Filo Echinodermata - Apostilas - Biologia marinha, Notas de estudo de . Centro Universitario Nove de Julho (UNINOVE)
Jose92
Jose9214 de Março de 2013

Filo Echinodermata - Apostilas - Biologia marinha, Notas de estudo de . Centro Universitario Nove de Julho (UNINOVE)

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Apostilas de Biologia Marinha sobre o estudo da Filo Echinodermata, classes, Equinodermos, Classe Asteroidea.
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Filo Echinodermata

Classes: - Asteroidea (Estrelas-do-mar)

- Crinoidea (Lírios-do-mar)

- Echinoidea (Ouriços-do-mar & Bolachas-da-praia)

- Holothuroidea (Pepinos-do-mar)

- Ophiuroidea (Serpentes-do-mar)

Equinodermos

Com exceção de umas poucas formas de água salobra, os equinodermos são

estritamente marinhos. Presume que não foram capazes de invadir o ambiente

terrestre e de água doce devido à sua respiração cutânea e pela falta de estruturas

excretoras e osmorreguladoras.

Equinodermos são animais deuterostômios1. Com algumas poucas exceções,

os equinodermos viventes possuem um celoma bem desenvolvido, um

endoesqueleto peculiar composto de ossículos calcários e simetria radial pentâmera

(adaptação ao estilo de vida sedentário).

Os equinodermos são os únicos pentâmeros do reino animal. Essa simetria

derivou-se secundariamente, tanto do ponto de vista evolutivo como antogenético,

sendo as formas larvais sempre bilaterais. São os únicos animais a combinarem

mobilidade e simetria radial, e têm uma variedade de estratégias alimentares e

hábitos de vida.

Possuem um sistema nervoso descentralizado, que lhes permite perceber e

interagir com seus ambientes igualmente de todos os lados.

Muito da biologia dos equinodermos está associado com seu exclusivo

sistema vascular aqüífero. Este é um sistema complexo de canais e reservatórios

cheios de fluido que auxiliam no transporte interno e na movimentação de projeções

carnosas chamadas pés ambulacrais. As partes externas dos pés ambulacrais, ou

pódios, podem desempenhar uma variedade de funções, incluindo locomoção,

trocas gasosas, alimentação, fixação e recepção sensorial.

Na maioria dos equinodermos, os resíduos nitrogenados dissolvidos (amônia)

difundem-se através da superfície do corpo para o meio externo.

Os equinodermos possuem celoma tripartido típico de um deuterostômio, ou

seja, está dividido em protocele, mesocele e metacele. As cavidades corpóreas são

derivadas em grande parte da metacele. Designando-se assim celomas

periviscerais, que possuem papel circulatório.

São, principalmente, dióicos com desenvolvimento direto ou indireto.

Classe Asteroidea (Estrelas-do-mar)

As estrelas-do-mar possuem corpo estrelado com cinco ou mais braços. Os

braços surgem gradualmente a partir do disco central. O ânus está localizado na

face aboral e a boca voltada para o substrato. Os sulcos ambulacrais são abertos e

os pés ambulacrais com ampola interna, com ou sem ventosas. O madreporito

localiza-se na região aboral

Nas estrelas do mar, o endoesqueleto calcário dá origem as pedicelárias.

Essas estruturas tem como função ajudar a manter detritos e o assentamento de

larvas longe do corpo e também na captura de alimento.

 Sistema Vascular Aqüífero

O sistema vascular aqüíferos das estrelas-do-mar abre-se para o exterior

através do madreporito. O madreporito serve como um caminho para a água do mar

adrenar o sistema. Internamente o madreporito forma uma depressão em forma de

cálice cujo lúmen é chamado de ampola. A partir da extremidade inferior da ampola,

surge o canal pétreo. Este desce em direção à região oral e une-se ao anel circum-

oral. Além de um canal radial propagando-se para dentro de cada braço, o carnal

circum-oral dá origem a bolsas de fundo cego denominadas, corpúsculos de

Tiedemann (produção de celomócitos - sistema imuno; amebócitos – circulação,

excreção e respiração) e vesículas de Poli (regulação da pressão interna do s.v.a;

bombeiam água para os canais radiais). Na extremidade de cada canal radial

localiza-se um pé ambulacral terminal sensorial, sem ventosas e em forma de

tentáculos.

