Anfíbios - Apostilas - Biologia, Notas de estudo de Biologia. Centro Universitário Franciscano (Unifra)
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Real1011 de Março de 2013

Anfíbios - Apostilas - Biologia, Notas de estudo de Biologia. Centro Universitário Franciscano (Unifra)

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Apostilas de Biologia sobre o estudo dos Anfíbios, definição, ordens, caracteres gerais dos Anfíbios, forma, tegumento.
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Microsoft Word - anfíbios.doc

1

SUPER CLASSE TETRAPODA gr. tetra + podos

- representam os vertebrados que invadiram o meio terrestre

- 4 extremidades destinadas à locomoção

- em oposição aos Pisces, não mais apresentam nadadeiras poliradiadas, mas

extremidades pentadáctilas.

CLASSE AMPHIBIA gr. amphi = dual

bios = vida 1. Introdução

- duas vidas (maioria)

- são os tetrapodas mais inferiores

- ancestral no Devoniano

- adaptações para a vida terrestre

. pernas

. pulmões

. sistema circulatório

. narinas comunicadas com a cavidade oral

. órgãos dos sentidos que podem funcionar tanto na água quanto no ar

. pele: exposição ao ar

- larva com brânquias (girinos) – meio aquático

- adulto com pulmões – meio terrestre

- foram os primeiros Vertebrados a alcançarem o meio terrestre a contento

- importância ecológica (predação de insetos; presa de Vertebrados; ciclagem de

nutrientes) e para o homem (apoio didático)

- comportamento: enterram-se, hibernação

- Exemplos:

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2

- 3000 sp

Ordens:

- Anura – rãs, sapos e pererecas (2740 sp)

. rã: Leptodactylus ocellatus – vive nos banhados, é caçada para alimento

. sapo: Bufo marinus – encontrados em jardins, em banhados, logo após a chuva.

Alimentam-se de insetos daninhos a plantas. Em certas épocas do ano eles

desaparecem, principalmente durante a estação fria; enterram-se, ou

escondem-se entre pedras e madeira. Utilizam-se das reservas corpóreas para

subsistirem por determinado tempo

. os maiores exemplares do sapo comum atingem cerca de 20 cm (Bufo marinus)

. rã gigante da República dos Camarões: 30 cm

. perereca arborícola de Cuba: 1 cm

. maioria: 5 – 10 cm

- Caudata (Urodela) – salamandras (200sp)

- 7 a 20 cm (1,75 m Megalobatrachus japonicus; 3,8 cm salamandra mexicana)

- Gymnophiona (Apoda) – cobras-cegas (60 sp)

Quando diz-se que a maioria dos anfíbios apresenta duas vidas, refere-se àquelas

espécies que apresentam fase larval aquática e adulta terrestre. Entretanto, existem

espécies que nunca abandonam a água, permanecendo no estágio larval, enquanto

outras não vivem na água em nenhuma fase. Neste caso, o indivíduo eclode do ovo

completamente formado. Outras espécies quando adultas, não têm pulmões e

respiram apenas pela pele que é úmida e glandular.

- são pecilotérmicos ou ectodérmicos (como peixes e répteis) – dependem do

ambiente como fonte de calor

2. Caracteres Gerais dos Anfíbios - pele: úmida, glandular, sem escamas

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3

- olhos com pálpebras móveis

- tímpano

- língua protrátil, boca com dentes finos

- patas: geralmente 2 pares, com 5 ou menos dedos (4 nos anteriores). Alguns com

um par de membros, outros sem nenhum

- duas narinas: comunicadas com a cavidade bucal e com válvulas para impedir a

entrada de água

- esqueleto: ósseo essencialmente (em grande extensão)

- costelas, quando presentes, não presas ao esterno

- crânio com dois côndilos occipitais

- circulação dupla incompleta; coração com 3 câmaras

- glóbulos vermelhos nucleados e ovais

- respiração: brânquias, pulmões, pele, mucosa bucal

- cordas vocais em sapos e rãs

- nervoso: encéfalo com 10 pares de nervos cranianos

- fecundação: externa ou interna

- ovos telolécitos incompletos encerrados em cápsulas gelatinosas

- segmentação holoblástica desigual

- geralmente com estágio larval (girino)

