Apostila biossegurança nas ações de enfermagem, Notas de aula de A Física da Vida Cotidiana. Fundação de Ensino Superior de Rio Verde
nulciene
nulciene10 de Fevereiro de 2015

Apostila biossegurança nas ações de enfermagem, Notas de aula de A Física da Vida Cotidiana. Fundação de Ensino Superior de Rio Verde

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BIOSSEGURANÇA NAS AÇÕES

DE ENFERMAGEM

1. Medidas Gerais de Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar...02

2. Prevenção de Infecções em Profissionais da Área da Saúde ........05

3. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) ............................. 07

4. Precauções Padrão ..................................................................... 09

5. Processamento de artigos hospitalares...................................... 12

6. Esterilização ............................................................................... 13

7. Desinfecção, Anti-sepsia e Assepsia ........................................... 16

8. Saúde e Segurança do trabalhador: Doenças ocupacionais ......... 16

BIOSSEGURANÇA NAS AÇÕES DE ENFERMAGEM

INFECÇÃO HOSPITALAR

A INFECÇÃO HOSPITALAR é uma síndrome infecciosa (infecção) que o indivíduo

adquire após sua hospitalização ou realização de procedimento ambulatorial. Entre os

exemplos de procedimentos ambulatoriais mais comuns estão: cateterismo cardíaco,

exames radiológicos com utilização de contraste, retirada de pequenas lesões de pele e

retirada de nódulos de mama, etc.

Para ser considerada infecção hospitalar, o paciente precisa estar internado a

pelo menos 72 horas.

A manifestação da infecção hospitalar pode ocorrer após a alta, desde que esteja

relacionada com algum procedimento realizado durante a internação.

* FATORES PREDISPONENTES

♦ Pacientes imunodeprimidos;

♦ Lavagem incorreta das mãos, dos profissionais, acompanhantes e visitantes.

♦ Esterilização deficiente de instrumental cirúrgico.

♦ Técnicas incorretas e procedimentos invasivos.

♦ Limpeza deficiente de ambientes, materiais e roupas.

♦ Alimentos trazidos de fora do hospital.

♦ Flores e objetos trazidos de fora do hospital.

Baseando-se nesses fatores devem ser elaboradas ações preventivas, tais como:

uso racional de antimicrobiano, controle de esterilização, desinfecção e limpeza, e

bloqueio de transmissão pelos profissionais de saúde.

PRINCIPAIS MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE:

LAVAGEM DAS MÃOS

Lavagem das mãos é a fricção manual vigorosa de toda a superfície das mãos e

punhos,utilizando-se sabão/detergente,seguida de enxágüe abundante em água

corrente.

A lavagem das mãos é, isoladamente, a ação mais importante para a prevenção e

controle das infecções hospitalares.

O uso de luvas não dispensa a lavagem das mãos antes e após contatos que

envolvam mucosas, sangue ou fluidos corpóreos, secreções ou excreções.

A lavagem das mãos deve ser realizada tantas vezes quanto necessária, durante a

assistência a um único paciente, sempre que houver contato com diversos sítios

corporais, e frente cada uma das atividades.

I – MEDIDAS GERAIS DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE

INFECÇÃO HOSPITALAR

A lavagem e antissepsia cirúrgica das mãos é realizada sempre antes dos

procedimentos cirúrgicos.

A decisão para a lavagem das mãos com uso de antisséptico deve considerar o tipo

de contato, o grau de contaminação, as condições do paciente e o procedimento a

ser realizado.

 A lavagem das mãos com antisséptico é recomendada em: realização de

procedimentos invasivos, prestação de cuidados a pacientes críticos, contato direto

com feridas e/ou dispositivos invasivos, tais como cateteres e drenos.

Devem ser empregadas medidas e recursos com o objetivo de incorporar a prática

da lavagem das mãos em todos os níveis da assistência hospitalar.

A distribuição e a localização de unidades ou pias para lavagem das mãos, de forma

a atender à necessidade nas diversas áreas hospitalares, além da presença dos

produtos, é fundamental para a obrigatoriedade da prática.

● PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO (ISC)

■ Tempo de internação abreviado.

■ Banho completo antes da cirurgia.

■ Tricotomia restrita ao local de incisão, quando necessário, imediatamente antes da

cirurgia.

■ Fluxo adequado do Bloco Cirúrgico, com circulação mínima.

■ Equipe cirúrgica restrita.

■ Montagem correta das salas de cirurgia.

■ Paramentação completa (avental, gorro, luvas, máscara e propés)

■ Lavagem e antissepsia das mãos e ante braços da equipe cirurgica.

■ Secagem das mãos com toalhas estéreis.

■ Antissepsia do campo operatório.

■ Instrumental cirúrgico esterilizado.

