Evolução do Atomo - Apostilas - Quimica, Notas de estudo de Química. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
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Maraca1 de Março de 2013

Evolução do Atomo - Apostilas - Quimica, Notas de estudo de Química. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

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Apostilas sobre o conceito de átomo, definição, fatos, evolução.
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1. TERMOS NOVOS

1. BÓSON – são partículas que possuem spin inteiro, essas promovem interações entre outras particulas.

2. ESCOPO - (latim scopus, -i, do grego skopós, -oú, observador, espião, vigilante) s. m. Alvo, mira. Objectivo! Objetivo que se pretende atingir. = desígnio, fim, intuito, propósito Limite ou abrangência de uma operação (ex.: ainda não definiram o escopo da campanha).

3. FÉRMION – partículas de spin semi-inteiro, alguns exemplos são os eletrons, os protons e os neutrons.

4. HÁDRON - Hádrom é um conjunto de partículas formadas por partículas bem elementares, que se unem através dos quarks.

5. ÍNFIMO - superlativo de ínfero. O mais baixo. Último. O mais inferior.

6. LÉPTONS – os léptons basicamente não possuem massa ( Lépton do grego Leve). Um elemento básico que está na *família* dos léptons são os elétrons.

7. MUON - partícula elementar semi-estável com carga eléctrica negativa e spin de ½ , familia dos léptons.

8. NEUTRINO - partícula fundamental, é a associado ao elétron, ao tau e ao múon. o mesmos não possue carga elétrica.

9. QUARKS – Quark é um dos dois elementos *básicos* (na física de partículas), que formam a matéria. O Outro elemento chama-se lépton.

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10. TAU - partícula elementar semi-estável com carga eléctrica negativa e spin de ½ , familia dos léptons.

Palavras-chave: átomo, evolução do atomismo, nuclear.

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1. PRINCIPAIS IDÉIAS

O termo "átomo" é uma expressão errada. Por que? Em grego a palavra átomo ("atomon") significa "que não pode ser dividido". Mas as entidades que nós chamamos de átomos são feitas de partículas mais fundamentais. É o que vamos acompanhar a evolução do modelo até essas partículas.

Abaixo segue os fatos que propuseram tal idéia a qual o texto apresenta: à evolução do átomo.

• O conceito átomo foi introduzido por Leucipo e em seus detalhes por Demócrito: aceitaram e postularam a existência do vazio e a existência de inúmeros elementos em movimento perpétuo no vazio: o átomo (século IV a.C).

• Em 1803, surge o primeiro modelo cientifico. Dalton propôs em seu modelo a matéria é composta de partículas indivisíveis átomos; todos os átomos de um elemento são idênticos; uma reação química se trata apenas de um rearranjo dos átomos de um conjunto para outro.

• O modelo atômico de Dalton, era compatível com as leis de Lavoisier - "Numa reação química que ocorre em sistema fechado, a massa total antes da reação é igual à massa total após a reação” ; e de Proust - as massas dos reagentes e produtos participantes de uma reação mantêm uma proporção constante.

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• Avogadro introduziu o conceito de molécula, descobrindo que em pressão e temperatura constante, o volume de um gás é diretamente proporcional ao número de moles de gás presente.

• Mendeleiev classificou e organizou os elementos, por ordem crescente de massa atômica e propriedades semelhantes dos elementos, nasce a tabela periódica.

• No século XIX, Michael Faraday estabeleceu algumas relações quantitativas com a eletrólise - (1) que a quantidade de substância produzida pela eletrólise é proporcional à quantidade de eletricidade utilizada e (2) que para uma dada quantidade de eletricidade a quantidade de substância produzida é proporcional à sua massa equivalente.

• Thomson usou um tubo de raios catódicos similares aos de televisão usados hoje, para medir a razão entre a carga e a massa de um elétron.

• A carga do elétron foi medida por Millikan em 1909, constatou que a carga do elétron é uma constante fundamental a natureza.

• Rutherford descobriu o núcleo atômico - o átomo é neutro possui um núcleo que neutraliza os elétrons das camadas externas.

• Chadvick confirmou a idéia de Rutherford que os prótons contribuíam com apenas metade da massa do átomo, descoberta do nêutron (1932).

