Drogaria - Apostilas - Biologia, Notas de estudo de Biologia. Centro Universitario Nove de Julho (UNINOVE)
Jose92
Jose9214 de Março de 2013

Drogaria - Apostilas - Biologia, Notas de estudo de Biologia. Centro Universitario Nove de Julho (UNINOVE)

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Apostilas de Biologia sobre o estudo dos requisitos gerais de Boas Práticas a serem observadas na assistência farmacêutica aplicada a aquisição, armazenamento, conservação e dispensação de produtos industrializados em fa...
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Manual de Boas Práticas drogaria

Manual de Boas Práticas

DROGARIA

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OBJETIVO: Estabelecer os requisitos gerais de Boas Práticas a serem observadas na assistência farmacêutica aplicada a aquisição, armazenamento, conservação e dispensação de produtos industrializados em farmácias e drogarias. DEFINIÇÕES: Dispensação: ato de fornecimento e orientação ao consumidor de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos a título remunerado ou não. Especialidade Farmacêutica: produto oriundo da indústria farmacêutica com registro no Ministério da Saúde e disponível no mercado. Drogaria: estabelecimento de dispensação e comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos em suas embalagens originais. Responsável Técnico: profissional habilitado inscrito no Conselho Regional de Farmácia, na forma da lei. Sanitização: conjunto de procedimentos que visam a manutenção das condições de higiene. Produto: substância ou mistura de substâncias naturais (minerais, animais e vegetais) ou de síntese usada com finalidades terapêuticas, profiláticas ou de diagnóstico. Medicamento: produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade: profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico. Medicamento de Referência: produto inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no país, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovados cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro. Medicamento Genérico: medicamento similar a um produto de referência ou inovador, que se pretende ser por este intercambiável, geralmente produzido após expiração ou renúncia da proteção patentária ou de outros direitos de exclusividade, comprovada a sua eficácia, segurança e qualidade, e designado pela DCB ou na sua ausência pela DCI. Medicamento Similar: aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, preventiva ou diagnóstico, do medicamento de referência registrado

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no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipiente, veículos e devendo ser identificado por nome comercial ou marca. Correlato: é toda substância, produto, aparelho ou acessório, cujo uso ou aplicação esteja ligado à defesa e proteção da saúde individual ou coletiva, à higiene pessoal ou de ambientes, ou a fins diagnósticos e analíticos. Armazenamento/estocagem: procedimento que possibilita o estoque ordenado e racional de várias categorias de materiais e produtos. Registro do produto: ato privativo do órgão competente do Ministério da Saúde, destinado a comprovar o direito de fabricação do produto, submetido ao regime de vigilância sanitária. Número de lote: designação impressa na etiqueta de um medicamento e de produtos submetidos ao regime de vigilância sanitária, que permita identificar o lote ou partida a que pertença. Produto descartável: qualquer produto de uso único. Prazo de validade do produto: data limite para utilização de um produto. Embalagem: invólucro, recipiente ou qualquer forma de acondicionamento, removível ou não, destinado a cobrir, empacotar, envasar, proteger ou manter especificamente ou não, os produtos. Rótulo: identificação impressa ou litografada, bem como dizeres pintados ou gravados a fogo, pressão, ou decalco, aplicada diretamente sobre o recipiente, vasilhames, invólucros, envoltórios ou qualquer outro protetor de embalagem. Atenção Farmacêutica: é o compêndio das atitudes, dos comportamentos, dos compromissos, das inquietações, dos valores éticos, das funções, dos conhecimentos, das responsabilidades e das destrezas do farmacêutico na prestação da farmacoterapia, com o objetivo de alcançar resultados terapêuticos definidos na saúde e na qualidade de vida do paciente. Receita: prescrição escrita de medicamento, contendo orientação de uso para paciente, efetuada por profissional legalmente habilitado. Perfuro cortante: instrumento que perfura e corta ao mesmo tempo.

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Anti-sepsia: emprego de substâncias capaz de impedir a ação dos microorganismos pela inativação ou destruição. Correlato: substância, produto, aparelho, cujo uso ou aplicação esteja ligada à defesa e proteção da saúde individual ou coletiva. Assistência Farmacêutica: é o conjunto de ações e serviços que visam assegurar a assistência integral, a promoção, a proteção e a recuperação da saúde nos estabelecimentos públicos ou privados, desempenhados pelo farmacêutico ou sob sua supervisão. QUALIFICAÇÃO E RESPONSABILIDADE DO PESSOAL

 A admissão dos funcionários deve ser precedida de exames médicos.

 O pessoal envolvido com os medicamentos tanto no seu manuseio quanto no seu controle, devem receber treinamentos para estes conhecimentos e experiência para o trabalho ao qual se propõe.

