Introdução, origem e habitats Apostilas - Biologia Molecular_Parte2, Notas de estudo de Biologia Celular e Molecular. Centro Universitario Nove de Julho (UNINOVE)
Jose92
Jose9214 de Março de 2013

Introdução, origem e habitats Apostilas - Biologia Molecular_Parte2, Notas de estudo de Biologia Celular e Molecular. Centro Universitario Nove de Julho (UNINOVE)

PDF (1 MB)
20 páginas
727Número de visitas
Descrição
Apostilas de Biologia Molecular sobre a Introdução, origem e habitats, início da separação dos dois continentes, formação do mar de Tethys.
20pontos
Pontos de download necessários para baixar
este documento
baixar o documento
Pré-visualização3 páginas / 20
Esta é apenas uma pré-visualização
3 shown on 20 pages
baixar o documento
Esta é apenas uma pré-visualização
3 shown on 20 pages
baixar o documento
Esta é apenas uma pré-visualização
3 shown on 20 pages
baixar o documento
Esta é apenas uma pré-visualização
3 shown on 20 pages
baixar o documento
Slide 1

Jurássico inferior - início da separação dos dois continentes

Jurássico superior - formação do mar de Tethys. Gêneros marinhos. Surgimento dos pássaros e insetos comedores de folhas, além de plantas vasculares.

Cretáceo - fragmentação de Gonduana e Laurásia. Formação de mares epicontinentais. Diminuição da temperatura. Extinção em massa.

Era Cenozóica (65 maa - presente)

Resfriamento contínuo da Terra, com formação das camadas de gelo nos pólos

Desenvolvimento das espécies até as conhecidas atualmente

Eoceno

Onde vivem os invertebrados?

Terra: 71% água salgada

Ambiente marinho: onde ocorreu a origem e evolução da vida e atualmente abriga a maior parte da diversidade existente

Alguns filos permanecem exclusivamente marinhos

Água

Tampão térmico: esfria e esquenta com lentidão

Salinidade: 3,5% alta densidade, melhor flutuabilidade, menor gasto energético, menos problemas com regulação osmótica e iônica

pH: estável 7,5-8,5

Dióxido de carbono, nutrientes e luz solar: em águas rasas estão disponíveis em quantidade suficiente para promover fotossíntese

Água

Tampão térmico: esfria e esquenta com lentidão

Salinidade: 3,5% alta densidade, melhor flutuabilidade, menor gasto energético, menos problemas com regulação osmótica e iônica

pH: estável 7,5-8,5

Dióxido de carbono, nutrientes e luz solar: em águas rasas estão disponíveis em quantidade suficiente para promover fotossíntese

Região litorânea: - Supralitoral - Eulitoral - Sublitoral

Zonação: Restrição a níveis particulares

Plataforma continental: 150-200 m de profundidade

Quebra de plataforma

Taludes

Planície abissal: 4 Km abaixo do nível do mar

Zona pelágica

Zona nerítica

Zona oceânica

Zona fótica

Zona afótica

Zona disfótica

Onde vivem:

Organismos pelágicos: habitam a coluna d’água

Organismos bentônicos: vivem no fundo - epifauna: na superfície dos substratos - infauna: enterrados em substratos moles

Capacidades locomotoras:

Errantes: móveis e ativos

Sésseis: firmemente aderidos ao substrato

Sedentários: fracamente presos e pouco móveis

Capacidades locomotoras:

Nécton: ativos natantes

Plâncton: flutuam, estão à mercê das águas - fitoplâncton - zooplâncton

- holoplanctônicos - meroplanctônicos

Estuários e marismas costeiros

Estuários: ocorrem ao longo da faixa litorânea, onde rios encontram o mar. Ambientes instáveis (temperatura, salinidade, oxigênio, atividades humanas)

Grande quantidade de nutrientes

Produção carregada para o mar, contribuindo para o aumento da pesca

Animais adaptados (variações ou migrações)

Hábitats de água doce

Menores que os de água salgada, mais sujeitos a variações

Ambientes relativamente instáveis (temperatura, nível da água, pH)

Adaptação: Diapausa – fases de resistência, dormência. Geneticamente determinada (temperatura e luz) Hibernação e estivação – não geneticamente determinadas, relacionadas à temperatura

Baixa salinidade: tensões iônicas e osmóticas severas

Hábitats terrestres

Ambientes extremos

Temperatura, água (sustentação, dispersão de gametas, diluição de metabólitos, fonte de materiais dissolvidos)

Organismos altamente adaptados: artrópodes

Maioria dos organismos restrita a ambientes úmidos

Simbiose

“Organismos distintos que vivem conjuntamente” (DeBary, 1897)

Hospedeiro ------ Simbionte

Relações passageiras ou permanentes (facultativos ou obrigatórios)

Parasitismo: simbionte recebe benefícios à custa do hospedeiro

- meso, ecto ou endoparasitas - permanentes ou temporários - hiperparasitas: parasitam parasitas - parasitóides: matam o hospedeiro

- Hospedeiro: definitivo ou intermediário

50 a 70% das espécies são parasitas

Mutualismo: hospedeiro e simbionte são beneficiados

Relações importantes que podem definir a sobrevivência de ambas as partes

- bactérias e homem - camarões e peixes - abelhas e plantas

Comensalismo: vantajosa para o simbionte, mas nula para o hospedeiro

Inquilinismo: habitam tubos ou galerias de outros

Foresia: “carona”. O menor é carregado pelo maior

Sobreposição entre diversas categorias de mutualismo, tendo implicações profundas para a compreensão da biodiversidade da Terra

comentários (0)
Até o momento nenhum comentário
Seja o primeiro a comentar!
Esta é apenas uma pré-visualização
3 shown on 20 pages
baixar o documento