Infecção Hospitalar - Apostilas - Enfermagem, Notas de estudo de . Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Pamela87
Pamela8727 de Fevereiro de 2013

Infecção Hospitalar - Apostilas - Enfermagem, Notas de estudo de . Universidade Federal da Bahia (UFBA)

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Apostilas sobre o estudo da problemática da infecção hospitalar no âmbito da enfermagem, abordando medidas de controle, prevenção e conhecimento dos acadêmicos.
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INFECÇÃO HOSPITALAR: O CONTROLE E PREVENÇÃO NO ÂMBITO DA ENFERMAGEM

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RESUMO

A infecção hospitalar é objeto de preocupação para profissionais de saúde do mundo inteiro. Sua ocorrência trás grandes conseqüências e interfere diretamente na qualidade do serviço prestado causando transtornos do ponto de vista econômicos, éticos e legais. O presente estudo tem como objetivo analisar a problemática da infecção hospitalar no âmbito da enfermagem abordando medidas de controle, prevenção e o conhecimento dos acadêmicos no tocante ao assunto. Trata-se de uma revisão bibliográfica desenvolvida a partir da analise de 12 bibliografias extraídas das bases de dados scielo.br, revistas.ufg.br e do acervo da biblioteca da Universidade Católica do Salvador, na língua portuguesa e publicadas no período de 1999 à 2009. Com o estudo, observou-se que a infecção hospitalar constitui um grave problema de saúde pública interferindo diretamente na qualidade da assistência à saúde. Isso justifica a preocupação por parte dos Enfermeiros em relação ao controle das infecções hospitalares e aponta à necessidade de mudanças culturais e educacionais concernentes a capacitação dos Enfermeiros para o desenvolvimento de medidas eficientes.

Palavras-chave: Infecção Hospitalar. Prevenção e Controle. Enfermagem. Conhecimento.

SUMÁRIO

|1 INTRODUÇÃO ................................................................................................ |4 |

| | |

|2 METODOLOGIA .......................................................................................... |6 |

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|3 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS............................................. |7 |

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|4 CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................... |12 |

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| REFERÊNCIAS ............................................................................................... |13 |

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1 INTRODUÇÃO

Definem-se como infecção hospitalar (IH) as alterações patológicas provocadas por procedimentos terapêuticos ou para diagnósticos, que são adquiridas durante a internação do paciente e se manifestam neste período, ou mesmo após a sua alta. (BRASIL, 1998 apud FONTANA, 2006).

Seu surgimento se deu junto com os primeiros hospitais no século, em razão das epidemias que hostilizavam principalmente os pobres, e das precárias condições de higiene e de saneamento da época que juntamente com a falta de tecnologia e profundo conhecimento sobre os microrganismos e antimicrobianos proporcionaram o surgimento de tais infecções. (MOURA et al, 2008).

Atualmente, após a introdução dos princípios básicos de antissepsia e o descobrimento de vários elementos da ciência da bacteriologia, assim como a evolução da tecnologia antimicrobiana e o desenvolvimento e aplicação de técnicas avançadas de assistência a saúde, pode ser observado o irrompimento de mecanismos para intervenção nas infecções com elevado nível de eficácia e satisfação, entretanto os procedimentos evasivos terapêuticos e de diagnósticos cada vez mais comuns, e também, o surgimento de microrganismos multirresistentes aos antimicrobianos disponíveis na maioria dos hospitais tem impelido as infecções hospitalares a um considerável problema de saúde pública no Brasil e no mundo. (FONTANA, 2006; TURRINI, 2000; TURRINI; SANTOS, 2002).

Considerando o cotidiano do enfermeiro no contexto do cuidar e a influência que a infecção hospitalar exerce sobre os parâmetros de qualidade da prestação de serviço em saúde, são apresentados os seguintes questionamentos ao analisar a problemática da infecção hospitalar:

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como se dá a infecção hospitalar? Qual a importância do enfermeiro no processo de controle e prevenção? como o conhecimento e conscientização por patê dos enfermeiro e profissionais de saúde interfere na adesão à medidas de prevenção?

