Alzheimer - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)
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Neymar28 de Fevereiro de 2013

Alzheimer - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)

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Apostilas sobre o estudo do Alzheimer, definição, causas, sintomas, diagnóstico, alterações no comportamento, tratamento, recomendações.
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Sumário:

RESUMO.........................................................................................................................04

DOENÇAS GENÉTICAS...............................................................................................05

O QUE É ALZHEIMER......................................................................................05

CAUSAS................................................................................................................06

SINTOMAS DE ALZHEIMER............................................................................07

DIAGNÓSTICO.................................................................................................08

TRATAMENTO..................................................................................................11

RECOMENDAÇÕES...........................................................................................12

CONCLUSÃO......................................................................................................14

REFERÊNCIAS.................................................................................................15

Resumo:

Este trabalho é referente ao tema Doenças Genéticas, dando um ênfase a Alzheimer.

A doença genética é uma doença causada por anomalias nos genes ou cromossomos. Enquanto algumas doenças, como câncer, são em parte devido a desordens genéticas, eles também podem ser causados por fatores ambientais.

A doença de Alzheimer (Alois Alzheimer, neurologista alemão que primeiro descreveu essa patologia) provoca progressivo e insensível desgaste das funções cerebrais, como perda de memória, da linguagem, da razão e da habilidade de cuidar de si próprio.

Não se conhece a causa específica da doença de Alzheimer. Parece haver certa predisposição genética para seu aparecimento. Nesses casos, ela pode desenvolver-se precocemente, por volta dos 50 anos. Até o momento, a doença permanece sem cura. O objetivo do tratamento é diminuir os sintomas. Atualmente, estão sendo desenvolvidos medicamentos que, embora em fase experimental, sugerem a possibilidade de controlar a doença.

Doenças Genéticas

Uma doença genética é todo e qualquer distúrbio que afete o material genético. Algumas características genéticas dependem não só dos genes, mas também de ambiente favorável para manifestar-se. Assim, de um modo geral, as doenças genéticas são causadas por erros inatos do metabolismo, são individualmente raras, porém, quando se consideram os 500 tipos

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dessas doenças em conjunto, a incidência delas é de uma para cada 2.500 recém-nascidos. Os erros inatos do metabolismo ocorrem por falta de atividade adequada de uma determinada enzima e comprometem o funcionamento do corpo, prejudicando seriamente a saúde. Óbito, retardamento mental, insuficiência renal e convulsão são algumas das consequências mais frequentes nas doenças genéticas, devido à carência de diagnóstico precoce, na maioria dos casos.

O que é Alzheimer

A Doença de Alzheimer é uma doença do cérebro, degenerativa, isto é, que produz atrofia progressiva, com início mais frequente após os 65 anos, que produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar, memorizar, que afeta as áreas da linguagem e produz alterações no comportamento. É a forma mais comum de demência. As demências, conhecidas como "esclerose", são um grupo de doenças que afeta o cérebro, principalmente as áreas da memória e da linguagem, levando a um progressivo prejuízo dessas funções. Provoca o declínio das funções intelectuais, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social e interferindo no comportamento e na personalidade. De início, o paciente começa a perder sua memória mais recente. Pode até lembrar com precisão acontecimentos de anos atrás, mas esquecer de que acabou de realizar uma refeição.

No Brasil, existem cerca de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade. Em todo o mundo, 15 milhões de pessoas têm Alzheimer (Conforme Dr. Paulo Bertolucci e Dr. Nelson Venturella Aspesi).

Causas

A causa do Alzheimer é desconhecida, mas seus efeitos deixam marcas fortes no paciente. Mas sabe-se que existem relações com certas mudanças nas terminações nervosas e nas células cerebrais que interferem nas funções cognitivas. Que os neurônios morrem pelo acúmulo de proteínas em formas que não são normalmente encontradas no cérebro, tanto dentro - a proteína TAU, como fora dos neurônios- a proteína beta-amilóide. O que não se sabe é porque se inicia esse processo. No início da doença, essa perda das células cerebrais não acontece de forma homogênea, ocorrendo principalmente nas áreas responsáveis pela memória e funções executivas, isto é, pelo planejamento e implementação de ações complexas. Depois, outras regiões são atingidas, comprometendo cada vez mais o estado mental da pessoa.

