Formação Geral - Exercícios - Física, Notas de estudo de Física. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Botafogo
Botafogo8 de Março de 2013

Formação Geral - Exercícios - Física, Notas de estudo de Física. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

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Apostilas e exercicios de Física Geral da Universidade Paulista sobre Formação Geral.
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1

ICET – CURSO: Engenharia – Ciclo Básico (Formação Geral - Ficha 1)

Estudos Disciplinares

Campus: Data: / /

Nome:

RA: Turma:

1. O quadro O grito, datado de 1893 e reproduzido abaixo, é uma pintura de autoria do norueguês Edvard Munch.

Trata-se de uma das obras mais importantes do Expressionismo, movimento artístico de vanguarda do início do

século XX. Os artistas expressionistas não procuravam retratar a realidade fielmente, mas projetar, na obra, a sua

subjetividade, mostrando, assim, a realidade modificada pelo seu psiquismo.

Disponível em <http://vozativa2.blogspot.com/2009/04/o-grito.html>. Acesso em 31.08.2010.

Por ter se tornado muito famoso, O grito serviu de inspiração para muitas outras produções, como a ilustrada a

seguir, com o personagem Homer, do desenho animado Os Simpsons.

Disponível em < http://inutilidadeclassica.blogspot.com/>. Acesso em 31.08.2010.

Analise as figuras e considere as afirmações abaixo.

I. No quadro original, a figura retratada passa a sensação de angústia e de desespero.

II. O segundo quadro valeu-se da intertextualidade, que só é percebida se o leitor tiver a obra original como

referência.

III. O quadro com o personagem Homer, dos Simpsons, é também considerado uma obra expressionista, mas

o personagem não transmite desespero, uma vez que se trata de uma produção cômica.

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2

Assinale a alternativa certa.

a) Apenas a afirmativa I está correta.

b) Apenas as afirmativas I e II estão corretas.

c) Apenas a afirmativa II está correta.

d) Apenas a afirmativa III está correta.

e) Todas as afirmativas estão corretas.

Justificativa.

2. (Cesgranrio – TERMORIO/2009 – com adaptações)Leia o fragmento a seguir, de autoria de Márcia Tiburi.

Com base na leitura do texto, o que fica em evidência no ato de falar mal é

I. o alvo da crítica.

II. o teor da crítica.

III. o autor da crítica.

IV. a autocompensação provocada pela crítica feita.

V. a repercussão da crítica para o objeto criticado.

Está correto o que se afirma apenas em

a) I. b) II e III. c) IV. d) III e IV. e) III.

Justificativa.

Falar de si

Falar mal do outro parece fácil de entender. Mais que fazer uma crítica negativa, é intensificar a crítica ao ponto

de, por meio dela, destruir o objeto criticado. Porém aquele que fala, mal ou bem, sempre fala de si mesmo. Se

falo mal do outro, realizo meu desejo violento em relação ao outro. Afirmo que não simpatizo, não gosto, mas,

sobretudo, que preciso me expressar de modo negativo porque o outro me sugere aspectos negativos. Porém

quem se expressa sou eu. O elemento mais importante do gesto de falar mal é a autoexpressão negativa. Falo

de mim mesmo ao falar do outro. Por outro lado, falando mal do outro, me sinto melhor comigo mesmo. Há

ainda a ilusão da autocompensação: ao falar mal do outro, mostro a mim mesmo que sou melhor que ele.

Fonte: TIBURI, Márcia. Revista vida simples, dez. 2008, p. 62-63 (fragmento).

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ICET – CURSO: Engenharia – Ciclo Básico (Formação Geral - Ficha 2)

Estudos Disciplinares

Campus: Data: / /

Nome:

RA: Turma:

1. Leia o texto abaixo, de autoria de Rubem Fonseca, e as afirmações que seguem.

Rubem Fonseca

Meu pai era um homem bonito, com muitas namoradas, jogava tênis, nadava, nunca pegara uma gripe — até ter

um derrame cerebral. Vivia envolvido com ―sirigaitas‖, como minha mãe as chamava, e com fracassos comerciais

crônicos. Tivera uma peleteria numa cidade onde fazia um calor dos infernos quase o ano inteiro. Claro que foi à

falência, mas suas freguesas nunca foram tão bonitas, embora tão poucas. Antes tivera uma chapelaria, e as

mulheres haviam deixado de usar chapéus. No fim, tinha um pequeno armarinho — sempre tivera lojas que

fossem frequentadas principalmente por mulheres — na rua Senhor dos Passos. Minha mãe costumava aparecer

na loja, para ver se alguma sirigaita andava por lá. Às vezes, eles discutiam na hora do jantar; na verdade, minha

mãe brigava com ele, que ficava calado; se ela não parava de brigar, ele se levantava da mesa e saía para a rua.

