Conceituação de Luminescência - Apostilas - Geografia, Notas de estudo de . Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Osvaldo_86
Osvaldo_864 de Março de 2013

Conceituação de Luminescência - Apostilas - Geografia, Notas de estudo de . Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

PDF (414.4 KB)
12 páginas
731Número de visitas
Descrição
Apostilas sobre o estudo do conteúdo teórico sobre o tema da luminescência que dentre eles se destacam: Quimiluminescência, Fotoluminescência, Bioluminescência, Incandescência e Triboluminescência.
20pontos
Pontos de download necessários para baixar
este documento
baixar o documento
Pré-visualização3 páginas / 12
Esta é apenas uma pré-visualização
Consulte e baixe o documento completo
Esta é apenas uma pré-visualização
Consulte e baixe o documento completo
Pré-visualização finalizada
Consulte e baixe o documento completo
Esta é apenas uma pré-visualização
Consulte e baixe o documento completo
Esta é apenas uma pré-visualização
Consulte e baixe o documento completo
Pré-visualização finalizada
Consulte e baixe o documento completo

Luminescência

ÍNDICE

Introdução....................................................................................................04 Objetivo........................................................................................................05

Fundamentação teórica...............................................................................06

Luminescência.............................................................................................07

Quimiluminescência.....................................................................................07

Fotoluminescência.......................................................................................08

Fluorescência..............................................................................................08

Fosforescência............................................................................................08

1.Bioluminescência......................................................................................08

2.Bioluminescencia......................................................................................09

Incandescência............................................................................................09

Triboluminescência......................................................................................09

Fluorescência e fosforescência...................................................................10

Lei de Stokes...............................................................................................11

Rendimento energético da luminescência...................................................12

Temperatura abrevia a duração da fosforescência.....................................13

O infravermelho estimula ou então diminui

Bruscamente a fosforescência....................................................................14

Luciferina e Luciferase................................................................................14

Vagalumes..................................................................................................15

Projetos da Feira de Química.....................................................................17

Líquido fluorescente....................................................................................17

A (quase) lâmpada de lava.........................................................................18

docsity.com

Tomate Luminoso.......................................................................................19

Pulseira de Luz...........................................................................................20

Ornamentação............................................................................................21

Amostras do projeto....................................................................................21

Conclusão...................................................................................................22

INTRODUÇÃO

Em mineralogia, a fluorescência consiste na propriedade que alguns minerais possuem de absorverem radiações de certos comprimentos de ondas e de emitir em, depois, radiações de comprimento de onda geralmente superior. Por exemplo, existem minerais que sob a ação de radiações ultravioletas, raios catódicos, e raios-X, mostram-se luminescentes, apresentando colorações diversas no domínio de visível. Entre outros são fluorescentes os seguintes minerais: certas fluorites, willenite, scheelite, scapolite, autunite, diamante, hialite e eucriptite.

Em química, a análise por fluorescência consiste na determinação da composição de um produto através do estudo da luz fluorescente que emite ao iluminado com radiação ultravioleta ou raios-X. O espetro de comprimento de onde é característico para cada molécula. No caso de soluções de compostos fluorescentes, a intensidade da luz fluorescente depende da concentração do produto dissolvido. Utiliza-se, por exemplo, para determinar o teor de proteínas na urina.

OBJETIVO

Este trabalho tem como objetivo mostrar o conteúdo teórico sobre o tema luminescência que dentre eles se destacam: Quimiluminescência, Fotoluminescência, Bioluminescência, Incandescência e Triboluminescência.

O mesmo também visa demonstrar as praticas que serão apresentadas na feira de química de forma completa, ou seja, desde a ornamentação da sala as experiências que serão mostradas aos brindes que serão entregues.

FUNDAÇÃO DA TEÓRICA – LUZ

A luz é uma forma de energia que se propaga nos meios materiais e também no vácuo. As fontes de luz se classificam em dois tipos: fontes de luz primárias e fontes de luz secundárias. São consideradas fontes de luz primárias, os corpos luminosos que emitem luz própria como, por

docsity.com

exemplo, o Sol, uma lâmpada elétrica incandescente ou fluorescente e um lampião. São consideradas fontes de luz secundárias, os corpos luminosos que refletem a luz proveniente de uma fonte de luz primária como, por exemplo, a Lua, os planetas e uma parede de uma sala que difunde no ambiente a luz recebida de uma lâmpada. Desde muitos séculos, sabe-se que muitos materiais também podem emitir luz quando excitados. Isto ocorre quando os elétrons dos átomos absorvem energia e passam para níveis mais altos. Quando esses elétrons voltam para os níveis de energia mais baixos, liberam a diferença de energia e esta liberação de energia pode ocorrer na forma de emissão de luz.