Alguns estudos apontam como fatores importantes para o desenvolvimento da doença:

| * Aspectos neuroquímicos: diminuição de substâncias através das quais se transmite o impulso nervoso entre os neurônios, tais como a acetilcolina e noradrenalina. |

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| * Aspectos ambientais: exposição/intoxicação por alumínio e manganês. |

| * Aspectos infecciosos: como infecções cerebrais e da medula espinhal. |

| * Pré-disposição genética em algumas famílias, não necessariamente hereditária. |

A doença envolve um fator genético; quem tem um familiar próximo como pai ou mãe com a doença tem maior chance de desenvolvê-la.

Normalmente, atinge a população de idade mais avançada, embora se registrem casos em gente jovem. Os cientistas já conseguiram identificar um componente genético do problema, só que estão longe de uma solução.

Pesquisadores levantam a hipótese de que algum vírus e a deficiência de certas enzimas e proteínas estejam envolvidos na etiologia da doença (Conforme Dr. Drauzio Varella, Dr Norton Sayeg e Dr. Paulo Bertolucci).

Sintomas de Alzheimer

Mesmo com uma aparência saudável, os portadores do Mal de Alzheimer precisam de assistência ao longo das 24 horas do dia. O quadro da doença evolui rapidamente, em média, por um período de cinco a dez anos. Os pacientes, em geral, morrem nessa fase.

* Estágio I (forma inicial) – alterações na memória, personalidade e habilidades espaciais e visuais;

* Estágio II (forma moderada) – dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar movimentos; agitação e insônia;

* Estágio III ( forma grave) – resistência à execução de tarefas diárias, incontinência urinária e fecal, dificuldade para comer, deficiência motora progressiva;

* Estágio IV (terminal) – restrição ao leito, mutismo, dor à deglutição, infecções intercorrentes.

Outros Sintomas são as inevitáveis frases usadas por quem tem a doença:

"Eu vivo me esquecendo..."

"Não me lembro onde deixei..."

"Doutor, facilmente esqueço dos números de telefone e de pagar contas."

"Doutor, minha mãe esqueceu meu aniversário...Doutor, meu pai se perdeu..."

São esses os tipos de queixas que se ouvem, às quais geralmente os amigos e familiares reportam como "coisas da idade". Entretanto, se alguma pessoa de suas relações esquecer o caminho de casa ou não se lembra de jeito algum, ou só com muito esforço, de um fato que

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aconteceu, procure um médico. Pode não ser algo importante, entretanto pode ser também um início da Doença de Alzheimer que não tem cura, mas cujo tratamento precoce atrasa o desenvolvimento da doença, produz alguma melhora na memória, torna mais compreensível as mudanças que vão ocorrer na pessoa e melhora a convivência com o doente.

Na fase inicial da doença, a pessoa afetada mostra-se um pouco confusa e esquecida e parece não encontrar palavras para se comunicar em determinados momentos; às vezes, apresenta descuido da aparência pessoal, perda da iniciativa e alguma perda da autonomia para as atividades da vida diária.

Na fase intermediária necessita de maior ajuda para executar as tarefas de rotina, pode passar a não reconhecer seus familiares, pode apresentar incontinência urinária e fecal; torna-se incapaz para julgamento e pensamento abstrato, precisa de auxílio direto para se vestir, comer, tomar banho, tomar suas medicações e todas as outras atividades de higiene. Pode apresentar comportamento inadequado, irritabilidade, desconfiança, impaciência e até agressividade; ou pode apresentar depressão, regressão e apatia.