● PREVENÇÃO DE INFECÇÃO RESPIRATÓRIA

♦ Educação do corpo clínico e vigilância das infecções.

♦ Esterilização, desinfecção e manutenção de equipamentos e artigos.

♦ Interrupção da transmissão pessoa para pessoa – precauções de barreira.

♦ Lavagem das mãos.

♦ Vacinação de pacientes de alto risco para complicações de infecções pneumocócicas.

● PREVENÇÃO DE INFECÇÃO URINÁRIA EM PACIENTES CATETERIZADOS

 Evitar o uso de cateterismo vesical quando desnecessário.

 Lavar as mãos antes e depois de manipular o sistema.

 Empregar técnica asséptica e equipamento estéril.

 Utilizar cateter de calibre adequado.

 Fixar a sonda para evitar movimentação.

 Usar exclusivamente COLETOR FECHADO.

 Evitar desconexão do sistema fechado.

 Manter a bolsa coletora de urina em nível inferior à bexiga.

 Esvaziar a bolsa coletora a intervalos de oito horas, no máximo, ou quando

preenchidos 2/3 da sua capacidade.

 Higienizar a região perineal, com água e sabão, três vezes ao dia, ou quando

necessário.

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DA CORRENTE SANGUINEA

● CUIDADOS RELACIONADOS AOS CATETERES PERIFÉRICOS:

■ Lavagem e antissepsia das mãos antes de colocar as luvas estéreis.

■ Preferir veias de membros superiores.

■ Usar técnica asséptica para fazer a punção.

■ Fazer antissepsia do local a ser puncionado.

■ Realizar troca de cateteres e mudar o sítio de inserção a cada 72 horas, ou intervalo

menor se indicado.

● CUIDADOS RELACIONADOS AOS CATETERES CENTRAIS:

♦ Selecionar o Cateter.

♦ Usar de preferência a subclávia.

♦ Usar técnica asséptica, incluindo avental, luvas e campos estéreis e máscara.

♦ Utilizar equipamentos com local próprio para infusão de medicamentos.

♦ Manter o sistema fechado durante a infusão.

♦ Usar o cateter para nutrição parenteral apenas para este fim.

♦ Trocar os curativos quando estiverem úmidos, sujos ou fora do local.

♦ Trocar o cateter apenas se houver suspeita de infecção relacionada ao cateter.

♦ Trocar todo o sistema em caso de flebite ou bacteremia.

E OUTRAS MEDIDAS GERAIS COMO:

 Avaliar bem os pacientes internados;

 Treinar a equipe do hospital, orientando sobre os fatores de risco que podem levar

à uma infecção;

 Usar antibióticos , quando necessário;

 Comprar material de boa qualidade para a assistência médica;

 Esterilizar corretamente todos os materiais;

 Ter uma boa limpeza em todo hospital;

Uso de equipamento de proteção individual(luvas, óculos protetor de óculos,

protetor de face, avental e outros.) nos procedimentos.

Uso de profilaxia antimicrobiana antes da cirurgia.

O PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE (PAS) pode adquirir ou transmitir

infecções para os pacientes, para outros profissionais no ambiente de trabalho e para

comunicantes domiciliares e da comunidade.

Deste modo, os programas de controle de infecção hospitalar devem também

contemplar ações de controle de infecção entre os PAS.

AS AÇÕES DO SERVIÇO DE SAÚDE OCUPACIONAL, NO QUE DIZ RESPEITO AO

CONTROLE DE INFECÇÃO, TÊM COMO OBJETIVOS:

1. Educar o PAS acerca dos princípios do controle de infecção, ressaltando a

importância

da participação individual neste controle;

2. Colaborar com a CCIH na monitorização e investigação de exposições a agentes

infecciosos e surtos;

3. Dar assistência ao PAS em caso de exposições ou doenças relacionadas ao trabalho;

4. Identificar riscos e instituir medidas de prevenção;

5. Reduzir custos, através da prevenção de doenças infecciosas que resultem em faltas

ao trabalho e incapacidade.

AÇÕES DO SERVIÇO DE SAÚDE OCUPACIONAL:

Para atingir os objetivos descritos anteriormente é necessário que o serviço de

saúde ocupacional atue nas seguintes áreas:

INTEGRAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS:

As ações do serviço de saúde ocupacional devem ser coordenadas com o serviço

de infecção hospitalar e outros departamentos que se façam necessários.

AVALIAÇÕES MÉDICAS:

♦ Admissional, com histórico de saúde, estado vacinal, condições que possam

predispor o profissional a adquirir ou transmitir infecções no ambiente de trabalho;

♦ Exames periódicos para avaliação de problemas relacionados ao trabalho ou

seguimento de exposição de risco (p. ex. triagem para tuberculose, exposição a fluidos

biológicos).

