Atividade Fisica Aerobica - Resumo - Educação Fisica, Notas de estudo de . Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)
Homer_JS
Homer_JS26 de Fevereiro de 2013

Atividade Fisica Aerobica - Resumo - Educação Fisica, Notas de estudo de . Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)

PDF (316.3 KB)
11 páginas
1000+Número de visitas
Descrição
Resumo sobre a importancia do exercício físico e seus efeitos sobre a saúde.
20pontos
Pontos de download necessários para baixar
este documento
baixar o documento
Pré-visualização3 páginas / 11
Esta é apenas uma pré-visualização
Consulte e baixe o documento completo
Esta é apenas uma pré-visualização
Consulte e baixe o documento completo
Pré-visualização finalizada
Consulte e baixe o documento completo
Esta é apenas uma pré-visualização
Consulte e baixe o documento completo
Esta é apenas uma pré-visualização
Consulte e baixe o documento completo
Pré-visualização finalizada
Consulte e baixe o documento completo

Bacharelado em Enfermagem

Disciplina: Fisiologia Humana

Exercício Físico e seus efeitos sobre a saúde

2012

Introdução

A pressão arterial (PA) e a frequência cardíaca (FC) são parâmetros importantes na avaliação do sistema cardiovascular, pois suas adequadas manutenções são fundamentais para permitir a realização das trocas de nutrientes e excretas.

Apropriadas ao funcionamento do organismo. A prática regular de atividades físicas aeróbias influencia diretamente no melhor comportamento dos níveis da pressão arterial, da frequência cardíaca e consequentemente, tanto em repouso quanto em uma dada intensidade de uma prática física. (TORTORA, Gerardo J.; Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 8ª. Ed -Porto alegre: Artmed, 2012. 684 p.).

Regulação da frequência cardíaca:

Os ajustes da frequência cardíaca são importantes para o controle em curto prazo do debito cardíaco e da pressão sanguínea. Se deixado por si próprio, o no sinoatrial estabeleceria uma

docsity.com

frequência cardíaca (FC) constante de cerca de 100 batimentos por minuto. Entretanto, os tecidos necessitam de volumes frequentes de fluxo sanguíneo, em diferentes condições. Durante o exercício, por exemplo, o debito cardíaco aumenta para suprir os tecidos em atividade com quantidades aumentadas de oxigênio e nutrientes. Os fatores mais importantes na regulação da frequência cardíaca são o sistema nervoso autonômico e os hormônios adrenalina e noradrenalina, liberados pelas glândulas suprarrenais. (TORTORA, Gerardo J.; Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 8ª. Ed -Porto alegre: Artmed, 2012. 684 p.).

Regulação autônoma da frequência cardíaca:

A regulação do coração pelo sistema nervoso origina-se no centro cardiovascular (CV), no bulbo. Essa região do tronco encefálico recebe informações de uma variedade de receptores sensitivos e centros encefálicos superiores, como o sistema límbico e o córtex cerebral. O centro cardiovascular então direciona a resposta apropriada, aumentando ou diminuindo a frequência de impulsos nervoso enviados as partes simpáticas e diminuindo parassimpática do sistema nervoso autônomo (SNA). (TORTORA, Gerardo J.; Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 8ª. Ed -Porto alegre: Artmed, 2012. 684 p.)

Regulação química da frequência cardíaca:

Certas substancias químicas influenciam tanto a fisiologia básica do músculo cardíaco quanto a sua frequência de contração. As substancias químicas com os principais efeitos sobre o coração se encaixam em uma das duas categorias:

Hormônio. a adrenalina e a noradrenalina (da medula da glândula da suprarrenal) melhora a eficácia do bombeamento cardíaco, aumentando tanto a frequência cardíaca quanto a força do coração.

Íons. Os níveis sanguíneos elevados de K+ ou NA+ diminuem a frequência cardíaca e a força de contração. Um aumento moderado no nível de CA2+ extracelular e intracelular aumenta a frequência cardíaca e a força de contração.

(TORTORA, Gerardo J.; Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 8ª. Ed -Porto alegre: Artmed, 2012. 684 p.)

Outros fatores na regulação da frequência cardíaca:

docsity.com

Idade, gênero, aptidão física e a temperatura corporal também influenciam na frequência cardíaca em repouso. (TORTORA, Gerardo J.; Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 8ª. Ed -Porto alegre: Artmed, 2012. 684 p.)