No período final da doença, existe perda de peso mesmo com dieta adequada; dependência completa torna-se incapaz de qualquer atividade de rotina da vida diária e fica restrita ao leito, com perda total de julgamento e concentração. Pode apresentar reações a medicamentos, infecções bacterianas e problemas renais. Na maioria das vezes, a causa da morte não tem relação com a doença e sim com fatores relacionados à idade avançada (Conforme Dr. Ivan Hideyo Okamoto, Dr. Drauzio Varella e Dr. Nelson Venturella Aspesi).

Diagnóstico

Não há um teste diagnóstico definitivo para a doença de Alzheimer. A doença só pode ser realmente diagnosticada na autopsia. Uma das dificuldades em realizar um diagnóstico de Doença de Alzheimer é a aceitação da demência como consequência normal do envelhecimento.

Médicos baseiam o diagnóstico no levantamento minucioso do histórico pessoal e familiar, em testes psicológicos e por exclusão de outros tipos de doenças mentais. Mesmo assim, estima- se que o diagnóstico possa estar equivocado em 10% dos casos.

O diagnóstico de Doença de Alzheimer é feito através da exclusão de outras doenças que podem evoluir também com quadros demenciais. Por exemplo:

| * Traumatismos cranianos |

| * Tumores cerebrais |

| * Acidentes Vasculares Cerebrais |

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| * Arterioesclerose |

| * Intoxicações ou efeitos colaterais de medicamentos |

| * Intoxicação por drogas e álcool |

| * Depressão |

| * Hidrocefalia |

| * Hipovitaminoses |

| * Hipotireoidismo |

Como a doença afeta o paciente:

Em geral, a doença de Alzheimer inicia a partir dos 60 anos, com lapsos de memória. É importante lembrar que essa queixa é comum nessa faixa de idade e que a maior parte das pessoas NÃO tem a doença.

Perder a memória não é algo que acontece necessariamente apenas porque a pessoa está envelhecendo. A partir dos 50 anos, algumas pessoas podem ter perda exclusivamente da memória recente, sem comprometimento de outras funções, algo bem diferente do que ocorre nas demências.

Para falar em doença de Alzheimer, é preciso também haver o prejuízo em pelo menos uma outra área da cognição, por exemplo função executiva ou linguagem, além da memória.

Além da perda de memória, existem outros sintomas:

* - dificuldade de abstração e planejamento: a pessoa não consegue controlar as finanças, prosseguir na leitura de um livro ou acompanhar um jogo de cartas;

* dificuldade de linguagem: pode aparecer também dificuldade para encontrar palavras quando os objetos são apontados e há uma falsa impressão de dificuldade em reconhecer pessoas porque os nomes são trocados;

* dificuldade de orientação temporal: ainda no início da doença, a pessoa tem problemas para saber qual é o dia do mês. Com a progressão da doença o sintoma se acentua, fazendo com que o período do dia seja confundido. Isso mais a dificuldade de memória fazem com que o almoço ou jantar seja solicitado várias vezes;

* dificuldade de realizar tarefas simples: como escolher a roupa adequada ou tomar banho;

* desorientação espacial para percorrer trajetos conhecidos ou localizar-se nos lugares.

* alteração do comportamento: o mais comum é a agitação, mas pode também haver agressividade. A pessoa pode ter delírios, por exemplo, achar que está sendo roubada ou perseguida por alguém. Mais raramente, mas ainda assim de modo bastante comum, pode haver alucinações, onde o doente vê pessoas ou ouve vozes. Essas alterações podem acontecer a qualquer hora, mas muitas vezes são mais intensas ou só se manifestam da

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metade para o final da tarde. Outra alteração frequente é a tendência a andar de um lado para o outro sem objetivo.

* alteração do apetite: em geral, com tendência a comer de modo exagerado;

* alteração do sono: insônia e agitação durante a noite.

A evolução doença de Alzheimer e quais suas consequências:

Em sua evolução a doença de Alzheimer afeta três áreas fundamentais:

* a cognição;

* as atividades do dia-a-dia;

* o comportamento.

Como a doença afeta a cognição:

Há uma perda progressiva da memória, começando para fatos recentes e progredindo até a perda total, em que a pessoa não lembra o próprio nome.