- comportamento: enterram-se, hibernação

- evolução:

peixes  ancestral semelhante a um peixe (Devoniano)  anfíbios

limitações: respiração cutânea; incapazes de produção de urina concentrada;

ovo resistente a dessecação

3. Forma - ofiomorfos: são os Gymnophiona (cobras-cegas), sem membros locomotores

- lacertiformes: são os Urodelos (salamandras), geralmente 2 pares de patas e cauda

desenvolvida

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4

- raniformes: são os anuros (rãs, sapos e pererecas) com dois pares de patas

Tem corpo globoso, achatado dorsoventralmente, revestido de pele rugosa e úmida

- macho: - pele mais áspera, rugosidades acentuadas e córneas

- coloração esverdeada

- fêmea: - pele mais delicada e toma mais o aspecto enrugado que rugoso.

- coloração amarelada, com manchas pretas distribuídas bilateralmente pelo

corpo

- não há pescoço nítido

- partes:

- cabeça: forma triangular, achatada dorsoventralmente

- tronco: achatado dorsoventralmente e partes látero-ventrais bem alargadas,

como que entumescidas

- corcunda sacral: cintura pélvica se articula com o sacro

- membros: anteriores (menores)

posteriores (maiores) – locomoção

- fenda bucal é invulgarmente comprida, alcançando a margem posterior da

membrana timpânica

- duas fossas nasais dorsais, próximas da linha média, na região anterior da cabeça

- olhos são laterais, com pálpebras

- superior é carnosa e opaca e a inferior menor

- internamente uma 3ª pálpebra transparente que se assemelha à membrana

nictitante dos vertebrados superiores (função: proteção na água e no ar)

- anteriormente no tronco, onde se liga com a cabeça, existe em cada lado, uma

grande massa; são duas glândulas salivares que, pela transformação, originam

glândulas de veneno (glândulas parótidas: produção de secreção espessa,

esbranquiçada, granulosa e alcalóide; função – proteção contra predadores)

- pode-se perceber nitidamente as articulações dos dois pares de membros. Os

anteriores apresentam, da base para a extremidade: braço, antebraço e mão (4

dedos, faltando o polegar). O macho tem também fortes rugosidades, que servem

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5

para prender a fêmea durante a cópula. Os membros posteriores são compostos de

coxa com forte musculatura, para desenvolver o salto: perna, tornozelo, tarso e pé

com cinco dedos. Entre os dedos existem membranas interdigitais para a natação.

As palmas e as solas apresentam tubérculos cornificados que protegem os pés

contra a abrasão e que fornecem tração em superfícies úmidas e escorregadias.

Apesar de se acreditar que os anfíbios primitivos possuíssem dois pares

de membros pentadáctilos, existe uma variação considerável nas espécies

modernas, como resultado de sua adaptação à vida terrestre, aquática, arborícola e

subterrânea. As cobras-cegas (regiões tropicais) não têm membros. Seus corpos

são superficialmente semelhantes a de um verme e são modificados para cavar no

humo e em madeiras podres.

A maioria dos anfíbios caudatos modernos têm quatro membros

relativamente frágeis, que não são adaptados a movimentação rápida na terra.

Geralmente, as pernas anteriores têm 4 dedos e as posteriores, cinco. Entretanto,

algumas espécies mostram uma redução acentuada nos membros:

Siren (sudeste dos E. U. A e do vale do Mississipi) – apenas membros peitorais.

Pseudobranchus – os dedos anteriores encontram-se reduzidos de 4 para 3.

Existe uma variação considerável em relação à membrana natatória que

existe entre os artelhos dos anfíbios da ordem Anura. Em algumas espécies ela é

completa e se estende até as extremidades dos artelhos, enquanto, em outras, elas

podem assumir outras dimensões ou até não existir. Os anfíbios da ordem Anura

não são capazes de regenerar os membros ou dedos perdidos, embora as

salamandras o sejam.