 Alimentação

Carnívoras e necrófagas alimentam-se de crustáceos, vermes tubícolas,

moluscos e outros invertebrados, inclusive equinodermos, além de partículas em

suspensão. Representam prejuízo em cultura de ostras e em recifes de corais, pois

alimentam-se de corais-vivos.

Aquelas que têm braços curtos, engolem suas presas inteiras; outras evertem

o estômago cardíaco. Em geral, engolem exemplares pequenos com casca e,

depois de digerirem as partes moles, lançam fora a concha pela boca, pois o ânus é

pequeno e deixa passar somente os restos excrementares possíveis.

 Locomoção

A corrente líquida atraída por cílios e flagelos, através do madreporito, passa

ao canal pétreo, anelar, radiais e ampola. Por meio de movimentos musculares

próprios, a água é impelida aos pódios, que se tornam eretos devido à força da

água; a ventosa adere ao substrato e prende-se por meio de musculatura

concêntrica. A água é impedida de retornar, pois existem válvulas nos canalículos

transversais. O pódio preso permanece esticado pela própria pressão da água;

então se processa fenômeno inverso, ou seja, a musculatura longitudinal do pódio

afrouxa-se e vai diminuindo de comprimento. A aderência é auxiliada pela secreção

do líquido celomático.

 Trocas Gasosas e Excreção

As trocas gasosas em asteróides ocorrem através da superfície dos pódios e

das pápulas ou brânquias dérmicas (projeções digitiformes especiais da parede do

corpo). O transporte interno ocorre através do líquido celomático.

Os compostos nitrogenados são absorvidos pelos amebócitos que se

acumulam nas papúlas e pódios, forçando a saída para o exterior.

 Sistema Digestivo

O sistema digestivo das estrelas-do-mar estende-se da boca até o ânus. A

boca é rodeada por uma membrana peristomial espessa. A membrana é flexível

para permitir a eversão do estômago e contém um esfíncter para fechar a boca. O

estômago cardíaco é a parte que é evertida durante a alimentação.

 Sistema Nervoso

Está intimamente associado à epiderme. Possuem um anel nervoso ao redor

da boca e nervo radial que estende-se a cada braço. Nervos diminutos estendem-se

aos pés ambulacrais, epiderme e estruturas internas. Possuem manchas ocelares

na extremidade de cada braço, compotas fotorreceptores e células pigmentares.

Classe Crinoidea (Lírios-do-mar)

Possuem o corpo em forma de cálice, com a superfície oral voltada para cima.

Apresentam um pendúnculo aboral originando-se do cálice. Apresentam também

ambúlacros nos braços com pínulas. Não possuem madreporito externo, porém

possuem boca e ânus.

Os braços dos crinóides possuem diminutas ramificações laterais chamadas

pínulas, para dentro das quais se estendem ramificações dos canais radiais. Pódios

sem ventosas ocorrem ao longo das pínulas. Os pódios são bastante móveis e

usualmente tem papilas adesivas em suas superfícies funcionam primordialmente

como estruturas sensoriais para a alimentação.

 Sistema Vascular Aqüífero

O sistema vascular aqüífero dos crinóides opera totalmente com base no

líquido celômico (não há madreporito externo), ao contrário, muitos canais pétreos

originam-se no canal circular e conectam-se nos canais celômicos.

 Alimentação

Os lírios-do-mar ficam com suas superfícies orais voltadas para cima,

utlizando os braços e as pínulas para formar uma grande superfície de contato.

