Idosos na Unidade de Terapia Intensiva - Apostilas - Fisioterapia, Notas de estudo de . Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
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Gustavo_G27 de Fevereiro de 2013

Idosos na Unidade de Terapia Intensiva - Apostilas - Fisioterapia, Notas de estudo de . Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

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Apostilas sobre o tema dos idosos na Unidade de Terapia Intensiva. Introdução, metodologia, resultados e discussão.
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RESUMO

O aumento da expectativa de vida da população acompanha uma maior demanda de assistência à saúde. A fragilidade física e funcional do individuo idoso gera um questionamento sobre as particularidades destes indivíduos nas Unidades de Terapia Intensiva. Deste modo os objetivos da pesquisa foram identificar na literatura nacional artigos abordando o idoso em terapia intensiva, descrever seu perfil e a negação de leitos em UTI para os idosos. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica desenvolvida nas bases de dados SCIELO e BVS-Enfermagem, de 2006 a 2009, combinando os descritores: unidades de terapia intensiva e idoso. Obteve-se 08 artigos, que foram agrupados em duas categorias que descrevem o perfil dos idosos e a negação de leitos em UTI para os idosos. Os resultados mostraram que idosos são maioria em leitos de terapia intensiva pelas patologias apresentadas e pela menor expectativa de sobrevida. Conclui- se que indivíduos idosos possuem maior letalidade, por isso devem gozar de prioridade de leito e cuidados intensivistas.

Descritores: Unidades de terapia intensiva. Idoso.

ABSTRACT

The increase in life expectancy of the population comes an increased demand for health care. The physical frailty and functional generates anelderly individual's questions about the characteristics of these individuals in Intensive Care Units. Thus the research objectives were to identifyarticles in the national literature addressing the elderly in intensive care,describing their profile and characteristics of that individual in an Intensive Care Unit. This is a bibliographic database developed in SCIELO and VHL-Nursing, from 2006 to 2009, combining the descriptors: intensive care unit and elderly. There was obtained 08 articles have been grouped into two categories describing the profile the elderly and for acceptance ofnon priority. The results showed that most elderly people are in intensive care beds and the pathologies presented by the lower life expectancy. It is concluded that older adults have higher mortality, so they should enjoy priority bed and intensive care.

Keywords: Intensive care units. Elderly.

RESUMEN

El aumento de la esperanza de vida de la población es una mayor demanda de atención de la salud. La fragilidad física y funcional generapreguntas de un individuo anciano sobre las características de estos individuos en Unidades de Cuidados Intensivos. Así, los objetivos de la investigación fueron identificar los artículos en la literatura nacional frente a los ancianos en cuidados intensivos, la descripción de su perfil y las características de esa persona en una Unidad de Cuidados Intensivos. Se trata de una base de datos bibliográfica desarrollada en SciELO y la BVSEnfermería-, de 2006 a 2009, la combinación de las palabras clave:unidad de cuidados intensivos y los ancianos. Se obtuvieron 08 artículos se han agrupado en dos categorías que describen el perfil de las personas mayores y para la aceptación de la prioridad no. Los

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resultados mostraron que la mayoría de edad se encuentran en las camas de cuidados intensivos y las patologías presentadas por la menor esperanza de vida. Se concluye que los adultos mayores tienen una mayor mortalidad, por lo que deben gozar de prioridad y la cama de cuidados intensivos.

Palabras clave: unidades de cuidados intensivos. Personas de Edad.

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1 INTRODUÇÃO

O indivíduo idoso caracteriza-se como um ser que esta passando por alterações morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e psicológicas que acarretam uma lentidão no desempenho do seu sistema orgânico, com conseqüente diminuição da capacidade funcional. Este fato implica inclusive em mudança do perfil de adoecimento e traz repercussões para atenção a saúde e para políticas públicas, que passam a enfatizar a promoção da saúde, a manutenção da autonomia e a valorização das redes de suporte social, gerando impactos nas diversas formas de se prestar assistência a essa população. Dentre estas formas encontra-se também a importância de repensar as ações de enfermagem junto à população geriátrica (LIMA; TOCANTINS, 2009).

