Cardiologia - Apostilas - HAS_Parte3, Notas de estudo de Cardiologia. Faculdade Medicina Estadual (ISEP)
Pipoqueiro
Pipoqueiro8 de Março de 2013

Cardiologia - Apostilas - HAS_Parte3, Notas de estudo de Cardiologia. Faculdade Medicina Estadual (ISEP)

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Apostilas e exercicios de Cardiologia sobre o estudo da HAS resistente, anticoncepcional, urgência hipertensiva.
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HAS Resistente

Não cede com medicamentos; Uso inadequado por parte do paciente; Hipervolemia; Obesidade visceral associada à resistência

insulínica; Pseudo-resistência (“Jaleco Branco”); Falta de adesão ao tratamento; Outras causas.

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HAS - Anticoncepcional

2 a 3X mais comum em usuárias; contra-indicado em mulheres >35anos e fumantes; Mecanismo ainda desconhecido; Conduta: interromper o uso do anticoncepcional e

monitorizar a PA; Reposição hormonal (estrogênio)

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URGÊNCIA HIPERTENSIVA Conceito e Abordagem

Conceito – Órgão-alvo

Abordagem - Cautela

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Terapêutica Inicial: ( tratamento dos sintomas referidos pelo paciente )

- Analgesia para cefaléia - Anti-vertiginosos para pacientes com tonturas rotatórias secundárias a distúrbios vestibulares - Ansiolíticos ( benzodiazepínicos quando não houver contra- indicações ) para pacientes com algum grau de ansiedade - É importante que o paciente se sinta o mais confortável possível e é fundamental que o médico esteja seguro e passe segurança ao paciente. - O controle dos sintomas e a redução da ansiedade são muitas vezes suficientes para que os níveis pressórios se abaixem

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DROGAS / CONDUTA

Captopril sublingual: É a medicação mais freqüente

Furosemida: uso com cautela

Em pacientes que abandonaram por conta própria

Caso o paciente esteja adequadamente em uso de medicação

Caso o paciente não esteja em uso de nenhuma medicação

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EMERGÊNCIA HIPERTENSIVA Conceito / Abordagem

Conceito: Difere-se da Urgência Hipertensiva uma vez que nesta há lesão em órgão-alvo.

Abordagem: – Tratamento do órgão-alvo lesado – Redução da pressão arterial – Tratamento específico (ex: drogas ilícitas)

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HIPERTENSÃO RENOVASCULAR Etiologia / Tratamento

• Diplasia Fibromuscular

• Arterite de Takauasu

• Ateroesclerótica

• Angioplastia ( atualmente é o tto mais indicado )

• Outros ttos intevencionistas (cirurgia, colocação de stent...)

• Tto clínico

• Colocação de stent • Angioplastia • Tto clínico Antagonistas do Ca • B bloqueadores • Tiazídicos

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Hipertensão Renovascular Fatores a serem considerados

• Idade • Lesões ateroescleróticas associadas • Dificuldade do controle da pressão arterial • Condições clínicas do paciente • Na Arterite de Takayasu, em nosso meio e nos países

asiáticos foram obtidos baixos resultados com o tto cirurgico

• A nefrectomia só é indicada hoje nos casos de obstrução total da artéria renal com rim menor que 8cm

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HIPERTENSÃO MALIGNA

• Conceito: É uma síndrome que decorre da grave complicação da hipertensão arterial, caracterizada clinicamente por grave elevação da pressão arterial (geralmente com pressão arterial diastólica acima de 130 mmHg)

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HIPERTENSÃO MALIGNA Complicações

• Nefrosclerose maligna: em resumo, leva a destruição dos néfrons e diminuição do parênquima renal funcionante. ( Insuficiência Renal )

• Microangiopatia Hemólítica: ocorre por ativação do sistema de coagulação com formação de microstrombos intravasculares e conseqüênte hemólise.

• Retinopatia

• Insuficiência Cardíaca

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HIPERTENSÃO MALIGNA Mecanismos Fisiopatológicos

                                                     

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Radiografia de tórax

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ECG docsity.com

Rim

Lesões arterioescleróticas das arteríolas aferentes e eferentes, além dos tufos capilares glomerulares.

Podem ocorrer proteinúria e hematúria decorrentes das lesões glomerulares

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OBJETIVOS DO TRATAMENTO DA HA

• Primordial: Redução morbi-mortalidade da HA • PA desejada: < 140/90 mmHg • Diabete, nefropatia proteinúrica: < 130/80

mmHg • Qualquer medicamento, exceto vasodilatador

direto, pode ser utilizado na monoterapia inicial.

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Hipertensão arterial secundária

É o tipo de hipertensão arterial onde pode-se identificar uma causa específica

Corresponde a menos de 10% dos casos de hipertensão Diagnóstico População geral (%)

Hipertensão essencial 92 – 94 Hipertensão renal: Parenquimatosa 2 – 3 Renovascular 1 – 2 Hipertensão endócrina: Aldosteronismo primário 0,3 Síndrome de Cushing <0,1 Feocromocitoma <0,1 Induzida por contraceptivo oral 0,5 – 1 Mista 0,2 docsity.com

Hipertensão secundária

Indicadores clínicos de probabilidade

Recomendação

Baixa : hipertensão limítrofe, leve ou moderada, não complicada.