A desorientação temporal começa precocemente, a pessoa tem dificuldade em determinar o período do dia - manhã ou tarde, por exemplo.

Com a evolução da doença, ocorre também desorientação espacial. No começo, para lugares não frequentados habitualmente, progredindo até desorientação dentro da própria casa. Na linguagem, a dificuldade inicial é para encontrar palavras e escrever, chegando ao mutismo e à incapacidade para compreender a linguagem.

Como a doença afeta o dia-a-dia do paciente:

As alterações da cognição levam a uma progressiva perda da independência no dia-a-dia. De início, as atividades mais complexas, como o controle de finanças ou a capacidade de realizar pequenos consertos, ficam impossibilitadas.

A dificuldade para realizar a sequência correta de movimentos faz com que a troca de roupas ou o uso de talheres se tornem complicados.

À medida que a doença avança não é mais possível coisas mais simples, como extrair sentido da leitura de um livro ou jogar cartas e, com o tempo, usar sanitário e o paciente torna-se incontinente, tanto para urina como para fezes.

No estágio final, a pessoa fica restrita ao leito, muda, sem manifestar reconhecimento, alimentada por sonda.

Alterações no comportamento:

As alterações de comportamento podem ser precoces. É frequente encontrar agitação e agressividade e pode haver delírios e alucinações. Além disso, a pessoa pode repetir a mesma ação, como andar de um lado para outro ou repetir o mesmo som. Muitas vezes, essas

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alterações dificultam o cuidado e podem ser difíceis de tratar (Conforme Dr. Paulo Bertolucci, Dr Norton Sayeg, Dr. Ivan Hideyo Okamoto e Dr. Nelson Venturella Aspesi).

Tratamento

Até o momento, a doença permanece sem cura. O objetivo do tratamento é minorar os sintomas. Antipsicóticos podem ser recomendados para controlar comportamentos agressivos ou deprimidos, garantir a sua segurança e a dos que a rodeiam. Atualmente, estão sendo desenvolvidos medicamentos que, embora em fase experimental, sugerem a possibilidade de controlar a doença.

A doença de Alzheimer não afeta apenas o paciente, mas também as pessoas que lhe são próximas. A família deve se preparar para uma sobrecarga muito grande em termos emocionais, físicos e financeiros. Também deve se organizar com um plano de atenção ao familiar doente, em que se incluam, além da supervisão familiar, os cuidados gerais, sem esquecer os cuidados médicos e as visitas regulares ao mesmo, que ajudará a monitorar as condições da pessoa doente, verificando se existem outros problemas de saúde que precisem ser tratados.

O SUS oferece, por meio do Programa de Medicamentos Excepcionais, a rivastigmina, a galantamina e o donepezil, remédios utilizados para o tratamento. É bom lembrar que os medicamentos não impedem a evolução da doença, que não tem cura. Os medicamentos para a demência têm alguma utilidade no estágio inicial, podendo apenas amenizar ou retardar os efeitos da doença.

1ª. Tratamento dos distúrbios de comportamento:

Para controlar a confusão, a agressividade e a depressão, muito comuns nos idosos com demência. Algumas vezes, só com remédio do tipo calmante e neurolépticos (haldol, neozine, neuleptil, risperidona, melleril,entre outros) pode ser difícil controlar. Assim, temos outros recursos não medicamentosos, para haver um melhor controle da situação.

2ª. Tratamento específico:

Dirigido para tentar melhorar o déficit de memória, corrigindo o desequilíbrio químico do cérebro. Drogas como a rivastigmina (Exelon ou Prometax), donepezil (Eranz), galantamina (Reminyl), entre outras, podem funcionar melhor no início da doença, até a fase intermediária. Porém, seu efeito pode ser temporário, pois a doença de Alzheimer continua, infelizmente, progredindo. Estas drogas possuem efeitos colaterais (principalmente gástrico), que podem inviabilizar o seu uso. Também há o fato de que somente uma parcela dos idosos melhoram efetivamente com o uso destas drogas chamadas anticolinesterásicos, ou seja, não resolve em todos os idosos demenciados. Outra droga, recentemente lançada, é a memantina (Ebix ou Alois), que atua diferente dos anticolinesterásico. A memantina é um antagonista não competitivo dos receptores NMDA do glutamato. É mais usado na fase intermediária para avançada, melhorando, em alguns casos, a dependência do portador para tarefas do dia a dia. tratar (Conforme Dr. Paulo Bertolucci, Dr Norton Sayeg e Dr. Nelson Venturella Aspesi).

