industrialização, iniciada na década de 1930 e consolidada a partir da década de 1950.

INDUSTRIALIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO. Com o processo de industrialização do Brasil e sua concentração geográfica no Centro-Sul, especialmente em São Paulo, surge uma nova forma de organização do espaço geográfico brasileiro: o modelo centro-periferia, em substituição ao modelo bolsões de isolamento. Características de cada um deles.

Modelo bolsões de isolamento: 1. Período pré-industrial. 2. Economia baseada nas atividades primárias e voltada para o

mercado externo (ver mapa da pág. 366). 3. Não havia integração entre as regiões, que eram isoladas uma

das outras F0DE bolsões de isolamento ou arquipélago. 4. As áreas mais ricas eram aquelas que tinham seus produtos

valorizados no mercado internacional. • Zona da Mata nordestina F0DE açúcar F0DE séc. XVI e XVII. • Goiás e Minas Gerais F0DE ouro e diamantes F0DE séc. XVIII. • Litoral do Maranhão F0DE algodão F0DE XVIII. • Amazônia (Manaus e Belém) F0DE borracha F0DE fim do séc. XIX e início

do séc. XX (sofre concorrência com a borracha produzida na Malásia e Indonésia e posteriormente com a borracha sintética = declínio econômico).

• Vale do Paraíba e parte oeste de São Paulo F0DE café F0DE séc. XX.

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Modelo centro-periferia:

•..1 Ocorre uma integração do espaço geográfico do país.

•..2 Houve uma expansão das redes de transportes, inicialmente ferrovias (séc. XIX) e posteriormente rodovias (séc. XX).

• Obs: Essas redes de transportes ligavam as diversas regiões (periferias) do Brasil às duas principais metrópoles do país: São Paulo e Rio de Janeiro (centro).

.1 Ocorre uma divisão territorial do trabalho, onde o Centro-Sul (especialmente São Paulo) fornece bens industrializados, recebendo das outras regiões (periferias) matérias-primas e produtos agrícolas.

• Obs. O Centro-Sul passou a desempenhar um papel semelhante ao dos países desenvolvidos (centro) e as demais regiões o papel de subdesenvolvidos (periferia).

.2 Ocorre o surgimento do centro-econômico nacional F0DE que é constituído pela megalópole1 nacional, isto é, toda aquela área que vai da Grande São Paulo2 até o Grande Rio de Janeiro3, incluindo a Baixada Santista, Campinas e seus arredores e o Vale do Paraíba. Essa área abrange apenas 0,5% do território nacional, possuindo, porém 23% da população nacional e produzindo quase 60% do valor da produção industrial do país.

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1 Megalópole – Termo usado quando duas ou mais metrópoles se fundem, formando praticamente uma só, ou seja, ocorrendo uma conurbação. 2 Grande São Paulo - É a maior área metropolitana do país, com mais de 18 milhões de habitantes. Inclui São Paulo e as cidades interligadas a ela, como Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema (o chamado ABCD), entre outras cidades. 3 Grande Rio de Janeiro - É a segunda área metropolitana do país, com cerca de 11 milhões de habitantes. Inclui a cidade do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Nilópolis, São Gonçalo, Duque de Caxias, Niterói, etc.

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