 O Farmacêutico responsável, caso não seja o proprietário do estabelecimento,

necessita receber de seus superiores todo o apoio necessário para um trabalho eficiente, como exigem as boas práticas de dispensação de medicamentos.

 Em caso de suspeita ou confirmação de enfermidade o funcionário deve ser afastado

de suas atividades obedecendo a legislação específica.

 Todos os funcionários devem ser orientados quanto as práticas de higiene pessoal e os uniformes devem estar limpos e em boas condições de uso.

INSTALAÇÕES FÍSICAS

 A drogaria deve ser localizada, projetada e construída com uma infra-estrutura adequada às atividades desenvolvidas.

 O acesso à drogaria deverá ser independente de forma a não permitir a comunicação

com residências ou qualquer outro local distinto do estabelecimento.

 As instalações devem possuir superfícies (piso, parede e teto) lisas e impermeáveis, sem rachaduras, resistentes aos agentes sanitizantes e facilmente laváveis.

 Os ambientes devem ser protegidos contra entrada de insetos e roedores.

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 As condições de ventilação e iluminação devem ser compatíveis com as atividades

desenvolvidas.

 As instalações elétricas devem estar bem conservadas em boas condições de segurança e uso.

 O sanitário deve ser de fácil acesso, mantido em boas condições de limpeza e

possuir pia com água corrente.

 A drogaria deve dispor de local para a guarda de pertences dos funcionários.

 Deve possuir equipamentos de combate a incêndio em quantidade suficiente, conforme legislação específica.

RECEBIMENTO DAS MERCADORIAS

 No ato do recebimento, cada entrega deve ser examinada quanto à respectiva documentação e fisicamente inspecionada para que sejam verificados as condições físicas, rotulagem, tipo, data de fabricação, validade e quantidade.

 Conferir a nota fiscal quanto à razão social, quantidade, preço, condições de

pagamento e se a remessa corresponde a encomendada.

 As empresas produtoras (fabricante ou laboratório) ficam obrigadas a informar, em cada unidade produzida, os itens:

• O nome do produto farmacêutico – nome genérico e comercial (observar a

legislação). • Nome e endereço completo do fabricante com telefone do serviço de

atendimento ao consumidor (SAC). • Nome do responsável técnico, número de inscrição e sigla do Conselho

Regional de Farmácia do seu Estado. • Número de registro no Ministério da Saúde conforme publicação do Diário

Oficial. • Data de fabricação. • Data de validade, esse prazo deve ser no mínimo de um ano para uma maior

rotatividade dos produtos. • Número de lote a que a unidade pertence. • Composição dos produtos farmacêuticos.

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• Peso, volume líquido ou quantidade de unidades se for o caso. • Finalidade, uso e aplicação. • Precauções, cuidados especiais.

Caso haja divergência em um ou mais dos itens acima, não receber os produtos, procedendo da seguinte forma:

• Assinar o canhoto da nota fiscal, devolvendo-a ao entregador. • Encaminhar a nota fiscal conforme orientação da empresa.

ARMAZENAMENTO E CONSERVAÇÃO DO MEDICAMENTO

 Espaço para o fluxo racional de pessoas e matérias, visando reduzir ao mínimo o risco de:

• quebras/contaminações.  As caixas dos medicamentos não devem ser colocadas diretamente no chão.

 Os medicamentos termolábeis devem ser imediatamente guardados quando chegam

na farmácia, e deve-se fazer a verificação da temperatura da geladeira para saber se está ideal. Deve também ser evitado ao máximo, a exposição, desses produtos, a qualquer tipo de luz, evitar exposição direta ao solo e também não permitir o congelamento desses produtos, pois perdem suas atividades farmacológicas.

 Os locais de trabalho devem ser mantidos limpos, isento de pó e contaminação, o

lixo coletado nas dependências deve ser eliminado através de sistemas seguros e higiênicos, sendo depositados em recipientes especiais com tampa e removidos o mais rápido possível, atenção especial deve ser dada ao lixo da sala de injetáveis.

 A área ou local de armazenamento deve ter capacidade suficiente para assegurar a

estocagem ordenada das diversas categorias de produtos.

 Dispor de condições de segurança adequada para o armazenamento de produtos inflamáveis segundo normas técnicas federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal.

 Dispor de local ou sistema de segregação devidamente identificado, fora da área de

dispensação para a guarda de produtos que apresentam comprovadamente irregularidades ou com prazo de validade vencido.

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 Medicamentos violados ou suspeitos de qualquer contaminação devem ser retirados dos estoques comercializáveis, identificados e segregados em áreas totalmente separados de forma a não serem vendidos, por engano e nem contaminarem outras mercadorias.

 Verificar se as condições de transporte foram compatíveis com as condições de

armazenamento necessárias aos medicamentos e produtos.

