CRIE - Apostilas - Saúde Coletiva , Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)
Tucupi
Tucupi11 de Março de 2013

CRIE - Apostilas - Saúde Coletiva , Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)

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Apostilas de Saúde Coletiva sobre o estudo dos CRIE, indicação, contraindicações, vacina contra hepatite.
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IMUNOBIOLÓGICOS DO CRIE: – vacina inativada contra poliomielite (VIP) - vacina Salk:

– não provoca poliomielite vacinal; – não é usada em larga escala porque e injetável, não impede a circulação do vírus selvagem por via

intestinal, não protege os comunicantes dos vacinados e é mais onerosa do que a vacina oral; – composição e apresentação: vacina trivalente de potência aumentada, com poliovírus tipos 1, 2 e 3 obtidos

em cultura celular e inativados por formaldeído. Apresentada sob a forma de solução injetável, em doses individuais ou frascos multidoses;

– indicação: – a) crianças imunodeprimidas (com deficiência imunológica congênita ou adquirida) não vacinadas ou

que receberam esquema incompleto de vacinação contra poliomielite; – b) crianças filhos de mãe HIV+ antes da definição diagnóstica. Na indisponibilidade da vacina

inativada, as crianças infectadas com o vírus HIV (sintomáticas ou não) e os filhos de mãe HIV+ podem receber a VOP;

– c) RN que permaneçam internados em unidade neonatal por ocasião da idade de vacinação; – d) crianças que estejam em contato domiciliar ou hospitalar com pessoa imunodeprimida e que

necessitem receber vacina contra poliomielite; – e) pessoas submetidas a transplante de medula óssea ou órgãos sólidos; – f) história de complicação paralítica (paralisia flácida) após dose anterior de VOP;

– contraindicações: reação grave a dose anterior de VIP ou anafilaxia a algum componente da vacina; – efeitos adversos locais: eritema discreto no local da aplicação; – efeitos adversos sistêmicos: febre moderada; – efeitos alérgicos: anafilaxia (rara);

– vacina contra hepatite H (HA): – pode ser aplicada a partir de 1 ano de idade, tanto isolada como combinada com a contra hepatite B; – quando utilizada em duas doses, deve ser com intervalo de seis meses; – se combinada com a vacina contra hepatite B, devem ser utilizadas três doses, no esquema de 0, 1 e 6

meses; – pode ser aplicada simultaneamente com as outras vacinas do PNI com qualquer intervalo; – indicações:

– hepatopatias crônicas de qualquer etiologia, inclusive portadores do vírus da hepatite C (VHC); – portadores crônicos do VHB; – coagulopatias; – crianças menores de 13 anos com HIV/aids; – adultos com HIV/aids que sejam portadores do VHB ou VHC; – doenças de depósito; – fibrose cística; – trissomias; – imunodepressão terapêutica ou por doença imunodepressora; – candidatos a transplante de órgão sólido, cadastrados em programas de transplantes; – transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; – doadores de órgão sólido ou de medula óssea, cadastrados em programas de transplantes; – hemoglobinopatias;

– contraindicações: – quando houver historia de reação anafilática a algum dos componentes da vacina; – não ecomendada durante a gestação, apesar do risco teórico para o feto ser baixo e ser vacina

inativada;

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– eventos adversos locais: os mais comumente registrados. Dor, eritema ou edema em 20 a 50% dos vacinados, sendo leves e transitórios;

– eventos adversos sistêmicos: febre e fadiga em menos de 5% dos vacinados; – eventos alérgicos: anafilaxia é rara;

– vacina contra varicela (VZ): – vírus vivos atenuados; – pode ser aplicada a partir dos 12 meses de idade; – indicações:

