Análise dos PCNs - Apostilas - Pedagogia, Notas de estudo de . Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)
Gaucho_82
Gaucho_827 de Março de 2013

Análise dos PCNs - Apostilas - Pedagogia, Notas de estudo de . Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

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Apostilas de Pedagogia sobre o estudo da Análise dos PCNs do primeiro e do segundo Ciclos do Ensino Fundamental.
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Análise dos PCNs do primeiro e do segundo Ciclos do Ensino Fundamental

QUESTÃO 1

Podemos observar através do estudo dos PCNs que o professor exerce papel fundamental no processo de ensino/aprendizagem de matemática, como por exemplo:

O de organizador da aprendizagem – quando escolhe conteúdos e metodologias utilizadas em sala de aula de modo que o proporcione conhecer os seus alunos e o meio em que estão inseridos para que ocorra uma aprendizagem mais eficaz;

O de consultor do processo – fornecendo informações necessárias, fazendo explanações dos conteúdos e também oferecendo textos materiais, e etc., que vão auxiliar na aprendizagem do aluno.

O de mediador – intervindo de maneira a promover o debate sobre resultados e métodos expondo sua solução, questionado e contestando;

O de controlador – aonde venha estabelece as condições necessárias para a realização das atividades e nos quais também irá estipula o prazo de cada atividade proposta;

O de incentivador da aprendizagem – estimulando a interação entre os alunos, pressupondo a necessidade de formulação de argumentos e a comprovação dos mesmos.

QUESTÃO 2

Vários caminhos são apontados para a aprendizagem matemática e na construção da prática docente, entre eles, segundo os PCNs podemos destacar:

O Recurso à Solução de Problemas – sendo como ponto de partida para a aprendizagem matemática, onde os alunos desenvolvem vários tipos de estratégias para resolvê-los, sendo levados a interpretar enunciados de questões e a estruturar situações que lhes são apresentados. Como resultado, os alunos constroem um campo de conceitos que tomam sentido num campo de problemas, sendo uma orientação para a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se podem aprender conceitos, procedimentos e atitudes matemáticas;

O Recurso da História da Matemática – oferece uma relevante contribuição ao processo de ensino e aprendizagem em Matemática possibilitando o desenvolver de atitudes e valores mais favoráveis do aluno no conhecimento matemático, onde por se tratar de um veículo de informações cultural, sociológica e antropológica possui grande valor formativo, ou seja, como instrumento de resgate da própria identidade cultural, objetivando o esclarecimento de idéias

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matemáticas que estão sendo construídos pelos alunos através de uma olhar crítico sobre os objetos do conhecimento;

O Recurso da Tecnologia da Informação – com a inserção de novas formas de nos comunicarmos e conhecermos, elementos como o computador tem sido cada vez mais freqüente no ensino- aprendizagem de matemática sendo indispensável na sociedade nos dias atuais, seja pelas possibilidades de sua aplicação neste processo, sendo um aliado cognitivo dos alunos, usado como elemento de apoio para o ensino e fonte de aprendizagem, para tal vemos que é preciso preparar os professores para o uso de tais tecnologia, pois de nada adianta termos os recursos se não estivermos qualificados para a utilização dos mesmos.

O Recurso aos Jogos – são importantes por incentivar o ensino-aprendizagem de matemática nas várias fases do processo escolar dos alunos, sendo de fundamental relevância destacar o seu sentido funcional (jogos de exercícios), onde os alunos aprendem a lidar com símbolos e a pensar por analogia (jogos simbólicos), onde podem também compreender regras e a interagirem em um mundo social bastante complexo, aprendendo assim a lidar com situações complexas (jogos com regras).

Podemos aferir que os jogos trabalhados dentro de uma didática transformada pedagogicamente com intuito de auxiliar o ensino/aprendizagem de Matemática, onde se valendo de métodos orientados pelo professor investigador e mediador é que podemos ressaltar a importância destes recursos que são extremamente ricos e interessantes, uma vez que, além de despertar o interessante por esta ciência, abre um leque de possibilidades pedagógicas no ensino e na aprendizagem de matemática.