II – PREVENÇÃO DE INFECÇÕES

EM PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE

ATIVIDADES EDUCATIVAS:

A adesão a um programa de controle de infecção é facilitada pelo entendimento

de suas bases. Todo pessoal precisa ser treinado acerca da política e procedimentos de

controle de infecção da instituição.

A elaboração de manuais para procedimentos garante uniformidade e eficiência.

O material deve ser direcionado em linguagem e conteúdo para o nível educacional de

cada categoria de profissional. Grande parte dos esforços deve estar dirigida para a

conscientização sobre o uso do equipamento de proteção individual (EPI).

PROGRAMAS DE VACINAÇÃO:

Garantir que o PAS esteja protegido contra as doenças preveníveis por vacinas é

parte essencial do programa de saúde ocupacional. Os programas de vacinação devem

incluir tanto os recém-contratados quanto os funcionários antigos.

Os programas de vacinação obrigatória são mais efetivos que os voluntários.

MANEJO DE DOENÇAS E EXPOSIÇÕES RELACIONADAS AO TRABALHO:

Fornecer profilaxia pós exposição apropriada nos casos aplicáveis (p. ex.:

exposição ocupacional ao HIV), além de providenciar o diagnóstico e o tratamento

adequados das doenças relacionadas ao trabalho.

Estabelecer medidas para evitar a ocorrência da transmissão de infecção para

outros profissionais, através do afastamento do profissional doente (p. ex.: pacientes

com tuberculose bacilífera ou varicela).

ACONSELHAMENTO EM SAÚDE:

Fornecer informação individualizada com relação a risco e prevenção de doenças

adquiridas no ambiente hospitalar; riscos e benefícios de

esquemas de profilaxia pós-exposição e conseqüências de doenças e exposições para o

profissional, seus familiares e membros da comunidade.

MANUTENÇÃO DE REGISTRO, CONTROLE DE DADOS E SIGILO:

A manutenção de registros de avaliações médicas, exames, imunizações e

profilaxias é obrigatória e permite a monitorização do estado de saúde do PAS.

Devem ser mantidos registros individuais, em condições que garantam a

confidencialidade das informações, que não podem ser abertas ou divulgadas, exceto

se requerido por lei.

INFECÇÃO CRUZADA:

É a infecção ocasionada pela transmissão de um microrganismo de um

paciente para outro, geralmente pelo pessoal, ambiente ou um instrumento

contaminado.

INFECÇÃO ENDÓGENA:

É um processo infeccioso decorrente da ação de microrganismos já

existentes, naquela região ou tecido, de um paciente. Medidas terapêuticas que

reduzem a resistência do indivíduo facilitam a multiplicação de bactéria em seu

interior, por isso é muito importante, a anti-sepsia pré-cirúrgica.

INFECÇÃO EXÓGENA:

É aquela causada por microrganismos estranhos a paciente. Para impedir

essa infecção, que pode ser gravíssima, os instrumentos e demais elementos que

são colocados na boca do paciente, devem estar estéreis. È importante, que

barreiras sejam colocadas para impedir que instrumentos estéreis sejam

contaminados, pois não basta um determinado instrumento ter sido esterilizado, é

importante que em seu manuseio até o uso ele não se contamine. A infecção

exógena significa um rompimento da cadeia asséptica, o que é muito grave, pois,

dependendo da natureza dos microrganismos envolvidos, a infecção exógena pode

ser fatal, como é o caso da AIDS, Hepatite B e C.

PROCEDIMENTO CRÍTICO: É todo procedimento em que existe a presença de

sangue, pus ou matéria contaminada pela perda de continuidade.

PROCEDIMENTO SEMI-CRÍTICO: Todo procedimento em que existe a presença

de secreção orgânica (saliva) sem perda de continuidade do tecido.

PROCEDIMENTO NÃO-CRÍTICO:Todo procedimento onde não há presença de

sangue, pus ou outra secreção orgânica (saliva). Em Odontologia não existe este

tipo de procedimento.

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL é todo dispositivo de uso individual,

destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.

A seguir, uma relação de alguns dos equipamentos de proteção individual, mais

usados em estabelecimentos de saúde, como por exemplo:

1. PROTEÇÃO À CABEÇA :

● Protetores faciais destinados à proteção dos olhos e da face contra lesões

ocasionadas por partículas, respingos, vapores de produtos químicos e radiações

luminosas intensas;

● Óculos de segurança para trabalhos que possam causar ferimentos nos olhos,

provenientes de impacto de partículas;

III – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPIs)

● Óculos de segurança, contra respingos, para trabalhos que possam causar irritação

nos olhos e outras lesões decorrentes da ação de líquidos agressivos;

● Óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos,

provenientes de poeiras e

● Óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos e outras

lesões decorrentes da ação de radiações perigosas.