– vacinação pré-exposição: – leucemia linfocítica aguda e tumores sólidos em remissão há pelo menos 12 meses, desde que

apresentem > 700 linfócitos/mm3, plaquetas > 100.000/ mm3 e sem radioterapia; – profissionais de saúde, pessoas e familiares suscetíveis à doença e imunocompetentes que estejam

em convívio domiciliar ou hospitalar com pacientes imunodeprimidos; – candidatos a transplante de órgãos, suscetíveis à doença, até pelo menos três semanas antes do ato

cirúrgico, desde que não estejam imunodeprimidas; – imunocompetentes suscetíveis à doença e maiores de 1 ano de idade, no momento da internação

em enfermaria onde haja caso de varicela; – antes da quimioterapia, em protocolos de pesquisa; – nefropatias crônicas; – síndrome nefrótica: crianças com síndrome nefrótica, em uso de baixas doses de corticóide (<2

mg/kg de peso/dia até um máximo de 20mg/dia de prednisona ou equivalente) ou para aquelas em que o corticoide tiver sido suspenso duas semanas antes da vacinação;

– doadores de órgãos sólidos e medula óssea; – receptores de transplante de medula óssea: uso restrito, sob a forma de protocolo, para pacientes

transplantados há 24 meses ou mais; – pacientes infectados pelo HIV/aids se suscetíveis à varicela; – pacientes com deficiência isolada de imunidade humoral e imunidade celular preservada; – doenças dermatológicas crônicas graves, tais como ictiose, epidermólise bolhosa, psoríase,

dermatite atópica grave e outras assemelhadas; – uso crônico de ácido acetilsalicílico (suspender uso por seis semanas após a vacinação); – asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas; – trissomias;

– vacinação pós-exposição: para controle de surto (obs.: o período de transmissibilidade da varicela inicia-se um a dois dias antes da erupção e termina quando todas as lesões estiverem em fase de crosta);

– eventos adversos locais: dor, hiperestesia ou rubor nas primeiras horas após a aplicação. Erupção leve semelhante à varicela no local da aplicação de 8 a 19 dias após a vacinação;

– eventos adversos sistêmicos: febre até 40 dias depois da vacinação. Erupção variceliforme, com cinco lesões, em média, cinco a 26 dias após a vacinação. Encefalite, ataxia, eritema polimorfo e anafilaxia foram relatados raramente, assim como plaquetopenia;

– rara anafilaxia; – vacina contra influenza, inativada (INF), “vacina da gripe”:

– composição estabelecida anualmente pela OMS, com base nas informações recebidas de laboratórios de referência sobre a prevalência das cepas circulantes;

– indicações: – HIV/aids; – transplantados de órgãos sólidos e medula óssea; – doadores de órgãos sólidos e medula óssea devidamente cadastrados nos programas de doação; – imunodeficiências congênitas; – imunodepressão devido a câncer ou imunossupressão terapêutica; – comunicantes domiciliares de imunodeprimidos; – profissionais de saúde; – cardiopatias crônicas; – pneumopatias crônicas; – asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas; – diabetes mellitus; – fibrose cística; – trissomias; – implante de cóclea; – doenças neurológicas crônicas incapacitantes; – usuários crônicos de ácido acetil salicílico;

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– nefropatia crônica / síndrome nefrótica; – asma; – hepatopatias crônicas;

– contraindicações: história de anafilaxia a proteínas do ovo ou a outros componentes da vacina. Alguns estudos demonstraram boa tolerância a vacina contra influenza em indivíduos alérgicos a ovo;

– eventos locais: eritema, dor e enduração, de pequena intensidade, com duração de até dois dias; – eventos sistêmicos: febre, mal-estar e mialgia, mais frequentes em pessoas que não tiveram exposição

anterior aos antígenos da vacina; – vacina contra pneumococo:

– indicações: – HIV/aids; – asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas; – pneumopatias crônicas, exceto asma; – asma grave em usos de corticóide em dose imunossupressora; – cardiopatias crônicas; – nefropatias crônicas/hemodiálise/síndrome nefrótica; – transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea; – imunodeficiência devido a câncer ou imunossupressão terapêutica; – diabetes mellitus; – fístula liquórica; – fibrose cística (mucoviscidose); – doenças neurológicas crônicas incapacitantes; – implante de cóclea; – trissomias; – imunodeficiências congênitas; – hepatopatias crônicas; – doenças de depósito; – crianças menores de 1 ano de idade, nascidas com menos de 35 semanas de gestação e submetidas à

assistência ventilatória; – vacina contra influenzae b (HiB):