Pressão Sanguínea arterial:

A contração dos ventrículos gera a pressão sanguínea (PS), que é a pressão exercida pelo sangue na parede de um vaso sanguíneo. A PS é mais alta na aorta e nas grandes artérias sistêmicas, nas quais em um adulto jovem em repouso sobe para cerca de 110 mmHg durante a sístole (contração) e cai para cerca de 70 mmHg durante a diástole (relaxamento). A pressão sanguínea diminui progressivamente, à medida que a distancia do ventrículo esquerdo, para aproximadamente 35 mmHg quando o sangue passa aos vasos capilares sistêmicos. Na extremidade venosa dos vasos capilares. A PA cai para cerca de 16 mmHG. A pressão sanguínea continua caindo quando o sangue entra nas vênulas sistêmicas e depois nas veias, atingindo 0 mmHg quando o sangue retorna ao átrio direito.

A pressão sanguínea depende em parte do volume total de sangue no sistema circulatório. O volume normal de sangue em um adulto é em torno de 5 litros. Qualquer diminuição nesse volume, a partir de uma hemorragia, diminui a quantidade de sangue que circula pelas artérias. Uma redução moderada pode ser compensada pelos mecanismos homeostáticos que ajudam a manter a pressão sanguínea, mas se essa diminuição no volume de sangue cai, com consequência que potencialmente colocam a vida em risco. Por outro lado, qualquer coisa que aumente o volume sanguíneo, com a retenção de água no corpo, tende a aumentar a pressão sanguínea. (TORTORA, Gerardo J.; Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 8ª. Ed -Porto alegre: Artmed, 2012. 684 p.)

Obesidade:

A obesidade ocasiona alterações na função e estrutura cardíacas. O aumento do volume sanguíneo cria estado de alto débito cardíaco que pode levar à dilatação e hipertrofia do ventrículo esquerdo e, em alguns casos do ventrículo direito. Em decorrência dessas mudanças, podem aparecer disfunções sistólicas e diastólicas, distúrbios conhecidos como miocardiopatia da obesidade. As constantes elevações do nível da pressão arterial nos obesos associam-se à

docsity.com

lesões no coração, vasos e rins. No coração podem ser observadas a disfunção diastólica, caracterizada por redução do enchimento dinâmico e do relaxamento e a sistólica, com hipertrofias concêntricas ou excêntricas. A hipertrofia ventricular se agrava quando obesidade e hipertensão coexistem, aumentando o risco de insuficiência cardíaca.

A hipertensão está presente em 25% a 55% dos obesos. A obesidade aumenta o risco de hipertensão arterial em até 16 vezes. A obesidade está associada à maior massa ventricular esquerda, com menor função sistólica deste ventrículo e importante piora da função diastólica. A miocardiopatia dilatada é a principal causa de morte súbita entre os obesos mórbidos (causada principalmente por arritmias), sendo caracterizada por cardiomegalia, dilatação do ventrículo esquerdo e hipertrofia das fibras musculares cardíacas.

O peso diminuído juntamente com a pressão arterial, proporcionou redução das espessuras diastólicas do septo ventricular, parede posterior e da massa do ventrículo esquerdo, melhorando a função diastólica e sistólica.

Pacientes cardíacos mostram que a disfunção diastólica é responsável por aproximadamente 50% dos casos de insuficiência cardíaca descompensada. À semelhança do que ocorre na disfunção sistólica, múltiplas causas estão envolvidas na disfunção diastólica, destacando-se a hipertensão arterial. A obesidade aumenta o risco de insuficiência cardíaca diastólica por estar frequentemente associada à hipertensão arterial e ao aumento da massa ventricular esquerda. O benefício da função diastólica devido à redução do peso tem sido documentado e sua importância se traduz por melhor relaxamento muscular do ventrículo esquerdo com melhora na contratilidade global do mesmo.

A diminuição do peso determinada pela operação talvez não seja o único fator responsável pela melhora da função e estrutura cardíacas. Sabemos que a operação provoca alterações humorais e estas substâncias talvez possuam ação no coração.

Deve-se considerar também que a melhora da função cardíaca possa ser devido a outros fatores que não somente a diminuição do peso como hábitos de vida e de alimentação mais saudáveis.

1. Alpert M A & Hashimi MW. Obesity and the heart. Am J Med Sci. 1993; 306(2): 117-123.

2. Alpert MA, Lambert CR, Panayiotou H, Terry BV, Cohen MV, Massey CV, Hashimi MW, Mukerji V. Relation of duration of morbid obesity to left ventricular mass, systolic function, and diastolic filling, and effect of weight loss. Am. J. Cardiol. 1995; 76:1194-7.