A cloaca fica na extremidade posterior do tronco.

4. Tegumento - epiderme: forma-se em várias camadas, tendo a mais externa sofrido cornificação

(impede a evaporação)

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6

- derme: . tecido conjuntivo

. cromatóforos

. nervos

. vasos sanguíneos

. glândulas

 granulosa

 serosa (veneno) – parótidas (B. marinus – alcalóides de esteróides,

alucinógenos, vasos constrictores, drogas hemolíticas e irritantes

locais)

 mucosa – umidade (respiração e fuga)

A pele é bem desprendida da musculatura. Entre esta e a pele formam-se espaçosas

cavidades, somente em alguns pontos têm ligações com os músculos. As cavidades são

denominadas linfáticas (líquido linfático, mantém a região úmida). Os sacos linfáticos

comunicam-se com o sistema sanguíneo por meio de capilares linfáticos. Pequenos

corações linfáticos propulsionam a linfa.

- pele: respiração e proteção (cobras cegas com escamas). Alguns desenvolvem glândulas

no focinho e no dorso antes da eclosão, e a secreção serve para romper a cápsula do

ovo.

Tanto as glândulas mucosas como as glândulas de veneno são classificadas

como glândulas alveolares, as quais terminam em sacos esféricos de fundo cego, cujas

paredes são secretoras. Além das glândulas alveolares, entretanto, alguns anfíbios possuem

glândulas tubulares. Freqüentemente são encontradas nos polegares de alguns sapos e rãs e

eventualmente no tórax. Elas tornam-se funcionais durante a época da reprodução e

produzem uma secreção viscosa que auxilia o macho a abraçar a fêmea, durante o

amplexo. Mesmo em algumas salamandras, existem glândulas tubulares no queixo dos

machos cujas secreções parecem atrair as fêmeas, durante a fase de reprodução.

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- coloração: grande diversidade (verde, amarelo, laranja e ouro); hr. intermedina da

hipófise (dispersão da melanina e a contração dos iridóforos)

- estruturais e/ou pigmentos (cromatóforos: melanóforos e lipóforos;

guanóforos)

Muda

- superfície da pele é trocada periodicamente

- a camada externa não é trocada inteira, mas em fragmentos (fende-se no dorso e é

ingerida)

- freqüência depende da espécie (nível do hormônio tireoideano)

Hyla cinerea – 1 muda/dia

Outros anfíbios – 1 muda/mês ou mais

5. Sistema Muscular - transição entre peixes e répteis

- músculos mais desenvolvidos nas extremidades locomotoras e diferenciados no

tronco

- tronco: metamérica. O septo horizontal, que separa os músculos dorsais e ventrais,

situa-se numa posição mais dorsal, resultando numa redução do tamanho dos

músculos epaxiais ou dorsais do tronco. A musculatura hipaxial ou ventral apresenta

modificações ainda mais acentuadas. Os mioseptos ou miocomas, que são tão

evidentes, separando os feixes musculares de cada segmento do corpo dos peixes,

são reduzidos ou estão ausentes na musculatura ventral do corpo de muitos anfíbios.

Além disso, os músculos ventrais são separados em camadas, formando os

músculos oblíquo externo, oblíquo interno e transverso músculo reto abdominal

presente. Nos apêndices possuem músculos intrínsecos ao contrário dos músculos

dérmicos. Nos membros posteriores são alongados e poderosos (saltar e nadar).

- Durante a época da reprodução os músculos dos membros anteriores dos machos

aumentam em volume auxiliando-o no amplexo.