Acompanhamento clínico. Tratar fatores de risco.

Média: hipertensão grave ou refratária, antes dos 30 e depois dos 50 anos. Tabagismo ou doença ateromatosa. Assimetria de pulsos. Sopro abdominal ou lombar. Insuf. renal mal definida. Disfunção cardíaca inexplicada. Resposta exacerbada a IECA.

Alta: hipertensão acelerada ou maligna, grave ou refratária com insuf. renal progressiva. Aumento de creatinina com IECA. Assimetria renal de função e tamanho.

Arteriografia com ou sem intervenção.

Urografia excretora. US com Doppler de Aa. renais. Cintilografia renal com DTPA com captopril. Angiorresonância e TC helicoidal.

estenose provável

estenose improvável

Arteriografia com ou sem intervenção

Acompanha - mento clínico. Tratar fatores

de risco.

A intervenção visa a cura ou ao controle da HAS e à preservação ou resgate da função renal.

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Síndrome de cushing

Decorre da produção aumentada de cortisol pela glândula supra-renal

Há uma ação antinatriurética e um excesso de excreção urinária de potássio (hipocalemia)

Sinais e sintomas: Obesidade centrípeta, fadigabilidade e fraqueza, estrias abdominais púrpuras, edema, glicosúria, osteoporose

Diagnóstico: clínico e demonstração do aumento da produção de cortisol.

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Hiperaldosteronismo primário

Resulta da hipersecreção espontânea de aldosterona pela zona glomerulosa do córtex da supra-renal

Há retenção de sódio estimulada pela aldosterona e excreção de potássio que resulta em hipocalemia associada

Sinais e sintomas: hipertensão, cefaléia, fraqueza muscular, fadiga, poliúria, polidipsia, arritmias cardíacas e extra-sístoles.

Diagnóstico: Presença de hipopotassemia persistente sem edema

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Feocromocitoma

 Origina-se da medula supra-renal, produzindo, armazenando e secretando catecolaminas.

É uma causa corrigível importante A norepinefrina é um α agonista Epinefrina tem efeitos α e β adrenérgicos Sinais e sintomas: cefaléia intensa, taquiarritmia,

palpitação, sudorese, palidez, HAS (80% dos casos) Diagnóstico: Demonstração de excreção aumentada das

catecolaminas ou seus metabólitos com o paciente hipertenso ou sintomático

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Acromegalia

Etiologia mais freqüente de acromegalia: adenoma de lobo anterior de hipófise

Abundante secreção de hormônio do crescimento

Sinais e sintomas: Há alterações estruturais orgânicas e hipertensão

Diagnóstico: É facilmente dado pela clínica

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Coarctação da aorta Anomalia congênita que causa uma lesão obstrutiva pela

formação de uma ponte fibrosa pela túnica média É mais comum perto da inserção do lig. Arterioso,

imediatamente após a origem da subclávia esquerda A HAS pode ser causada pela constrição em si ou pelas

alterações na circulação renal Sinais e sintomas: Cefaléia, epistaxe, extremidades frias,

claudicação ao exercício, sopro cardíaco e hipertensão dos MMSS

Diagnóstico: Exame físico e achados em radiografias rotineiras

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Avaliação do paciente

Objetivos:

1) Avaliar o estilo de vida e identificar outros fatores de risco ou concomitante disordens que podem afetar o prognóstico e TTO

2) Revelar causas identificáveis do aumento da PA

3) Avaliar presença ou ausência de lesão de órgão-alvo e DCV

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deve incluir: - determinação correta da PA, com verificação do braço contralateral; - exame do fundo de olho - cálculo do IMC (Kg/m) e determinação do perímetro da cintura - ausculta de sopros carotídeos, abdominais e femorais - palpação da tireóide - observação completa do coração e dos pulmões - observação abdominal com pesquisa de rins aumentados de volume, massas e pulsação aórtica anormal - palpação dos MMII para pesquisa de edema e pulsos - avaliação neurológica.

Exame Físico do Paciente

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♦ História familiar de acidente vascular encefálico, doença arterial coronariana prematura (homens <55 anos, mulheres <65 anos); morte prematura e súbita de familiares próximos.

♦ Perfil psicossocial: fatores ambientais e psicossociais, sintomas de depressão, ansiedade e pânico, situação familiar, condições de tratamento e grau de escolaridade.

♦ Avaliação dietética, incluindo consumo de sal, bebidas alcoólicas, gordura saturada e cafeína.

♦ Consumo de medicamentos ou drogas que podem elevar a pressão arterial ou interferir em seu tratamento.

♦ Atividade física.

Dados Relevantes da História Clínica Dirigida ao Paciente Hipertenso

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