Indisciplina Escolar - Apostilas - Pedagogia, Notas de estudo de . Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)
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Gaucho_827 de Março de 2013

Indisciplina Escolar - Apostilas - Pedagogia, Notas de estudo de . Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

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Apostilas de Pedagogia sobre o estudo da Indisciplina Escolar, aspectos, autoridade docente,
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A INDISCIPLINA ESCOLAR FRENTE À AUTORIDADE DOCENTE.

Resumo

Sendo a indisciplina escolar um dos grandes embates do sistema educativo o presente artigo pretende analisar, sob a luz da autoridade docente, alguns aspectos desta indisciplina. Dentro deste foco, busca-se compreender a chamada crise da autoridade docente, relatada por inúmeros professores em diversas escolas brasileiras. Se no passado tinha-se uma autoridade imposta e até mesmo desenvolvida de maneira autoritária pelo professor, hoje este modelo está falido, pois não consegue conter a indisciplina, e pelo contrário parece instigar o fenômeno indisciplinar. Dessa forma, a educação almejada pela Constituição Federal de 1988, pautada na educação em cidadania parece distanciar-se da realidade escolar.

Palavras-chave: Indisciplina; autoridade; educação.

O universo escolar enfrenta inúmeras situações e entre elas destaca-se a indisciplina. O fenômeno indisciplinar têm preocupado, gestores, pais, professores e a sociedade de modo geral. Para Rego (1996, p. 89), uma das origens da indisciplina esta relacionada à falta de autoridade do professor, de seu poder de controle e aplicação de sanções. Ainda, a indisciplina pode ser declarada a partir do momento que atrapalha o desempenho escolar tanto dos colegas quanto dos professores.

A indisciplina, afirma Estrela (2002, p. 17), relaciona-se intimamente com a disciplina e tende normalmente a ser definida pela sua negação ou privação, ou pela desordem proveniente da quebra de regras estabelecidas. Todavia, a indisciplina pode caracterizar-se de diversas maneiras, em infinitas situações e de diferentes formas. O artigo não pretende esgotar as manifestações indisciplinares, mas dará ênfase em algumas situações em que a indisciplina entra em conflito com a autoridade docente, denunciando que algo não está em harmonia na relação entre professor e aluno e também de que a própria educação está sendo afetada.

A indisciplina, segundo Xavier (2002, p. 89), demonstra um abastado espaço de informações sobre como os alunos vivem a escola e seus conteúdos. Para a autora, fugir ao controle é uma forma de questioná-lo, minando as relações de poder univocamente estabelecidas. Nesse sentido, parece que as questões acerca da indisciplinada tendem a provocar o poder hierárquico instituído e também a sua legitimidade. Além disso, a intervenção conseqüente na indisciplina escolar, segundo Xavier (2002, p. 105) está colada à sua compreensão, que por sua vez é decorrente da combinação da escuta da indisciplina escolar com o significado que possuem.

As causas da indisciplina podem ter diferentes origens. Giglio (1999, p. 187) apresenta como origem mais comum o sentimento de injustiça entre os jovens. O autor acredita que os alunos,

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quando acham que tenham sido tratados de forma injusta, ou submetidos a regras injustas, tendem a defenderem-se de modo explosivo, indisciplinado, podendo agredir fisicamente outrem. Ainda que, o docente, utilizando-se de sua autoridade, tente coibir e prevenir tais manifestações, não obtém êxito. Isto porque, os alunos estão diante de um professor com autoridade que eles não reconhecem.

As manifestações tidas como indisciplina, podem ser indícios do desenvolvimento da liberdade dos alunos, por isso, se torna indispensável que estas sejam ouvidas, compreendidas e discutidas pelos professores, alunos e gestores. Sennett (2001, p. 163) acredita que todo ser humano é livre para descrer da autoridade e para declarar essa descrença, porém, afirma que essa liberdade é desconhecida em diversas pátrias, e o que se sabe é uma liberdade desconhecida no Brasil. O autor acrescenta que as imagens da autoridade são um convite a essa descrença, a essa rejeição.

Na maioria das vezes, o profissional da educação, imagem de autoridade, ao desenvolver suas atividades, acredita que o aluno lhe deve obediência e respeito, pelo fato de ele ser o professor. Por outro lado, muitos são os casos em que o professor não está convencido de que possui autoridade em sala de aula e não sabe usá-la, entretanto agarra-se na tradição que lhe concedeu tal atributo, mesmo que com bases autoritárias e abusivas advindas do passado.

