Cirripedia e Rhizocephala - Apostilas - Biologia e Geologia, Notas de estudo de . Centro Universitario Nove de Julho (UNINOVE)
Jose92
Jose9214 de Março de 2013

Cirripedia e Rhizocephala - Apostilas - Biologia e Geologia, Notas de estudo de . Centro Universitario Nove de Julho (UNINOVE)

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Apostilas de Biologia e Geologia sobre o estudo da Cirripedia e Rhizocephala, classificação, estrutura, anatomia interna.
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Discentes: Jose Ribamar dos Santos Silva

Serviço Público Federal Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará

Campus Tucuruí Licenciatura Plena em Ciências Biológicas

CIRRIPEDIA / RHIZOCEPHALA

CIRRIPEDIA / RHIZOCEPHALA

Os crustáceos são o grupo com maior diversidade

morfológica entre os animais. Eles assumem diversas

formas, de sésseis a parasitas, de microscópicos a gigantes,

bentônicos a livre-nadantes, habitando leitos subterrâneos

ao ambiente terrestre, carnívoros a detritívoros. A

diversidade em Crustacea se baseia nas diferenças

morfológicas, chegando a ser às vezes difícil distinguir

quem é crustáceo.

CLASSIFICAÇÃO

Lepadomorpha

Reino: Animalia Filo: Arthropoda Sub-filo: Crustacea Classes: Remipedia

Cephalocarida Anostraca Phyllopoda Malacastra Copepoda Mystacocarida Tantulocarida Ascothoracica Cirripedia Ostracoda Branchiura Pentastomida Rhizocephala

balanomorpha

Verrugomorpha

Rhizocephala

• A classe Cirripedia inclui animais marinhos bentônicos muito

familiares , craca além de alguma formas parasitas bizarras

pouco conhecida.

• Inclui dois táxons: Não parasitas (Thoracica e Acrothoracica) e

um Parasitas: (Rhizocephala).

• Sua anatomia e biologia passaram por modificações extensas

como consequência de seu estilo de vida peculiar.

CIRRIPEDIA

CIRRIPEDIA

• O táxon Thoracica, é formada pelas cracas e lepas

epibentônica que vive permanentemente fixadas

a em: rochas, baleias, conchas, corais, madeira,

caranguejos, tartarugas, barcos , garrafas e

outros.

• Formas: pedunculadas e Lepas

• O táxon Rhizocephala: é constituída por formas

parasitas altamente derivas de formas aberrante.

• A larva dos Thoracica deixa o plâncton e migra para o fundo para se fixar

no substrato por meio das glândulas de cimento.

• A carapaça da larva persiste e torna-se o manto .

CIRRIPEDIA : Larva da craca

larva náuplio Larva Cípris

CIRRIPEDIA : estrutura

Corte Sagital

Esquemas das Placas

A craca Thoracica possui corpo formado por

uma grande cabeça e tórax, mas sem abdome.

A cabeça apresenta os apendesses usuais, com

exceção do segundo par de antena

Na porção posterior, o tórax apresenta um pênis longo e o ânus;

Carapaça bilobada e carnosa projeta-se lateralmente partir dos dois lados da cabeça.

A boca, o gonóporo da fêmia e o ânus abre para dentro da cavidade do manto.

A epiderme do manto secreta placas calcárias. A abertura é coberta por um operáculo que atua como porta, formada por dois pares de placas móveis

A região pré-oral da cabeça a qual é pequena na maioria dos crustáceos , é grande e importante para as cracas, região pela qual se fixa ao substrato.

O tórax possui seis pares de apêndices birremes cirros (possuem ramos longos multe- articulados e cerdosos empregados na alimentação por filtração.

CIRRIPEDIA : estrutura

CIRRIPEDIA Diversidade dos Thoracica

• A forma ancestral era provavelmente

semelhante a uma larva cipris com

carapaça bivalve que se fixava ao

substrato com suas antênulas.

• Surgiram três grupos distintos dos

Thoracica e outro do acrothoracica.