2. PROTEÇÃO PARA OS MEMBROS SUPERIORES:

♦ Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em

trabalhos em que haja perigo de lesão provocada por:

♦ Materiais ou objetos escoriantes, abrasivos, cortantes ou perfurantes;

♦ Produtos químicos corrosivos, cáusticos, tóxicos, alergênicos, oleosos, graxos,

solventes orgânicos e derivados de petróleo;

♦ Materiais ou objetos aquecidos;

♦ Choque elétrico;

♦ Radiações perigosas;

♦ Frio;

♦ Agentes biológicos.

3. PROTEÇÃO PARA OS MEMBROS INFERIORES:

■ Calçados impermeáveis para trabalhos realizados em lugares úmidos, lamacentos ou

encharcados;

■ Calçados impermeáveis e resistentes a agentes químicos agressivos;

■ Calçados de proteção contra agentes biológicos agressivos e

■ Calçados de proteção contra riscos de origem elétrica.

4. PROTEÇÃO DO TRONCO:

● Aventais, capas e outras vestimentas especiais de proteção para trabalhos em haja

perigo de lesões provocadas por:

● Riscos de origem radioativa;

● Riscos de origem biológica e

● Riscos de origem química.

5. PROTEÇÃO DA PELE:

CREMES PROTETORES – só poderão ser postos à venda ou utilizados como EPI,

mediante o Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho e Emprego.

6. PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA:

Para exposição a agentes ambientais em concentrações prejudiciais à saúde do

trabalhador, de acordo com os limites estabelecidos na NR15:

■ Respiradores contra poeiras, para trabalhos que impliquem produção de poeiras;

■ Respiradores e máscaras de filtro químico para exposição a agentes químicos

prejudiciais à saúde;

■ Aparelhos de isolamento (autônomo ou de adução de ar), para locais de trabalho

onde o teor de oxigênio seja inferior a 18% em volume.

* CONSIDERAÇÕES INICIAIS

A partir da epidemia de HIV/AIDS, do aparecimento de cepas de bactérias

multirresistentes (como o Staphylococcus aureus resistente à meticilina, bacilos Gram

negativos não fermentadores, Enterococcus sp. resistente à vancomicina), do

ressurgimento da tuberculose na população mundial e do risco aumentado para a

aquisição de microrganismos de transmissão sangüínea (hepatite viral B e C, por

exemplo) entre os profissionais de saúde, as normas de biossegurança e isolamento

ganharam atenção especial.

Para entender os mecanismos de disseminação de um microorganismo dentro de

um hospital, é necessário que se conheça pelo menos três elementos: a fonte, o

mecanismo de transmissão e o hospedeiro susceptível.

FONTE:

As fontes ou reservatórios de microorganismos, geralmente, são os profissionais

de saúde, pacientes, ocasionalmente visitantes, ou materiais e equipamentos

infectados ou colonizados por microorganismos patogênicos.

TRANSMISSÃO:

A transmissão de microorganismos em hospitais pode se dar por diferentes vias.

OS PRINCIPAIS MECANISMOS DE TRANSMISSÃO SÃO:

TRANSMISSÃO AÉREA POR GOTÍCULAS: Ocorre pela disseminação por gotículas

maiores do que 5um. Podem ser geradas durante tosse, espirro, conversação ou

realização de diversos procedimentos (broncoscopia, inalação, etc.). Por serem

partículas pesadas e não permanecerem suspensas no ar, não são necessários

sistemas especiais de circulação e purificação do ar. As precauções devem ser tomadas

por aqueles que se aproximam a menos de 1 metro da fonte.

TRANSMISSÃO AÉREA POR AEROSSOL: Quando ocorre pela disseminação de

partículas, cujo tamanho é de 5um ou menos. Tais partículas permanecem suspensas

IV – PRECAUÇÃO PADRÃO

no ar por longos períodos e podem ser dispersas a longas distâncias. Medidas especiais

para se impedir a recirculação do ar contaminado e para se alcançar a sua

descontaminação são desejáveis. Consistem em exemplos os agentes de varicela,

sarampo e tuberculose.

TRANSMISSÃO POR CONTATO: É o modo mais comum de transmissão de infecções

hospitalares. Envolve o contato direto (pessoa-pessoa) ou indireto (objetos

contaminados, superfícies ambientais, itens de uso do paciente, roupas, etc.)

promovendo a transferência física de microorganismos epidemiologicamente

importantes para um hospedeiro susceptível.

HOSPEDEIRO:

Pacientes expostos a um mesmo agente patogênico podem desenvolver doença

clínica ou simplesmente estabelecer uma relação comensal com o

microorganismo,tornando-se pacientes colonizados.

Fatores como idade, doença de base, uso de corticosteróides, antimicrobianos

ou drogas imunossupressoras e procedimentos cirúrgicos ou invasivos podem tornar os

pacientes mais susceptíveis às infecções.