Dessa forma, vislumbra-se uma crise na tradição que corrobora para o aumento dos eventos indisciplinares e contribui para o que se chama crise da autoridade docente na educação. Acredita-se que o respeito pelo passado está cada vez mais distante, fazendo com que inúmeros professores relatem com nostalgia o passado e desacreditem do futuro. (Guimarães, 1999, p. 171).

A disciplina é tida como agente necessário para a construção do saber, pois é de posse deste conhecimento sobre o mundo que o aluno terá liberdade para contestar a autoridade quando necessário, bem como entender que o saber é a via que lhe proporcionará os esclarecimentos para usá-la adequadamente na luta por uma sociedade mais justa e igualitária. (Schmidt, Ribas, Carvalho (1989, p. 39).

Contudo, questiona-se quanto às atuais inquietações escolares, em que o aluno parece estar reivindicando algo, e não apenas sendo indisciplinado. Suas atitudes conflituosas e indisciplinadas parecem ser reflexos da crise de autoridade pela qual passa o professor. Mas se o aluno vem de uma educação deficiente, em que não teve condições para refletir sobre a autoridade em que é (e sempre foi) submetido, é possível dizer que a indisciplina, enquanto modo de contestar a autoridade do professor é reflexo de uma educação que o preparou para contestar?

O aluno de hoje questiona, quer mudanças, exige, mas dizer que foi a educação que esse aluno teve, ou está tendo, propulsora de liberdade para ele contestar a autoridade do professor parece ser contraditório. Se a autoridade do professor está em crise como corroborar para que se obtenha educação em cidadania, em que todos os sujeitos escolares desenvolvam seus papéis da melhor forma possível?

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Garcia (1999, p. 103) analisa este aluno contestador, situado em uma sociedade que tenta superar uma longa história de repressão, ressaltando que este aluno manifesta seu descontentamento, pois “não se conforma com aulas desatualizadas, teóricas, ou a relações autoritárias, desumanas ou frias”. Sendo que, segundo o autor, esse descontentamento “precisa ser analisado para além do rótulo de indisciplina, e ser pensado como expressão de uma consciência social em formação”.

Ainda que não seja objetivo do presente artigo responder a todos esses questionamentos, nem apresentar fórmulas mágicas para o enfrentamento dessas questões, pretende-se cooperar no sentido de estimular o debate sobre determinado tema, acreditando que estes debates contribuem para o desenvolvimento necessário da educação de maneira geral.

Uma vez que uma das formas de indisciplina do aluno em sala de aula é contestar a autoridade do professor, passa-se analisar como ela se configura e chamada crise pela qual tem passado, e também, qual é a sua importância para o papel do professor no desenvolvimento de sua função.

O termo autoridade significa, direito ou poder de fazer-se obedecer, dar ordens, tomar decisões, agir, etc. Acrescenta-se como autoridade aquele que tem esse direito ou poder. A autoridade é dada ao professor para o desempenho de suas funções enquanto educador. Sennett (2001, p. 30) apresenta as qualidades de uma autoridade: segurança, capacidade superior de julgamento, capacidade de impor disciplina, capacidade de inspirar medo.

Entretanto, Vasconcelos (1997, p. 248) colabora explicando que “não existe autoridade em si: a autoridade se define sempre em contextos históricos concretos”. Não se trata de um termo definido e acabado, pois, está à mercê de toda análise cultural que lhe envolve em um determinado momento da história. Ainda, o autor compreende autoridade como “capacidade de fazer o outro autor”, autoridade em que o professor vive a tensão entre a necessidade de orientar, limitar e a necessidade de abrir possibilidades para o aluno falar, correr, acatar.

A autoridade a qual o aluno submete-se, segundo Nash (1968, p. 124) é encontrada nas necessidades da sala de aula, onde o professor ao invés de exigir obediência, dar ordens, deve inspirar sentimentos de cooperação, e ao invés de exercer seu poder sobre os alunos, deve criar um novo poder, com o auxílio dos discentes.

Para Araújo (1999, p.42) a autoridade do professor se institui uma vez que todos os professores são investidos pela sociedade de uma superioridade hierárquica - aquela que se vincula ao uso da força e da violência - e desta forma alguns professores tentam constituir-se como autoridade cobrando obediência de seus alunos e impondo suas vontades e valores. Todavia, segundo o autor, temos também a autoridade por competência, que é aquela que se vincula à admiração nutrida nas relações com seus subordinados, a partir do prestígio e da competência. A admiração que é devotada pelos alunos aos professores faz com que eles naturalmente não queiram tratar com desrespeito a pessoa que eles admirem, gerando um ambiente de colaboração dentro do processo educativo.