Através das descobertas dos cientistas citados acima, foi possível um aperfeiçoamento do modelo atômico:

• Bohr aperfeiçoou o modelo atômico de Rutherford, explicando o movimento dos elétrons em orbitais circulares em torno do núcleo em diferentes níveis de energia.

• Broglie evidenciou a dualidade onda-partícula da matéria através de suas leis magnetismo e mecânica.

• O conceito ondulatório das partículas levou Erwin Schrödinger a desenvolver uma equação de onda para descrever as propriedades ondulatórias de uma partícula e, mais concretamente, o comportamento ondulatório do elétron no átomo de hidrogênio.

Chegamos ao modelo atômico atual, quarks e léptons as partículas elementares. A descoberta do nêutron proporcionou, a descoberta de muitas outras partícula

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3. DEFINIÇÕES / FATOS

Para que o texto seja enxergado com mais detalhes,vou citar algumas das experiências que ajudaram a formação do novo modelo atômico.

John Dalton acreditava no átomo indivisível, retomando as definições dos antigos atomistas gregos. Os átomos são partículas reais, não-contínuas e indivisíveis de matéria, e permanecem inalterados nas reações químicas. Estes átomos de um mesmo elemento não são iguais entre si: eles são elementos diferentes; são diferentes entre si na formação dos compostos, os átomos entram em proporções numéricas fixas de 2:3, 2:5 etc.; o peso do composto é igual à soma dos pesos dos átomos dos elementos que o constituem.

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Essa idéia prevalece até 1921, quando são descobertos os isótopos átomos de um mesmo elemento com massas diferentes.

Em 1834, Faraday procedeu a uma série de experiências e mostrou que uma transformação química pode ser causada pela passagem de eletricidade por meio de soluções aquosas de compostos químicos, o que culminou com o estabelecimento das leis da eletrólise.

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A primeira delas diz que “a massa de substância decomposta pela eletrólise é proporcional à quantidade de eletricidade que atravessa o eletrólito” e a segunda, que “as massas de diferentes substâncias libertadas pela mesma quantidade de eletricidade são proporcionais aos respectivos equivalentes-grama”. Denominou-se “faraday” a quantidade de eletricidade necessária para libertar um equivalente-grama de qualquer substância.

Mendeleiev iniciou sua pesquisa sobre a periodicidade dos elementos ao iniciar seu trabalho como professor na Universidade de São Petersburgo. Mendeleev começou a colecionar todas as informações sobre os elementos conhecidos na época. Os dados eram anotados em cartões, que eram fixados na parede de seu laboratório e, conforme observava alguma semelhança, mudava a posição dos cartões.

Esse quebra-cabeça deu origem a uma Tabela Periódica, na qual os elementos foram dispostos em filas horizontais, de acordo com as massas atômicas crescentes, e colunas verticais, com elementos de propriedades semelhantes.

Em 1869 Mendeleiev apresentou à comunidade científica a sua lei periódica dos elementos. Sentindo-se muito seguro da validade de sua classificação, Mendeleiev deixou posições vazias na sua tabela, dedicada a elementos que eram desconhecidos. Predisse, com uma precisão surpreendente, as propriedades dos mesmos quando viessem a ser conhecidos. Para isso utilizou como base as propriedades dos elementos vizinhos.

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Experiência feita por Thomson, para determinação da razão entre a massa e a carga do elétron. Tubo de Raios catódicos

• Consideremos um tubo de vidro contendo gás no seu interior e munido de dois eletrodos. Quando o tubo contém gás sob pressão normal, verifica-se que não há descarga elétrica no seu interior (não há emissão de luz), mesmo quando aplica nos eletrodos uma diferença de potência da ordem de 104 volts (10.000 volts).

• Rarefazendo-se progressivamente, ou seja, diminuindo-se a pressão progressivamente no gás, por meio de bomba de vácuo, até atingir a pressão da ordem de 10 mmHg, aparece um fluxo luminoso partindo do cátodo e dirigindo-se ao ânodo.

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• Continuando a rarefação (diminuindo a pressão sob o gás ) até atingir aproximadamente 1 mmHg, a luminosidade passa a diminuir. Quando a pressão for da ordem de 10-2 mmHg, desaparecerá o feixe luminoso, permanecendo apenas uma mancha luminosa na parede do tubo oposta ao cátodo.