A Figura 1 mostra um fluxograma de processos de emissão de luz, em que se observam os diferentes sistemas de emissão de luz.

Figura 1: Fluxograma de processos de emissões da luz.

LUMINESCÊNCIA

A luminescência, também conhecida como “luz fria”, é a classificação mais genérica das formas de emissão de luz que não sejam provenientes de incandescência.

A luminescência é um dos espetáculos mais fascinantes de dissipação de energia como emissão de radiação eletromagnética, por moléculas, de comprimentos de onda que são do ultravioleta ao infravermelho no espectro eletromagnético. Essas radiações resultam da transição de um estado eletronicamente excitado para um estado de energia mais baixa A luminescência, dependendo das formas de excitação, está subdivida em: triboluminescência, fluorescência, fosforescência, quimiluminescência e bioluminescência.

A quimiluminescência e a bioluminescência são, analiticamente, os tipos de luminescência mais importantes. Suas aplicações em ensaios clínicos, nos campos da ciência forense, análises de poluição do ar, contaminação de alimentos e muitas outras trazem rapidez, segurança e confiabilidade aos resultados.

QUIMILUMINESCÊNCIA

A quimiluminescência caracteriza-se pela emissão de luz através de uma reação química. A técnica de caracterização de sangue com luminol é um exemplo de processo quimiluminescente.

Em reações de quimiluminescência, a energia excedente de uma molécula num estado eletronicamente excitado é dissipada na forma de radiação eletromagnética. Esse processo pode ser ativado enzimaticamente ou quimicamente. O produto excitado, ao retornar ao estado fundamental, emite fótons, caracterizando a quimiluminescência direta ou poderá transferir sua energia para outra molécula sendo, quimiluminescência indireta.

FOTOLUMINESCÊNCIA

docsity.com

Define-se como fotoluminescência 2 reações de emissão de luz distintas umas das outras são elas:

* FLUORENSCÊNCIA

A fluorescência é o fenômeno que ocorre nos fogos de artificio. Quando os átomos de um determinado material são excitados, os elétrons são promovidos a níveis de energia mais elevados. Quando a fonte de excitação é retirada, os elétrons voltam ao estado de energia original, emitindo um fóton de energia igual ao absorvido no processo de promoção.·.

* FOSFORESCÊNCIA

A fosforescência assemelha-se com a fluorescência. Os elétrons também são promovidos para níveis mais energéticos. O diferencial está no processo de volta ao estado inicial. Enquanto na fluorescência o processo ocorre quase que instantaneamente, na fosforescência a volta ocorre em um tempo maior. Os elétrons não retornam imediatamente para o nível original, mas fazem “escalas” nos níveis intermediários entre os estados inicial e final. Esta demora pode ser de alguns microssegundos ou até muitos minutos. Um exemplo de fosforescência está em alguns interruptores elétricos que possuem sais como átomos que exibem este comportamento. Também está presente nas telas de televisões e computadores, ajudando no processo de formação da imagem.

1. BIOLUMINESCÊNCIA

A bioluminescência (do grego “bios” = vida e do latim “lumen” = luz) é a transformação da energia química em energia luminosa. Esse processo, chamado de “oxidação biológica”, permite que a energia luminosa seja produzida sem que haja a produção de calor. O processo de bioluminescência é extremamente rentável, sendo produzida virtualmente 100% de luz com esta reação química, ao contrario de uma lâmpada incandescente, em que são produzidos 10% e 90% de calor.

2. BIOLUMINESCÊNCIA

As reações bioluminescentes envolvem a oxidação de compostos orgânicos, as luciferinas, por oxigênio molecular. Os intermediários peroxídicos formados, altamente ricos em energia, são quebrados, gerando moléculas-produto, estando uma delas em estado eletronicamente excitado (de alta energia). Esta molécula, ao retornar ao estado fundamental, emite um fóton. A chave para a eficiência desses processos é sua natureza enzimática: são enzimas, as luciferases, que catalisam tais reações de oxidação. Esses compostos (luciferinas) e enzimas (luciferases) podem variar de um grupo de organismos para outro.