• A maioria dos Thoracica e de vida livre,

mas existe uma forte tendência para

simbiose, (comensalismo, parasitismo). larva náuplio

Lepadomorphas • Dentre os três tipos de Cirripédios do

táxon Thoracica as formas pedunculadas são as mais primitivas.

• O fóssil mais antigo que se conhece pertence ao gênero pedunculado; (Cyprilepis), o qual era comensal e vivia em apêndice de escorpiões marinhos (Eurypterida).

• Os lepadomorphos atuais possuem um pedúnculo muscular flexível com uma das extremidade usada para fixação do animal no substrato, na outra extremidade encontra-se o capitulo, recoberto com placas calcárias.

• O operáculo móvel, protege a abertura formado pelos pares de escudos e tergos.

CIRRIPEDIA Diversidade dos Thoracica

sO

Balanomorpha • As cracas (balonomorphas e Verrucomorpha) surgiram

no jurássico a partir de um ancestral Scalpellidae, por meio do encurtamento e desaparecimento do pedúnculo.

• As Balanomorphas fixam diretamente ao substrato, a base de fixaçãoen pode ser tanto membranosa e calcária.

• Base: região pré-oral inclui a as antênulas e as glândulas de cimento. (homologas ao pedúnculo lepadomorphos).

• A abertura e coberta pelo opérculo formado pelos pares de escudo e tergos.

• Habitat, aguas profundas e nas entremarés (- competições) (dessecação, temperatura, turbulência intensa de ondas red. tempo para alimentação)

• Do ponto de vista econômico, estão entre os organismo mais prejudicial (casco de navio, boias atracadouros)

CIRRIPEDIA Diversidade dos Thoracica

sO

Verrucomorpha

• O terceiro táxon de cracas Thoracica contém apenas cerca de 30 espécies,

encontrada principalmente em mares

profundos, • Não tem pedúnculo, assemelha-se aos

balanomorphos, são assimétricos. • O opérculo e formado por apenas um tergo

e um escudo, pois as placas complementares de tergos e escudo foram incorporada a parede

CIRRIPEDIA Diversidade dos Thoracica

sO

• Os cirripédios são suspensívoros e

movimentam os apêndices torácicos em

forma de cirros de maneira semelhante a

varredura para coletar alimento.

• O alimento e mastigado pelas mandíbulas e

maxilas e passa para trato digestivo anterior

( faringe e esôfago)

• Uma placa cuticular na parede da faringe

oferece uma superfície contra qual a

mandíbula tritura o alimento.

CIRRIPEDIA Anatomia interna e função

• O estomago esta conectado a 9 cecos digestivos , 2 são glandulares secretam enzimas que atuam no estomago e outros 7 tem função de absorção.

• As fezes são formadas pelo trato digestivo posterior.

• O coração e seio pericárdio estão ausentes , mas o sangue circula por via definida relativamente uniforme.

CIRRIPEDIA Anatomia interna e função

• O sangue é coletado em um grande sei rostral localizado na cabeça. região fixação ântero- dorsal manto corpo e retorna ao seio rostral.

• O sangue provavelmente e impulsionado por movimentos do corpo e dos cirros, há evidências que o seio rostral e contrátil e pode funcionar como coração.

CIRRIPEDIA Anatomia interna e função

• O manto e cirros são os principais locais de troca gasosa (nas cracas também existem dobras na superfície interna que funcionam como brânquias).

• Quando exposta pelas mares vazantes as cracas preenchem a cavidade do manto com ar.(um pequeno pneumostômio e mantido aberto entre as placas operaculares para permitir a difusão de gases para dentro e fora da cavidade do manto se persisir o pneumostômio fecha a craca respiração aneróbica).

• Os órgãos excretores são glândulas maxilares cujas funções principais estão relacionadas ao balanço iônico e regular o volume de fluidos corpóreo.