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Esta experiência mostra que "alguma coisa" sai do cátodo, sendo por isso chamada de raio catódico. Para produzir descargas elétricas em alto vácuo, utilizam-se tubos especiais denominados ampolas de Crookes, com as quais se consegue reduzir a pressão interna ( rarefazer ) até 10-9 atm ( vácuo praticamente perfeito ).

Com o aparecimento da ampola de Crookes, Thomson pesquisou e, chegando às seguintes conclusões:

• Os raios catódicos são perpendiculares ("fazem 90º" ) à superfície do cátodo e a direção deles não depende da posição do ânodo na ampola. Com a colocação de um anteparo interceptando os raios catódicos, nota-se o aparecimento de sua sombra na parede da ampola, o que evidencia que os raios catódicos se propagam em linha reta.

• Os raios catódicos são desviados por um campo elétrico e magnético, o que evidencia que são constituídos de partículas com carga elétrica; pelo sentido do desvio, conclui-se que são partículas eletricamente negativas.

Thomson concluiu que os raios catódicos se compunham de elétrons, ou seja, de pequenas partículas carregadas de eletricidade negativas associadas aos átomos constituintes do cátodo. Assim, ficou provado, experimentalmente, que a matéria é constituída de elétrons.

Com essa conclusão Thomson concebeu seu modelo atômico em 1904,o átomo é constituído por uma esfera de carga eléctrica positiva, na qual estão imersos os electrões com carga eléctrica negativa.

O valor da carga do elétron foi definido por Robert Millikan no ano de 1909. Ele utilizou pequenas gotas de óleo no meio de duas placas carregadas.

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Pelo fato de existir a gravidade, as gotas de óleo visavam se sedimentar. Como as gotas receberam cargas negativas por causa da atração da placa superior positiva, elas conseguiram subir novamente. Após medir a velocidade de elevação e a carga dessa pequena gota, descobriu- se que os valores eram sempre múltiplos do mesmo número, que foi concluído como 1,602 x 10- 19 Coulomb (C), onde esse número representa a menor carga de uma gotícula. Portanto Millikan considerou que esse número era o valor da carga de um elétron.

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Em 1.911, Rutherford e sua equipe de colaboradores realizaram o experimento da lâmina de ouro, foram bombardeadas finas lâminas de ouro, para estudo de deflexões (desvios) de partículas alfa.

Para perceber possíveis desvios, utilizou-se uma placa de material fosforescente que emite luz quando colidida pela radiação alfa. Dessa maneira, ao colocar uma fina lâmina de ouro entre a chapa fosforescente e o material radioativo, a luminosidade na chapa deveria cessar, pois a lâmina de ouro bloquearia a passagem da radiação. Para surpresa de Rutherford, uma grande luminosidade continuou aparecendo do outro lado da lâmina de ouro, indicando que a radiação alfa havia atravessado sem a menor dificuldade. Além disso, ele observou o surgimento de uma pequena luminosidade em outras partes da chapa. Isso evidenciava que a trajetória de uma parte da radiação alfa era desviada por algo na lâmina de ouro. Com bases nas suas observações foi possível notar que existiriam espaços vazios entre os átomos, por onde estava passando a radiação.

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Fatos:

1. A maioria dos raios passam direto;

2. Algumas partículas sofrem desvio;

3. Pouquíssimas partículas são rebatidas.

Conclusão:

1. 1º postulado: Os elétrons descrevem órbitas circulares estacionárias ao redor do núcleo, sem emitirem nem absorverem energia;

2. 2º postulado: Fornecendo energia (elétrica, térmica, ....) a um átomo, um ou mais elétrons a absorvem e saltam para níveis mais afastados do núcleo. Ao voltarem as suas órbitas originais, devolvem a energia recebida em forma de luz (fenômeno observado, tomando como exemplo, uma barra de ferro aquecida ao rubro);

3. O núcleo é positivamente carregado;

A região vazia em torno do núcleo é denominada eletrosfera que seria onde os eletróns estão localizados.

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Com essa experiência, Rutherford conclui que: átomo é formado por um núcleo muito pequeno em relação ao átomo, com carga positiva, no qual se concentra praticamente toda a massa do átomo. Ao redor do núcleo localizam-se os elétrons neutralizando a carga positiva. Assim, ele "criou" seu modelo atômico.