A apreciação deste tema se faz necessária em virtude da ênfase conferida à problemática da infecção hospitalar, motivada pelo intenso desafio que se ergue na busca de soluções em congraçar um serviço de qualidade com as condições social, cultural, econômicas, além de as infecções representarem um importante fator que deprime a qualidade da assistência à saúde e evidencia a carência de uma abordagem mais ampla desta temática durante a formação do enfermeiro, com o objetivo de capacitá-lo para desenvolver e adotar mecanismos e medidas de prevenção e controle de infecção hospitalar e conscientizá-lo da importância de tais procedimentos.

Assim sendo, este estudo propõe analisar e discutir a temática da infecção hospitalar tendo como base a formação, o preparo e atuação do enfermeiro na busca de meios para prestar uma assistência de qualidade.

2 METODOLOGIA

Trata-se de uma revisão bibliográfica, com abordagem qualitativa, realizados por meios de levantamentos nas bases de dados dos sits eletrônicos scielo.br e revistas.ufg.br, e no acervo da biblioteca da UCSal.

Na busca foram utilizadas as seguintes palavras chave: infecção hospitalar, controle, enfermagem, sendo encontrados 28 artigos publicados a partir de 1998(quando foi publicada a portaria MS nº, 2616/98) em português.

Nesta fase foi realizada a leitura para o reconhecimento do material que atenderia critérios de inclusão do estudo adotados para uniformização dos resultados. Assim sendo, só foram incluídos 12 estudos, que abordam a temática da infecção hospitalar, prevenção e controle, no âmbito da enfermagem e fundamentam-se na atual legislação regulamentar da infecção hospitalar. Entretanto foram excluídos os estudos com base em legislações anteriores a portaria MS nº, 2616/98.

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Após a seleção dos 12 estudos, foi realizada uma leitura analítica e os resultados foram transcritos em forma descritiva. Posteriormente realizou-se uma leitura analítica interpretativa com o objetivo de avaliar os resultados e desenvolver a discussão.

3 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

A infecção hospitalar é um problema de saúde publica que deprecia a qualidade da assistência e a imagem da instituição de saúde.

Para Brasil (2000) apud Silva (2004), atualmente a ocorrência de infecção hospitalar evidencia a precariedade de um serviço de saúde e os profissionais de saúde, juntamente com a instituição prestadora do serviço, são apontados como responsáveis pela ocorrência da infecção.

Outrossim, as infecções hospitalares representam um importante aumento dos custos assistenciais, devido as complicações geradas pelo processo infeccioso e o aumento do tempo de internação. (CHIANCA, 2002 apud BRAGA, 2004).

3.1 A Infecção Hospitalar

Segundo Bolick (2000) apud Silva (2004), “infecção é a multiplicação dos microrganismos dentro ou nos tecidos do corpo, produzindo sinais e sintomas e também uma resposta imunológica.” Ainda o mesmo autor afirma que tais microrganismos causam patologias, devido suas toxinas e/ou pela disputa metabólica dentro do organismo do hospedeiro.

A infecção hospitalar é assim denominada, quando esse processo infeccioso se dá em conseqüência de terapias ou diagnose e os sintomas são apresentados no período de internação ou mesmo após a alta. (BRASIL, 1998 apud PEREIRA et al, 2005).

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No que concerne às origens das infecções hospitalares, Turrini (2000), afirma que cerca de 70% delas, se desenvolvem a partir da própria flora microbiana do paciente, ao passo que, o restante provém de microrganismos transmitidos a partir do ambiente externo e são estas as infecções provocadas por falhas técnicas na execução dos procedimentos assistenciais.

As infecções endógenas, que são as oriundas da própria flora microbiana do paciente, ocorrem principalmente por uma instabilidade na relação existente entre estes microrganismos e o sistema de defesa do organismo e pode ser conseqüência da própria patologia que acomete o paciente, de procedimentos invasivos e do uso de antibióticos que podem alterar a população microbiana normal. Estas infecções geralmente são inevitáveis, pois podem ocorrer mesmo com a adoção de medidas de prevenção, já que sua ocorrência em geral, é proveniente de comprometimento imunológico do paciente. As infecções exógenas, que são aquelas resultantes de fontes microbianas externas, são evitáveis, pois é possível intervir no processo de transmissão ao paciente com medidas eficazes de prevenção e de controle. (WEBER, 1997 apud PEREIRA et al, 2005).