A enfermagem, no conjunto de serviços no qual se encontra inserida, estará lidando diretamente com uma clientela formada em grande parte por idosos. Portanto, a assistência de enfermagem a esse grupo pode ocorrer tanto individualmente quanto de forma coletiva, a idosos institucionalizados em hospitais e instituições de longa permanência, sendo pautada na prevenção de doenças, recuperação e, sobretudo na promoção da saúde.

Merece destaque que o cuidar envolve um agir, uma atitude do enfermeiro integrado por duas formações: a pessoal e a profissional. As possíveis repercussões destes valores, com reflexos na prática dos enfermeiros, podem ser percebidas no cotidiano, no relacionamento entre clientes- profissionais de enfermagem. Este relacionamento perpassa pela subjetividade do profissional que assiste, intervindo no cuidar - no agir humano (BRUM et al, 2005).

O processo de reabilitação do idoso geralmente não é o mesmo quando comparado a uma pessoa jovem com o mesmo diagnóstico. As etapas são as mesmas, embora certos aspectos destas sejam diferentes quando se trata de uma pessoa na senescência. A reintegração de um jovem é muito diferente da pessoa idosa, pois o primeiro tem a sua frente uma função social mais claramente definida quando comparada ao idoso e de maior importância na sociedade. Embora a tendência atual seja de mudar este cenário, a reabilitação do idoso sofre a influência de vários preconceitos sociais, vinculados à fragilidade física, a presença de incapacidades funcionais, a incapacidade de aprendizagem e ao “peso” social decorrente da sua improdutividade (DIOGO, 2000).

As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) são unidades que tem como objetivo concentrar pacientes em estado crítico ou de alto risco, passíveis de recuperação, num local que concentre equipamentos, materiais e pessoal treinado para o adequado tratamento e cuidado (TRANQUITELLI; PADILHA, 2007). Ao considerarmos o idoso hospitalizado em um determinado momento de sua existência, sem expectativas de reverter a sua situação clínica, onde a

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tecnologia já não é tão importante, torna-se relevante refletir sobre o significado da ação do cuidar do idoso pelo enfermeiro. A UTI não deve ser apenas o espaço físico, a tecnologia, a ação curativa, mas também se fundamentar no “ser humano”, nas suas percepções e seus valores.

Desta forma, visando contribuir com estratégias que promovam um atendimento adequado ao idoso institucionalizado, este trabalho tem como objeto de estudo o idoso internado na unidade de terapia intensiva e, como objetivos: identificar na literatura nacional artigos abordando o idoso em terapia intensiva, descrever seu perfil e a negação de leitos em UTI para idosos.

2 METODOLOGIA

Trata-se de uma revisão bibliográfica que tem como finalidade colocar o pesquisador em contato com todos os artigos já publicados sobre determinado tema, dessa forma oferecendo como vantagem permitir a investigação de diversos fatores que possam enriquecer a pesquisa (LAKATOS; MARCONI, 2007).

Este tipo de pesquisa procura explicar um problema a partir de referências teóricas já publicadas, pode ser realizada independentemente ou como parte da pesquisa descritiva ou experimental, buscando compreender as contribuições culturais ou científicas do passado existente sobre um determinado assunto, tema ou problema (CERVO; BERVIAN, 2006).

O levantamento dos dados foi realizado por meio de pesquisa nas bases de dados Scientific Eletronic Library Online (Scielo) e Biblioteca Virtual em Saúde – Enfermagem (BVS – Enfermagem), utilizando os descritores “unidades de terapia intensiva” e “idoso” de forma conjugada. O critério para escolha dessas bases de dados aconteceu devido o fato de que, nelas concentram-se o maior número de publicações nacionais na área da saúde. Foram levantados artigos nacionais, publicados no período de 2006 a 2009. A coleta de dados foi realizada no período de agosto a setembro de 2011. Assim foram selecionados 8 artigos nos seguintes periódicos: Acta Paulista de Enfermagem; Revista Brasileira de Terapia Intensiva; Revista da Escola de Enfermagem da USP; Ciência, Cuidado & Saúde; Revista Latino-Americana de Enfermagem; Revista Enfermagem UERJ.