Minha mãe ia para o quarto chorar, nesses dias. Eu ia para a janela, cuspir na cabeça das pessoas que passavam e

olhar para o letreiro luminoso de neon da loja em frente. Essa é uma luz que até hoje me atrai e que não foi ainda

captada nem pelo cinema nem pela televisão. Quando meu pai voltava, bem mais tarde, o desespero da minha

mãe havia passado e eu a via ir à cozinha preparar um copo de leite quente para ele. Um dia ele me disse que era

uma pena que os homens tivessem de ser julgados como cavalos de corrida, pelo seu retrospecto. ―O problema do

seu pai‖, minha mãe me disse certa ocasião, ―é que ele é muito bonito‖. Ela não o viu ficar paralítico, nem teve de

suportar a tristeza incomensurável do olhar dele pensando nas sirigaitas. Sim, meu pai ainda era um homem

bonito quando minha mãe morreu. A impiedosa lucidez com que eu agora pensava em meu pai encheu-me de

horror — não podemos ver as pessoas que amamos como elas realmente são, impunemente. Pela primeira vez eu

vira o pungente rosto dele, naquele espelho, o rosto dele que era o meu. Como podia eu estar ficando igual a meu

pai, aquele, o doente?

Fonte: Rubem Fonseca. Vastas emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Planeta De Agostini, 2003, p. 12-3 (com

adaptações).

I. O narrador relata que as brigas dos pais não tinham graves consequências e, por isso, não interferiram na sua

infância.

II. O narrador afirma que perdeu a lucidez ao pensar em seu pai e isso lhe causou horror.

III. No momento em que o narrador se reconhece como semelhante ao pai, questiona-se sobre si mesmo.

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Assinale a alternativa certa.

a) Apenas a afirmativa I está correta.

b) Apenas as afirmativas I e II estão corretas.

c) Apenas a afirmativa II está correta.

d) Apenas a afirmativa III está correta.

e) Apenas as afirmativas II e III estão corretas.

Justificativa.

2. (Cesgranrio – TERMORIO/2009 – com adaptações) Para participar de um jogo, nove pessoas formam uma roda

em que cada uma delas é numerada, como ilustrado na figura abaixo.

A partir de uma dessas pessoas, excluindo-a da contagem, contam-se cinco pessoas no sentido horário. Essa 5ª

pessoa continua na roda, mas é eliminada do jogo, não participando das próximas contagens. A partir dessa 5ª

pessoa, excluindo-a da contagem, contam-se, no sentido horário, 5 pessoas que ainda estão no jogo. Essa 5a

pessoa continua na roda, mas é eliminada do jogo, não participando das próximas contagens e assim por diante,

até que reste apenas uma pessoa, que será declarada a vencedora.

A seguir, estão ilustradas as etapas do jogo, no caso de ele ser iniciado pela pessoa de número 1. Note que a

pessoa de número 9 é a vencedora.

Se o jogo começar pela pessoa de número 3, a pessoa vencedora será aquela de número

a) 2. b) 3. c) 1. d) 6. e) 9.

Justificativa.

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ICET – CURSO: Engenharia – Ciclo Básico (Formação Geral - Ficha 3)

Estudos Disciplinares

Campus: Data: / /

Nome:

RA: Turma:

1. Considere os dois textos apresentados abaixo.

TEXTO I

Vendas da indústria de São Paulo caem 6,1%

As vendas da indústria paulistana caíram 6,1% em abril em relação ao mês anterior, segundo pesquisa da

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Para a Fiesp, a retração ocorreu por causa do menor

número de dias úteis para a produção em abril (20, contra 23) e porque alguns setores haviam tido resultados

muito bons em março. Na comparação com 2003, as vendas cresceram, mas aquele ano foi muito ruim, diz a

Fiesp.

Fonte: Folha de S. Paulo, 27.05.2004.

TEXTO II

Venda industrial cresceu 19% nos primeiros 4 meses

Levantamento da Fiesp mostra que as vendas da indústria cresceram 24,5% no mês passado, em relação a

abril de 2003. No quadrimestre, o avanço foi de 19,1%, comparado com igual período do ano passado. Em

relação a março, o índice caiu 6,1%. Para a Fiesp, o motivo foi a menor quantidade de dias úteis em abril.