Existem diversos fatores que corroboram com a ocorrência da infecção hospitalar. Segundo Erdmann e Lentz (2004), estes podem ser “hospitalização prolongada, uso maciço de antibioticoterapia de amplo espectro, condições clínicas subjacentes do paciente, dentre outras.”

3.2 Controle e prevenção

A possibilidade de evitar algumas infecções hospitalares, infligi ao profissional de saúde e as instituições, a responsabilidade de desenvolver e adotar medidas e ações que permitam intervir nos meios de transmissão e desenvolvimento dos agentes microbianos, promovendo assim, condições que proporcione a prevenção de tais infecções. (BRACHMAN, 1992 apud PEREIRA et al, 2005).

Para Adami e Maranhão (1995) apud Pereira (1999), a qualidade na prestação da assistência de saúde constitui uma responsabilidade ética e social. E em se tratando dos parâmetros de avaliação da qualidade da assistência prestada por profissionais e instituições de saúde, estudos realizados apontam que:

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O controle de infecção hospitalar (IH) encontra-se entre os parâmetros utilizados na

avaliação de qualidade da assistência , a vantagem da utilização desse parâmetro é a

capacidade que esta atividade tem de avaliar três elementos: a estrutura existente

para a prestação de serviços, o processo de realização das atividades de atendimento

e os resultados deste, com aumento ou diminuição da ocorrência de IH. (NOVAES, 1994; OLIVEIRA, 1998 apud PEREIRA, 1999).

As primeiras modalidades de vigilância epidemiológica puderam ser observadas quando Florence Nightingale, baseada nos conhecimentos adquiridos mediante suas experiências vividas nos hospitais militares na guerra da Criméia, descreveu em 1863 uma série de cuidados e medidas estratégicas com a finalidade de fomentar cuidados com menor risco de contaminação do paciente em relação ao meio, promovendo concomitantemente a diminuição das infecções hospitalares. (COUTO; PEDROSA, 1997 apud BRAGA, 2004).

No Brasil, o controle das infecções hospitalares começou a ganhar importância nas décadas de 70 e 80, com o surgimento da primeira Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), um órgão de assessoria da diretoria do hospital, que através da aplicação de medidas preestabelecidas, busca a redução e o controle dos indicadores de infecção hospitalar. Pode-se afirmar que vários fatores foram determinantes no desenvolvimento das ações de controle das infecções Hospitalares não só no Brasil, mas no mundo, entre eles encontram-se a conscientização dos profissionais de saúde a respeito do tema, a realização de cirurgias cardíacas e a epidemia de Aids que exigiu a implantação de medidas de prevenção e controle em todos os hospitais do mundo. (FERNANDES, 2000; HOFFMANN,1997 apud PEREIRA et al, 2005; SANTOS, 2006).

É responsabilidade das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar, realizar treinamentos contínuos da equipe de saúde voltados para a prevenção e o controle das principais infecções, tendo como objetivo de orientar a equipe sobre a prevenção, o diagnóstico e tratamento das mesmas; reduzir os custos operacionais gerados pela infecção hospitalar; prestar explicação sobre possíveis infecções aos pacientes e seus familiares, além de responder judicialmente aos processos referentes a infecção hospitalar. (SCHECHTER, 1998 apud BRAGA, 2004).

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Em relação às orientações e regulamentação das ações de controle das infecções hospitalares no Brasil, Barbosa e Siqueira (2009) relatam que:

As ações do controle de infecção hospitalar no Brasil, são norteadas pela portaria MS 2616/98 que dispõe sobre a formação de equipes de profissionais (técnicos de nível superior, entre eles, médico e enfermeiro) que irão compor as comissões e dá algumas diretrizes, entre elas, adequação, implementação e supervisão das normas e rotinas técnico-operacionais, visando a prevenção e controle das infecções hospitalares e fomentar a educação e treinamento de todo o pessoal hospitalar.