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Recomendações

Cuidar de doentes de Alzheimer é desgastante. Procurar ajuda com familiares e/ou profissionais pode ser uma medida absolutamente necessária.

Algumas medidas podem facilitar a vida dos doentes e de quem cuida deles:

* Fazer o portador de Alzheimer usar uma pulseira, colar ou outro adereço qualquer com dados de identificação (nome, endereço, telefone, etc.) e as palavras “Memória Prejudicada”, porque um dos primeiros sintomas é o paciente perder a noção do lugar onde se encontra;

* Estabelecer uma rotina diária e ajudar o doente a cumpri-la. Espalhar lembretes pela casa (apague a luz, feche a torneira, desligue a TV, etc.) pode ajudá-lo bastante;

* Simplificar a rotina do dia-a-dia de tal maneira que o paciente possa continuar envolvido com ela;

* Encorajar a pessoa a vestir-se, comer, ir ao banheiro, tomar banho por sua própria conta. Quando não consegue mais tomar banho sozinha, por exemplo, pode ainda atender a orientações simples como: “Tire os sapatos. Tire a camisa, as calças. Agora entre no chuveiro”;

* Limitar suas opções de escolha. Em vez de oferecer vários sabores de sorvete, ofereça apenas dois tipos;

* Certificar-se de que o doente está recebendo uma dieta balanceada e praticando atividades físicas de acordo com suas possibilidades;

* Eliminar o álcool e o cigarro, pois agravam o desgaste mental;

* Estimular o convívio familiar e social do doente;

* Reorganizar a casa afastando objetos e situações que possam representar perigo. Tenha o mesmo cuidado com o paciente de Alzheimer que você tem com crianças;

* Conscientizar-se da evolução progressiva da doença. Habilidades perdidas jamais serão recuperadas;

* Providenciar ajuda profissional e/ou familiar e/ou de amigos, quando o trabalho com o paciente estiver sobrecarregando quem cuida dele (Conforme Dr. Paulo Bertolucci).

Conclusão

Concluímos que Alzheimer é uma doença que causa esquecimento, é comum entre os idosos, e faz perder as habilidades de pensar, raciocinar, memorizar, afeta a linguagem e o comportamento. A doença ainda permanece sem cura, e tem o tratamento para diminuir os sintomas e controlar os comportamentos.

Referências

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* Doutor Drauzio Varella, disponível em: http://drauziovarella.com.br/doencas-e- sintomas/alzheimer-2/ , Acesso em 20/08/2012

* Doutor Norton Sayeg, disponível em: http://www.alzheimermed.com.br/, Acesso em 20/08/2012.

* Dr. Ivan Hideyo Okamoto, disponível em: http://www.doencadealzheimer.com.br/index.php?modulo=home

Acesso em 20/08/2012

* http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/09/documentario-a-vida- dos-portadores-de-alzheimer , Acesso em 21/08/2012

* http://www.doencadealzheimer.com.br/casavirtual/, Acesso em 24/08/2012

* http://alzheimer-demencia.blogspot.com.br/, Acesso em 21/08/2012

* http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-44461999000600003&script=sci_arttext , Acesso em 21/08/2012

* http://www.minhavida.com.br/saude/temas/alzheimer Acesso em 22/08/2012

* Dr. Paulo Bertolucci, disponível em: http://emedix.uol.com.br/com/alzheimer/neu006_1f_alzheimer.php , Acesso em 23/08/2012

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