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6. Sistema Esquelético Esqueleto Axial

Crânio

- largo e achatado

- órbitas grandes

- maior parte da região superior da cabeça não é recoberta por ossos

(Anuros)

- algumas porções são cartilaginosas. Na região occipital, apenas os

exoccipitais ossificam-se, apresentando cada um deles um côndilo que se

articula com a primeira vértebra

- arco maxilar: pré-maxilar, maxilar e quadrado julgal; dentes na maxila

superior

- arco mandibular: mento-meckelino, dentário e angular

- ossos de membrana ou dérmicos: são ossos que não passam pelo estado

cartilaginoso

Coluna Vertebral

- número de vértebras: 10 (Salientia – Anura) a 200 (O. Gymnophiona)

- regiões:

- vert. cervical: 1 (atlas); tipo anficélica; duas escavações na parte

anterior do corpo, que se adaptam aos 2 côndilos occipitais

- vert. do tronco: número variável; procélicas

- vert. sacra: 1 que serve à fixação da cintura pélvica

- uróstilo: substitue vértebras caudais; extremidade anterior côncava.

Auxilia enrijecer a parte inferior do dorso. Esta rigidez é necessária

para a transmissão eficaz da força produzida pelas pernas posteriores

durante o salto

- apófises transversas

- achatadas: Hylidae e Bufonidae

- cilíndricas: Leptodactylidae

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- costelas: pouco desenvolvidas ou ausentes

- esterno (pseudoesterno – condrificação dos músculos peitorais): as

costelas não têm contacto com o esterno

Esqueleto apendicular

- cintura escapular (=cintura peitoral) e membros – em forma de U que

circunda o tórax, protegendo os órgãos internos e servindo de apoio aos

membros anteriores; liga-se as vértebras por músculos; clavículas,

coracóides (com cavidade glenóide: escápula + coracóide  articulação

do úmero), escápula, úmero, rádio-ulna, carpo (6), metacarpo, falanges

(4)

- cintura pélvica e membros – estrutura estreita, rígida, em forma de V,

que liga os membros posteriores à coluna vertebral e, na locomoção,

transmite o impulso dos membros posteriores ao corpo

- ílio: articula-se com as apófises das vértebras sacrais; paralelo ao

uróstilo

- ílio + ísquio + púbis = acetábulo

- fêmur = articula-se em uma cavidade no acetábulo

- tíbia – fíbula (perônio)

- tarso (2)

- metatarso (5)

- dedos (5) – artelhos, com número variável de falanges

7. Digestório

Boca (língua protrátil; gl. mucosas (lubrificação); gl. intermaxilar; sem gls. salivares

Faringe

Esôfago curto

Estômago – HCl: ativa enzimas (proteases; lipases; maltases)

Intestino delgado (longo e convoluto) - absorção

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Intestino grosso (curto e reto)

Cloaca

Fígado

Pâncreas

Quiescência e reprodução

8. Respiração Tem mais recursos para a respiração do que qualquer outro grupo animal

- transição de habitas: aquáticos  terrestres

1. brânquias

2. Pulmões

3. Pele

4. Bucofaringe

5. Combinação destes

1. Brânquias

- 3 pares de brânquias externas

- embriões

- larvas

- adultos de algumas salamandras aquáticas (Necturus agita as brânquias)

- mecanismo: água  narinas (cavidade bucal funciona como bomba)  fendas

branquiais

- larva: brânquias externas protegidas por opérculo ( dipnóicos)

- filamentosas: recobertas por epitélio ciliado

- degeneram ou são reabsorvidas durante a metamorfose

2. Pulmões

- Simples ou com subdivisões internas

- com vasos sanguíneos

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- órgãos hidrostáticos

- reduzido em salamandras de águas rápidas e ausentes nas terrestres

- mecanismo: ar  narinas (aberturas das coanas) boca (dilatação da

musculatura submaxilar)  fechamento das coanas deglutição (assoalho

bucal, saliências oculares e língua)  pulmão

- adulto: pulmões

- + hb: + eritrócitos

- traquéia: curta; cartilagem

- deglutição

- pele (gls. mucosas) e boca

3. Pele

- irrigação intensa (submersão e hibernação)