Após o processo de coleta de dados, procedeu-se à exploração do material, por meio de leitura, sendo construídas duas categorias a partir da análise dos conteúdos expressos, sendo os dados agrupados por afinidade, formando então as categorias: Perfil dos idosos internados em UTI e Negação de leitos em UTI para idosos.

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3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

A presente revisão de literatura objetivou buscar evidencias cientificas sobre idosos institucionalizados, traçando seu perfil e demonstrando sua maior dificuldade, não prioridade de leitos em UTI. A meta foi sistematizar artigos sobre a temática, nos anos de 2006 a 2009. Após o levantamento dos dados os artigos selecionados foram agrupados e dispostos no quadro a seguir.

Quadro 1: Distribuição dos artigos sobre a necessidade de cuidado de idosos em UTI nas bases de dados SCIELO e BVS- enfermagem no período de 2006 a 2009. Teresina, 2011.

AutoresTítulo do Artigo Ano de publicação Revista

MYATA, Daniela Ferreira et al. Caracterização da terapêutica medicamentosa de idosos portadores de doenças cardiorrespiratórias internados em unidade de terapia intensiva.

2007 Ciência, Cuidado e Saúde

SOUSA, Cleber Ricardo de et al. Preditores de carga de trabalho de enfermagem em paciente idosos admitidos em unidades de terapia intensiva.

2008 Revista Latino-Americana de Enfermagem

Rocha, Maria do Socorro da et al. Caracterização da população atendida em unidade de terapia intensiva: subsidio para a assistencia.

2007 Revista Enfermagem UERJ

Ciampone, Juliana Trench et al. Necessidade de cuidados de enfermagem e intervenções terapêuticas em UTI: estudo comparativo entre pacientes idosos e não idosos.

2006 Acta Paulista Enfermagem

Alves, Carlos José et al. Avaliação de índices prognósticos para pacientes idosos admitidos em unidades de terapia intensiva.

2009 Revista Brasileira de Terapia Intensiva

Stein, Francine de Cristo et al. Fatores prognósticos em pacientes idosos admitidos em unidade de terapia intensiva.

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2009 Revista Brasileira de Terapia Intensiva

Freitas, Edna Estelita Costa e Schramm, Fermin Roland.A moralidade da alocação de recursos no cuidado de idosos no centro de tratamento intensivo.

2009 Revista Brasileira de Terapia Intensiva

Padilha, Kátia Grillo et al. Disfunções orgânicas de pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva segundo o Logistic Organ Dysfunction System.

2009 Revista da Escola de Enfermagem da USP

Após a análise e interpretação dos artigos, os resultados obtidos foram agrupados em duas categorias, que descrevem as principais necessidades encontradas pela equipe de enfermagem nas UTIs. Estas categorias discutem o perfil dos idosos internados em UTI e Negação de leitos em UTI para idosos.

Perfil dos idosos internados em UTI

De acordo com o disposto nos artigos, observou-se que a faixa etária de 70 a 79 anos foi predominante, sendo que os homens tem uma maior freqüência de internação, por utilizarem menos os serviços de atenção primaria e secundaria à saúde. Na distribuição por sexo e faixa etária, foi encontrada a predominância do sexo feminino no grupo de pacientes com idade acima de 80 anos, justificada pela maior expectativa de vida. As patologias do Sistema Cardiovascular foram responsáveis por aproximadamente 40% dos internamentos dos pacientes idosos, e as patologias do Sistema Respiratório, por 32,6%. Juntas, as doenças cardiorrespiratórias foram motivos de internamento de mais de 70% dos pacientes. O Acidente Vascular Cerebral foi a principal patologia responsável pelo internamento de pacientes idosos, representando 24% das admissões. Dentre as doenças do aparelho respiratório, a pneumonia (comunitária ou aspirativa) foi o diagnostico principal de 19 % dos pacientes. As patologias coexistentes que mais acometeram estes pacientes: insuficiência respiratória aguda e a hipertensão arterial sistêmica, ambas relatadas em prontuários de 53,7% dos pacientes. Dos idosos internados na UTI, 71,6% foram a óbito, com idade acima de 70 anos, acometidos principalmente por patologias do Sistema Respiratório (MYATA et al, 2007).

