Descaminhos da Educação Fisica  - Artigo - Educação Fisica, Notas de estudo de . Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)
Homer_JS
Homer_JS26 de Fevereiro de 2013

Descaminhos da Educação Fisica - Artigo - Educação Fisica, Notas de estudo de . Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)

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Artigo sobre o descaminho da educação fisica escolar.
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EDUCAÇÃO FÍSICA – LICENCIATURA

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR II

EDUCAÇÃO FÍSICA – LICENCIATURA

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OS “DESCAMINHOS” DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

Trabalho da disciplina Educação Física Escolar II, do curso de Educação Física.

NITERÓI, SETEMBRO DE 2012.

Por motivos diversos, como falta de conhecimento e comprometimento, o homem pode ser ter uma visão cômoda e sem comprometimento com seus atos e deveres. Passa a ser um individuo totalmente desmotivado, levantando ao questionamento entre teoria e prática.

Pela extensão de sua importância em vários aspectos para a maturação do homem, a Educação Física escolar deveria ser obrigatória e extensa a todos os indivíduos na faixa etária dos sete aos quatorze anos , sem discriminação.

Há também outros questionamentos a respeito da importância da Educação Física Escolar, no que diz respeito a seus reais compromissos com os alunos e com a sociedade. A legislação garante tal comprometimento com o indivíduo, para o seu desenvolvimento , mas o que se discute, é de como isso é feito na prática.

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A Educação Física Escolar, que antes tinha uma metodologia impessoal e sem muita interação com os alunos. Com o Decreto n 694450/71, propôs que a educação física tivesse a preocupação com o 1˚ segmento do 1˚ Grau (1˚ a 4˚ séries) o aluno vivencie em varias experiência , os movimentos naturais – no segundo segmento do 1˚ Grau (5˚ a 8˚ séries) e a fase em que o aluno deve experimentar os diversos desportos, mas sem muita cobrança e regras rígidas- fase pré- desportiva; no 2˚ Grau o aluno já esta apto a experimentar diversos desportos, já sendo inserido as regras oficiais – fase desportiva. Hoje há uma grande preocupação com a Educação Física Escolar com o objetivo ao incentivo a práticas onde as atividades motoras, cognitivas, afetivas e sócias sejam utilizadas para favorecer a evolução educacional motora para a prática do desporto competitivo e de alto nível.

O desporto e a educação são antagônicos, pois a medida que a os interessados e dirigentes tentam passar uma imagem de que a competição tem seu lado educativo, o outro lado sabe que o desporto competitivo tem uma preocupação grande com o “ganhar” a qualquer custo, com a propaganda ideológica .

Há problema quanto a ordem legal e Moral, pois a legislação determina a obrigatoriedade dessa atividade n educação formal (não considerando treinamento desportivo como educação física escolar) onde enfatiza a necessidade de criação de um clube escolar que tem como objetivo proporcionar a preparação de equipes desportivas estudantis.

O sentido moral e visto que há manifestos sobre a educação física escolar por ser uma atividade onde nem todos participam porque só os melhores podem participar e os outros ficam de fora e desistem.

O autor defende a ideia de que o clube escolar deveria oferecer tal atividade competitiva num momento extracurricular, para que mais favorecidos possam fazer a atividade, seja por lazer ou para competição, garantindo assim, que todos possam participar e praticar no horário reservado a educação física escolar com o objetivo principal da formação do aluno para seu crescimento cognitivo, motor e afetivo, ou seja, suas habilidades devidamente trabalhadas.

Uma outra visão antagônica esta presente na educação física escolar, em que os professores são participativos, onde suas aulas estimulam a reflexão e a criatividade e a outra, onde se pratica uma ação pedagógica onde os professores são soberanos, não induz a uma reflexão e a criatividade e a outra, onde se pratica uma ação onde os professores são soberanos, não induz a uma reflexão de seus alunos e nem uma atividade ativa, para seu crescimento e auto critica.

Para que os indivíduos sejam capazes de pensar, de falar, de serem democráticos na sociedade, os educadores devem ensina-los a isso, ou seja, dentro da ação pedagógica.

Uma sociedade democrática depende de indivíduos independentes, críticos formadores de opinião e de expressão e para que sejam e para que sejam assim, eles devem ter uma Pedagogia onde suas habilidades são exploradas através de varias atividades que o professor oferece para seus alunos, onde os mesmos possam de melhor maneira explora-las.

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Essa linha pedagógica deve-se ter o cuidado, pois o aluno não pode confundir achando o professor permissivo, e sim um educador que seja orientador criador de questões onde oi aluno tem a liberdade de se expressar.

A educação física escolar deve estar voltada para a constante evolução social com a preocupação de não apenas ensinar o caminho, e sim, fazer com que os alunos possam dividir suas experiências com os professores através de diálogos, para maior independência de seus alunos.

QUESTÕES DO TEXTO

1) Qual o princípio da teoria de Muska Mosston? Defina-o:

R: O princípio básico da sua teoria é a noção do non versus, isto é, para favorecer a independência do aluno através do desenvolvimento dos canais físico, emocional, intelectual e social é fundamental a experimentação dos diferentes tipos de estratégias de ensino diretivas e não diretivas. Cada estratégia favorece apenas alguns daqueles canais de desenvolvimento, o que justifica a utilização de todas as estratégias de ensino.

2) “De nada adianta instrumentalizar as pessoas para uma determinada prática se elas não têm uma concepção definida sobre a situação”. Comente sobre essa afirmação segundo o texto:

R: O texto diz que de nada adianta apresentar sugestões concretas se elas refletem somente a verdade de quem as apresenta. As sugestões para a nossa pratica devem ser construídas, analisadas e decididas por cada um de nós.

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