► PRECAUÇÃO PADRÃO

AS PRECAUÇÕES PADRÃO são um conjunto de medidas utilizadas para diminuir

os riscos de transmissão de microorganismos nos hospitais e constituem-se

basicamente em:

1. LAVAGEM DAS MÃOS:

1. Após realização de procedimentos que envolvem presença de sangue, fluidos

corpóreos, secreções, excreções e itens contaminados.

2. Após a retirada das luvas.

3. Antes e após contato com paciente e entre um e outro procedimento ou em

ocasiões onde existe risco de transferência de patógenos para pacientes ou ambiente.

4. Entre procedimentos no mesmo paciente quando houver risco de infecção cruzada

de

diferentes sítios anatômicos.

* OBS: O uso de sabão comum líquido é suficiente para lavagem de rotina das mãos,

exceto em situações especiais definidas pelas Comissões de Controle de Infecção

Hospitalar - CCIH (como nos surtos ou em infecções hiperendêmicas).

2. LUVAS:

♦ Usar luvas limpas, não estéreis, quando existir possibilidade de contato com sangue,

fluidos corpóreos, secreções e excreções, membranas mucosas, pele não íntegra e

qualquer item contaminado.

♦ Mudar de luvas entre duas tarefas e entre procedimentos no mesmo paciente.

♦ Retirar e descartar as luvas depois do uso, entre um paciente e outro e antes de

tocar itens não contaminados e superfícies ambientais. A lavagem das mãos após a

retiradadas luvas é obrigatória.

3. MÁSCARA, PROTETOR DE OLHOS, PROTETOR DE FACE:

- É necessário em situações nas quais possam ocorrer respingos e espirros de sangue

ou secreções nos funcionários.

4. AVENTAL:

● Usar avental limpo, não estéril, para proteger roupas e superfícies corporais sempre

que houver possibilidade de ocorrer contaminação por líquidos corporais e sangue.

● Escolher o avental apropriado para atividade e a quantidade de fluido ou sangue

encontrado.

● A retirada do avental deve ser feita o mais breve possível com posterior lavagem das

mãos.

5. EQUIPAMENTOS DE CUIDADOS AO PACIENTE:

■ Devem ser manuseados com proteção se sujos de sangue ou fluidos corpóreos,

secreções e excreções e sua reutilização em outros pacientes deve ser precedida de

limpeza e ou desinfecção.

■ Assegurar-se que os itens de uso único sejam descartados em local apropriado.

6. CONTROLE AMBIENTAL:

Estabelecer e garantir procedimentos de rotina adequados para a limpeza e

desinfecção das superfícies ambientais, camas, equipamentos de cabeceira e outras

superfícies tocadas freqüentemente.

7. ROUPAS:

● Manipular, transportar e processar as roupas usadas, sujas de sangue, fluidos

corpóreos, secreções e excreções de forma a prevenir a exposição da pele e mucosa, e

a contaminação de roupas pessoais, evitando a transferência de microorganismos para

outros pacientes e para o ambiente.

► SAÚDE OCUPACIONAL E PATÓGENOS VEICULADOS POR SANGUE:

* PREVENÇÃO DE ACIDENTES PÉRFURO-CORTANTES:

♦ Atenção com o uso, manipulação, limpeza e descarte de agulhas, bisturis e outros

materiais pérfuro-cortantes. Não retirar agulhas usadas das seringas descartáveis, não

dobrá-las e não reencapá-las. O descarte desses materiais deve ser feito em caixas

apropriadas e de paredes resistentes.

♦ Usar dispositivos bucais, conjunto de ressuscitação e outros dispositivos de ventilação

quando houver necessidade de ressuscitação.

► LOCAL DE INTERNAÇÃO DO PACIENTE:

A alocação do paciente é um componente importante da precaução de

isolamento.

Quando possível, pacientes com microorganismos altamente transmissíveis e/ou

epidemiologicamente importantes devem ser colocados em quartos privativos com

banheiro e pia próprios.

* OBS: Quando um quarto privativo não estiver disponível, pacientes infectados

devem ser alocados com companheiros de quarto infectados com o mesmo

microorganismo e com possibilidade mínima de infecção.

ARTIGOS

A variedade de materiais utilizados nos estabelecimentos de saúde pode ser

classificada segundo riscos potenciais de transmissão de infecções para os pacientes,

em três categorias: críticos, semi-críticos e não críticos.

ARTIGOS CRÍTICOS

Os artigos destinados aos procedimentos invasivos em pele e mucosas

adjacentes, nos tecidos subepiteliais e no sistema vascular, bem como todos os que

estejam diretamente conectados com este sistema, são classificados em artigos

críticos. Estes requerem esterilização. Ex. agulhas, cateteres intravenosos, materiais

de implante, etc.