3. Alpert MA, Terry BE, Kelly DL. Effect of weight loss on cardiac chamber size, wall thickness and left ventricular function in morbid obesity. Am J Cardiol. 1985; 55: 783-6. [

4. Anderson JW, Konz EC. Obesity and disease management: effects of weight loss on comorbid conditions.Obes Res. 2001; 9: 326-34.

docsity.com

5. Brad A, Grossman W. Evaluation and management of diastolic heart failure. Circulation 2003; 107: 659-63.

Índice de Massa Corporal – IMC

O I.M.C (Índice de Massa Corporal), tem como ênfase o objetivo de aferir o estado de obesidade populacional, onde essa medida do grau de obesidade de uma pessoa, pode ser analisada por uma simples formula de calculo matemático.

Através do cálculo de IMC é possível saber se alguém está acima ou abaixo dos parâmetros ideais de peso para sua estatura.

Como calcular o IMC?

Para fazer o cálculo do IMC basta dividir seu peso (em quilogramas) pela altura (em metros) ao quadrado. O número que será gerado deve ser comparado aos valores da tabela do I.M.C.

http://dietadicas.files.wordpress.com/2011/08/dicas-de-como-saber-seu-imc.jpg?w=300&h=170

Circunferência Abdominal:

Medida da circunferência do abdome, correlacionada positivamente à gordura acumulada nessa região do corpo. É um preditor independente de riscos de diabetes tipo 2, doença arterial coronária e hipertensão em adultos, com pontos de corte específicos para cada sexo. Em homens, indica risco acima 102cm e em mulheres, acima de 88cm.

A circunferência abdominal, nos dados mais recentes de análise de morbidade, está relacionada com o aumento do risco cardiovascular. A obesidade é indiscutivelmente um fator de risco importante nas doenças cardiovasculares. Estima-se que indivíduos com 20% a mais do seu peso

docsity.com

ideal tenham uma probabilidade 3 vezes maior de sofrerem de infarto agudo do miocárdio do que as pessoas que apresentem um peso corporal dentro da faixa de normalidade.

O valor da circunferência abdominal para ambos os sexos pode ser, de baixo

custo e grande utilidade diagnóstica e prognóstica, assegurando o sucesso da terapia. A medida deve ser feita com fita métrica inelástica, preferencialmente após expiração.

Considera-se a circunferência abdominal a distância média entre a última costela e o topo da crista ilíaca. É importante lembrar que os valores recolhidos devem ser avaliados criticamente, pois a relação entre as variáveis antropométricas com o tecido adiposo visceral pode diferir entre grupos étnicos e pode ser afetada pela idade. Os adultos mais velhos podem ter mais gordura visceral pela circunferência abdominal do que os adultos jovens.

Departamento de Ciências Agrária sat 11:48 AMNO comments

Cintura/ Quadril:

As circunferências da cintura e do quadril são muito utilizadas para a avaliação do padrão de distribuição da gordura corporal em adultos. A razão entre elas é chamada de relação cintura/quadril.

A relação cintura-quadril (RCQ) é a medida mais frequentemente utilizada e permite diferenciar a obesidade ginecóide e andróide. Um valor de RCQ de 1,0 ou mais para homens e de 0,8 para mulheres é indicativo de risco aumentado de doenças relacionadas com doenças crônicas não transmissíveis como: obesidade, diabetes, hipertensão e doenças coronarianas (DE HOOG, 1998).

De acordo com a World Health Organization (WHO, 1997), a medida da cintura também pode ser utilizada para avaliar o risco de doenças como: diabetes tipo 2, dislipidemia, hipertensão e derrame cerebral. Os valores indicativos dos riscos estão relacionados com o sexo . (PEREIRA; SCHIERI, 2007). Índices superiores que 0,8 em mulheres e 0,9 em homens definem distribuição central de gorduras e estatisticamente se correlacionam com maior quantidade de gordura visceral .

(www.sogab.com.br).

docsity.com

Objetivos

Esta aula teve por objetivo determinar a pressão arterial no homem, mediante método indireto, em distintas situações.

Verificar a frequência cardíaca através do pulso radial e correlacionar o IMC, circunferência da cintura , frequência cardíaca e pressão arterial.

Material e métodos

Material biológico: Homem (10 voluntários)

Equipamentos: Esfigmomanômetro, estetoscópio, manguito, balança e trena.