Alimentam-se removendo matéria orgânica particulada suspensa na água

circuvizinha através dos pódios. Estes, por sua vez jogam o alimento para dentro

dos sulcos. Cílios conduzem o alimento até a boca, através da qual é ingerida.

 Locomoção

A maioria dos crinóides viventes é capaz de rastejar e nadar. Os cirros

aborais são usados primariamente para fixação temporária e terno do animal a

posição quando ele estiver virado para baixo.

 Trocas Gasosas e Excreção

Crinóides, aparentemente, trocam O2 e CO2 através de todas as superfícies

finas expostas da parede do corpo, especialmente os pés-ambulacrais.

 Sistema Digestivo

A boca abre-se em um esôfago curto que o leva a um longo intestino. O

intestino dá uma volta dentro do cálice para depois formar um curto reto com um

ânus terminal abrindo-se no cone anal, localizado perto da base de um dos braços.

 Sistema Nervoso

É aboral localizado em um complexo órgão no ápice do cálice. Desta posição

central, partem nervos para cada braço e para os cirros.

Classe Echinoidea (Ouriços-do-mar & Bolachas-da-praia)

Possuem corpo globuloso ou em forma de disco. Apresentam placas

esqueléticas unidas por uma matriz de colágeno e interdigitações de calcita,

formando uma carapaça rígida ou “testa”. Apresentam espinhos móveis (ouriços) e

aparelho mastigador interno chamado de Lanterna de Aristóteles.

O endoesqueleto calcário dos ouriços dá origem a estruturas particulares, as

pedicelárias. Algumas ajudam a mater detritos e o assentamento de larvas longe do

corpo e outras são usdas para defesa contra organismos maiores. Em alguns

ouriços, as pinças agarram e seguram objetos para camuflagem e proteção. As

pedicelárias podem absorver nutrientes diretamente da água, ou mesmo podem, de

fato, apanhar e digerir pequenos organismos para então absorver os produtos dessa

digestão.

Os pés ambulacrais podem ter ventosas ou não e executam uma variedade

de funções, incluindo fixação, locomoção, alimentação e trocas gasosas.

 Sistema Vascular Aqüífero

Os equinóides possuem um conjunto especial de placas esqueléticas ao redor

do pólo aboral, uma dessas placas é o madreporito. O madreporito dos equinódes

leva a uma ampola e dela para um canal pétreo, que se estende para um canal

circum-oral, ao redor de um sistema de músculos e placas, o parelho bucal.

 Alimentação

Ouriços-do-mar alimentam-se de algas (herbívoria), matéria animal morta

(necrófago) e pequenos organismos raspados pela Lanterna de Aristóteles

(predação). Possuem uma Lanterna de Aristóteles com dentes protráteis.

Bolachas-da-praia alimentam-se de partículas orgânicas da areia ou lodo.

Possuem uma Lanterna de Aristóteles, onde os dentes não são protráteis. A coleta

de alimento das bolachas é feita pelos pés da superfície oral. Esses pódios estão

frequentemente cobertos de muco, aos quais pequenas partículas de alimento

aderem.

 Locomoção

Os ouriços-do-mar movem-se usando os pés e espinhos móveis. Seus longos

pés com ventosas são capazes de uma grande variedade de movimentos, e os

fortes espinhos, mantém o corpo afastado do substrato além de promover suporte e

movimento.

As bolachas-da-praia vivem enterradas ou sobre sedimentos moles. Algumas

se enterram completamente, mas a maioria mantém parte do corpo para fora do

substrato. Escavação e rastejamento são realizados, principalmente, pela ação dos

espinhos móveis. As lúnulas ajudam o anumal a manter a estabilidade.

 Trocas Gasosas e Excreção

Os equinóides possuem pés ambulacrais de paredes finas, que operam em

um sistema de contracorrente.