Neste sentido, Furlani (1995) também diferencia autoridade baseada na posição hierárquica e autoridade baseada na competência. A primeira é decorrente da relação de poder

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institucionalizada que se efetiva através da organização escolar, ou seja, o professor impõe-se ao aluno através da superioridade do cargo. Entretanto, como já foi dito, a autoridade hierárquica pode refletir nos alunos sentimentos de hostilidade, ressentimento ou inferioridade e passividade, ou até mesmo, sentimentos de revolta, indisciplina, podendo desenvolver uma guerra em sala de aula. A autoridade baseada na competência é aquela produzida na relação entre professor e aluno. Neste modelo, segundo o autor, o professor se mostra aberto as idéias dos alunos, estabelece um relacionamento com modelos democráticos e sendo assim, professor e aluno são respeitados passando a autoridade um produto da relação entre professor e aluno.

Na diversidade do cotidiano escolar, alguns obstáculos devem ser ultrapassados, algumas crises devem ser enfrentadas e superadas. Aquino (1998, p. 16) acredita que alguns fantasmas têm rondado a escola e entre eles está a crise da autoridade docente.

O professor, conforme denuncia Estrela (2002, p. 19), muitas vezes sem consciência, institui uma organização monárquica da sala de aula, utilizando-se de privilégios intrínsecos ao desempenho de sua função, como selecionar o saber, ditar as normas e controlar os comportamentos, fiscalizar as relações humanas em sala de aula, determinar os critérios do que é bom, correto, verdadeiro e útil, configurando, assim, o professor – autoridade e o aluno - submisso. A autora relata ainda, sobre a crise de autoridade que se verificou em Portugal após 1974, que originou a confusão entre autoridade e autoritarismo teve reflexos na escola:

Alguns professores passaram a desvalorizar a disciplina e associá-la a repressão, enquanto outros, como reação à indisciplina generalizada e como defesa, reforçaram o seu autoritarismo. Outros ainda tentaram encontrar formas diferentes de exercício de autoridade, assente em maior competência didática e relacional, e a procura de um novo equilíbrio neste campo pode caracterizar muitas escolas portuguesas. (ESTRELA, 2002, p. 74).

Percebe-se que a crise enfrentada em Portugal foi importante para a tomada de novos rumos no campo educacional, criando novos caminhos para a autoridade escolar, baseada na competência didática e relacional, que foram trilhados por muitos professores.

Estrela (2002, p. 142) acredita também que a imagem de um professor sem autoridade e incapaz de manter a disciplina reforça a imagem negativa de uma profissão, que afasta os mais capazes pela má remuneração e que até os não profissionais podem exerce – lá pela insuficiente especialização que o quadro profissional possui.

Não se trata de ficar restrito as falhas que o sistema possui, seja pela falta de reconhecimento da profissão, seja pela falha na própria formação dos profissionais de educação, porém, é importante ressaltar que a imagem do professor sem autoridade, aquela imagem negativa lembrada por Estrela, é uma imagem freqüentemente encontrada na sociedade brasileira.

Guimarães (1996, p. 79) relata que o docente imagina que a garantia de sua posição se dá pela manutenção da ordem, mas a diversidade dos elementos que compõem o convívio escolar impede a tranqüilidade da permanência neste lugar. Tendo em vista que a ordem é necessária, segundo o autor, o professor desempenha um papel violento e ambíguo, pois, se de um lado,

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ele tem a função de estabelecer os limites da realidade, das obrigações e das normas, de outro, ele desencadeia novos dispositivos para que o aluno, ao se diferenciar dele, desenvolva autonomia e liberdade sobre o seu próprio aprendizado e sobre a sua própria vida. Volta-se a frisar que essa autoridade desenvolvida pelo professor gera indisciplina e a própria indisciplina faz com que aumente a fragilidade da autoridade vivenciada pelo professor, configurando-se o quadro da crise docente.

