Contexto em 1808 - Apostilas - Historia Colonial, Notas de estudo de História. Centro Universitário do Vale do Rio Taquari (UNIVATES)
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Andre_855 de Março de 2013

Contexto em 1808 - Apostilas - Historia Colonial, Notas de estudo de História. Centro Universitário do Vale do Rio Taquari (UNIVATES)

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Apostilas de História sobre o estudo contexto em 1808, o Império Napoleônico reina pela Europa, força do exército de Napoleão.
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1808, Resumo, Contexto Historico e Desfecho Dos Capitulos 1,3,5

Naquela época a Europa estava passando por momentos difíceis, nos quais Napoleão tentava governar e destronar os reis e rainhas que não aceitassem suas propostas.

Com mais uma estratégia de vencer a Inglaterra, ele propõe o bloqueio continental, que seria o fechamento dos portos europeus, ao comercio britânico. Entre esses países estava Portugal, que aliada à Inglaterra, sofre pressão do governo britânico que ameaçou invadir Portugal, deixando – o sem munição e de Napoleão.

Quem governava naquele período era D. João VI que era um príncipe regente, porque seu irmão mais velho e herdeiro do trono havia morrido de varíola, como sua mãe D Maria I foi declarada insana, D. João teve que assumir. Ele era medroso e inseguro e não sabia quais decisões tomar, aceitou a proposta de sua aliada, fugindo para o Brasil com parte da corte e a família real, deixando o povo português as mínguas e sobre o domínio do temido Napoleão, já que naquela época sem o rei nada funcionava.

O desfecho do capitulo é dado por outra opção que não foi cogitada por D. João, que era aliar- se com a Inglaterra e enfrentar Napoleão, depois veriam que as chances de vitória eram grandes, porém isso nunca seria pensado pelo medroso príncipe, que preferiu fugir, deixando o povo para trás.

O Império Napoleônico reina pela Europa.

A estratégia de fuga para o Brasil foi pensada por reis que governaram Portugal em tempos passados, porém nunca executada, cada vez que a independência do país era ameaçada pelos poderosos vizinhos, vinha à ideia de fugir, que naquele contexto era um bom plano, já que no Brasil havia mais riquezas naturais, mão de obra e maior chance de deter os inimigos.

Foi uma fuga bem analisada, porém com o tempo, pouco planejada, dois grupos foram divididos “o Partido Francês” que dizia para D. João aceitar o bloqueio continental, e o “Partido Inglês”, que optava em apoiar a proposta da Inglaterra e o que acabou convencendo D. João.

Como Napoleão estava pressionando muito Portugal o príncipe começou a engana – lo, dizendo que aceitaria o ultimato Frances, e naquela época era difícil o acesso entre as pessoas, como cada carta mandada a Napoleão só chegava duas semanas após, o tempo foi outro aliado de D. João, que começou a tomar medidas, como fechar os portos para navios

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britânicos e a prender os ingleses residentes em Portugal, oficializando uma falsa guerra com a Inglaterra, que já acertava alguns detalhes para a corte escapar de Napoleão.

No fim, mostra como as chances de D. João e Inglaterra vencerem era imensas, porque o exercito napoleônico estava cansado, faminto e não tinha vontade de defender os interesses de Napoleão. Já haviam morrido muitos e outros haviam se dispersado, não pareciam que estavam tomando posse de um país e sim, pessoas esfomeadas atrás de conforto para descansar, é tanto que nem suas armas utilizaram e obrigavam o povo português a carrega – las.

A força do exército de Napoleão.

Apesar do plano de fugir para o Brasil ser antigo, em 1807, tudo foi providenciado com improvisação e correria, enquanto as camareiras e pajens esvaziavam os castelos de Mafra e Queluz, Joaquim Jose de Azevedo tinha menos de três dias para organizar a partida do rei, porém com chuva e ventos fortes, a viagem foi adiada para dois dias após, evitando uma boa preparação de fuga.

Estima – se que mais de dez mil pessoas saíram de Portugal naquela linda manhã, incluindo médicos, juízes, comerciantes, conselheiros reais e militares, padres e os serviçais, porém muitas pessoas não embarcaram, porque houve muita confusão e indignação do povo português algumas carruagens foram apedrejados e uma multidão foi formada na frente do porto, tentando ir para o Brasil com D. João, que não fez discurso naquele momento tão lúgubre, apenas fez um beija – mão funesto e partiu para o Brasil, mandando anexarem uma “explicação”, dizendo os motivos de fuga e dizendo o que o povo deveria fazer quando as tropas de Napoleão chegassem, e foi assim que D. João fugiu, deixando a tristeza e indignação do povo para trás

No fim do capitulo mostra como o povo português ficou após a partida, sem saber o que fazer, uns fugiram, outros findaram de fome ou morreram em campos de batalhas, em uma sucessão de confrontos que tornou – se conhecido como a Guerra Peninsular. Algumas malas, a prataria da igreja e os livros da biblioteca real foram esquecidos com toda aquela confusão. A prata foi confiscada e derretida pelos invasores e os livros foram mandados para o Brasil anos mais tarde.

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