 Os medicamentos e os produtos devem estar acompanhados dos respectivos prazos de validade, número do lote, número do registro no Ministério da Saúde, bem como se apresentarem com composição especificada e embalagens, bulas e rótulos íntegros.

 É vedado a colocação de etiquetas com novos prazos de validade e/ou número de

lote sobre o prazo de validade e/ou número de lote na embalagem original, bem como a dispensação ao público de produtos e medicamentos com prazo de validade expirado.

 Todos os produtos e medicamentos que apresentem problemas e/ou irregularidades

devem ser retirados da área de dispensação ao público e comunicado ao Serviço de Vigilância Sanitária para as providências cabíveis, em especial aos relacionados para interdição cautelar e/ou inutilização.

 Os medicamentos devem ser armazenados nas estantes, em locais que não receba

luz solar direta.

 Os produtos com prazo de validade vencido ou com avarias poderão segir dois destinos:

• Poderão ser devolvidos ao fornecedor (fabricante ou laboratório), através de nota fiscal de devolução com os dizeres “mercadoria avariada ou mercadoria vencida”, visando o objetivo do descarte.

• Não havendo condições para execução do procedimento acima, o farmacêutico responsável deve dirigir-se a autoridade sanitária competente, para receber orientação quanto ao descarte de tais.

FORNECIMENTO/DISPENSAÇÃO

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 O ato de dispensar produtos farmacêuticos ao público, deve ter suas operações devidamente registradas em documento próprio e disponíveis à autoridade sanitária competente.

 Os saneantes domissanitários, os produtos veterinários, aparelhos e acessórios

devem estar em local específico separados dos demais produtos e medicamentos.

 Verificar a dosagem, via de administração e duração do tratamento, se necessário em caso de dúvida confirmar com o médico.

 Orientar ao paciente o uso adequado do medicamento no momento da dispensação,

colaborar para uso racional do medicamento.

 Registrar a venda do produto, para controle estatístico do estoque e previsão do consumo.

 O programa de informatização do estabelecimento farmacêutico, deve-se prestar ao

setor administrativo da farmácia, registrando todo o histórico de movimentação do produto dispensado.

 No ato da dispensação, é necessário atenção para alguns aspectos importantes:

• Nome do medicamento • Finalidade terapêutica do produto • Posologia • Modo de usar • Precauções • Efeitos colaterais • Interações medicamentosas • Instruções de armazenamento • Esclarecer ao paciente a re-suspensão de medicamentos liofilizados, com

uso de água fervida ou filtrada. • Assegurar que o paciente tenha sido esclarecido corretamente e com

respeito.

 Construir um sistema de informação e material educativo sobre medicamentos para pesquisa caso necessário.

 Alertar o paciente sobre auto-medicação e suas conseqüências.

 Cadastrar no livro de injetáveis todo o receituário dispensado para este fim.

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APLICAÇÂO DE INJETÁVEIS Para a prestação de serviços de aplicação de injeções a drogaria deve dispor de:

 Local separado, adequado e equipado para aplicação de injetáveis com acesso independente de forma a não servir de passagem para outras áreas.

 Instalações em condições higiênico-sanitárias e em bom estado de conservação.

 Profissionais legalmente habilitados para realização dos procedimentos.

 Condições para o descarte de perfuro-cortantes de forma adequada com vistas a

evitar riscos de acidentes e contaminação, bem como, dos outros resíduos resultantes da aplicação de injetáveis.

 Os medicamentos só devem ser administrados mediante prescrição de profissional

habilitado.

 Na aplicação dos medicamentos injetáveis não poderão existir dúvidas quanto a qualidade do produto a ser administrado e caso o medicamento apresentar características diferenciadas como cor, odor, turvação ou presença de corpo estranho no interior do medicamento, o mesmo não deverá ser administrado, devendo o profissional notificar os serviços de Vigilância Sanitária.

MEDICAMENTOS GENÉRICOS É dever dos farmacêuticos responsáveis técnicos por drogarias:

 Esclarecer ao usuário sobre a existência do medicamento genérico, substituindo, se for o caso, o medicamento prescrito exclusivamente pelo medicamento genérico correspondente, salvo restrições expressas de próprio punho consignadas no documento pelo profissional prescritor.

 Indicar, no verso da prescrição a substituição realizada, citando o nome genérico do

medicamento e a indústria produtora, apondo o carimbo que conste seu nome e número de inscrição no CRF, local e data, assinando a declaração.

 No ato da dispensação explicar detalhadamente ao paciente sobre a utilização do

medicamento, fornecendo toda a orientação necessária ao seu consumo racional.

