Identificação do Lidocainum  - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)
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Neymar28 de Fevereiro de 2013

Identificação do Lidocainum - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)

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Apostilas sobre a identificação do lidocainum, características físicas do lidocainum, identificação, doseamento, embalagem e armazenamento,
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LIDOCAÍNA

Lidocainum

C14H22N2O 2-(dietilamino)-N-(2,6-dimetilfenil)acetamida

234,34

05313

Contém, no mínimo, 99,0% e, no máximo, 101,0% de C14H22N2O, em relação à substância anidra.

DESCRIÇÃO Características físicas. Pó cristalino branco ou quase branco. Solubilidade. Praticamente insolúvel em água, muito solúvel em etanol e em cloreto de metileno, solúvel em éter etílico. Solúvel em ácido clorídrico diluído. Constantes físico-químicas Faixa de fusão (V.2.2): 66 ºC a 70 ºC.

IDENTIFICAÇÃO

Os testes de identificação B, C e D podem ser omitidos se for realizado o teste A. A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14) da amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mesmas intensidades relativas daqueles observados no espectro de lidocaína SQR, preparado de maneira idêntica.

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B. Dissolver, aquecendo, 0,2 g da amostra em mistura de 0,5 ml de ácido clorídrico diluído e 10 ml de água. Adicionar 10 ml de solução de ácido pícrico à 1 % (p/V). O precipitado lavado com água e dessecado apresenta temperatura de fusão (V.2.2) próximo a 230 oC, com decomposição. C. Em cerca de 5 mg da amostra adicionar 0,5 ml de ácido nítrico fumegante. Evaporar até secura em banho-maria, esfriar e dissolver o resíduo em 5 ml de acetona. Adicionar 0,2 ml de hidróxido de potássio alcoólico 0,5 M. Desenvolve-se coloração verde. D. Dissolver cerca de 0,1 g da amostra em 1 ml de etanol e adicionar 0,5 ml de solução a 10 % (p/V) de nitrato de cobalto. Forma-se precipitado verde-azulado.

ENSAIOS DE PUREZA Aspecto da solução. Dissolver 1 g da amostra em 3 ml de ácido clorídrico diluído e diluir para 10 ml com água. A solução é límpida e incolor. 2,6 dimetilanilina. Dissolver 0,25 g da amostra em metanol e diluir para 10 ml com o mesmo solvente. A 2 ml da solução anterior, adicionar 1 ml de solução a 1 % (p/V) de dimetilaminobenzaldeído em metanol e 2 ml de ácido acético glacial. Deixar em repouso por 10 minutos. Qualquer coloração amarela na solução em exame não é mais intensa do que a de uma solução referência, preparada simultaneamente, utilizando 2 ml de solução metanólica de 2,6 dimetilanilina a 0,25 % (p/V). Cloretos (V.3.2.1). Dissolver 1,4 g da amostra em mistura de 3 ml de ácido nítrico e 12 ml de água e proceder conforme descrito em Ensaio Limite para Cloretos. No máximo 0,0035 % (35 ppm). Sulfato (V.3.2.2). Dissolver 0,5 g da amostra em 5 ml de etanol e diluir para 25 ml com água. No máximo 0,1 % (1000 ppm). Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g da amostra. No máximo 0,1%. Metais pesados (V.3.2.3). Utilizar o Método II. Determinar em 1 g da amostra. No máximo 0,002% (20 ppm). Água (V.2.20.1). Determinar em 1 g de amostra. No máximo 1,0 %.

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DOSEAMENTO Proceder conforme descrito em Titulação em meio não-aquoso (V.3.4.5). Dissolver 0,2 g da amostra, dessecada à vácuo sob sílica-gel por 24 horas, em 50 ml de ácido acético glacial e agitar até completa dissolução. Titular com ácido perclórico 0,1 M SV, determinando o ponto final potenciometricamente. Realizar ensaio em branco e fazer as correções necessárias. Cada ml de ácido perclórico 0,1 M equivale a 23,434 mg de C14H22N2O.

EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes herméticos.

ROTULAGEM Observar a legislação vigente.

CLASSE TERAPÊUTICA Anestésico local.

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