K19 k03 sql e modelo relacional, Exercícios de Banco de Dados. Centro Universitário do Maranhão (UNICEUMA)
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clauberbarros3 de Junho de 2015

K19 k03 sql e modelo relacional, Exercícios de Banco de Dados. Centro Universitário do Maranhão (UNICEUMA)

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TREINAMENTOS

SQL e Modelo Relacional

Modelo Relacional e SQL

30 de julho de 2012

Sumário i

Sobre a K19 1

Seguro Treinamento 2

Termo de Uso 3

Cursos 4

1 Introdução 1 1.1 SGBD . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1.2 MySQL Server . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1.3 Bases de dados (Databases) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1.4 Criando uma base de dados no MySQL Server . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 1.5 Tabelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 1.6 Tabelas no MySQL Server . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 1.7 CRUD . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 1.8 Restrições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 1.9 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

2 Consultas 9 2.1 SELECT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 2.2 WHERE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 2.3 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 2.4 ORDER BY . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 2.5 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 2.6 Funções de Agrupamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 2.7 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 2.8 GROUP BY . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 2.9 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16 2.10 DISTINCT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16 2.11 LIMIT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16

www.k19.com.br i

SUMÁRIO ii

3 Relacionamentos 17 3.1 UNIQUE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 3.2 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 3.3 Exercícios Complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 3.4 Chaves Primárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 3.5 Chaves Estrangeiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 3.6 One to One . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 3.7 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 3.8 Exercícios Complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 3.9 One to Many ou Many to One . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 3.10 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 3.11 Exercícios Complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 3.12 Many to Many . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 3.13 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 3.14 Exercícios Complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24

4 Subqueries, Joins e Unions 25 4.1 Subqueries . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 4.2 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 4.3 Exercícios Complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 4.4 Joins . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27 4.5 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 4.6 Exercícios Complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 4.7 Unions . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 4.8 Exercícios de Fixação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 4.9 Exercícios Complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30

A Respostas 31

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1 SUMÁRIO

Sobre a K19

A K19 é uma empresa especializada na capacitação de desenvolvedores de software. Sua equipe é composta por profissionais formados em Ciência da Computação pela Universidade de São Paulo (USP) e que possuem vasta experiência em treinamento de profissionais para área de TI.

O principal objetivo da K19 é oferecer treinamentos de máxima qualidade e relacionados às prin- cipais tecnologias utilizadas pelas empresas. Através desses treinamentos, seus alunos se tornam capacitados para atuar no mercado de trabalho.

Visando a máxima qualidade, a K19 mantém as suas apostilas em constante renovação e melho- ria, oferece instalações físicas apropriadas para o ensino e seus instrutores estão sempre atualizados didática e tecnicamente.

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SUMÁRIO 2

Seguro Treinamento

Na K19 o aluno faz o curso quantas vezes quiser!

Comprometida com o aprendizado e com a satisfação dos seus alunos, a K19 é a única que pos- sui o Seguro Treinamento. Ao contratar um curso, o aluno poderá refazê-lo quantas vezes desejar mediante a disponibilidade de vagas e pagamento da franquia do Seguro Treinamento.

As vagas não preenchidas até um dia antes do início de uma turma da K19 serão destinadas ao alunos que desejam utilizar o Seguro Treinamento. O valor da franquia para utilizar o Seguro Treina- mento é 10% do valor total do curso.

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3 SUMÁRIO

Termo de Uso

Termo de Uso

Todo o conteúdo desta apostila é propriedade da K19 Treinamentos. A apostila pode ser utilizada livremente para estudo pessoal . Além disso, este material didático pode ser utilizado como material de apoio em cursos de ensino superior desde que a instituição correspondente seja reconhecida pelo MEC (Ministério da Educação) e que a K19 seja citada explicitamente como proprietária do material.

É proibida qualquer utilização desse material que não se enquadre nas condições acima sem o prévio consentimento formal, por escrito, da K19 Treinamentos. O uso indevido está sujeito às medidas legais cabíveis.