ARTIGOS SEMI-CRÍTICOS

Os artigos que entram em contato com a pele não íntegra, porém, restrito às

camadas da pele ou com mucosas íntegras são chamados de artigos semi-críticos e

requerem desinfecção de médio ou de alto nível ou esterilização. Ex. cânula

endotraqueal, equipamento respiratório, espéculo vaginal, todos os tipos de sondas:

sonda naso e orogástrica, vesicais, nasoenterica etc.

ARTIGOS NÃO CRÍTICOS

Os artigos destinados ao contato com a pele íntegra e também os que não

entram em contato direto com o paciente são chamados artigos não-críticos e

requerem limpeza ou desinfecção de baixo ou médio nível, dependendo do uso a que

se destinam ou do último uso realizado. Ex. termômetro, materiais usados em banho

de leito como bacias, cuba rim, estetoscópio, roupas de cama do paciente,etc.

LIMPEZA

É o procedimento de remoção de sujidade e detritos para manter em estado de

asseio os artigos, reduzindo a população microbiana. Constitui o núcleo de todas as

ações referentes aos cuidados de higiene com os artigos hospitalares.

V - PROCESSAMENTO DE ARTIGOS HOSPITALARES

A limpeza deve preceder os procedimentos de desinfecção ou de esterilização,

pois reduz a carga microbiana através remoção da sujidade e da matéria orgânica

presentes nos materiais.

O excesso de matéria orgânica aumenta não só a duração do processo de

esterilização, como altera os parâmetros para este processo.

Assim, é correto afirmar que a limpeza rigorosa é condição básica para qualquer

processo de desinfecção ou esterilização.

“É possível limpar sem esterilizar, mas não é possível garantir a esterilização sem

limpar”

A ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAIS é a total eliminação da vida microbiana

destes materiais . Caracteriza-se por um processo de destruição por meio de agentes

físicos ou químicos de todas as formas de vidas microscópica. Um objeto esterilizado,

no sentido microbiológico, está, completamente livre de microrganismos viáveis.

1. A FLAMBAGEM:

É a colocação de material sobre o fogo até que o metal fique vermelho

* VANTAGEM: fácil execução

* DESVANTAGEM: Não é seguro , pode não esterilizar alguns tipos de bactérias pelo

baixo tempo de exposição. Estraga o material.

2. CALOR SECO

Penetra nas substancias de uma forma mais lenta que o calor úmido e por isso

exige temperaturas mais elevadas e tempos mais longos , para que haja uma eficaz

esterilização.

São utilizadas as estufas . Conforme o calor gerado recomenda-se um certo

tempo: a 170 graus Celsius, são necessários 60 minutos. A 120 Graus são necessários

12 horas.

* VANTAGENS: Não forma ferrugem , não danifica materiais .

* DESVANTAGENS: O material deve ser resistente a variação da temperatura. Na

esteriliza líquidos.

3. CALOR ÚMIDO

AUTOCLAVE:

É a exposição do material a vapor de água sob

pressão, a 121ºC durante 15 min. É o processo mais usado e os

materiais devem ser embalados de forma a permitirem o contato

total do material com o vapor para permitir que a temperatura

VI – ESTERILIZAÇÃO

não seja inferior à desejada, permitir a penetração do vapor nos poros dos corpos

porosos e impedir a formação de uma camada inferior mais fria. Podem ser usados

autoclaves de parede simples ou de parede dupla, que permitem melhor extração

do ar e melhor secagem.

É muito usado para o vidro seco e materiais que não oxidem com a água

(os materiais termolábeis não podem ser esterilizado por esta técnica). É utilizada

ainda para esterilizar tecidos.

INDICADORES QUÍMICOS: Mudam de cor consoante a temperatura.

INDICADORES BIOLÓGICOS: Tubo com suspensão de esporos de bactérias

resistentes que morrem quando exposto por 12 min. Ou mais a uma temperatura de

121ºC. Após um repouso de 14h, faz-se uma sementeira dos esporos , que deve

dar negativa.

* VANTAGENS: Fácil uso, custo acessível para grandes hospitais

* DESVANTAGENS: Não serve para esterilizar pós e líquidos.

4. QUIMICO:

GÁS ÓXIDO DE ETILENO:

O gás óxido de etileno é um produto altamente tóxico usado para esterilizar

materiais .

*VANTAGENS : Não danifica o material

* DESVANTAGENS: Danos ao meio ambiente quando manipulado erroneamente ,

alto custo , tóxico para o manipulador,requer aeração de 48 horas. Demorado.

GLUTARALDEÍDO:

Fornecido na forma de líquido a 25 ou 50% ,são pouco voláteis a frio e

utilizados para a desinfecção de instrumentos médicos . Irritante das mucosas e

tóxico , necessita de cuidados especiais .