Muitos professores concordam que a indisciplina e a falta de autoridade são os grandes problemas enfrentados em sala de aula. Porém, não conseguem indagar sobre o seu significado e extrair da sua própria ocorrência, não a solução, mas a transformação do cotidiano escolar que a engendra. Esta dificuldade pela qual passam os professores foi objeto de estudo desenvolvido por Xavier (2002, p. 104), no Projeto Escola Cidadã, na cidade de Porto Alegre - RS. Ainda sobre este tema, a autora constatou que professores e gestores não discutem os temas concernentes à autoridade e indisciplina para que juntos possam encontrar possíveis caminhos para a melhora do cotidiano escolar e conseqüente melhora no rendimento escolar.

A indisciplina destaca-se em sala de aula contribuindo para as discussões acerca da autoridade docente, fazendo com que o relacionamento entre professor e aluno seja reavaliado dia-dia e mostrando que a autoridade deve ser estabelecida e respeitada tendo em vista a educação em cidadania, formadora de cidadãos aptos para a vida em sociedade e para isso é necessário um professor com autoridade.

Desse modo, a autoridade do professor é importante para a educação. Ourique e Tomazetti (2004, p. 93) corroboram que se deve reconhecer a autoridade como parceira indispensável de uma educação que visa à formação de sujeitos comprometidos e transformadores de sua realidade social.

A educação para Vasconcellos (2004, p. 54), não se faz sem autoridade, pois o educando precisa do referencial do professor a fim de ter base para a construção do seu próprio conhecimento. Normalmente, como dito anteriormente, o professor espera que o aluno venha para a escola reconhecendo sua posição de professor e autoridade dentro do espaço escolar, porém, o tratamento de respeito e autoridade tem que ser conquistado pelo professor.

Aquino (2003, p.55) refletindo Dubet afirma que a autoridade docente na atualidade exige sustentação contínua por meio de práticas que a reafirmam sem cessar, não se tratando de algo de véspera. Além disso, pode-se acrescentar que não se trata daquela autoridade historicamente construída, que deve ser temida para ser respeitada, e deve ser temida porque tem o poder de decidir, de ameaçar e de reprimir. Disto decorre, conforme Aquino (2003), que os pilares da autoridade do professor precisam ser construídos e reconstruídos dia após dia no ambiente escolar.

Não obstante, reconhecendo a importância da autoridade do professor, D’Antola (1986, p. 53) acrescenta que quanto mais confiança os alunos tiverem no professor, enquanto autoridade que dirige um curso produtivo, que pode manter a disciplina, que tem bom domínio de conhecimento, mais confiança os alunos terão nas intervenções do professor. E isso parece

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possível desde que seja uma autoridade exercida dentro dos parâmetros constitucionais, ou seja, dentro da democracia e preocupada com a formação em cidadania.

Quando se trata de autoridade com bases democráticas, Sennett (2001, p. 225) lembra:

Uma estrutura de poder receptiva aos que lhe estiverem submetidos, a discussão e reformulação dos elos da cadeia de poder nos momentos de tensão, e pessoas fortes que despertem um confiança limitada, tudo isso pode ser um sonho impossível e utópico, mas não é nada além de levar a sério os ideais que, da boca pra fora, a maioria das sociedades do Ocidente afirma alimentar.

Além disso, é preciso que o professor conheça a autoridade e supere o medo de exercê-la, conforme Vasconcellos (1997, p. 248) cabe a ele buscar a legitimação da autoridade através do diálogo e questionamento com seus superiores, pais e alunos, exercendo a sua cidadania.

Mesmo que a autoridade com bases democráticas pareça longe da sala de aula, o momento atual permite, segundo Abud e Romeu (1986, p. 80), o questionamento das regras e normas estabelecidas, das atitudes de rebeldia, da crítica à autoridade imposta, por uma expressiva faixa social composta por jovens. Momento este propício para o debate, para a busca de novos e diferentes caminhos tendo em vista a construção de uma nova educação, de uma nova realidade social.

Em conclusão, a autoridade seria a forma com que o professor exerce o seu papel de educador, responsável por transmitir conhecimento e formar cidadãos. A autoridade permitiria ao professor optar pelos melhores caminhos para se obter essa formação, comprometido com a educação e manejando a autoridade em prol de seus alunos, e não baseado em satisfazer seus ensejos pessoais e autoritários. Ainda, a indisciplina frente à autoridade se transformaria em oportunidade de amadurecimento dos sujeitos escolares, de uma oportunidade para se aproximar efetivamente as promessas constitucionais quanto à educação em cidadania.

Referências

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[ 2 ]. Definição trazida pelo dicionário Aurélio (2005, p. 54).

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