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SUMÁRIO 4

K01- Lógica de Programação

K11 - Orientação a Objetos em Java

K12 - Desenvolvimento Web com JSF2 e JPA2

K21 - Persistência com JPA2 e Hibernate

K22 - Desenvolvimento Web Avançado com JFS2, EJB3.1 e CDI

K23 - Integração de Sistemas com Webservices, JMS e EJB

K31 - C# e Orientação a Objetos

K32 - Desenvolvimento Web com ASP.NET MVC

TRE INA

ME NT

OS

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INTRODUÇÃO

C A

P Í

T U

L O

1 SGBD

Qualquer empresa necessita armazenar os dados relacionados ao seu negócio. Por exemplo, uma livraria deve manter as informações dos livros que são comercializados por ela. Um banco precisa registrar os dados dos seus clientes. Uma escola deve guardar as informações dos seus alunos.

Hoje em dia, utilizar papel para registrar os dados de uma empresa não é uma boa alternativa. O espaço físico necessário gera custos altos para empresa. Em geral, a consulta das informações registradas é demorada. O risco de um acidente destruir os dados armazenados em papel é alto.

Em vários aspectos, utilizar computadores para o armazenamento de dados é uma abordagem melhor do que utilizar papel. Os dados podem ser armazenados, por exemplo, em arquivos de texto ou planilhas. Contudo, existem sistemas especializados na persistência de dados que oferecem re- cursos mais sofisticados e eficientes para esse tipo de objetivo. Esses sistemas são conhecidos como Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados - SGBD.

Os principais SGBDs adotados nas empresas utilizam o Modelo Relacional para definir a organi- zação das informações armazenadas e a linguagem SQL para permitir a manipulação desses dados.

Eis uma lista dos SGBDs mais utilizados nas empresas:

• MySQL Server

• Oracle Database

• SQL Server

• PostgreSQL

MySQL Server

Neste treinamento, utilizaremos o MySQL Server, que é mantido pela Oracle e amplamente utili- zado em aplicações comerciais. Para instalar o MySQL Server, você pode consultar o artigo disponível em nosso site: http://www.k19.com.br/artigos/instalando-mysql/

Bases de dados (Databases)

Um sistema gerenciador de banco de dados é capaz de gerenciar informações de diversos siste- mas ao mesmo tempo. Por exemplo, as informações dos clientes de um banco, além dos produtos de uma loja virtual ou dos livros de uma livraria.

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INTRODUÇÃO 2

Suponha que os dados fossem mantidos sem nenhuma separação lógica. Implementar regras de segurança específicas seria extremamente complexo. Tais regras criam restrições quanto ao con- teúdo que pode ser acessado por cada usuário. Por exemplo, determinado usuário poderia ter per- missão de acesso aos dados dos clientes do banco, mas não às informações dos produtos da loja virtual, ou dos livros da livraria.

Para obter uma organização melhor, os dados são armazenados separadamente em um SGBD. Daí surge o conceito de base de dados (database). Uma base de dados é um agrupamento lógico das informações de um determinado domínio.

Criando uma base de dados no MySQL Server

Para criar uma base de dados no MySQL Server, podemos utilizar o comando CREATE DATA- BASE.

mysql > CREATE DATABASE livraria; Query OK, 1 row affected (0.02 sec)

Terminal 1.1: Criando uma base de dados.

Podemos utilizar o comando SHOW DATABASES para listar as bases de dados existentes.

mysql > show databases; +--------------------+ | Database | +--------------------+ | information_schema | | livraria | | mysql | | test | +--------------------+ 4 rows in set (0.03 sec)

Terminal 1.2: Listando as bases de dados existentes.

Repare que, além da base de dados livraria, há outras três bases. Essas bases foram criadas au- tomaticamente pelo próprio MySQL Server para teste ou para armazenar configurações.

Quando uma base de dados não é mais necessária, ela pode ser removida através do comando DROP DATABASE.

mysql > DROP DATABASE livraria; Query OK, 0 rows affected (0.08 sec)

Terminal 1.3: Destruindo uma base de dados.

Tabelas

Um servidor de banco de dados é dividido em bases de dados com o intuito de separar as infor- mações de domínios diferentes. Nessa mesma linha de raciocínio, podemos dividir os dados de uma base a fim de agrupá-los segundo as suas correlações. Essa separação é feita através de tabelas. Por exemplo, no sistema de um banco, é interessante separar o saldo e o limite de uma conta, do nome e CPF de um cliente. Então, poderíamos criar uma tabela para os dados relacionados às contas e outra para os dados relacionados aos clientes.

