Economia Cafeeira - resumo de livro - Historia, Notas de estudo de História. Universidade do Vale do Sapucaí
Reginaldo85
Reginaldo851 de Março de 2013

Economia Cafeeira - resumo de livro - Historia, Notas de estudo de História. Universidade do Vale do Sapucaí

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Resumo do livro História do Brasil : A Economia Cafeeira. O tráfico de escravos, modernização capitalista, início da grande imigração.
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A economia cafeeira

Fichamento de livro – História do Brasil

A Economia Cafeeira

Fichamento

A economia cafeeira

O autor inicia o tópico falando da introdução da cultura de café no Brasil, dos

fatores que propiciaram o cultivo em áreas específicas, o sistema de trabalho

empregado e os que se dispuseram a fazê-lo.

Relata os procedimentos para com o produto, desde o plantio e colheita,

beneficiamento e transporte. Cita a importância do comissário como intermediário

entre os produtores e compradores do café, e da Inglaterra como principal credora

do Brasil.

A relação entre o poder de estado e a elite rural é vista como sendo favorável à

estes na maioria das vezes, sendo agraciados com benefícios.

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O tráfico de escravos

É feito um breve histórico da extinção do tráfico, com as pressões inglesas e os

tratados proibitivos de importação, as leis cada vez mais eficazes o ressentimento

contra o poder dos traficantes. No fim efetivo do tráfico, são levantados os

problemas de gradual substituição de mão-de-obra, e como solução encontrada a

vinda de imigrantes europeus e a Lei de Terras que impedia o acesso deles às

terras públicas.

Modernização Capitalista

Os novos negócios são mostrados como resultado da liberação de capitais

após o fim da importação de escravos, numa inovação de material e trabalho que

colocava o país no caminho da modernidade.

Como exemplo de personalidade empreendedora é citado o Barão de Mauá,

trabalhou, aplicou capitais e financiou projetos de acordo com vigente modelo

capitalista.

De acordo com a importância dos produtos de exportação, o café e o açúcar,

era imprescindível que a modernização se desse nos meios de transporte, o que é

demonstrado pela implantação das ferrovias que ligava as maiores áreas

produtoras aos principais portos.

Expansão cafeeira no Oeste Paulista

O início de uma das maiores áreas produtoras de café é colocado a partir da

substituição da cana em decadência, nas vastas terras sem exploração pelo

estado. A construção da ferrovia financiada por companhias inglesas também é

mostrada com sendo influente para a facilitação do transporte e estabelecimento

da região como centro produtor.

Em comparação com a região do oeste paulista é citada a trajetória da

produção de café no Vale do Paraíba, que declinou devido à pouca disponibilidade

de terras que logo as arrasava.

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Como outros fatores que impulsionaram o oeste paulista, são citadas as

condições de solo e clima, a introdução de novas tecnologias para o preparo do

café e o momento histórico, em que o oeste paulista já estava se adaptando à

novas formas de trabalho.

Decorrente desse desenvolvimento paulista é visto a origem de classes

distintas, a chamada burguesia do café que crescia conforme a economia

capitalista de acumulação de capitais, e também o aparecimento de núcleos

urbanos, centros de produção e consumo material.

A diferença entre os grupos sociais do Vale do Paraíba e do Oeste Paulista é

mostrada como sendo em função de realidades diferentes, partindo de projetos

comuns. O autor tenta demonstrar os aspectos condicionantes que fizeram essa

diferença entre os dois. O produtor do vale é geralmente visto como o “aristocrata

decadente” e o paulista como “burguês empreendedor”.

A utilização de diferentes mãos-de-obra é um dos fatores que os diferencia,

com o imigrante sendo utilizado na produção paulista após a queda do tráfico e a

consequente transferência interprovincial de escravos.

Início da grande imigração

Antes de entrar na questão da imigração, são citados os motivos pelos quais o

trabalho livre não teria sido implantado com os trabalhadores nacionais; entre eles,

está o preconceito dos fazendeiros em se dispor a pagar pelo serviço que sempre

tiveram como obrigatório, e os escravos em se dispor a continuar numa

situação semelhante à anterior.

A argumentação racista em voga à época que desvalorizava o trabalhador

negro também é citada como influente, sendo necessário à salvação do país a

“europeização” do povo pela introdução de imigrantes.Sendo assim, a massa de

trabalhadores livres brasileiros seguia para o N-NE ou ficava no abandono.

O sistema inicialmente usado foi o de parcerias, em que era feita a divisão

entre o trabalhador e o proprietário entre lucros e prejuízos. Essa experiência não

foi muito bem sucedida pelo descontentamento com as condições de vida dos

trabalhadores, como é demonstrada pela rebelião na fazenda Ibicaba.

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Uma segunda tentativa é mostrada com o apoio do governo, como prova da

ligação entre a política e os fazendeiros e sua importância financeira. O governo

se dispunha a subsidiar a vinda de imigrantes, em contraposição à má imagem

que vinha sendo feita do trabalho no Brasil pelos países europeus.

Afinal, citada as sociedades particulares que tomaram maiores providencias

para atrair imigrantes, como os folhetos distribuídos citando as vantagens de

trabalho. Entre essas vantagens de pagamento e moradia, aliaram-se as crises da

unificação italiana, que favoreceram o grande afluxo de imigrantes de

trabalhadores do campo para o Brasil, e puderam ser utilizados na colheita do

café.

FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 1998.

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comentários (1)
romario.ezequiel
Universidade de Itaúna (UIT)
há 6 meses
http://www.docsity.com/pt/Economia_Cafeeira_-_resumo_de_livro_-_Historia_pdf/266359/
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