INCANDESCÊNCIA

O fenômeno da incandescência ocorre nas chamadas lâmpadas incandescentes. Ele se baseia no aquecimento de um material até que este comece a emitir luz. Uma corrente elétrica em

docsity.com

contato com um filamento de tungstênio, por exemplo, pode ser considerado um sistema que emite luz por incandescência. Este processo emite muito calor e pouca luz. Cerca de 90 a 96 % da energia emitida por uma lâmpada incandescente está na forma de calor. Somente os 4 a 10 % restantes estão na forma de luz, a qual é utilizada para iluminar os ambientes.

TRIBOLUMINESCÊNCIA

A triboluminescência é um tipo de luminescência que é gerada pelo choque mecânico ou tensão aplicada em certos sistemas cristalinos altamente ordenados. As razões para que certos materiais tenham esta característica e outros não ainda é motivo de controvérsia na comunidade científica e não é objetivo aqui se fazer uma análise mais aprofundada a respeito deste fenômeno.

Fluorescência e Fosforescência

Dividem-se os fenômenos de fotoluminescência em duas categorias:

1. A fluorescência, cujo tipo é a emissão de luz verde por uma solução (parda à luz comum) de fluoresceína iluminada por um feixe de luz azul e que se observa, o mais freqüentemente, pelos reflexos azulados, leitosos que apresenta o petróleo à luz do dia.

2. A fosforescência da qual daremos, como exemplo, a observação durante vários dias numa obscuridade total da luminosidade de uma camada de sulfeto de zinco calcinado (traços de sulfeto de cobre) após exposição prévia à luz do dia.

No início do estudo destes fenômenos eram os mesmos distinguidos por sua duração após supressão da luz excitadora. Dizia-se:

"A fluorescência é uma fotoluminescência que cessa no mesmo instante que a ação das radiações excitadoras; a fosforescência é uma fotoluminescência que se prolonga após esta ação ter cessado de se produzir."

Porém mais tarde percebeu-se que fluorescência não é absolutamente um fenômeno instantâneo e que havia fosforescências muito mais breves que a do sulfeto de zinco, em suma, a distinção, baseada na duração de emissão, entre a fluorescência e a fosforescência é muito imprecisa.

Devido a isto se convencionou em reservar o nome de fluorescência ao caso em que a luminescência cessa 10-8s após a excitação (este tempo corresponde à duração de vida média de uma molécula excitada antes de remissão espontânea).

docsity.com

Mas, ao mesmo tempo, procurou-se um critério mais certo para distinguir uma da outra as duas fotoluminescências. Ele foi fornecido pela ação da temperatura, o que precisaremos mais adiante.

Analisaremos os caracteres da fotoluminescência em geral e da fosforescência em particular. Deixaremos um pouco de lado o estudo da luminescência dos gases (fica para outra oportunidade) e destacaremos apenas a luminescência dos sólidos, que oferece um interesse prático considerável.

Um corpo luminescente é um transformador abaixador de frequência. (Lei de Stokes) – Rendimento da Luminescência.

Quando se forma um espectro sobre uma superfície recoberta com substância luminescente observa-se que as radiações vermelhas raramente são suscetíveis de provocar fluorescência ou fosforescência; ao contrário, as radiações violetas e ultravioletas são multo mais ativas a este respeito.

Foi à observação destes fatos que conduziu, em 1852, Stokes a enunciar a seguinte lei, conhecida pelo nome de lei de Stokes.

"As radiações remitidas por fluorescência ou fosforescência têm um comprimento de onda maior do que as radiações excitadoras" -- o que faz considerar um corpo fluorescente como um transformador abaixador de frequência. A lei de Stokes exige ser detalhada. Se o fluxo excitador é monocromático e de comprimento de onda , todas as radia de onda superior . Mas, sendo o fluxo energia F, do fluxo das radiações remitidas, que é deslocado para os grandes comprimentos de onda (ilustração abaixo), em relação ao 'máximo' da curva A de fluxo absorvido.

|

Figura 2: Deslocamento de curva espectral de energia

As duas curvas (absorção e emissão) podem prolongar-se uma sobre a outra, mas sempre a declividade da curva de absorção é grande do lado dos grandes comprimentos de onda e a declividade da curva de emissão, ao contrário, é grande do lado dos pequenos comprimentos de onda.