Os metabólitos nitrogenados são absorvidos pelos amebócitos e são

expelidos pelos pés ambulacrais. Além disso, enzimas digestivas são produzidas

pelas paredes do intestino e do ceco, fazendo com que a digestão seja,

pricipalmente, extracelular.

 Sistema Digestivo

O sistema digestivo dos equinóides é basicamente um tubo simples

estendendo-se da boca ao ânus. A boca está localizada no centro da superfície

aboral através do centro da Lanterna de Aristóteles e continuamente por um

intestino alongado. O intestino estreita-se em um reto curto que leva ao ânus.

 Sistema Nervoso

Anel nervoso peribucal com cordões nervosos radiais, que se estendem ao

longo das zonas ambulacrárias.

Os receptores sensoriais são números e encontram-se espalhados por toda a

epiderme. São particularmente abundantes nos espinhos, pedicelários e pés

ambulacrais.

A maioria dos equinóides possui estatocisto. E na generalidade são

fototáticos negativos, logo escondem-se da luz. Para tal, refugiam-se em buracos ou

cobrem-se com materiais do meio envolvente.

Classe Holothuroidea (Pepinos-do-mar)

Possuem corpo alongado, com a boca e o ânus em extremidades opostas.

Possuem tentáculos alimentares ao redor da boca. O endoesqueleto das holotúrias

é reduzido e constituído por um conjunto de ossículos microscópicos, o que as

distingue dos outros Equinodermos.

A sustentação corpórea é mantida primariamente pelo endoesqueleto

calcário, porém os pepinos-do-mar apresentam corpo mole, logo sua sustentação é

mantida pelo tônus muscular atuando contra o celoma e pelo tecido conjuntivo

mutável.

No processo de evisceração, o animal coloca parte de suas vísceras (túbulos

de Cuvier) para fora (podem regenerar) e são extremamente pegajoso, logo o

predador pode ficar completamente enrolado e então o pepino podendo fugir.

 Sistema Vascular Aqüífero

O sistema vascular aqüífero está organizado de forma a adaptar-se a um

corpo alongado. O madreporito é interno e se abre no celoma. Os pés dos pepinos

servem para fixação e locomoção, além de serem tácteis.

 Alimentação

A maioria das holotúrias é suspensívora ou detritívora e utiliza os tentáculos

bucais para capturar as partículas orgânicas.

As espécies suspensívoras são usualmente sedentárias e estendem na

coluna de água tentáculos bucais, densamente ramificados e cobertos de muco.

As espécies mais móveis são detritívoras e percorrem o sedimento utilizando

os tentáculos para ingerir sedimento e partículas orgânicas. Algumas espécies

detritívoras são menos móveis e vivem em buracos em forma de U. Não possuem

pés ambulacrários e, à medida que escavam o sedimento (muitas utilizando

movimentos peristálticos como os oligoquetas terrestres) fazem-no passar pelo tubo

digestivo onde as partículas orgânicas são digeridas; o material restante é expelido

para o exterior através do ânus.

 Locomoção

As espécies com maior mobilidade possuem zonas ambulacrárias com pés

bem desenvolvidos. Vivem com uma parte do corpo sobre o substrato e com a outra

parte virada para cima. Os pés ambulacrais da região ventral são usados para

locomoção, enquanto que os que ficam na superfície dorsal não possuem ventosas

e são provavelmente sensoriais.

As espécies que vivem enterradas não têm pés ambulacrais e enterram-se

através de movimento peristáltico do corpo. A boca está rodeada por tentáculos, os

quais são pés ambulacrais modificados que têm um papel importante não só na

alimentação, mas também nas trocas gasosas.

 Trocas Gasosas e Excreção

As estruturas respiratórias dos pepinos-do-mar são os tentáculos orais, os

pés ambulacrais, a superfície corpórea e, sobretudo, as árvores respiratórias nas

espécies que as possuem.