QUESTÃO 3

No. Conteúdo Bloco

1 Reconhecimento de semelhanças e diferenças entre corpos redondos como a esfera, o cone, o cilindro. Espaço e Foma

2 Leitura de horas e minutos em um relógio digital ou de ponteiros. Grandezas e Medidas

3 Cálculo da soma e da diferença de números racionais na forma de fração. Números e Operações

4 Interpretação de dados apresentados sob forma de tabelas ou gráficos. Tratamento da Informação

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5 Utilização de procedimentos e instrumentos de medida, em função do problema e da precisão do resultado. Grandezas e Medidas

6 Desenvolvimento de estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental e da calculadora. Números e Operações

7 Determinação do valor posicional de um algarismo em um numeral. Números e Operações

8 Exploração de características de algumas figuras planas, tais como: rigidez triangular, paralelismo e perpendicularidade de lados. Espaço e Formas

9 Coleta, organização e descrição de dados. Tratamento da Informação

10 Reconhecimento do uso da porcentagem no contexto diário. Números e Operações

QUESTÃO 4

a) Situação que supõe a compreensão de mais uma transformação (positiva ou negativa).

b) Situação ligada à idéia de comparação.

QUESTÃO 5

a) Situações associadas à idéia de combinatória.

b) Situações associadas à configuração retangular.

QUESTÃO 6

Os dois autores ressaltam que os apesar das mudanças no ensino da matemática, é notável que ainda exista o fracasso escolar na matemática.

Podemos também destacar outra concordância nos dois textos, é, os méritos e conquistas dos PCN’s.

QUESTÃO 7

Os pontos de discordância entre os autores são com respeito às práticas pedagógicas, no texto de Gladis Blumenthal dá uma maior importância na questão de mudança da postura do

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professor em sala de aula, já o autor de Antonio José Lopes o ponto notável não é apenas a mudanças no professor, mas, também é preciso que haja uma interação mais eficiente entre as partes envolvidas, ou seja, toda a comunidade escolar, editoras e etc.

No texto de Antônio Jose Lopes, podemos perceber que o autor traz uma critica maior com relação aos PCN’s de Matemática, nos mostrando as lacunas, limitações, retrocessos e equívocos do mesmo.

QUESTÃO 8

Diante dos textos “Os PCN’s e o Ensino Fundamental em Matemática: um Avanço ou um Retrocesso? de Gladis Blumenthal e “Do currículo que queremos ao currículo que podemos ou do currículo que podemos ao currículo que queremos” de Antonio José Lopes, indicados para leitura, podemos fazer de forma crítica a analise melhor de dois ângulos diferentes os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática.

Podemos observar que este estudo a respeito dos PCN’s foi de grande relevância, onde apresenta a nos que a educação possui conquistas significantes:

• Trouxe à tona a discussão sobre o currículo, rompendo com a concepção inercial vigente até então, associada à idéia da lista fechada de tópicos e objetivos.

• Contribuiu para perturbar a relação passiva de professores, coordenadores e pedagogos com o currículo.

• A concepção adotada levou em conta as componentes (o; c; m) de D´Ambrósio e colocou a avaliação como um dos focos da discussão sobre o currículo.

• Centrou em objetivos mais que em tópicos.

• Introduziu novidades de modo explícito: conteúdos como o tratamento da informação; e recursos didáticos como as calculadoras.

• Recuperou temas importantes que faziam parte do ensino antes do advento da Matemática Moderna como o cálculo mental e a estimativa.

• Trouxe para o centro da discussão curricular temáticas e abordagens não tradicionais como a etnomatemática, na perspectiva de matemática para todos.

• Manteve a orientação em torno de abordagens e recursos metodológicos como resolução de problemas, exploração e uso de jogos e materiais manipuláveis, história da Matemática, interdisciplinaridade.

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• Valorizou e deu visibilidade aos aspectos e temáticas sociais, como: cidadania, valorização do trabalho, saúde, sexualidade e outros temas transversais.

(LOPES, 2004)

Porém é visível que apesar destas conquistas os PCN’s, estes precisam de alguns ajustes, pois, ainda possuem lacunas, retrocessos, limitações, e equívocos, citados também no texto de Antonio José Lopes.

Partindo deste pressuposto, observamos que a necessidade de um repensar e estruturar dos PCN’s e também de uma preparação docente eficaz para assumir a tarefa de se ensinar Matemática, utilizando os recursos necessários para o ensino-aprendizagem desta matéria.

Referências:

BLUMENTHAL, Gladis; Os PCN’s e o Ensino Fundamental em Matemática: Um Avanço ou Um Retrocesso?

LOPES, Antonio José; “Do currículo que queremos ao currículo que podemos” ou “do currículo que podemos ao currículo que queremos”?

PARÂMETROS Curriculares Nacionais (1ª a 4ª série): matemática/Secretaria de Educação. Educação Fundamental. Brasília: MEC/ SEF,1997.142 p.

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