– indicações: – a) menores de um ano com indicação de DTP acelular (impossibilitados de receber a vacina

tetravalente atualmente disponível na rede pública); – b) imunodeprimidos entre 12 e 59 meses; – c) menores de 19 anos e não vacinados, nas seguintes situações:

– HIV/aids; – imunodeficiência congênita isolada de tipo humoral ou deficiência de complemento; – imunodepressão terapêutica ou devido a câncer; – asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas; – diabetes mellitus; – nefropatia crônica / hemodiálise/ síndrome nefrótica; – trissomias; – cardiopatia crônica; – pneumopatia crônica; – asma persistente moderada ou grave; – fibrose cística; – fístula liquórica; – doença de depósito;

– d) transplantados de medula óssea com qualquer idade;

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– vacina tríplice acelular (DTPa – difteria, tétano e coqueluche): – indicações: crianças até 6 anos completos que:

– a) após o recebimento de qualquer uma das doses da vacina tríplice bacteriana de células inteiras (DTP ou Tetravalente) apresentem os seguintes eventos adversos graves: – convulsões nas primeiras 72 horas após a vacinação; – episódio Hipotônico Hiporresponsivo (EHH) nas primeiras 48 horas após a vacinação;

– b) crianças que apresentem risco aumentado de desenvolvimento de eventos graves à vacina DTP ou tetravalente: – apresentem doença pulmonar ou cardíaca crônica em menores de 2 anos de idade com risco de

descompensação em vigência de febre; – doenças neurológicas crônicas incapacitantes; – RN que permaneça internado na unidade neonatal por ocasião da idade de vacinação, enquanto

permanecer na unidade; – RN prematuro extremo (menor de 1000g ou 31 semanas), na primeira dose de Tetravalente ou

enquanto permanecer internado na unidade neonatal; – doença convulsiva crônica;

– contraindicações: – a) choque anafilático provocado por aplicação da vacina tetravalente ou da tríplice celular (DTP), ou

da tríplice acelular (DTPa) das vacinas antitetânico- diftéricas duplas (DT e dT) e da vacina antitetânica;

– b) encefalopatia instalada no periodo de ate sete dias depois da aplicação da vacina tetravalente ou da vacina DTP celular ou da DTP acelular, devendo o esquema nesses casos ser completado com vacina dupla;

– eventos locais: os mesmos das vacinas celulares, dor, enduração, hiperemia, porem com menor frequência e intensidade;

– eventos sistêmicos: os mesmos das vacinas celulares, porem menos frequentes. Temperatura axilar ≥ 40°C, convulsões febris, choro com três horas ou mais de duração e episódios hipotônicos hiporresponsivos tem sido observados eventualmente. Não há ainda informações sobre a incidência de encefalopatia, uma vez que se trata de evento raro;

– anafilaxia rara; – vacina dupla infantil (DT – toxoides diftérico e tetânico):

– indicação: menores de 7 anos de idade que apresentaram encefalopatia nos primeiros 7 dias após a aplicação da vacina DTP ou Tetravalente ou DTPa (contraindicação de receberem a vacina contra a coqueluche);

– contraindicações: reação anafilática anterior as vacinas tetravalente, DTP celular, DTP acelular ou DT; – vacina contra meningococo conjugada C (MncC):

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– indicações: – asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas; – imunodeficiências congênitas da imunidade humoral, particularmente do complemento e de lectina

fixadora de manose; – menores de 13 anos com HIV/aids; – implante de cóclea; – doenças de depósito. – obs. dependendo da situação epidemiológica, a vacina conjugada contra meningococo C poderá ser

administrada para pacientes com condições de imunodepressão contempladas neste manual;

– imunoglobulina humana anti hepatite B (IGHAHB): – indicações:

– indivíduos suscetíveis; – prevenção da infecção perinatal pelo vírus da hepatite B; – vítimas de acidentes com material biológico positivo ou fortemente suspeito de infecção por VHB; – comunicantes sexuais de casos agudos de hepatite B; – vítimas de abuso sexual; – imunodeprimido após exposição de risco, mesmo que previamente vacinados;

– imunoglobulina humana antirrábica (IGHAR):

– imunoglobulina humana antitetânica (IGHAT):

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