Outro estudo mostrou que os resultados encontrados são semelhantes aos achados de estudos nacionais e internacionais, apontando um numero elevado de pacientes idosos em UTI’s. Observou-se que dos pacientes com idade igual e maior de 60 anos, 50% tinham entre 71 e 80

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anos, 25% entre 81 e 90 anos e 3,1% 91 anos, reiterando a presença de pacientes com idade avançada submetidos a tratamento intensivo na UTI (CIAMPONE et al, 2006).

A media e a mediana de idade encontrada foram de 60,68 e 61,50 anos, respectivamente (PADILHA et al, 2009).

No que diz respeito às características clinicas, idosos acima de 80 anos ficaram no hospital por um tempo significativamente maior do que aqueles com 60-69 anos de idade (SOUSA et al, 2008). Quanto à renda familiar, 67% possuia renda familiar de um salário mínimo; destacam-se 18% com renda de um a três salários. Quanto à escolaridade, há predominância de 37,3% do ensino fundamental; ressaltando-se que 32,3% são apenas alfabetizados e 22,2% sem escolaridade. Outro artigo demonstra que 69,8% da amostra eram casados; sobressaem 14,4% viúvos e 14% solteiros. Quanto à religião, 63,6% eram católicos e 16,9% eram evangélicos. Em relação a ocupação, 45% são aposentados, 20% do lar e o restante é distribuído em outras ocupações (ROCHA et al, 2007).

Estudo evidencia que os principais fatores de risco associados à morte no idoso estão relacionados à própria idade avançada, glicemia elevada e necessidade de ventilação mecânica invasiva na admissão da UTI (STEIN et al, 2009).

Negação de leitos em UTI para idosos

O aumento do numero de patologias e a falta de serviços domiciliares e/ou ambulatoriais adequados muitas vezes faz com que o primeiro atendimento a pacientes idosos se dê em estagio avançado, no hospital, aumentando os custos e diminuindo a possibilidade de um prognostico favorável. Quando hospitalizados, o tempo de ocupação do leito é maior quando comparado ao de outras faixas etárias, e também há um aumento do consumo de medicamentos, uma vez que as doenças crônicas e patologias degenerativas levam a maior demanda pela utilização destes agentes. Com freqüência, estas condições podem levar ao agravamento do estado destes pacientes e a seu encaminhamento para Unidades de Terapia Intensiva, onde sofrerão intervenções custosas, que envolvem tecnologia complexa para um cuidado adequado. Os pacientes idosos admitidos nestas unidades têm aumento do risco de morbidade e mortalidade quando comparados a pacientes mais jovens (MYATA et al, 2007).

Quando os pacientes idosos foram analisados separadamente, a letalidade observada foi maior que predita, perdeu-se a calibração, mas manteve-se a discriminação. Fatores culturais, religiosos e éticos podem influenciar a decisão de encaminhamento de um paciente idoso à UTI. Estes pacientes críticos, não encaminhados à UTI, não é levado em conta nos estudos que avaliam a letalidade e o desempenho dos índices prognósticos na população idosa. Diante da falta de vagas nas UTI´s pacientes idosos podem ser preteridos em função da admissão de um

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mais jovem. A idade superior a 70 anos foi identificada como a terceira causa para a não admissão em UTI. Esses pacientes, cuja internação foi negada, apresentam maior letalidade (ALVES et al, 2009).

Por ser uma faixa etária bastante fragilizada, contata-se que entre idosos há um maior numero de infecções adquiridas durante o internamento, alem do aumento de complicações relacionadas a estada nesse ambiente, sugerindo que estes fatores desencadearam o óbito desses pacientes. A mortalidade hospitalar esta diretamente relacionada ao aumento da idade do paciente (MYATA et al, 2007).

As patologias coexistentes e a gravidade de uma doença são associadas à mortalidade. Consequentemente, a idade sozinha pode ser critério inapropriado para alocação de recursos em terapia intensiva (FREITAS; SCHRAMM, 2009).