O Enfermeiro é considerado um elemento essencial para o controle das infecções hospitalares, pois é ele o responsável por investigar a ocorrência de casos, além de ser responsável pela orientação de profissionais de saúde, pacientes e visitantes, e para isso deve dispor de conhecimentos atualizados e proceder dentro das normas éticas e legais. Sendo assim, sua presença como membro das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) é um preceito estabelecido pela portaria, nº 2616 de 1998. (CHIANCA et al, 2002 apud BRAGA, 2004; FERNANDES, 2000 apud PEREIRA et al, 2005).

Algumas medidas são indispensáveis no tocante ao controle e prevenção das infecções hospitalares, interrompendo sua cadeia de transmissão. O ministério da saúde consolida que a esterilização dos artigos hospitalares seguindo as especificações recomendadas, representa um importante meio de intervenção no ciclo de transmissão dos microrganismos generantes das infecções. (BRASIL, 1994 apud BORGES, 2008).

Outro fator relevante que pode proporcionar condições favoráveis ou não, no que diz respeito ao controle e prevenção das infecções hospitalares, é representado pelo uso inadequado das luvas. Segundo Dias (1997) apud Silva (2004) “apesar das constantes orientações acerca do uso correto de luvas, o seu uso de forma inadequada é ainda muito freqüente…” O mesmo autor declara que o fato de os profissionais de saúde manejar equipamentos e substâncias orgânicas subseqüentemente estando com as mãos enluvadas, constitui um prognóstico real de contaminação e consequentemente, o desenvolvimento de infecção hospitalar.

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Todavia, a medida de prevenção e controle de infecção mais simples e barata constitui-se na lavagem das mãos, que representa uma ação individual de grande importância, mas de baixa adesão dos profissionais de saúde e configura uma grande preocupação atualmente. Isso se deve ao fato de as mãos constituírem o principal instrumento utilizado no processo assistencial tornando-se um importante meio de transmissão de microrganismo. (COUTO et al, 1997 apud BRAGA, 2004; FERNANDES et al, 2000 apud BRAGA, 2004).

3.3 O Conhecimento dos Acadêmicos de Enfermagem Perante a Infecção Hospitalar

A educação é considerada o instrumento precursor no desempenho do controle e prevenção das infecções hospitalares e que interfere na adesão as medidas preventivas por parte dos profissionais de saúde. Para a boa execução de tais ações, este processo de educação necessariamente deve incorporar todas as áreas de atenção à saúde, permitindo a análise crítica dos processos de trabalho proporcionando simultaneamente a renovação de conceitos culturais. (OPAS, 1994 apud BARBOSA; SIQUEIRA, 2009).

Entretanto alguns estudos desenvolvidos com esta abordagem, tem demonstrado falhas nesse processo de aprendizagem principalmente quando se trata do período de graduação dos Enfermeiros. Segundo Silva (2004), em um estudo realizado com 63 alunos do 6º e 8º semestre de uma Universidade particular de Salvador, constatou-se que nenhum deles tinha conhecimento sobre alguma legislação sobre infecção hospitalar.

Com relação à falta de conhecimentos voltados para as ações de controle e prevenção das infecções hospitalares, percebe-se que a graduação é o momento apropriado para incorporar estes conhecimentos à grade curricular dos profissionais de saúde, entretanto, estas informações essenciais para a formação de um perfil profissional esclarecido e conscientizado quanto ao controle de infecção, não são preconizadas aos alunos nos cursos superiores desta área. (TIPPLE et al, 2003 apud SILVA, 2004).

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

As infecções hospitalares representam um serio problema de saúde publica que determina o nível de qualidade da assistência à saúde.

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Suas conseqüências ocasionam aumento dos custos de tratamento, ampliação do período de internação e conseqüentemente a diminuição dos leitos disponíveis, a possibilidade de processos judiciais contra os profissionais e as instituições de saúde e a elevação das taxas de morbimortalidade.

O controle das infecções hospitalares está relacionado com os fatores: estrutural, cultural e econômico e representa uma preocupação por parte dos profissionais e das instituições de saúde, das autoridades governamentais e das representações sociais.

