DST - Apostilas - Ginecologia_Parte4, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)
Pipoqueiro
Pipoqueiro11 de Março de 2013

DST - Apostilas - Ginecologia_Parte4, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)

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Apostilas de Ginecologia sobre o estudo das DST, herpersvírus genital, epidemiologia, fisiopatologia, quadro clínico, sintomas.
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Apresentação do PowerPoint

Agente etiológico: Herpesvirus hominis (HSV).

HSV-1 → herpes labial, gengivo-estomatite, eczema herpético, ceratoconjuntivite, panarícios, etc.

HSV-2 → herpes genital em 80 % das vezes (20% HSV-1) e em outras localizações.

Epidemiologia

Infecção inicial → entre 18 e 25 anos (início da vida sexual) Transmissão: Contato sexual com parceiro infectado ou orogenital com pessoa portadora de herpes labial em atividade.

 Auto-inoculação/ inoculação direta(profissionais de saúde)  Gotículas respiratórias ou aerossóis  Alimentos ou água contaminados com fezes  Tecidos e fluidos corpóreos (sangue, saliva, urina sêmen,

secreções genitais ou órgãos transplantados).

Fisiopatologia:

Destruição das céls epidérmicas infectadas; Penetração do vírus nas terminações nervosas sensoriais ou autonômicas e migração para as raízes ganglionares onde se torna latente.

Este processo leva de 15 a 20 dias antes q ocorra a reepitelização.

Lesões permanecem infectantes por, pelo menos, 10 a 12 dias.

Quadro Clínico

Anamnese: Práticas sexuais das pac. Período de incubação: 1 a 26 dias (em média 7)

Sintomas gerais:

Cefaléia Febre mialgia

Complicados meningite encefalite

retenção urinária disúria

Sintomas locais:

prurido dor disúria corrimento genital vesículas dolorosas, agrupadas

que podem evoluir p/ úlceras ou pústulas.

linfadenopatia inguinal dolorosa.

vesículas

II – Infeção Recorrente:

 fatores psicológicos, sexuais, emocionais  traumatismos da pele  menstruação  infecção concorrente  estresse  fadiga  raios UV

Diagnóstico Clínico

Diagnóstico Laboratorial:

Citologia: material colhido de vesículas ou margens de úlceras ou crostas. Histologia: alterações típicas: infiltração de linfócitos e neutrófilos - qdo a

epiderme está intacta. Se a lesão progride, há degeneração celular, acantólise, multinucleação, inclusões eosinofílicas nucleares e o citoplasma torna-se também eosinofílico. Cultura. Material colhido por swab em lesões recentes → é o meio efetivo para o diagnóstico. Líquido retirado através de pipetas contém o vírus. Sorologia. Não é recomendada PCR. Rápida e específica; pode ser extremamente sensível para a presença do vírus.

Diagnóstico Diferencial

! Cancróide ! Sífilis. Os testes sorológicos invariavelmente são positivos na

sífilis secundária, devendo ser realizados em qualquer lesão genital, pois as DSTs podem co-existir.

! Úlceras genitais traumáticas. Têm bordas angulares diferentes das bordas em concha marinha vistas nas lesões do herpes. ! Dermatite de contato. As vesículas e erosões devem ser raspadas p/ citologia e culturas virais. ! Impetigo, pênfigo, penfigóide, pênfigo benigno familiar, dç de

Darier, Sd de Behcet e Dç de Crohn.

Tratamento

Objetivo: reduzir a frequência e a severidade dos episódios.

Acyclovir 200 mg VO 5 X/dia, por 5 dias (o tópico não tem efeito nos sintomas sistêmicos).

Valaciclovir 1g VO 8/8 h- 7 dias.

Fanciclovir 250mg VO 8/8 h – 7 dias.

HIV – retrovírus que contamina células de defesa do organismo.

Tempo de progressão da doença variável (cerca de 10 anos)

Na mulher: transmissão heterossexual; 4 vezes mais susceptível do que o homem

Diagnóstico

O anti-HIV deveria ser oferecido a todas as pacientes com:  outras DSTs  infecção herpética prolongada  candidíase vaginal refratária  condiloma acuminado disseminado.

Só deve ser realizado com o consentimento da paciente e aconselhamento. Resultado sigiloso

Diagnóstico

dois ELISA  e WESTERN-BLOT  : soropositivo

dois ELISA  e WESTERN-BLOT : soronegativo

Recomendações do CDC para mulheres HIV

 Vigilância ginecológica mais intensa: semestral  Preventivo semestral no 1° ano. Se normais, anualmente.  Boa orientação anticoncepcional (preservativos e mudança comportamental)  Bom acompanhamento pré-natal  Candidíase e herpes – terapia supressiva na recidiva  Sífilis – VDRL 1, 2, 3, 6, 9 e 12 meses após tratamento convencional (maior risco de neurossífilis). Se houver aumento dos títulos reiniciar o tratamento.  HPV – abordagem agressiva (progressão para neoplasia anogenital)

Tratamento

Drogas anti-retrovirais difundem-se em concentrações sub-ótimas no trato genital feminino, podendo levar ao desenvolvimento de resistência viral. Por isso mulheres em tratamento podem continuar a transmitir o vírus.

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