As árvores respiratórias estão associadas ao tubo digestivo e são

invaginações da parede do reto que se ramificam e originam vários tubos ocos que

se estendem para o celoma perivisceral. A corrente de ventilação é assegurada

pelos movimentos musculares do reto e das próprias árvores respiratóroas. A

localização das árvores respiratórias permite às holotúrias ocupar zonas com

deficiência em oxigênio, desde que a região anal esteja exposta a água bem

oxigenada, e permite-lhes, também viver em buracos e enterrar-se sem o problema

de as danificar.

 Sistema Digestivo

É constituído pela boca, situada no centro dos tentáculos orais. Segue-se

uma faringe musculosa e um esôfago que continua num longo intestino, o qual, em

algumas espécies, apresenta uma porção anterior dilatada designada por estômago.

O intestino termina também numa região alargada e musculosa que leva ao ânus. O

reto recebe, além das fezes do intestino, o fluxo de ventilação proveniente das

árvores respiratórias. Em algumas espécies, é também através do reto que são

lançados para o exterior os túbulos de Cuvier.

 Sistema Nervoso

O anel nervoso localiza-se próximo da base dos tentáculos orais e dele

partem cordões nervosos para os tentáculos e para a faringe. Existem também cinco

cordões nervoso radiais, que se estendem ao longo das zonas ambulacrais.

Classe Ophiuroidea (Serpentes-do-mar)

Os ofiuródeis possuem corpo com cinco braços articulados, ramificados ou

não e claramente distintos do disco centra. O celoma dos braços é muito reduzido

devido à presença de vértebras esqueléticas. Possuem pés ambulacrais com

ampolas internas, mas sem ventosas. Os pés desprovidos de ventosas, são

estruturas digitiformes altamente flexíveis, que secretam grande quantidade de muco

pegajoso. Não possuem ânus e o madreporito encontra-se na superfície oral.

 Sistema Vascular Aqüífero

O canal circum-oral dá origem aos cinco canais radiais e também se ramifica

em uma guirlanda de pés ambulacrais.

 Alimentação

Algumas espécies são predadoras ativas, capturando organismos bentônicos

através do enrolamento de um de SUS braços em torna da presa, que é então

levado a boca.

Várias espécies de ofiuróides alimentam-se do sedimento. Cavam abaixo do

substrato e constroem tocas revestidas por um muco. Os braços estendem-se em

direção à superfície e ajudam a manter correntes respiratórias dentro dos abrigos.

Tais espécies são capazes de extrair alimento de dentro do sedimento.

Algumas fazem a coleta de matéria em suspensão. Este processo é realizado

pelos pódios e as vezes pelos espinhos do braço. A epiderme dos braços secreta

um muco, a qual aderem material orgânico.

 Locomoção

Os ofiuróides usam seus braços articulados e flexíveis primariamente para

rastejar ou agarrar-se.

 Trocas Gasosas e Excreção

As trocas gasosas são realizadas pelos pódios e pelas bursas, invaginações

no disco oral, em ambos os lados de cada braço. Abrem-se por uma fenda ventral,

ao lado da base dos tentáculos. Os gases são trocados entre a água que flui e

líquidos corpóreos.

A excreção dos produtos nitrogenados para o exterior é feita por difusão

através da superfície corporal. Nos ofiuróides, este processo ocorre através das

bursas.

 Sistema Digestivo

O trato digestivo das serpentes-do-mar é incompleto. O intestino e o ânus

foram perdidos e o sistema digestivo está inteiramente confinado no disco central. A

boca leva a um esôfago curto e um amplo estômago pregueado. O estômago é

possivelmente o local de digestão e absorção.

 Sistema Nervoso

Compõe-se de um anel nervoso, que contorna a boca e em cada ponto de

saída dos nervos radiais há um grande gânglio. Possuem pódios e tentáculos

terminais com funções sensoriais e não possuem manchas ocelares.

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