James Chadwick em 1932, fez a descoberta do nêutron. Utilizando a conservação da quantidade de movimento, realizou uma experiência que comprovou a existência do nêutron. No entanto, doze anos antes desse acontecimento, o célebre cientista inglês Rutherford já tinha previsto a existência dessa partícula. Segundo ele, uma possível ligação de um próton com um elétron originaria uma partícula sem carga elétrica, mas com massa igual a do próton. A essa partícula ele chamou de nêutron, mas não tinha certeza da sua existência.

A experiência que J. Chadwick realizou consistiu, basicamente, em fazer com que feixes de partículas alfa se colidissem com uma amostra de berílio. Dessa colisão apareceu um tipo de radiação que levaram muitos cientistas a acreditar que se tratava de raios gama. Após realizar vários cálculos, James concluiu que não se tratava de raios gama, a radiação invisível era formada por nêutrons. Para comprovar que realmente se tratava de nêutrons,

Chadwick mediu a massa dessas partículas, pois segundo Rutherford elas tinham massa igual à do próton.

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Com esse feito e por seus importantes trabalhos, em 1935 James foi premiado com o Prêmio Nobel da Física.

Niels Bohr postulou em 1913 o seu modelo atômico, o átomo é constituído por um núcleo, tal como no modelo de Rutherford, mas em que os elétrons se movem em órbitas circulares em torno do núcleo, correspondendo a cada uma delas um nível de energia. Os elétrons podem

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passar de uma órbita para outra por absorção ou emissão de energia,postulado fundamentado na Teoria Quântica da Radiação (1900) de Max Planck.

A Teoria Quântica permitiu a identificação dos elétrons de um determinado átomo, surgindo assim os "números quânticos".

- Modelo Atômico de Sommerfeld (1916) - Ao pesquisar o átomo, Sommerfeld concluiu que os elétrons de um mesmo nível, ocupam órbitas de trajetórias diferentes (circulares e elípticas) a que denominou de subníveis, que podem ser de quatro tipos: s , p , d , f .

- Contribuição de Broglie - Em 1923, Louis Broglie mostrou, através de uma equação matemática, que "qualquer corpo em movimento estaria associado a um fenômeno ondulatório". Desta maneira o elétron apresenta a natureza de uma partícula-onda, obedecendo assim, às leis dos fenômenos ondulatórios, como acontece com a luz e o som.

- Teoria da Mecânica Ondulatória - Em 1926, Erwin Shröringer formulou uma teoria chamada de "Teoria da Mecânica Ondulatória" que determinou o conceito de "orbital" . Orbital é a região do espaço ao redor do núcleo onde existe a máxima probalidade de se encontrar o elétron.

1 Modelo atômico atual - modelo da nuvem eletrónica. Os cientistas abandonaram a idéia

de que o eletron descrevia uma trajetória definida em torno do núcleo e passaram a admitir que existem zonas onde há maior probabilidade de encontrar os eletrons, designadas por orbitais.

Por volta da metade da década de 1950, foi formulado o “Modelo Standard”, último modelo publicado:Os objetos em nosso ambiente cotidiano são todos constituídos de átomos que consistem em elétrons e núcleos atômicos. Nos núcleos há prótons e nêutrons que são constituídos por quarks. O modelo agrupa todas as partículas elementares em três famílias de quarks e léptons para os quais interagem com ajuda de várias partículas de troca entre a força nuclear forte e as forças eletro-fracas.

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O inglês Peter Higgs, em 1964, exibiu uma teoria afirmando que o espaço é permeado por um tipo de campo que influencia as partículas, e por trás dela está seu bóson, assim como o fóton está por trás dos campos magnéticos. Mas essa influência de Higgs é mais forte sobre partículas mais maciças. Quem não interage com o bóson, não tem massa. Origem das partículas Bóson de Higgs são elas W+,W- e Z.

Quadro de partículas descobertas:

1 - Partículas – léptons -6 léptons e 6 antiléptons

hadrons - 6 quarks e 6 antiquarks

duas classes de hádrons: bárion - 3 quarks

méson - 1 quark e 1 antiquark

2 - Interações – forte, fraca, eletromagnética, gravitacional

3 - Partículas intermediárias nas interações

interação partícula intermediária

forte glúon

fraca W+ W- Z

eletromagnética fóton

gravitacional gráviton

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Logo houve a necessidade de classificar essas partículas, inicialmente classificaram:

• Quanto a sua massa. Bárions (pesado), mésons e léptons (leve).