A conseqüência é que, se uma radiação excitadora, cujo comprimento de onda é representado pela abscissa do ponto P, pode provocar à remissão de radiações de comprimento de onda mais curto (Q, por exemplo) que a sua própria, as mesmas não representarão senão uma pequena fração do fluxo de energia das radiações reemitidas. Globalmente o fluxo reemitido é de comprimento de onda, maior do que o fluxo absorvido.

docsity.com

Observação I - Em qualquer hipótese a curva espectral de energia da luz reemitida é independente do comprimento de onda da luz excitadora. Por exemplo, o platino cianeto de bário (muito usado nos TRC) é um corpo capaz de emitir uma fosforescência verde; submetido a uma radiação ultravioleta, violeta ou azul, emitirá sempre o mesmo verde; se for iluminado por raios amarelos ou vermelhos não exibirá nenhuma fosforescência e se limita a refletir a luz incidente.

Observação II - Se, de um modo geral, são as radiações de curto comprimento de onda que convêm como excitadoras, cada substância tem um domínio definido de radiações excitadoras. Por exemplo, a maior parte dos compostos orgânicos, fluorescentes sob a ação de radiações da extremidade violeta do espectro visível, é insensíveis aos raios X.

RENDIMENTO ENERGÉTICO DA LUMINESCÊNCIA

Melhor indicação sobre a relação entre o fluxo absorvido e o fluxo reemitido é dado pela curva do 'rendimento energético' da fluorescência:

e= (fluxo de energia reemitido) / (fluxo de energia absorvido)

Em função do comprimento de onda. Esta curva (ilustração abaixo) mostra que a lei de Stokes deve ser substituída por esta: "Há uma frequência excitadora correspondente a um máximo de rendimento energético de fluorescência e acima da qual este rendimento tende rapidamente a zero.”.

|

Figura 3: Rendimento versus comprimento de onda

Uma elevação de temperatura abrevia a duração da fosforescência e é sem ação sobre a fluorescência

A temperatura não influi sobre a fluorescência, ao contrário:

a) Em temperatura suficientemente baixa e definida, para cada corpo fosforescente, cessa a fosforescência;

b) A duração da fosforescência decresce assaz rapidamente à temperatura crescente.

docsity.com

Nota: Todavia, a diminuição da duração da emissão é acompanhada pelo aumento do fluxo de energia emitido, de tal sorte que a energia total remitida por fosforescência, para uma excitação dada, é independente da duração desta remissão.

Isto explica por que usualmente se utiliza a ação da temperatura para distinguir uma fosforescência breve de uma fluorescência retardada.

Nota: Numa fluorescência retardada o declínio do fluxo remitido é efetuado conforme uma lei exponencial. Numa fosforescência a lei de decréscimo é geralmente mais complexa. É suficiente observar a influência da temperatura nos dois casos.

Infravermelho estimula ou então diminui bruscamente a fosforescência.

- Seja uma substância fosforescente previamente excitada. Sendo a mesma submetida à ação de radiações infravermelhas pode ocorrer:

- Seja um acréscimo temporário da emissão como se a substância estivesse submetida a uma elevação de temperatura;

- Seja uma brusca diminuição desta emissão;

Dependendo o efeito obtido, do comprimento de onda do fluxo infravermelho, da natureza da substância utilizada e da temperatura.

LUCIFERINA E LUCIFERASE

Os termos luciferina e luciferase originam-se do latim lúcifer, que significa "que traz luz". Eles são termos genéricos e não nomes de substâncias químicas específicas. Muitas substâncias diferentes podem agir como luciferinas e luciferases, dependendo das espécies da forma de vida bioluminescente.

• 1- Figura 4: ilustra o funcionamento da biolumenescência através do comportamento da luciferina e da luciferase.·.

• 2- Figura 4: Funcionamento da bioluminescência através do comportamento da luciferina e luciderase.

Figura 4: Funcionamento da Luciferina e Luciferase.

VAGA-LUMES

docsity.com

Estima-se que ao redor do mundo existam, aproximadamente, duas mil espécies de vaga-lumes, das quais cerca de 500 podem ser encontradas no Brasil, o país com a maior diversidade desses besouros.

No Brasil, o espetáculo da bioluminescência é oferecido pelos chamados "cupinzeiros luminosos". Estes "cupinzeiros luminosos" são encontrados na região amazônica e no cerrado do estado de Goiás. É no cerrado onde a concentração de vaga-lumes é maior, fazendo com que a paisagem fique com chamativos pontos luminosos. Estes pontos luminosos são observados principalmente no período de outubro a abril, em noites quentes e úmidas. Este fato deve-se à presença de ovos de vaga-lumes que são depositados, após fecundação das fêmeas, sobre os cupinzeiros. À noite, esses ovos "acendem" suas luzes, atraindo os insetos como cupins, mariposas e formigas, os quais servirão como alimentos.