4. Bucofaringe

- pulsações da região gular

- vasos abaixo da mucosa

- cordas vocais: laringe – machos de rãs e sapos

- 2 lâminas vibradoras

- reunir os sexos

- algumas espécies apresentam bolsas de ressonância na região gular, na qual

amplificam os sons

- salamandras não têm cordas vocais – produzem guinchos fracos

9. Aparelho Circulatório - migração para o ambiente terrestre

- adaptações de órgãos

- respiração aérea

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- coração: circulação dupla

- sangue arterial

- sangue venoso

- bipartição da aurícula

- girinos

- adultos

10. Sistema Linfático - numeorosos vasos linfáticos

- órgãos

- tecidos

- sacos linfáticos

- corações linfáticos

- cintura escapular

- lateralmente ao ânus

- linfa

- aquosa

- com leucócitos

11. Sistema Excretor - glândulas supra-renais

- 2 rins

- ambos os lados da coluna vertebral

- fora da cavidade celomática

- cor vermelho-escura

- mesonéfricos

- canal de Wolf = canal deferente – vesículas seminais (macho)

- bexiga urinária (evaginação da parede ventral

- esfíncter

- cloaca

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Rins

- função: uréia, sais minerais e água da corrente sanguínea

- constituição: 2000 corpúsculos renais ou néfrons

- glomérulo

- cápsula de Bowman

- tubo urinífero

- vasos: artérias e veias renais

12. Sistema Nervoso Central

 encéfalo

 telencéfalo

- 2 lobos olfativos + nervos

- hemisférios cerebrais desenvolvidos (ventrículos direito e esquerdo)

 diencéfalo (3o. ventrículo)

- órgão pineal

 mesencéfalo

- lobos ópticos

 metencéfalo

- cerebelo pouco desenvolvido

 mielencéfalo

- medula oblonga (4o. ventrículo)

 medula espinal

Periférico

 nn. Cranianos

 olfativos

 ópticos

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 moto-ocular

 patético

 trigêmio

 m. externo do globo ocular

 n. facial

 n. auditivo

 língual

 laringe – motricidade e sensibilidade da laringe e outras vísceras

Autônomo

 relacionado ao SNC

 forma-se de nervos longitudinais

 vida vegetativa

13. Órgãos Sensoriais  linhas laterais

 táctil

 paladar

 audição

 visão

14. Sistema Endócrino  hipófise

- lobo anterior

hr. estimulador as gônadas

hr. estimulador do crescimento

- lobo intermediário

hr. estimulador dos cromatóforos

- lobo posterior: arginina-vasotocina

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 paratireóides: metabolismo do Ca

15. Reprodução - monóicos

- dimorfismo sexual

- machos

- dedos internos das patas anteriores maiores

- calosidades

- coloração nos sapos: pele mais rugosa e esverdeada (amarelada nas fêmeas)

- aparelhos

- machos

- testículos: globóides e ventrais aos rins

- canais eferentes

- rins

- canal de Wolf (ureter ou canal deferente)

- vesícula seminal

- cloaca

- fêmeas

- corpos gordurosos digitiformes: reserva para hibernação

- 2 ovários: sacos ocos sustentados pelo mesovário

- oviduto

- útero

- cloaca

- fecundação externa

- larvas: vorazes, raspam o substrato e alimentam-se de tudo.

15. Sistemática

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Ordem Anura

- sapos e rãs

- crânio estreito, sem teto sólido, muito reduzido, poucos ossos

- poucas vértebras, as últimas fundem-se (uróstilo), costelas reduzidas ou

ausentes

- pernas posteriores maiores para saltar com palmouras entre os artelhos

- muita cartilagem no esqueleto

- ovipostura e fecundação geralmente externa por casais abraçados

- girinos com cabeça e corpo fundidos, ovóides e uma longa cauda com

nadadeiras medianas, sem dentes verdadeiros, geralmente aquáticos

Família Leptodactylidae

- 20 a 215 mm

- com dentes maxilares, sem órgãos de Bidder

- girinos com um único espiráculo no lado esquerdo

- sul dos E.U.A. ao sul da América do Sul, Índias Ocidentais.

