Banner secagem juliana, Exercícios de A Física de Dispositivos Energéticos. Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
nandomiranda
nandomiranda18 de Agosto de 2015

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SECAGEM ARTIFICIAL EM ALTAS TEMPERATURAS

Gabriela Souza

Juliana Aparecida Mateus Pereira de Jesus

Kállita Izabella Bandeira

Karoline Bauer da Silva

Luiz Fernando dos Santos Miranda

INTRODUÇÃO

O processo de secagem dos grãos é aplicado para reduzir o teor

de umidade dos grãos, possibilitando um armazenamento seguro.

Essa remoção deve ser realizada de num nível onde o produto

fique em equilíbrio com o ar ambiente onde será armazenada, de

modo a preservar a aparência, a qualidade nutritiva, no caso de

grãos, e viabilidade, como semente.

A secagem de grãos em altas temperaturas baseia-se no aumento

da temperatura do ar úmido, diminuindo a umidade relativa, e

consequentemente, aumentando a capacidade do ar em absorver

umidade. Geralmente, o ar é forçado a passar através do secador

por meio de um ventilador. Depois de ter entrado em contato com o

produto, o ar deixa o secador com uma temperatura mais baixa e

umidade relativa mais elevada (SILVA et al. 2013).

Nesse processo, trabalha-se com fluxos de ar bem mais elevados,

dessa forma a secagem dos produtos pode ser feita num curto

espaço de tempo (CORTEZ & MAGALHÃES, 1993).

MÉTODOS DE SECAGEM ARTIFICIAL

Universidade Federal de Mato Grosso

Campus Universitário de Rondonópolis

Instituto de Ciências Agrárias e Tecnológicas

Curso de Engenharia Agrícola E Ambiental

Disciplina: Secagem e Armazenagem de Grãos

Segundo Caneppele et al. (2009) os secadores que utilizam

elevadas temperaturas de secagem geralmente são classificados

da seguinte forma:

1. Secadores de leito fixo ou de camada fixa

Nesse processo a camada de grãos permanece estática durante a

secagem. É recomendado o revolvimento do produto a cada 3

horas para uma secagem uniforme do grão.

3. Secadores de fluxos contracorrentes

Os fluxos de grãos e ar de secagem ocorrem em sentidos contrários

(fluxo grão no sentido de gravidade e fluxo de ar ascendente) e a

frente de secagem permanece sempre junto ao fundo.

4. Secadores de fluxos concorrentes

Os fluxos de grãos e ar de secagem têm o mesmo sentido de

deslocamento, há vários estágios de secagem e descanso. É feito o

reaproveitamento de ar de secagem.

5. Secadores de fluxos mistos ou tipo cascata

Os grãos se movimentam para baixo e entre as calhas, sob ação da

gravidade. O ar de secagem entra numa linha de calhas e sai nas

outras calhas adjacentes, superiores ou inferiores, imediatamente.

Com isso, ao descer pelo secador, o produto é submetido à ação do

movimento do ar de secagem em sentido contracorrente, cruzado e

concorrente.

2. Secadores de fluxo cruzado

O produto permanece em colunas verticais construídas em duas

chapas perfuradas e são submetidos a um fluxo de ar, que se

cruzam sob um ângulo de 90° na câmara de secagem. Ocorre

inversão de lado das colunas de grãos da 1° para a 2° câmara de

secagem para homogeneizar o teor de umidade na massa de

grãos.

REFERÊNCIAS

CANEPPELE, C.; ISHIWATARI, M. T.; CANEPPELE, M. A. B. Sistema de secagem, aeração e

armazenamento. In: Formação de auditores técnicos do sistema nacional de certificação de

unidades armazenadoras. 2° edição. Cuiabá, 2009.

SILVA, J. S.; AFONSO, A. D. L.; DONZELLES, S . M. L. Secagem e secadores. Disponível em:

<http:/www.agr.feis.unesp.br/defers/docentes/mauricio/pdf/Zocoler/cap5.pdf>. Acesso em:

07/08/2013.

CORTEZ, L. A. B.; MAGALHÃES, P. S. G. Tecnologia pós-colheita. In: Introdução à engenharia

agrícola. 2° edição, editora da UNICAMP. São Paulo, 1993.

Figura 1 e 2 - Secador de leito fixo com revolvedora. Fonte: Frama Máquinas e

Equipamentos. Disponível em: framamaquinas.blogspot.com.br

Figura 3 - Esquema de funcionamento de um secador de fluxos cruzados que pode operar

de forma contínua. Figura 4 - Conjunto de secadores de fluxos cruzados com recirculação de

produto. Fonte: Secagem e secadores. Disponível em: www.agr.feis.unesp.br

Figura 5 - Secadores de fluxos

contracorrentes modelo UFV. Fonte:

Secagem e secadores. Disponível em:

www.agr.feis.unesp.br

Figura 6 - Secadores de fluxos

concorrentes modelo UFV. Fonte:

Secagem e secadores. Disponível em:

www.agr.feis.unesp.br

Figura 7 - Secadores de fluxos mistos ou tipo cascata. Figura 8 – Secador de grãos tipo

cascata. Fonte: Secagem de grãos em altas temperaturas - Prof. Daniel Marçal de

Queiroz.Viçosa, Minas Gerais. Agosto/2002

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