Porém dados de outro artigo traz diferente conclusão: pacientes idosos e não-idosos internados na UTI apresentaram iguais necessidades de cuidados e, conseqüentemente, demanda de trabalho de enfermagem, com pontuação media de NAS (Nursing Activities Score) de 66,44% e 66,33%, respectivamente; não houve diferença entre o grupo de idosos e não-idosos quanto às categorias do NAS: atividades básicas, suporte ventilatório, suporte cardiovascular, suporte renal, suporte metabólico e intervenções especificas; durante a internação na UTI, não houve diferença entre as intervenções terapêuticas recebidas pelo grupo de pacientes idosos e não- idosos (CIAMPONE et al, 2006).

4 CONCLUSÃO

A realização deste trabalho possibilitou descrever e refletir acerca das dificuldades vivenciadas por idosos preteridos de vagas em uma Unidade de Terapia Intensiva. Traçou-se um perfil sociodemografico desses idosos institucionalizados e constatou-se a predominância de idosos nos leitos de UTI´s, sendo as patologias do Sistema Cardiorrespiratório a maior responsável pelo internamento destes pacientes.

A maioria dos artigos traduzem o individuo idoso como portador de uma maior assistência da equipe de enfermagem, por seus aspectos fisiológicos e psicológicos. Porém ainda existem controvérsias quando o assunto é a alocação de recursos e a falta de leitos em UTI. Isso nos mostra uma maior necessidade de artigos e pesquisas que possam nos demonstrar a real situação de idosos e não idosos nas Unidades de Terapia Intensiva.

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REFERÊNCIAS

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BRUM, Ana Karine Ramos et al. O enfermeiro como instrumento de ação no cuidar do idoso. Rev. Latino-Am. Enfermagem. v.13, n.6, p. 1019-1026. 2005

CERVO, Amado Luis; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Cientifica. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall; 2006.

CIAMPONE, Juliana Trench et al. Necessidade de Cuidados de enfermagem e intervenções Terapêuticas in UTI : Estudo comparativo Entre Pacientes Idosos e nao Idosos . Acta paul. enferm. v.19, n.1, p. 28-35. 2006.

DIOGO, Maria José D'Elboux. O papel da enfermeira na reabilitação do idoso. Rev. Latino-Am. Enfermagem. 2000, v.8, n.1, p. 75-81.

FREITAS, Edna Estelita Costa; SCHRAMM, Fermin Roland. A moralidade da alocação de Recursos não Cuidado de Idosos no Centro de Tratamento Intensivo. Rev. bras. ter. Intensiva. v.21, n.4, p. 432-436. 2009.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do Trabalho Científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas; 2007.

LIMA, Cristina Alves de; TOCANTINS, Florence Romjin. Necessidades de saúde do idoso: perspectivas para a enfermagem. Rev. bras. enferm. Brasília v.62, n.3, p. 367-373, 2009.

MYATA, Daniela Ferreira et al. Caracterização da terapêutica medicamentosa de idosos portadores de doenças cardiorespiratórias internados em unidade de terapia intensiva . Ciênc. cuid. saúde. 2007, v.6, n.4, p. 449-455.

PADILHA, Kátia Grillo et al. Disfunções orgânicas de Pacientes internados in Unidades de Terapia Intensiva Segundo o Sistema de Disfunção Logistic Organ . Rev. esc. enferm. USP . v.43, n.spe2, p. 1250-1255. 2009.

ROCHA, Maria do Socorro da et al. Caracterização da população atendida em unidade de terapia intensiva: subsídio para a assistência. Rev. enferm. UERJ . v.15, n.3, p. 411-416. 2007

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SOUSA, Cleber Ricardo de et al. Predictors of nursing workload in elderly patients admitted to intensive care units. Rev. Latino-Am. Enfermagem . v.16, n.2, p. 218-223 2008

STEIN, Francine de Cristo et al. Fatores prognósticos in Pacientes Idosos admitidos in Unidade de Terapia Intensiva . Rev. bras. ter. Intensiva. v.21, n.3, p. 255-261. 2009.

TRANQUITELLI, Ana Maria; PADILHA, Katia Grillo. Sistemas de Classificação de Pacientes Como Instrumentos de Gestão em Unidades de Terapia Intensiva. Rev. esc. enferm. USP . v.41, n.1, p. 141-146. 2007

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