Família Bufonidae

- sapos de 30 a 200 mm

- corpulentos sem costelas ossificadas, livres

- sem dentes

- machos com órgãos de Bidder

- uma glândula paratóide atrás de cada olho

- maioria com larvas aquáticas

- cosmopolitas (exceto Austrália)

Família Hylidae

- pererecas de 5 a 14 cm

- ampla distribuição, mas ausentes da África do Sul ao Saara.

- exemplares delgados com membros longos

- dentes no maxilar superior

- osso terminal de cada dedo em forma de garra, muitos com discos

adesivos expandidos, usados para escalar árvores, rochas, etc.

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- cartilagem intercalar nos dedos

- voz freqüentemente forte

- ovos geralmente na água

- alguns cavam, outros são aquáticos

Família Centrolenidae

- 20 a 60 mm (pequenos), verde no dorso, com ventre transparente,

- América tropical

Família Pseudidae

- 50 a 75 mm (pequenos)

- sem costelas ossificadas livres,

- dedos com uma falange adicional, polegar oponível

- larvas desproporcionalmente grandes

- América do Sul e Trinidad

Família Ranidae

- 12 a 250 mm, rãs verdadeiras

- língua livre na parte posterior, dentes no maxilar superior

- cosmopolitas (exceto sul da América do Sul e grande parte da

Austrália)

Ordem Gymnophiona

- do grego: gymnos - nu + ophioneos - em forma de cobra

- menor grupo conhecido de anfíbios viventes

- vivem nos trópicos e levam uma vida subterrânea, cavando buracos em solos

úmidos à procura de pequenos invertebrados

- corpo alongado, sem patas ou membros, cabeça com pequenas mandíbulas,

narinas e um par de olhos vestigiais, parcialmente escondidos sobre a pele

- pequenas escamas dérmicas estão encaixadas na derme

- o principal órgão sensitivo é um par de tentáculos protráteis que se situa em

uma concavidade entre cada narina e o olho

- a abertura cloacal não é exatamente na extremidade do corpo, de forma que

existe uma cauda curta

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- a cloaca do macho é eversível e podendo formar órgão semelhante ao pênis

(fecundação interna)

- a maioria é ovípara e os ovos são depositados em solo úmido

- em algumas espécies o desenvolvimento é direto, em outras ocorre a eclosão

de larvas que se desenvolvem próximo à água

- poucas espécies são vivíparas, mas não têm placenta.

Família Caeciliidae

- distribuem-se do México à América do Sul, Ásia e África, exceto

Madagáscar

- 16 gêneros

Ordem Urodela (ou Caudata)

- em muitos aspectos mais próximas dos anfíbios ancestrais (forma primitiva

do corpo)

- encontradas embaixo de pedras e tronco em florestas úmidas e algumas são

aquáticas

- ocorrem principalmente em regiões temperadas do mundo e a maioria das

espécies é encontrada na América do Norte.

- reproduzem-se na água e as larvas são aquáticas, as quais diferem das larvas

dos demais anfíbios porque mantêm brânquias externas, dentes e outras

estruturas bucais adaptadas para uma dieta mais carnívora do que herbívora

- maioria dos adultos é terrestre, exceto as salamandras do leste dos E.U.A.

(tritão vermelho - cor apossemática).

- muitos grupos tornam-se pedomórficos e neotênicos facultativos (salamandra

tigre, Amblystoma tigrinum, axolotl - platô mexicano e americana) ou

obrigatórios (salamandra aquática, Necturus sp

- menor grupo conhecido de anfíbios viventes

Família Plethodontidae

- 26 gêneros, regiões florestais, vivendo próximas ou em águas

correntes

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- pequenas: 40 a 215 mm

- pálpebras e dentes vomerianos presentes

- vértebras anficélicas

- sem pulmões, as trocas gasosas ocorrem totalmente através das

mambranas úmidas que recobrem a boca, a faringe e a pele

- fêmeas com receptáculo seminal, fertilização interna

- salamandras americanas mais abundantes, América do Norte,

norte da América do Sul e sul da Europa

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