Fonte: O Estado de São Paulo, 27.05.2004 (com adaptações).

A respeito das notícias publicadas nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de São Paulo, podemos afirmar que

a) são capazes de gerar desconfiança, pois dão informações contraditórias.

b) não são contraditórias, pois o que mudou foi apenas o tipo de comparação.

c) mostram o pessimismo de um jornal e o otimismo de outro.

d) comprovam que os números nem sempre revelam a verdade dos fatos.

e) determinam que um mesmo fato pode ser apresentado de forma diferente por dois veículos de comunicação.

Justificativa.

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2. (Vunesp – FDE/2010 – com adaptações)Em um relógio cuco de parede similar ao ilustrado na figura abaixo,

durante o dia, o pássaro-cuco sai pela portinha e pia tantas vezes quanto a hora cheia que ele marca. Entre essas

horas cheias, a cada 15 minutos, ele sai e dá um único pio.

O número total de pios que o pássaro-cuco dá no período das 6 horas até 10 horas da manhã é

a) 52.

b) 50.

c) 48.

d) 56.

e) 17.

Justificativa.

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ICET – CURSO: Engenharia – Ciclo Básico (Formação Geral - Ficha 4)

Estudos Disciplinares

Campus: Data: / /

Nome:

RA: Turma:

1. Considere o poema abaixo, de Carlos Drummond de Andrade, a propaganda da Soletur e as afirmações que

seguem.

I. A criatividade da propaganda é percebida se o leitor observar a intertextualidade com o poema de

Drummond.

II. A palavra ―pedra‖ tem o mesmo sentido nos dois textos.

III. Tanto o poema quanto a propaganda mostram a preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade.

Está correto o que se afirma apenas em

a) I. b) II. c) III. d) I e II. e) I e III.

Justificativa.

ALGUMA POESIA (1930)

No Meio Do Caminho

No meio do caminho tinha uma pedra

tinha uma pedra no meio do caminho

tinha uma pedra

no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento

na vida de minhas retinas tão fatigadas.

Nunca me esquecerei que no meio do caminho

tinha uma pedra

tinha uma pedra no meio do caminho

no meio do caminho tinha uma pedra.

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2. (Fundação Carlos Chagas/2009 – com adaptações) Leia o texto abaixo, de autoria do médico e escritor

brasileiro Drauzio Varella.

Drauzio Varella

Janelas quebradas

A deterioração da paisagem urbana é lida como ausência dos poderes públicos, portanto enfraquece os controles

impostos pela comunidade, aumenta a insegurança e convida à prática de crimes. Essa tese, defendida pela

primeira vez em 1982 pelos americanos James Wilson e George Kelling, recebeu o nome de ―teoria das janelas

quebradas‖. Segundo ela, a presença de lixo nas ruas e de grafite sujo nas paredes provoca mais desordem, induz

ao vandalismo e aos pequenos crimes. Com base nessas ideias, a cidade de Nova York iniciou, nos anos 1990, uma

campanha para remover os grafites do metrô, que resultou numa diminuição dos crimes realizados em suas

dependências.

O sucesso da iniciativa serviu de base para a política de ―tolerância zero‖ posta em prática a seguir. Medidas

semelhantes foram adotadas em diversas cidades dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Holanda, da Indonésia e

da África do Sul. Mas, apesar da popularidade, a teoria das janelas quebradas gerou controvérsias nos meios

acadêmicos, por falta de dados empíricos capazes de comprová-la.

Mas houve, sim, alguns experimentos bem sucedidos. Na Holanda, um deles foi conduzido numa área de compras

da cidade de Groningen. Para simular ordem, os pesquisadores limparam a área e colocaram um aviso bem visível

de que era proibido grafitar. Para a desordem, grafitaram as paredes da mesma área, apesar do aviso para não

fazê-lo. A grafitagem constava apenas de rabiscos mal feitos, para evitar confusão com arte. Em ambas as

situações, penduraram um panfleto inútil nos guidões de bicicletas, de modo que precisasse ser retirado pelo

ciclista antes de partir. Não havia lixeiras no local.

Na situação ordeira, sem grafite, 77% dos ciclistas levaram o panfleto embora. Na presença do grafite, apenas

31% o fizeram, os demais jogaram-no no chão.