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 Informar ao paciente e ao prescritor sobre a existência ou não de medicamentos

genéricos, diferenciando-os dos similares. ALIMENTOS O farmacêutico poderá dispensar as seguintes categorias de alimentos:

I. Os alimentos para fins especiais, regulamentados por legislação específica vigente, abaixo especificados:

a. Alimentos para dietas com restrição de nutrientes:

 Alimentos com restrição de carboidratos (adoçantes dietéticos e isentos de açúcares).

 Alimentos para dietas com restrição de gorduras.  Alimentos para dietas com restrição de proteínas (fenilcetonúria).  Alimentos para dietas com restrição de sódio.

b. Alimentos para ingestão controlada de nutrientes:

 Alimentos para controle de peso.  Alimentos para praticantes de atividades físicas.  Alimentos para dietas de nutrição enteral.  Alimentos para dietas de ingestão controlada de açúcares.

c. Alimentos para grupos populacionais

 Alimentos para lactentes, sucedâneos do leite materno (leite em pó modificado/ leite em pó integral)

 Complementos alimentares para gestantes e nutrizes.  Alimentos idosos.

d. Outros alimentos específicos:

 Suplementos vitamínicos e/ou minerais.  Sucedâneos do sal.  Alimentos ricos em fibras.  Alimentos funcionais.  Mel e derivados.  Chás aromáticos.

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 Reconstituidores da flora intestinal liofilizados.

O farmacêutico não poderá permitir a dispensação nas farmácias e drogarias dos seguintes alimentos:

1. Alimentos convencionais e bebidas em geral, “in natura” e/ou industrializados. 2. Refrigerantes dietéticos.

3. Leites pasteurizados, esterilizados, e outros derivados do leite na forma líquida.

4. Alimentos para fins especiais não incluídos na Lei de Vigilância Sanitária.

5. Alimentos convencionais modificados como: baixo teor, reduzido teor, alto teor,

fonte de, ou low, light, rich or high, souce.

Deverão ser observados os seguintes procedimentos quanto a guarda e dispensação dos alimentos facultados pela legislação:

1. Os alimentos devem ter registro no Ministério competente. 2. Devem estar separados dos demais produtos e medicamentos. 3. Os produtos devem obedecer a rotulagem da legislação específica. 4. Devem estar em unidades pré-embaladas sendo vedado o seu fracionamento.

5. Os consumidores devem ser orientados quanto as diferenças, indicações e riscos do

uso destes alimentos. CORRELATOS Os correlatos vendidos em drogarias são:

 Produtos dietéticos: adoçantes na forma de pó e líquido.  Artigos médicos e hospitalares: coletor descartável de fezes e urina, protetor para

seios, suspensório escrotal, ducha ginecológica, produtos para teste de gravidez, termômetros, bolsas d’água, etc.

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 Produtos de higiene pessoal: absorventes higiênicos internos e externos, creme

dental, sabonetes, talco, escova de dente, etc.

 Perfumaria: xampus, esmaltes, condicionadores, tinturas de cabelos, etc.

 Produtos diversos: fraldas descartáveis para adultos e crianças, lenços umedecidos, luvas de borracha, pente para cabelos, alicate de unha e cutícula, cortador de unhas, entre outros.

PRODUTOS DE VENDA LIVRE

Os produtos de venda livre não apresentam seus preços tabelados, ou seja, não é fixado um valor máximo de venda ao consumidor. O valor cobrado sofre uma variação de drogaria para drogaria.

Esses produtos não dependem de prescrição médica e sua venda é autorizada em hotéis, bares, restaurantes, etc... Alguns exemplos:

 Cotonetes

 Algodão

 Absorventes Higiênicos

 Esparadrapos

 Ataduras

 Compressas

 Merthiolate

 Preservativos

 Analgésicos

 Antitérmicos

 Antiácidos

COMUNICAÇÃO NO ATENDIMENTO Existem inúmeros tipos de pacientes/clientes. Ao se comunicar procure:

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 Usar uma linguagem clara e objetiva.  Pergunte seu nome e procure chamá-lo pelo nome.

 Faça somente perguntas claras e objetivas.

 Saiba ouvir com atenção e demonstrar confiança e interesse evitando displicência

ou desatenção.

 Nunca interrompa sua fala.

 Mantenha um sorriso cordial e sincero durante o atendimento e seja honesto.

 É necessário manter uma aparência saudável e asseio corporal, se possível uso de jalecos ou avental.

PARA ATENDER BEM É NECESSÁRIO

 Desenvolver sua habilidade pessoal.  Conhecer bem a empresa e o trabalho a ser desenvolvido.

 Manter a calma em qualquer situação, mesmo que o cliente se descontrole.

 Saber ouvir é indispensável para quem atende ao público, pois olhar, acompanhar as

ponderações e necessidades do interlocutor são importantes requisitos para identificar o tipo de cliente e atendê-lo da forma mais conveniente possível.

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