* VANTAGENS: Facilidade de uso

* DESVANTAGENS: Esterilização é tempo dependente . Alérgeno , tóxico e irritante,

Mycobactérias podem ser resistentes

5. ESTERILIZAÇÃO POR PLASMA DE PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO

O plasma é o quarto estado da matéria.É definido como uma nuvem de elétrons,

partículas neutras, produzidas a partir da interação do peróxido de hidrogênio e um

campo magnético.A esterilização com gás plasma combina peróxido de hidrogênio p/

gerar uma onda eletromagnética.

O plasma de peróxido não oxida o material, não degrada o corte, pontas,sulcos de

instrumentais cirúrgicos. Seu produto final não é tóxico, não polui o meio ambiente e

nem apresenta toxicidade para o profissional e nem para o paciente.

AGENTE ESTERILIZANTE:Ampolas contendo: 1,8ml de H2O2 (água oxigenada) na

forma líquida numa concentração de 58%.Que durante a fase da injeção passará da

forma líquida para gasosa.

STERRAD

Esterilização a baixa temperatura 45ºC, é uma alternativa

de esterilização para materias termosensíveis.

* VANTAGENS: rapidez, ciclo de 50’, ausência de resíduos

tóxicos,fácil instalação, segurança.

* DESVANTAGENS: alto custo dos insumos, câmara pequena, 100

litros.

FASES DO PROCESSO

1. VÁCUO: Nesta fase através da bomba de vácuo, é removido o ar de dentro da

câmara de esterilização.

2. INJEÇÃO: Neste momento as agulhas perfuram as ampolas, fazendo com que

passem de liquido p/ gás.

3. DIFUSÃO: O peróxido na forma gasosa se espalha por todo o material,é importante

que todos os materiais estejam totalmente expostos para que o peróxido entre em

contato com toda a superfície.

4. PLASMA: esterilização propriamente dita.

5. VENTILAÇÃO: Dura 1 minuto, o ar é filtrado p/ dentro da câmara do equipamento,

igualando a pressão interna com a externa, possibilitando a abertura da porta. E os

materiais estão prontos!

CONTROLE DE QUALIDADE

INDICADOR PARAMÉTRICO: Relatório emitido ao término de cada ciclo onde são

apresentados parâmetros de controle de esterilização.

INDICADOR BIOLÓGICO:

- BACILLUS STEAROTHERMOPHILUS (forma esporuladas mais resistente aos

esterilizantes físicos químicos.)

INDICADOR QUÍMICO:

Marcador de concentração ótima do peróxido no interior da câmara.

FITA INDICADORA:

Utilizada no interior das embalagens com manta de polipropileno.

FITA TESTE:

Utilizada no fechamento das embalagens.

► DESINFECÇÃO :

Processo que consiste na destruição, remoção ou redução dos microrganismos

presentes num material inanimado através do uso de agentes químicos .

A desinfecção não implica na eliminação de todos os microrganismos viáveis,

porém elimina a potencialidade infecciosa do objeto, superfície ou local tratado.

O agente empregado na desinfecção é denominado de DESINFETANTE.

ANTI-SEPSIA:

Consiste no mesmo termo usado à desinfecção, só que está relacionada com

substancias aplicadas ao organismo humano, é a redução do número de

microrganismos viáveis na pele pelo uso de uma substancia denominada de anti-

séptico .

ASSEPSIA:

Conjunto de meios usados para impedir a penetração de microrganismo,

em local que não os tenha.

AS DOENÇAS OCUPACIONAIS são decorrentes da exposição do trabalhador aos

riscos da atividade que desenvolve. Podem causar afastamentos temporários,

repetitivos e até definitivos.

A maior incidência destas doenças ocorre na faixa dos 30 aos 40 anos,

prejudicando a produtividade do trabalhador e podendo interromper sua carreira e

desestabilizar a sua vida. As doenças ocupacionais são causadas ou agravadas por

determinadas atividades.

A prevenção pode evitar que tanto os trabalhadores como os empresários se

prejudiquem com as conseqüências das doenças ocupacionais. A recuperação pode ser

demorada e cara.

* AS POSSÍVEIS CAUSAS DO PROBLEMA

AGENTES FÍSICOS (ruído, temperatura, vibrações e radiações)

AGENTES QUÍMICOS (utilizados nas indústrias, podem causar danos à saúde).

AGENTES BIOLÓGICOS (microorganismos como bactérias, vírus e fungos).

VII – DESINFECÇÃO, ANTI-SEPSIA E ASSEPSIA.

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR

VIII – DOENÇAS OCUPACIONAIS

*COMO DIAGNOSTICAR O PROBLEMA

Exame físico, ocupacional e complementares, conforme critérios médicos.