Em outra experiência holandesa, foi colocado, numa caixa de correio da rua, um envelope parcialmente preso à

boca da caixa (como se tivesse deixado de cair para dentro dela) com uma nota de 5 em seu interior, em local

bem visível para os transeuntes. Na situação ordeira, a caixa estava sem grafite e sem lixo em volta; na situação

de desordem, a caixa estava grafitada e com lixo em redor. Dos transeuntes que passaram diante da caixa limpa,

13% furtaram o dinheiro. Esse número aumentou para 27% quando havia grafite e sujeira. A mensagem é clara:

desordem e sujeira nas ruas mais do que duplicam o número de pessoas que praticam contravenções ou pequenos

crimes no espaço público.

Fonte: VARELLA, Drauzio. Folha de S. Paulo, 18.07.2009 (com adaptações).

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De acordo com o texto, deve-se entender que a ―teoria das janelas quebradas‖ sustenta a tese de que

a) o espaço público deve ser administrado a partir de iniciativas dos cidadãos.

b) a concentração urbana é fator determinante para os serviços dos poderes públicos.

c) a atitude dos indivíduos é influenciada pela ação ou omissão dos poderes públicos.

d) a deterioração do espaço público decorre da ação irresponsável da maioria dos cidadãos.

e) a iniciativa dos cidadãos é determinante para a formulação de políticas públicas.

Justificativa.

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ICET – CURSO: Engenharia – Ciclo Básico (Formação Geral - Ficha 5)

Estudos Disciplinares

Campus: Data: / /

Nome:

RA: Turma:

1. Leia o texto abaixo e observe a correlação entre termos e ideias.

Disponível em <http://www.abrafarma.com.br>. Acesso em 05.08.2010.

I. ―Quanto menor o imposto...‖ (imposto cobrado sobre os remédios, encarecendo-os).

II. ―Queremos entregar sua assinatura...‖ (a aprovação da lei de menores impostos).

III. ―...para que o óbvio seja feito.‖ (preço menor para artigo de primeira necessidade).

Estão certas as correlações

a) I e III, apenas. b) I, II e III. c) II e III, apenas. d) III, apenas. e) I e II, apenas.

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Justificativa.

2. (Vunesp – FDE/2010 – com adaptações) Leia o texto que segue, de Jorge Amado, e responda ao que se pede.

Naquele ano de 1925, quando floresceu o idílio da mulata Gabriela e do árabe Nacib, a estação das chuvas tanto

se prolongara além do normal e necessário que os fazendeiros, como um bando assustado, cruzavam-se nas ruas

a perguntar uns aos outros nos olhos e na voz:

– Será que não vai parar?

Referiam-se às chuvas, nunca se vira tanta água descendo dos céus, dia e noite, quase sem intervalos.

– Mais uma semana e estará tudo em perigo.

– A safra inteira...

– Meu Deus!

Falavam da safra anunciando-se excepcional, a superar de longe todas as anteriores. Com os preços do cacau em

constante alta, significava ainda maior riqueza, prosperidade, fartura, dinheiro a rodo. Os filhos dos coronéis indo

cursar os colégios mais caros das grandes cidades, novas residências para as famílias nas novas ruas recém-

abertas, móveis de luxo mandados vir do Rio, pianos de cauda para compor as salas, as lojas sortidas,

multiplicando-se, o comércio crescendo, bebida correndo nos cabarés, mulheres desembarcando dos navios, o jogo

campeando nos bares e nos hotéis, o progresso enfim, a tão falada civilização.

E dizer-se que essas chuvas agora demasiado copiosas, ameaçadoras, diluviais, tinham demorado a chegar,

tinham-se feito esperar e rogar! Meses antes, os coronéis levantavam os olhos para o céu límpido em busca de

nuvens, de sinais de chuva próxima.

Cresciam as roças de cacau, estendendo-se por todo o sul da Bahia, esperavam as chuvas indispensáveis ao

desenvolvimento dos frutos acabados de nascer, substituindo as flores nos cacauais.

A procissão de São Jorge, naquele ano, tomara o aspecto de uma ansiosa promessa coletiva ao santo padroeiro da

cidade.

(Jorge Amado, Gabriela, Cravo e Canela)

De acordo com o texto, o comércio do cacau

a) não alterava a vida dos filhos dos coronéis.

b) não mudava a rotina da cidade.

c) negava o princípio de civilização.

d) interessava apenas aos coronéis.

e) fundamentava o progresso da cidade.

Justificativa.

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