Resultados

Voluntários | IMC | Circunferência abdominal | F.C. Repouso | P.A. repouso | F.C. Exercício | P.A. exercício | F.C. 3 min. Após exercício |

1 | 35,5 | 121 | 80 | 140/90 | 168 | 240/100 | 90 |

2 | 26,1 | 92 | 68 | 110/70 | 88 | 140/90 | 80 |

3 | 21,6 | 68 | 68 | 100/60 | 160 | 130/90 | 108 |

4 | 32,9 | 101 | 68 | 120/80 | 148 | 160/80 | 80 |

5 | 22,6 | 88 | 80 | 90/60 | 162 | 160/90 | 104 |

6 | 23,1 | 81 | 89 | 130/80 | 164 | 200/120 | 112 |

docsity.com

7 | 25 | 88 | 88 | 100/70 | 101 | 150/70 | 116 |

8 | 25,8 | 87 | 76 | 100/60 | 165 | 140/90 | 108 |

9 | 20 | 67 | 84 | 120/80 | 128 | 160/80 | 104 |

10 | 30,4 | 105 | 68 | 160/100 | 168 | 220/100 | 120 |

A tabela mostra os valores observados no repouso, no termino do exercício físico e dois minutos após o exercício. Foi observado que houve diferenças entre os valores obtido em repouso e assim como dois minutos após o exercício físico. Verificou-se também que houve diferença no Índice de massa corporal (IMC); apenas três voluntários encontraram-se com o IMC normal, enquanto os outros estavam acima do peso, com obesidade de grau I ou grau II. Observou-se que alguns voluntários estavam com a circunferência acima das recomendações atuais de 102 cm nos homens e 88 cm nas mulheres.

Discussão

O curso de Bacharelado em Enfermagem no dia 05/10/2012 as 15:30 realizou uma avaliação física que contou com a colaboração de 10 voluntários, que fizeram 2 minutos de exercício aeróbico. Nesta avaliação foram mensurados o índice de massa corporal (IMC), a circunferência abdominal, frequência cardíaca em repouso, a pressão arterial em repouso, frequência cardíaca durante o exercício, pressão arterial durante exercício e frequência cardíaca 3 minutos após o exercício físico.

De acordo com estas mensurações verificou-se que sete dos dez voluntários estão com IMC, acima do normal, enquanto apenas três voluntários estão com seu IMC normal. 3 voluntários encontraram-se acima do peso e isso indica a probabilidade de problemas de saúde e predisposição a torna-se obeso. Outros 3 candidatos estão com obesidade grau 1, que corre um risco moderado de adquirir diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol ruim elevado e cardiopatia. E um voluntario apresentou obesidade grau 2, que pode levar a problemas no aparelho cardiovascular, hipertensão arterial, arteriosclerose, insuficiência cardíaca dentre outros.

A circunferência da cintura é um outro fator que tem se mostrado eficaz, porque também esta ligada a outros fatores de risco como o colesterol alto, ataque cardíaco, derrames cerebrais, diabetes tipo 2 e a hipertensão. A circunferência abdominal é medida com o auxilio de uma fita métrica e indica que homens com uma circunferência abdominal acima de 102 e mulheres acima de 88 representam um risco maior de doenças cardiovasculares.

docsity.com

Existem inúmeras razoes pelas quais pessoas que estão acima do peso são mais propensas a desenvolver doenças cardíacas. Quanto maior a obesidade, maior o risco de hipertensão, diabetes e altos níveis de colesterol no sangue e menor a disposição para praticar exercícios vigorosos.

Pessoas com a pressão arterial (hipertensão) elevada, estão mais propensas a apresentar comprometimentos vasculares, tanto cerebrais, quanto cardíacos, porque na hipertensão ocorre o estreitamento dos vasos. Por causa da vasoconstrição, o coração precisa fazer mais força para bombear o sangue, fica hipertrofiado e a circulação sanguínea é comprometida. Vasos mais estreitos