Observou-se que embora a infecção hospitale constitua uma preocupação antiga entre os profissionais de saúde, existem dificuldades à adesão aos métodos e procedimentos preventivos, o que corrobora com o aumento do numero de casos.

A formação do profissional de saúde por algumas instituições de ensino superior, não proporciona as informações necessárias para o conhecimento e a conscientização da importância da adoção de medidas e ações que reduzam o risco de infecções hospitalares.

Para formar profissionais com perfil que proporcione uma atuação eficiente no controle e prevenção de infecções, recomenda-se uma abordagem mais ampla deste tema durante a graduação, por disciplina especifica e/ou por medidas que tornem as ações preventivas em praticas rotineiras, como a exigência da lavagem das mãos antes e depois das aulas em laboratórios.

As informações obtidas através deste estudo são úteis na promoção da reflexão sobre infecção hospitalar e alerta para a importância do conhecimento teórico e pratico das medidas de prevenção e controle da infecção hospitalar.

REFERÊNCIAS

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BARBOSA, M. E. M.; SIQUEIRA, D. C. A educação e a atuação do enfermeiro no controle de infecção hospitalar no Estado do Paraná. Rev. Polidisciplinar Eletrônica da Faculdade Guairacá. [S.l.], v. 1, p. 3-17, jul. 2009.

BORGES, Vanessa Andrade. Nível de conhecimento dos acadêmicos de enfermagem sobre rotinas de monitoração do processo de esterilização para controle da infecção hospitalar. Artigo científico. Salvador: UCSal, 2008.

BRAGA, Sueli G.C. A importância das medidas de prevenção e controle de infecção hospitalar para a enfermagem. Monografia. Salvador: UCSal, 2004.

ERDMANN, A. L.; LENTZ, R. A. Conhecimentos e práticas de cuidados mais livres de riscos de infecções hospitalares e o processo de aprendizagem contínua no trabalho em saúde. Texto e contexto Enfermagem. Florianópolis, 2004. v. 13, n. especial, p. 34-49.

FONTANA, R. T. A prevenção e o controle de infecções: um estudo de caso com enfermeiras. Rev. Brasileira de Enfermagem , [S.l.], v. 59, n.3, p. 257-261, mai./jun. 2006.

MOURA, M. E.B.; RAMOS, M. N.; SOUSA, C. M. M. ; SILVA, A. O.; ALVES, M. S. C. F. Infecção hospitalar no olhar de Enfermeiros portugueses: representações sociais. Texto e Contexto Enferm. Florianópolis, v. 17, n. 4, p. 743-749, out./dez. 2008. Disponível em: www.scielo.br/pdft/cev/17n416/pdf. Acesso em: 21. mai. 2010.

PEREIRA, M. S.; PRADO, M. A.; LEÃO, A. L. M.; SOUZA, D. N. Avaliação de serviços de apoio na perspectiva do controle de infecção hospitalar. Revista Eletrônica de Enfermagem. Goiânia, v.1, n.1, out./dez. 1999. Disponível em: http://www.revistas.ufg.br/index.php/fen/article/viewArticle/667/735.

Acesso em: 26.mai. 2010.

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PEREIRA, M. S.; SOUZA, A. C. S.; TIPPLE, A. F. V.; PRADO, A. M. A infecção hospitalar e suas implicações para o cuidado da enfermagem. Texto contexto Enferm. [S.l.], v. 2, n. 14, p. 256-257, abr./jun. 2005. Disponível em:

SANTOS, D. O. S. Avaliação do programa de controle de infecção hospitalar nas maternidades públicas de Salvador. Monografia. Salvador: UCSal, 2006.

SILVA, Alvaro Neiva. Conhecimento sobre prevenção e controle da Infecção Hospitalar. Monografia. Salvador: UCSal, 2004.

TURRINI, R. N. T. Percepção das Enfermeiras sobre fatores de risco para a infecção hospitalar. Rev. Esc. Enf. USP, v.34, n. 2, p. 174-84, jun. 2000.

TURRINI, R. N. T.; SANTO, A. H. Infecção hospitalar e causas múltiplas de morte. Jornal de Pediatria. [S.l.], v. 78, n. 6, p. 485-489, 2002.

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