Figura 7: "cupinzeiro iluminado" por ovos de vaga-lumes.

Em relação à produção de luz pelos vaga-lumes, uma equipe de médicos, neurologistas e ecologistas descobriram que a mesma substância responsável pelo controle da pressão sanguínea que leva à ereção de um órgão sexual masculino serve de mensageira entre o impulso elétrico emitido pelos neurônios do vagalume e o disparo do “flash” luminoso. O óxido nítrico é um gás que atravessa a membrana das células e é produzido pelo sistema imunológico para proteger o corpo contra microrganismos invasores causadores de inflamações. Durante dois anos de pesquisa, cientistas americanos demonstraram que a lanterna dos vaga-lumes se acende sempre que se estimula a produção do óxido nítrico. Essa substância é um fator relaxante que controla a pressão do sangue nas veias e artérias e tem papel importante em remédios contra impotência, como o Viagra, mas também funciona como sinalizadora das reações bioquímicas, uma espécie de mensageira neuronal que, a partir do impulso do vaga- lume de emitir um “flash”, acende sua lanterna. Um problema que ameaça os vaga-lumes é a iluminação artificial que, por ser mais intensa, anula a bioluminescência, podendo interferir diretamente no processo de reprodução da espécie que pode sofrer perigo de extinção.

PROJETO DA FEIRA DE QUÍMICA

Líquido fluorescente (básico)

Materiais usados: Marcador de texto (amarelo), água (temperatura ambiente), um Becker de 250 ml e Luz negra.

A prática é iniciada com a diluição da carga do marcador de texto em água, após sua diluição, a água terá uma coloração amarelada. Essa coloração é devido à tinta que possuía a carga do

docsity.com

marcador. Esse líquido exposto à luz negra tem uma coloração amarelada fluorescente, pois a luz negra emite uma luz que é invisível ao olho nu, uma luz ultravioleta, nós enxergamos a cores do arco-íris, que é medido através de uma escala que vai do vermelho ao violeta. Acima do vermelho é chamado de INFRAVERMELHO, e abaixo do violeta, se da o nome de ULTRAVIOLETA.

Só que tem algumas coisas que, como por exemplo, esse marcador fluorescente, que reflete essa luz, mas reflete esta luz modificada, emite esta luz de um jeito que enxergamos então a luz negra quando ela “bate” em algumas coisas especiais (objetos que possam emiti-la) faz com que emitam uma luz diferente uma luz que seja visível para olho nu, isto acontece com o marcador, com os nossos dentes e com o sabão em pó.

Uma curiosidade é que a luz ultravioleta pode ser usada para reconhecer algumas cédulas (dinheiro). Por exemplo: Algumas notas de dólares possuem fitas em seu meio, e essas fitas só podem ser vistas na luz ultravioleta. Essas fitas não podem ser vistas a olho nu. Isso também pode acontecer com cédulas de R$50,00. Essa experiência pode ser feita em casa.

A (quase) Lâmpada de lava

Materiais usados: Um Becker de 1L (ou garrafa pet de 2,5L), um Becker de 250 ml, água, 900 ml de óleo (uma garrafa de óleo), corante, comprimido efervescente antiácido (ex: Sonrisal).

A prática é iniciada com a aplicação do corante em um becker de 250 ml cheio de água, apenas duas gotas do corante são necessárias, a água deverá ficar com uma coloração forte do corante usado, após você deverá colocar a solução contida no becker de 250 ml, no becker de 1L, depois coloque o óleo, espere decantar por alguns minutos, até todas as bolhas que supostamente tenham se formado “desaparecem”. Após a água ter decantado totalmente, é só colocar o comprimido de fervescente antiácido, no becker de 1L.

O comprimido irá descer pelo óleo (que ficará por cima porque é mais leve) até alcançar a água, onde começará a soltar gás carbônico. A água irá “pegar uma carona” nesse gás, subindo como na lâmpada de lava. Quando a água chega à cima, porém, o gás é liberado, e ela volta lá para baixo, provocando uma espécie de chuva dentro do óleo.