• O cérebro localiza-se entre o esôfago e o musculo adutor e é conectado ao gânglio subesofágico .( encontar-se fundido aos gânglios torácicos distintos no cordão nervosa ventral)

CIRRIPEDIA Anatomia interna e função

CIRRIPEDIA Reprodução e desenvolvimento

• A maioria dos Thoracica é hermafrodita, sendo o único táxon superior com essas características dentre os crustáceos (fertilização interna na cavidade do manto)

• A fertilização é cruzada. • cada craca possui pênis altamente

extensível capaz de vasculhar a procura de parceiro

• Os ovários encontra-se na pré-oral. • O par de ovidutos se abre para

região anterior da cavidade do manto

Glândula oviducal secreta ovissaco fino e elástico no momento da deposição dos óvulos (a medida que recebe os óvulos, o ovissaco se estende preenchendo a cavidade do manto ).

• Os testículos estão localizado na região cefálica conectado ao pênis longo na região posterior por dois ductos espermáticos longos.

• O pênis atinge a cavidade do manto do vizinho e deposita uma massa de espermatozoide próximo ao gonóporo da fêmia .

• Penetra ao ovissaco e fertilizam os óvulos. • Macho complementares: aparece ocasionalmente (fatores

ambientais). • O náuplio deixa a cavidade do manto passa a integra a

comunidade planctônica e começa a se alimentar. ( são seis estágios naupliares planctônicos sucedido por uma larva cipris que não se alimenta) .

• Cipris, estágios de assentamento (usa quimiorreceptores para localizar )

CIRRIPEDIA Reprodução e desenvolvimento

• Como em outros artrópodes, o crescimento e ecdise estão intimamente relacionados, nas cracas apenas há o aumento em tamanho das partes mole do corpo após uma ecdise.

• A cutícula sofre mudas periódicas, o crescimento das placas calcárias e de forma continua independente do corpo e da ecdise. (são secretada pela epiderme do manto e não são trocadas durante a ecdise.

CIRRIPEDIA Crescimento

A-A’ Região de secreção máxima de carbonato de cálcio. B-B’ Região de secreção mínima, C-C - região de secreção

de cutícula. D-D, Região na base ducto de cimento não secreta carbonato de cálcio, E-E parede interna do manto, na

qual o exoesqueleto e eliminado a cada muda. G1-G2 – São feixe de crescimento de carbonato cálcio.

• São parasitas internos de outros crustáceos. • A maioria das 260 espécies conhecidas são

parasitas de decápodes. • Os rhizocefalos são tão especializados que

quase todos os traços da estrutura de artrópode desapareceram no adulto mas no inicio do ciclo da vida e uma larva náuplio e cipris típica dos cirripedios .

• O corpo do adulto e uma massa amorfa e o manto não é calcificado.

• Não há sinal de segmentação ou apêndice , tubo digestivo e placas calcárias.

• São parasitas que interfere na morfologia , fisiologia do hospedeiro.

• O rhizocephala comporta dois táxons ( Kentrogonida (parasiata de Decápoles e Akentrogonida) (parasita de ostracoides e crustáceo)

Rhizocephala C

Rhizocephala C • A larva cipris fêmia fixa-se ao

hospedeiro e transforma-se em uma larva quentrogon , metamofoseia -se em vermicon alongado, esse injeta-se no hospee deiro desenvolve uma rede ramificada interna.

A interna brota atraves da cuticula do hospedeiro se transforma em externa ( saco e o manto de incubação da fêmia parasita virgem).

Após uma muda a externa atrai a larva cipris macho .

Uma cipris macho sofre uma muda e torna-se um macho anão (lava tricogon) o qual se desenvolve eu testiculo do parasita na externa fêmia .

O ovário e testículo produz gameta ocorrendo a fertilização e a externa enche–se de ovos fertilizados.

BARNES, Robert.; FOX, Richard.; RUPPERT, Edward. Zoologia dos Invertebrados: uma abordagem funcional–evolutiva. 7ª ed. Roca Ltda. São Paulo, 2005.

BARNES, Robert.; FOX, Richard.; RUPPERT, Edward. Zoologia dos Invertebrados: uma abordagem funcional–evolutiva. 6ª ed. Roca Ltda. São Paulo, 1996.

BIBLIOGRAFIA

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