Etica crista ana caroline valadares, Exercícios de Cultura. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
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anablue130 de Abril de 2016

Etica crista ana caroline valadares, Exercícios de Cultura. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)

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Relacionando o comunismo com a Ética da Libertação

Ana Caroline Valadares

Ética Cristã

Rio de Janeiro 2016

Aluna: Ana Caroline Valadares de Azevedo Disciplina: CRE1141 – Ética Cristã Turma: 4TB

■ O que é Ética?

A ética é um conjunto de regras e lições de ordem valorativa e moral de um indivíduo, de um grupo social ou de uma sociedade. Profundamente marcada pelas inovações da ciência, da técnica e da industrialização que mudaram toda a estrutura da terra. Possui uma laicização, no sentido em que seu debate esta ao alcance de todos em relação aos problemas morais. A ética sofreu mudanças desde a época em que o homem era um ser meramente natural e reinava

sobre a natureza até a modernidade, questões relativas à vida humada a fizeram mudar seu foco para responder questões que antes eram facilmente respondidas. Vivemos em um mundo pluralista e um só paradigma ético não da conta interpretar os variados aspectos da realidade. O papel da ética é desafiado a partir do momento em que procura encontrar um ponto de partida novo, abrangente e capaz de interpretar o homem, o universo e a terra em suas novas cincunstancias. Ela se torna macro, se tornando de espera publica. A ética em si não parte do nada cultural e sim pela historia dos comportamentos humanos do passado. Há uma transição importante entre todas as teorias éticas de todos os tempos. O passado se torna uma reserva que atua sobre as concepções contemporâneas. Ela nasce dessa experiência da humanidade. Posso dizer que a ética está presente no nosso cotidiano o tempo todo, seja nas decisões familiares, políticas, ou no trabalho. Além de nos abrir para objetivos mais amplos. O coletivo vale a pena. E é nisso que esta a ética de cada pessoa, em poder se unir aos outros e lutar para que seja interesse de todos e não só individual.

■ Ética da Libertação

Trata-se de um paradigma ético que se afirma nos países periféricos, especialmente na America Latina. O cenário que se faz são de povos são marcados por opressões sociais seculares. Indios massacrados desde a descoberta do continente, negros feitos de escravos e mulheres marginalizadas. Mas recentemente, confirmam-se casos de indivíduos sendo discriminados por razões sexuais. Assalariados e desempregados são os novos escravos de nossa época.

A ética da libertação prega a libertação do homem de algo que o tenha mantido preso e escravo, alem de visar uma sociedade baseada em justiça e igualdade. É um paradigma que aborda e avalia soluções para os problemas de ética publica na estruturas políticas. Estuda a realidade vivida pelos indivíduos oprimidos e excluídos da partição dos bens materiais e culturais pelas estruturas políticas a que estão submetidos, alem de discutir sobre os caminhos que a sociedade deve percorrer para alcançar a liberdade e cria iniciativas para o coletivo em construir uma nova história sem indivíduos excluídos e marginalizados.

Por seus objetivos, a ética da libertação não esta de acordo com o conformismo, que defende a passividade e a capitulação das pessoas e nem com a chamada ética das normas, que possui uma lista de preceitos negativos (não roubar, não matar e afins) e positivos ( adorar a Deus, amar o próximo) considerados aqui abstratos e desvinculados da realidade imediata. Pois, isto vai em contramão ao que satisfaz essa ética.

Em resumo, ela prega o engajamento dos indivíduos e seu valor como pessoa ativa e construtora da nova sociedade. Prega assim, a participação social como uma postura ética, denuncia as estruturas opressoras, nega por inteiro o sistema social em que vivemos e assume uma posição em que volta a articular a sociedade. Porém, essa libertação demora certo período e requer um longo processo de conscientização (de grupos, sindicatos, particos e associações), pois somente aos poucos é que o individuo descobrem-se sujeitos ativos na historia e vêem que o lugar social em que ocupam pode ser mudado conforme a tranformação das estruturas sócio-politicas. A sociedade deve ser justa para que todos que nela vivem possam viver bem e melhor. Ou seja, viver em uma ordem social justa que abrange todos os cidadãos sem tolerar a exclusão e a marginalização.

Esse modelo de ética proucura cobrir nações e regiões continentais e assume três princípios para sua formulação primeira:

1 – A valorização dos indivíduos reconhecendo todos os seus direitos humanos; 2 – Uma correta distribuição dos bens produzidos pela sociedade, onde todos tenham acesso, a partir dos mais desfavorecidos; 3 – Garantir todas as condições de progresso e desenvolvimento técnico e cultural.

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