1. Mésons – instáveis e spins inteiros.

2. Bárions – instáveis e tem spins semi-inteiro com exceção do próton.

• Enquanto ao comportamento coletivo das partículas:

1. Bóson - são as partículas intermediadoras que promovem a interação entre outras partículas. Spin é um múltiplo de h.

2. Férmions – partículas elementares, exemplo elétron, nêutrons e prótons. Spin é um múltiplo semi-inteiro de h.

• Enquanto a interação:

1. Hádrons – interação forte.

2. Léptons – interações eletromagnéticas e fracas.

• 6 léptons conhecidos, agrupados em 3 famílias que estão relacionadas com as ligações fracas:

1. elétron e seu neutrino associado.

2. múon e seu neutrino

3. tau e seu neutrino.

Há mais partículas que fazem interação forte (hádrons) do que partículas que fazem interações fracas e eletromagnética (léptons), por esse motivo podem dizer que os léptons são mais fundamentais que os hádrons.

Porém os hádrons tem constituintes mais elementares os quarks descoberto em 1960.

O quark up e down formam os prótons e os nêutrons. A diferença de massa entre eles se dá pelo motivo do nêutron ser formado por dois quarks down e um up

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O fóton é a partícula intermediadora da força eletromagnética. Os Bósons de Higgs são mediadores da força fraca são eles w+, w-, e z, a força fraca responsável pelos fenômenos radioativos.

Todas as partículas possuem suas antipartícula exceto os bósons.

4. CONCEITO

Com o texto acima podemos concluir que há sempre algo a mais há ser descoberto, que uma hora ou outra de tanto procurarmos e questionarmos, se não formos nós mesmo dessa época, será alguém da que um ano, 30 anos ou mesmo 100 anos, questionando as idéias de hoje e testando cada uma delas até descobrirem onde há uma falha, o que pode ser feito para melhorar o desempenho, ou melhor, visualização do que propomos hoje. O que levou a algumas teorias do modelo atômico caírem e surgirem outras novas.

Pois isso foi o que acorreu com as teorias postuladas por Dalton, onde o mesmo publicou que o átomo seria uma minúscula esfera maciça e indivisível. Esse modelo foi superado por Thomson, com a descoberta do elétron, antes mesmo da descoberta do nêutron e próton.

Thomson com seu modelo acreditava-se que os elétrons distribuíam-se uniformemente no átomo. O mesmo caiu com o experimento de Rutherford o qual comprovou a existência do próton originando um novo modelo atômico.

Foi desenvolvido o modelo atômico planetário, onde mostrou que o átomo é na sua maior parte composta por espaços vazios. Onde o átomo é comparado com o sistema solar, com o próton no meio e os elétrons em órbita ao seu redor.

Faraday, lançou a idéia da eletricidade está ligada ao átomo. O que levou os cientistas a pensarem que a matéria poderia conter partículas carregas eletricamente.

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Cladwick descobriu o nêutron que está associado ao núcleo são partículas sem cargas.

Com isso o quadro de partículas do modelo atômico atual estava composto, elétrons, próton e nêutron.

Logo, veio o aprofundamento na física-quântica pelos físicos Plank, Sommerfeld, Broglie e Erwin Shröringer, onde foi descoberto o movimento-ondulatório da partícula, o elétron possuí uma trajetória definida em torno do núcleo e passaram a admitir os orbitais.

Após o último modelo atômico lançado, com novos estudos foi constatado que o próton e o nêutron não eram partículas elementares, tanto prótons quanto nêutrons são constituídos por partículas elementares de quarks.

A descoberta do nêutron proporcionou, a descoberta de muitas outras partículas como o anti- elétron chamado pósitron (e+), hoje se conhecem mais de 100 partículas o que ajudou muito a entender o mundo sub-nuclear.

Após a descoberta de todas essas partículas foi necessário classifica-las na década de 50, surge o “modelo Standard” , o modelo agrupa todas as partículas elementares encontradas 12 quarks e 12 léptons, explicando as interações entre elas, por outras partículas de interação Gluon, W+ W- Z, fóton e Graviton.

Todas as partículas possuem suas antipartícula exceto os bósons (W+ W- Z).