Também são responsáveis por menor fluxo de sangue no cérebro. Diversos são os mecanismos que podem explicar o estreitamento dos vasos e explicar porque eles se fecham. A causa pode ser nervosa neural: as arteríolas possuem enervações e recebem impulsos elétricos que fecham o vaso. Pode ser hormonal: hormônios como a angiotensina e a vasopressina. Entre outros, podem provocar o fechamento dos vasos, outro fator bastante citado é o sal. Por outro lado existem pessoas obesas e que estão saudáveis. Um estudo publicado no European Heart Journal, mostrou que a condição de saúde dos obesos ativos foi semelhante a verificada no grupo dos magros saudáveis. Isso se deu graças a atividade física, que reduziu o impacto dos efeitos prejudiciais da gordura. Os exercícios ajudam na dilatação dos vasos sanguíneas e melhoram a resistência a insulina. Outro fator importante observado nos voluntários foi que a frequência cardíaca e pressão arterial na maioria se encontra nos níveis normais , sístole entre 100mmHg e diástole 60mmHg. No entanto dois voluntários não apresentaram uma boa pressão arterial em repouso, um encontrava-se com a pressão arterial no limite que foi de 140/90mmHg e o outro ultrapassou esse limite e chegou a 160/100mmHg. Esta elevada pressão deu-se por conta da obesidade e isso ocasiona alterações na função e estrutura cardíaca. O volume sanguíneo cria estado de alto debito cardíaco que pode levar à dilatação e hipertrofia do ventrículo direito. Em decorrência dessas mudanças, podem aparecer disfunção sistólica e diastólica distúrbios como miocardiopatia da obesidade. A pressão arterial elevada causa danos nos vasos e pode causar entupimento ou ruptura destes. Quando isso acontece no coração, o entupimento de um vaso leva a angina e pode ocasionar um infarto. No cérebro, um entupimento ou rompimento de um vaso, leva ao derrame cerebral ou AVC. Nos rins também pode ocorrer entupimento, levando a uma paralisação. Todas essas situações são muito graves e podem ser evitadas com o controle da pressão arterial. No final do exercício foi observado um aumento significativo dos valores dos dez voluntários, pois dois apresentaram picos hipertensivos que chegaram a valores sistólicos de 220 à 240mmHg diastólicos de 100mmHg. A frequência alcançou um valor médio de 168bpm. Isso ocorreu devido ao aumento da frequência cardíaca durante uma sessão de exercício físico, porque os tecidos necessitam de volumes frequentes de fluxo sanguíneo, e durante o exercício físico o debito cardíaco aumenta para suprir os tecidos em atividades com quantidades aumentadas de oxigênio e nutrientes. | | |

docsity.com

Conclusão

Através deste trabalho tivemos oportunidade de aprofundar nossos conhecimentos sobre a pressão arterial, frequência cardíaca e IMC.

Vimos que estes fatores influenciam na qualidade de vida e que a atividade física pode se tornar de fato um escudo protetor do coração. Cada vez que o indivíduo enfrenta uma situação de estresse, o coração dispara, como um sinal de alerta. Isso não acontece à toa. O objetivo é bombear mais sangue para os músculos, conferindo ao indivíduo melhores condições para reagir às situações adversas. Daí, entra em campo o benefício da atividade física regular. Se você realiza exercícios rotineiramente, o coração passa a trabalhar menos para dar conta dessa tarefa. Ele fica bem condicionado, o nível dos batimentos é menor e ele precisa trabalhar menos. O coração da pessoa sedentária até consegue reagir à mesma situação, mas terá de fazer um esforço muito maior. E, depois de superado o estresse, demora mais para retornar ao nível de batimentos aceitável.

Observamos que o IMC acima de 25 pode levar a futuros problemas como por exemplo diabetes tipo 2, problemas cardiovasculares, entre outros.

Referências

(TORTORA, Gerardo J.; Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 8ª. Ed -Porto alegre: Artmed, 2012. 684 p.)

Alpert M A & Hashimi MW. Obesity and the heart. Am J Med Sci. 1993; 306(2): 117-123.

Alpert MA, Lambert CR, Panayiotou H, Terry BV, Cohen MV, Massey CV, Hashimi MW, Mukerji V. Relation of duration of morbid obesity to left ventricular mass, systolic function, and diastolic filling, and effect of weight loss. Am. J. Cardiol. 1995; 76:1194-7.

Alpert MA, Terry BE, Kelly DL. Effect of weight loss on cardiac chamber size, wall thickness and left ventricular function in morbid obesity. Am J Cardiol. 1985; 55: 783-6.

docsity.com

Anderson JW, Konz EC. Obesity and disease management: effects of weight loss on comorbid conditions.Obes Res. 2001; 9: 326-34.

Brad A, Grossman W. Evaluation and management of diastolic heart failure. Circulation 2003; 107: 659-63.

Departamento de Ciências Agrária sat 11:48 AMNO comments

www.sogab.com.br

http://www.trabalhosescolares.net/viewtopic.php?t=907

docsity.com

comentários (0)
Até o momento nenhum comentário
Seja o primeiro a comentar!
Esta é apenas uma pré-visualização
Consulte e baixe o documento completo
Docsity is not optimized for the browser you're using. In order to have a better experience we suggest you to use Internet Explorer 9+, Chrome, Firefox or Safari! Download Google Chrome