Consumo de Glúten em Doentes Celíacos - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)
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Neymar28 de Fevereiro de 2013

Consumo de Glúten em Doentes Celíacos - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)

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Apostilas sobre o consumo de glúten em doentes celíacos. Demonstração através de dados bibliográficos, que o tratamento de reeducação alimentar retirando o glúten da dieta é eficaz e melhora a qualidade e o tempo de vida...
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Disciplina: Introdução a Pesquisa Científica

Consumo de Glúten em Doentes Celíacos no Distrito Federal

Trabalho apresentado à disciplina de Introdução a Pesquisa Científica, , como requisito parcial.

Brasília, 2011

S u m á r i o

1 – Introdução 3

2 – Objetivos 5

2.1 Objetivos Gerais............................................................ 5

2.2 Objetivos Específicos.................................................... 5

3- Método 6

4- Resultados Esperados 8

5- Referências 9

Introdução

A doença celíaca é uma doença que afeta tanto a população adulta quanto a população infantil, cerca de 100 a 300 pessoas uma a apresenta. Há algum tempo atrás, pensava-se que era uma condição rara que ocorria apenas em caucasianos. Hoje, depois de estudos e pesquisas, sabe-se que essa informação não é correta. Ela é comum ao redor de todo mundo, afetando grande parte da população. O grande problema dessa doença é o tempo que leva para diagnosticá-la e seja desenvolvido o tratamento. Devido aos sintomas serem similares a outras doenças comuns, são facilmente confundidas ou até mesmo deixadas de lado. Há casos que levaram certa de 12 anos para serem descoberta e tratada, causando assim ao paciente, alguns transtornos psicológicos e fisiológicos.

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É uma doença autoimune que afeta pessoas geneticamente predispostas, causando danos às vilosidades do intestino delgado, refletindo em prejuízos na absorção de nutrientes. É desencadeada pela ingestão de glúten, que é uma proteína encontrada em alguns alimentos que estão muito presente no nosso dia a dia, tais como: pães, cereais, bolos, trigo, centeio, cevada, aveia entre outros.

O tratamento se inicia logo após o diagnóstico ser feito. E o primeiro passo a ser dado é fazer alguns exames clínicos, se os resultados forem positivo o paciente é submetido a fazer um exame mais detalhado e eficaz que é a endoscopia com biópsia do intestino delgado. O tratamento dessa doença se baseia somente em uma dieta livre de glúten durante toda a vida. Que a primeira vista é simples, mas se observada com mais proximidade, pode-se notar que é uma dieta em que muda vários hábitos já adquiridos pelas pessoas, apresentando um grau de dificuldade para coloca-la em prática.

Na maioria das vezes seguir essa dieta requer esforços, pois os alimentos que não glúten são de difícil acesso, devido ao preço elevado, a sua escassez e pouca variedade. Inclusive em restaurantes, pois não se sabe com garantia quais os produtos preparados sem a composição de glúten. Porém, a indústria alimentícia vem se preocupando quanto a isso, pois os casos de doença celíaca tem ganhado repercussão e tem sido estudado com mais profundidade.

Estão sendo desenvolvidos alimentos a base de farinha de arroz, mandioca, milho e fécula de batata em sua maioria. Com o passar do tempo esses alimentos vão ganhar mais lugar no mercado, pois as pessoas que não apresentam essa doença, também estão aderindo à dieta sem glúten, devido a questões de saúde e por acreditarem que isso leva a ter mais disposição e alguns fatores estéticos como a diminuição de inchaço na barriga.

Há uma lei que foi em vigor no dia 16 de Maio de 2004, apresentando a seguinte imposição: Todos os alimentos industrializados deverão conter em seu rótulo e bula, obrigatoriamente, as inscrições "Contém Glúten" ou "Não Contém Glúten", conforme o caso. Fazendo com que haja mais facilidade na hora de escolha do produto.

Objetivos Gerais

Demonstrar através de dados bibliográficos e um programa criado, que o tratamento de reeducação alimentar retirando o glúten da dieta é eficaz. Pois o glúten é o fator ambiental indutor da doença. Para que se obtenha uma melhora significativa na qualidade e tempo de vida dessas pessoas.

Objetivos Específicos

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Desenvolver uma dieta listando os alimentos que podem ser consumidos, indicar uma variedade de receitas caseiras e inserir o maior número de pessoas para seguir esse tipo de alimentação.

Disponibilizar o acesso a folders que orientem sobre a doença, organizar palestras de fácil compreensão sobre o assunto e formar uma equipe de profissionais qualificados para atender doentes celíacos.

Criar um programa para analisar os dados obtidos, que demonstram o número de pessoas portadoras de doença celíaca que apresentaram melhora após seguir a risca a dieta sem glúten.