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1. CONCLUSÃO

Concluindo a evolução do modelo atômico com um prévio resumo, Dalton com o primeiro modelo do átomo indivisível, acreditava nessa época que seria a partícula elementar o átomo. Com as leis lançadas por Faraday, da eletrólise pode-se constatar os constituintes carregados no interior da matéria, que fez com que mais tarde usando em suas experiências o tubo de raios catódicos, Thomson consegui-se medir com maior precisão a razão entre carga e massa dessas particulas mais elementares: os elétrons. Seu modelo se dava por elétrons espalhados uniformemente no interior do átomo.

Millikan mediu a carga dos elétrons, 1,602 x 10-19 C.

Rutherford, com sua experiência da lâmina de ouro descobriu que no átomo há um pequeno núcleo onde a carga é positiva, e que os elétrons localizam-se ao seu redor. Bohr aperfeiçoou a idéia com a descoberta dos níveis de energia.

Chadwick, comprovou a existência do nêutron através da experiência feita com feixes de partículas alfa colidindo com uma amostra de berílio, onde se deu um radiação invisível as quais eram de nêutrons, comprovado a partir dos resultados dos cálculos onde nêutrons possuem mesma massa que prótons.

Chegamos ao modelo atual, já foram descobertos as partículas existentes no átomo: elétrons , prótons e neutrons. Vamos chegar a descoberta dos léptons e quarks.

Hoje a conclusão de todas essas teorias e experimentos se dá com o “Modelo Standard”, último modelo atômico publicado: Os objetos em nosso ambiente cotidiano são todos

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constituídos de átomos que consistem em elétrons e núcleos atômicos. Nos núcleos há prótons e nêutrons que são constituídos por quarks.

O “Modelo Standard” agrupa todas as partículas elementares em três famílias de quarks e léptons para os quais interagem com ajuda de várias partículas de troca entre a força nuclear forte e as forças eletro-fracas.

Os quarks up e down formam os prótons e os nêutrons. A diferença de massa entre eles se dá pelo motivo do nêutron ser formado por dois quarks down e um up

O fóton é a partícula intermediadora da força eletromagnética. Os Bósons de Higgs são mediadores da força fraca são eles w+, w-, e z, a força fraca responsável pelos fenômenos radioativos.

Todas as partículas possuem suas antipartícula exceto os bósons.

Há mais partículas que fazem interação fortes (hádrons) do que partículas que fazem interações fracas e eletromagnética (léptons), por esse motivo podem dizer que os léptons são mais fundamentais que os hádrons.

Voltamos a pergunta inicial o termo “átomo” é uma expressão errada? Por seu significado ser algo que não pode ser dividido, já podemos responder que sim. Agora surge a nova pergunta os léptons e quarks são realmente partículas fundamentais da matéria? Não podemos concluir esse texto dizendo que sim, pois teorias são criadas dia após dia, podemos dizer que as últimas partículas descobertas do modelo são quarks e léptons nos dias de hoje são elas as partículas fundamentais.

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REFERÊNCIA

1. http://www2.fc.unesp.br/lvq/exp09.htm

2. http://educacao.uol.com.br/quimica/ult1707u15.jhtm

3. http://www.cacp.org.br/entrevistas/artigo.aspx?lng=PT- BR&article=2220&menu=17&submenu=1

4. http://www.knoow.net/cienciasexactas/fisica/fermiao.htm

5. http://www.guia.heu.nom.br/massa_dos_neutrinos.htm

6. http://profs.ccems.pt/PauloPortugal/PHYSICA/Millikan/millikan.htm

7. http://www.brasilescola.com/fisica/breve-historia-descoberta-neutron.htm

8. http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/modelo-atomico-de-dalton/modelo-atomico- de-dalton.php

9. http://cdcc.sc.usp.br/quimica/galeria/mendeleev.html

10. http://www.coladaweb.com/biografias/michael-faraday

11. http://www.algosobre.com.br/fisica/modelos-atomicos.html

12. http://pt.wikipedia.org/wiki/Murray_Gell-Mann1707u15.jhtm

13. http://sites.google.com/site/exerciciosfisicoquimica/estrutura_atomica

14. http://www.algosobre.com.br/quimica/modelos-atomicos.html

15. http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3014&bd=1&pg=8&lg=

16. http://pt.wikilingue.com/es/Part%C3%ADcula_elementar

17. http://iupe.webnode.com/news/em-busca-do-boson-de-higgs/

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