DST - Apostilas - Ginecologia_Parte3, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)
Pipoqueiro
Pipoqueiro11 de Março de 2013

DST - Apostilas - Ginecologia_Parte3, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)

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Apostilas de Ginecologia sobre o estudo das DST, candidíase, popavavirus, grupos, quadro clínico, diagnóstico, tratamento.
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Apresentação do PowerPoint

DST CANDIDÍASE

Agente Etiológico: Papilomavírus humano (HPV) DST de alta infectividade Transmissão:

- portadores assintomáticos - iatrogênica (espéculos e luvas mal esterilizados) - fômites - auto-inoculação (explica a disseminação locorregional)

Relação do HPV com carcinomas, sobretudo da linhagem epidermóide, no trato genital inferior.

Divididos em três grupos de acordo com o potencial oncogênico:

HPV de baixo risco: 6,11,42,43,44.

HPV de médio potencial oncogênico: 31,33,35,51,52,58.

HPV de alto risco: 16,18,45,56.

Período de incubação: entre 3 semanas e 8 meses (2-3 meses)

Quadro Clínico / Diagnóstico

3 formas de apresentação: clínica

subclínica latente

I- Forma Clínica:

CONDILOMAS ACUMINADOS verrugas ou pequenas tumorações sésseis, de superfície irregular, espiculada, sobretudo no intróito vaginal, pequenos e grandes lábios e regiões perineal e perianal.

Na maioria das vezes múltiplas e algo mais escuras que a pele normal ao redor.

Na mucosa são ligeiramente hiperêmicas e tornam-se sensivelmente esbranquiçadas após aplicação de ácido acético.

Condiloma gigante em vulva ( tumor de Buschke-Löwenstein)

II- Forma Subclínica:

Por definição: diagnóstico com auxílio da colposcopia: - microcondilomas acuminados - condiloma plano viral → caracteriza-se por áreas

esbranquiçadas, de limites relativamente nítidos, situados quase sempre sobre o epitélio escamoso, de preferência a zona de transformação. Sob ampliação, mosaicos, pontilhados, leucoplasias ou áreas de epitélio aceto-branco.

- vaginite condilomatosa → minúsculas micropapilas pontiagudas ocupando áreas mais ou menos extensas da parede vaginal; geralmente aceto-brancas.

II- Forma Subclínica (cont):

Citologia: Alterações celulares clássicas do HPV: Coilocitose → célula patognomônica: COILÓCITO: célula grande,

superficial ou intermediária, com citoplasma claro e transparente, núcleo pequeno, irregular e hipercromático

Disceratose forte eosinofilia citoplasmática em células menores que as intermediárias normais, núcleos pequenos, densos, hipercromáticos.

Bi ou multinucleação hipercromasia nuclear clareamento citoplasmático

II- Forma Subclínica (cont):

Anátomo-patológico: coilocitose, disceratose, bi ou multinucleação, hipercromasia nuclear, clareamento citoplasmático com hiperplasia epitelial e queratinização

Em mulheres jovens, esfregaços ou biópsias que denotem atipias nucleares em células endocervicais glandulares, devem ser considerados suspeitos de HPV.

III- Forma Latente

mais freqüente não é diagnosticável pelos métodos convencionais.

PCR → é possível detectar o vírus, mesmo se existir em pouca quantidade, e o tipo viral

hibridização molecular recombinante.

Mecanismos imunológicos do hospedeiro → grande importância na involução da doença. 1/3 dos casos têm remissão espontânea em 6 meses.

Restringe-se à destruição das áreas acometidas:

Ác. tricloroacético (TCA) a 50, 70 ou 80%:

 Pode ser usado em pele e mucosa  aplicado 1x/sem, sob colposcopia, até o total desaparecimento das lesões – após 4 a 5 aplicações.  Pode ser usado em áreas extensas e em gestantes

Podofilina a 25% em solução oleosa: - só pode ser usado sobre a pele - deve ser lavado após 4 a 6 h com sabão neutro - Reavaliar após 1 sem, se necessário aplicar por mais 4 ou 5

vezes. - eficácia 50% - Não pode ser usado em gestantes

Cirurgia - para formas vegetantes extensas principalmente vulvares - contra-indicado na gestação

Controle citológico e colposcópico rigorosos

Vacina contra o HPV

A presença das proteínas (L1 e L2) do capsídeo induzem a produção de anticorpos com uma resposta neutralizadora dos vírus.

A vacina quadrivalente é uma mistura de 4 estruturas recombinantes semelhantes ao vírus de tipos específicos de HPV, consistindo de proteínas do capsídeo principal L1 dos papilomavírus humanos (tipos 6, 11, 16 e 18)

Indicações:

 de rotina para meninas entre 11-12 anos (pode ser administrada a partir dos 9 anos)

 em meninas e mulheres entre 13 e 26 anos que não receberam ou que não completaram o esquema vacinal.

Ideal ser administrada antes do início da atividade sexual.

Ainda não estão disponíveis estudos sobre a eficácia e os benefícios diretos e indiretos da vacinação nos indivíduos do sexo masculino.

Eficácia:

Em mulheres entre 16 e 26 anos, sem infecção prévia, aproximadamente 100% na prevenção das lesões de neoplasia cervical, vulva, vagina e verrugas genitais causadas pelos quatro tipos do HPV presentes na vacina.

Tempo de proteção:

Ainda não está esclarecida. Estudos prospectivos, em andamento, demonstram que a

vacina é eficaz por pelo menos cinco anos.

Esquema recomendado

Deve ser administrada por via intramuscular no deltóide em três doses de 0,5 ml, separadas de acordo com o seguinte esquema:

- primeira dose: na data escolhida; - segunda dose: 2 meses após a primeira dose; - terceira dose: 6 meses após a primeira dose;

Doses adicionais não estão recomendadas.

Organização Mundial de Saúde. “Vacinas contra o papilomavírus”. Organização Mundial de Saúde; 2001. (http://www.who.int/vaccines/en/hpvrd.shtml/shtml). Organização Mundial de Saúde. “Pesquisa e desenvolvimento de vacinas de ultima geração: Iniciativa para pesquisa em vacinas”. Genebra, Suíça: Organização Mundial de Saúde; 2003;1–74.

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