Alguns materiais podem ser substituídos, para dar um efeito melhor sob a luz negra ou luz ultravioleta, como o corante pode ser substituído pela diluição da carga de marcador de texto amarelo, o becker pode ser substituído por uma garrafa pet de 2,5L. O becker de 250 ml, pode ser substituído por um copo. Essa experiência pode ser feita em casa.

Tomate luminoso

docsity.com

Materiais usados: 1 cx. De Fósforo, lixívia (ex: água sanitária), Peróxido de Hidrogênio, 2 seringas com agulhas, tomate, vidro de relógio, tubo de ensaio.

A prática deverá ser iniciada, com o “descascamento do fósforo”, deverá tirar a parte que contem fósforo do palito de fósforo e colocar no vidro de relógio, após a retirada, deverá amassa-lo até gerar um pó. Os fósforos geralmente tem uma coloração avermelhada. Este pó será colocado em um tubo de ensaio, e logo após será inserido à lixivia, para dissolver esse pó. A solução ficará com uma coloração escura. Após a solução pronta, retira-la do tubo de ensaio com uma seringa. Depois da retirada da solução tubo de ensaio, injetar cuidadosamente o líquido no tomate, com pequenas perfurações sobre sua superfície, com este líquido já injetado no tomate, espere por 30min. Podemos pegar a 2ª seringa, que estará contida com peróxido de hidrogênio, e injetar no tomate, logo poderemos ver uma mudança de coloração no tomate, assim, ficando com mais luminosidade, quanto menos a exposição à luz, maior a luminosidade do tomate.

Alguns materiais podem ser substituídos, como, o vidro de relógio com um potinho ou com copo pequeno de vidro, o Becker por copo, e os tubos de ensaios por copos também. Não é aconselhável fazer essa experiência em casa.

Pulseira de Luz

As pulseiras de luz funcionam através de uma reação química, que reagentes ficam separados em dois tubos, dentro da pulseira quando dobramos quebramos um dos tubos e as soluções se misturam e reage, esta reação química é especial, porque libera uma energia na forma de luz, uma luz fria.

Diferente de reações onde se libera energia na forma de calor, como em uma vela, por exemplo, como em toda reação química os reagentes estão se transformando em produtos, ou seja, estão sendo consumidos, quando eles acabam a reação termina e a luz apaga.

Podemos fazer com que a pulseira dure mais tempo colocando-a na geladeira, na verdade, o que acontece é que a reação química se torna mais lenta, liberando menos luz e levando mais tempo para consumir os reagentes.

Mais uma hora, ela acaba se apagando de qualquer modo, podemos fazer com que o bastão libere toda energia rapidamente, colocando-o no microondas, por no máximo 3 segundos.

docsity.com

ORNAMENTAÇÃO

Iremos ornamentar a sala com Tnt preto para que a sala fique bem escura, para que a visibilidade seja melhor de nossos experimentos, alguns objetos luminosos serão expostos, como pulseiras neon, objetos luminosos de plástico (pisca-pisca) como: guitarrinhas, solzinho, telefones, entre outros. Colocaremos em exposição também, alguns vídeos para melhor esclarecimento do público, sobre o tema escolhido.

Faremos algumas experiências apresentadas neste trabalho, e orientadas pelo professor responsável.

AMOSTRAS DO PROJETO

Distribuiremos pulseiras neon, na entrada do público a nossa exposição, também distribuiremos alguns objetos luminosos de plásticos (pisca-pisca) simbolizando o nosso projeto e também Folder com conteúdo e tema do Projeto.

CONCLUSÃO

Pode se concluir, que luminescência é a emissão de luz por uma substância quando submetida a algum tipo de estímulo como luz.

A observação permitiu que posteriormente, distingue-se incandescência de luminescência e Fluorescência de fosforescência.

O primeiro composto sintético orgânico a apresentar uma reação quimiluminescente foi a lofina, preparado em 1887 por B.Radiziszewski, o qual observou que a lofina não emitia luz quando aquecida na ausência de O2 ; tal observação permitiu que em 1888, E. Wiedemann, o primeiro a utilizar o termo quimiluminescência, distingue-se a incandescência da luminescência.

docsity.com

comentários (0)
Até o momento nenhum comentário
Seja o primeiro a comentar!
Esta é apenas uma pré-visualização
Consulte e baixe o documento completo
Docsity is not optimized for the browser you're using. In order to have a better experience we suggest you to use Internet Explorer 9+, Chrome, Firefox or Safari! Download Google Chrome