AS DOENÇAS OCUPACIONAIS MAIS COMUNS

1.DOENÇAS DAS VIAS AÉREAS:

Alguns exemplos são as pneumoconioses causadas pela poeira da sílica

(silicose) e do asbesto (asbestose), além da asma ocupacional. Substâncias agressivas

inaladas no ambiente de trabalho se depositam nos pulmões, provocando falta de ar,

tosse, chiadeira no peito, espirros e lacrimejamento.

2.PERDA AUDITIVA RELACIONADA AOTRABALHO (PAIR)

Diminuição gradual da audição decorrente da exposição contínua a níveis

elevados de ruídos. Além da perda auditiva, outra alterações importantes podem

prejudicar a qualidade de vida do trabalhador.

3.INTOXICAÇÕES EXÓGENAS

PODEM SER CAUSADAS POR:

AGROTÓXICOS: Os pesticidas (defensivos agrícolas) provocam grandes danos à

saúde e ao meio ambiente.

CHUMBO (SATURNISMO): A exposição contínua ao chumbo, presente em fundições e

refinarias, provoca, a longo prazo, um tipo de intoxicação que varia de intensidade de

acordo com as condições do ambiente (umidade e ventilação), tempo de exposição e

fatores individuais (idade e condições físicas).

MERCÚRIO (HIDRARGIRISMO): O contato com a substância se dá por meio da

inalação, absorção cutânea ou via oral da substância; ocorre com trabalhadores que

lidam com extração do mineral ou fabricação de tintas.

SOLVENTES ORGÂNICOS (BENZENISMO): Por serem tóxicos e agressivos, podem

contaminar trabalhadores de refinarias de petróleo e indústrias de transformação.

4. LER E DORT - LESÃO PPR ESFORÇO REPETITIVO / DISTÚRBIO

OSTEOMUSCULAR RELACIONADO AO TRABALHO

Conjunto de doenças que atingem principalmente os músculos, tendões e

nervos. O problema é decorrente do trabalho com movimentos repetitivos, esforço

excessivo, má postura e estresse, entre outros.

5. DERMATOSES OCUPACIONAIS

Também conhecidas como dermatites de contato, são alterações da pele e das

mucosas causadas, mantidas ou agravadas, direta ou indiretamente, por determinadas

atividades profissionais.

São provocadas por agentes químicos e podem ocasionar irritação ou até mesmo

alergia.

6. STRESSE

O estresse e o excesso de trabalho podem variar desde mudanças no humor,

ansiedade, irritabilidade e descontrole emocional até doenças psíquicas.

Geralmente, o estresse é causado por sobrecarga de tarefas e ausência de

pausas para descanso e exercícios físicos. Ativar os músculos com exercícios diários,

mesmo os de relaxamento, é um bom começo para se livrar do estresse.

Durante os exercícios, inspire o ar pelo nariz e solte pela boca, sentindo o

oxigênio descer e o gás carbônico subir.

► A AJUDA DA ERGONOMIA

Ciência que estuda as relações entre o homem, seu trabalho, equipamentos e

meio ambiente, a Ergonomia previne o surgimento de doenças ocupacionais durante o

processo de produção de atividades. O objetivo é a adaptação do posto de trabalho,

instrumentos, máquinas, horários e meio ambiente às exigências da função.

Ela facilita o desenvolvimento e o rendimento das atividades de trabalho.

Todos devem aprender a identificar os sinais do próprio corpo para perceber o

início de qualquer desconforto, procurando, assim, adaptar as técnicas da ergonomia

ao seu local de trabalho.

* SINTOMAS MAIS COMUNS, E QUE REQUEREM A PROCURA POR UM MÉDICO:

1. Cansaço excessivo

2. Desconforto após a jornada de trabalho

3. Inchaço

4. Formigamento dos pés e das mãos

5. Sensação de choque nas mãos

6. Dor nas mãos

7. Perda dos movimentos da mão

Cuide de sua qualidade de vida, procurando manter um melhor equilíbrio entre

corpo e mente. Faça exercícios físicos pelo menos quatro vezes por semana, tenha

uma dieta balanceada e saudável e procure formas de lazer alternativas, que

amenizem o estresse do dia-a-dia.

COMO PREVENIR AS DOENÇAS OCUPACIONAIS

● Conforto é essencial para a prevenção.

● As operações de trabalho devem estar ao alcance das

mãos.

● As máquinas devem se posicionar de forma que a pessoa

não tenha que se curvar ou torcer o tronco para pegar ou

utilizar ferramentas com freqüência.

● A mesa deve estar posicionada de acordo com a altura de

cada pessoa e ter espaço para a movimentação das pernas.

● As cadeiras devem ter altura para que haja apoio dos pés, formato anatômico para o

quadril e encosto ajustável.

● Pausas durante a realização das tarefas permite um alívio para os músculos mais

ativos.

● Durante estas pausas, se levante e caminhe um pouco.

SE POSSÍVEL, FAÇA EXERCÍCIOS DE ALONGAMENTO.

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