Acompanhar por um ano e um mês, essas pessoas que estão inseridas no programa, demonstrando assim se houve ou não alguma melhora.

Métodos

Estudo qualitativo e quantitativo. Quantitativo, pois exige um grande número de pessoas a serem observadas para garantir maior exatidão nos resultados. Qualitativo, pois são observados com profundidade os pacientes, obtendo opiniões que serão analisadas após serem gravadas, dando ênfase aos relatos.

É preciso que haja a formação de uma equipe qualificada e especializada contendo: Um coordenador, um médico especializado em doenças gastrointestinal, um nutricionista, um epidemiologista e um técnico em informática. Para melhor desenvolvimento do projeto.

É necessário que haja a coleta de dados em hospitais, centros clínicos, postos de saúde e associações. Essa coleta será feita através de entrevistas com questionários e busca de dados arquivados nos locais escolhidos.

O acompanhamento dos pacientes será feio através de reuniões semanais informando os tipos de alimentos que podem ser ingeridos, ensinando a cada encontro uma receita nova de alimento sem glúten, para que haja estimulo no ato de realizar a dieta. Promover palestrar explicativas, contando com profissionais na área da saúde. Acompanhar também essas pessoas, questionando semanalmente como tem sido para seguir a dieta em casa e incentivando para o ato.

Após o acompanhamento das pessoas inseridas no projeto, é necessário que haja uma analise dos dados obtidos e uma resposta final, que será dado em forma de tabelas, gráficos e conclusão através de textos.

Cronograma:

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Etapas | Período de atividades (meses) |

Atividades | J | F | M | A | M | J | J | A | S | O | N | D | J | F | M | A | M |

Formação de uma equipe qualificada | X | | | | | | | | | | | | | | | | |

Coleta de dados em relação ao número de doentes celíacos no Distrito Federal | X | X | X | | | | | | | | | | | | | | |

Desenvolvimento do programa | X | X | | | | | | | | | | | | | | | |

Desenvolvimento da dieta sem glúten | | X | | | | | | | | | | | | | | | |

Inserção do maior número de pessoas no programa | | X | X | X | | | | | | | | | | | | | |

Orientação aos pacientes | | | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | | |

Acompanhamento dos pacientes no decorrer do programa | | | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | | |

Coleta de dados obtidos | | | | | | | | | | | | | | | X | X | |

Tabulação de dados | | | | | | | | | | | | | | | | X | |

Análises estatísticas | | | | | | | | | | | | | | | | X | |

Comprovação da eficácia | | | | | | | | | | | | | | | | X | X |

Relatório final | | | | | | | | | | | | | | | | | X |

Orçamento:

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| Valores estimados |

Salário da equipe (5 pessoas) até o término do projeto. | R$ 68,000 |

Coleto de dados: Computador de mão, papel, caneta, prancheta, gasolina. | R$ 2,100 |

Desenvolvimento do programa: Salas, auditório, cadeiras e mesas. | R$ 21,000 |

Orientação aos pacientes: Palestrantes, folders e banner. | R$ 3,500 |

Total | R$ 94,600 |

Resultados Esperados

Após a inclusão e acompanhamento por um ano e um mês dos pacientes, espera-se que haja uma melhora na qualidade de vida e desaparecimento dos sintomas causados pela doença celíaca. De forma em que essas pessoas que foram inseridas, tenham aprendido a fazer novas receitas e adquirir o costume de utilizar somente alimentos sem glúten, por mais que haja algum descuido e vontade de voltar a ingerir esses alimentos, sempre saberão o que é certo a se fazer, podendo então ter uma vida saudável com as informações já recebidas.

É previsto que algumas de pessoas não virão a aderir essa dieta, devido a dificuldade de adaptação. Mas que esse número seja pequeno em relação à quantidade de pessoas que obterão sucesso com a mesma.

Referências Bibliográficas

Disponível em: <http://www.doencaceliaca.com.br/> Acessado em 16 de Nov. 2011.

Disponível em: <http://www.semgluten.com.br/> Acessado em 15 de Nov. 2011.

S.Rito Nobre, T.Silva, J.E Pina Cabral. Doença Celíaca RevisitadaGE-J Port Gastenterol 2007:14:1984-193. Disponível em: <http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/ge/v14n4/v14n4a02.pdf> Acessado em 15 de Nov. 2011.

Disponível em: <www.omge.org/assets/downloads/pt/pdf/.../celiac_disease_pt.pdf> Acessado em 17 de Nov. 2011.

Disponível em: <www.scielo.br/pdf/ag/v41n2/a10v41n2.pdf> Acessado em 18 de Nov. 2011.

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