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3 INTRODUÇÃO

Cliente nome idade cpf José 27 31875638735 Maria 32 30045667856

Conta numero saldo limite 1 1000 500 2 2000 700

Tabela 1.1: Tabelas para armazenar os dados relacionados aos clientes e às contas

Uma tabela é formada por registros (linhas) e os registros são formados por campos (colunas). Por exemplo, considere uma tabela para armazenar as informações dos clientes de um banco. Cada registro dessa tabela armazena em seus campos os dados de um determinado cliente.

Tabelas no MySQL Server

As tabelas no MySQL Server são criadas através do comando CREATE TABLE. Na criação de uma tabela, é necessário definir quais são os nomes e os tipos das colunas.

mysql > CREATE TABLE ‘livraria ‘.‘Livro ‘ ( -> ‘titulo ‘ VARCHAR (255), -> ‘preco ‘ DOUBLE -> ) -> ENGINE=MyISAM;

Query OK, 0 rows affected (0.14 sec)

Terminal 1.4: Criando uma tabela.

As tabelas de uma base de dados podem ser listadas através do comando SHOW TABLES. Antes de utilizar esse comando, devemos selecionar uma base de dados através do comando USE.

mysql > USE livraria; Reading table information for completion of table and column names You can turn off this feature to get a quicker startup with -A

Database changed mysql > SHOW TABLES; +--------------------+ | Tables_in_livraria | +--------------------+ | Livro | +--------------------+ 1 row in set (0.00 sec)

Terminal 1.5: Listando as tabelas de uma base de dados.

Se uma tabela não for mais desejada, ela pode ser removida através do comando DROP TABLE.

mysql > DROP TABLE Livro; Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)

Terminal 1.6: Destruindo uma tabela.

Também podemos alterar a estrutura de uma tabela com o comando ALTER TABLE.

mysql > ALTER TABLE Livro RENAME livros; Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)

Terminal 1.7: Alterando o nome da tabela.

mysql > ALTER TABLE Livro ADD paginas INTEGER; Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)

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INTRODUÇÃO 4

Terminal 1.8: Adicionando uma coluna.

mysql > ALTER TABLE Livro DROP COLUMN paginas; Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)

Terminal 1.9: Removendo uma coluna.

CRUD

As operações básicas para manipular os dados persistidos são: inserir, ler, alterar e remover.

Essas operações são realizadas através de uma linguagem de consulta denominada SQL (Structu- red Query Language). Essa linguagem oferece quatro comandos básicos: INSERT, SELECT, UPDATE e DELETE. Esses comandos são utilizados para inserir, ler, alterar e remover registros, respectiva- mente.

mysql > INSERT INTO Livro (titulo , preco) VALUES (’Java ’, 98.75); Query OK, 1 row affected (0.00 sec)

Terminal 1.10: Inserindo um registro.

mysql > SELECT * FROM Livro; +--------+-------+ | titulo | preco | +--------+-------+ | Java | 98.75 | +--------+-------+ 1 row in set (0.00 sec)

Terminal 1.11: Selecionando registros.

mysql > UPDATE Livro SET preco = 115.9 WHERE titulo = ’Java ’; Query OK, 1 row affected (0.00 sec) Rows matched: 1 Changed: 1 Warnings: 0

Terminal 1.12: Alterando registros.

mysql > SELECT * FROM Livro; +--------+-------+ | titulo | preco | +--------+-------+ | Java | 115.9 | +--------+-------+ 1 row in set (0.00 sec)

Terminal 1.13: Selecionando registros.

mysql > DELETE FROM Livro WHERE titulo = ’Java ’; Query OK, 1 row affected (0.00 sec)

Terminal 1.14: Removendo registros.

mysql > SELECT * FROM Livro; Empty set (0.00 sec)

Terminal 1.15: Selecionando registros.

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5 INTRODUÇÃO

Restrições

Podemos estabelecer algumas restrições sobre os valores armazenados nas tabelas para manter a consistência dos dados. Por exemplo, é possível obrigar que um determinado campo possua sempre um valor não nulo.

No MySQL Server, quando criamos uma tabela, podemos adicionar a restrição NOT NULL nas colunas que são obrigatórias.

mysql > CREATE TABLE ‘livraria ‘.‘Livro ‘ ( -> ‘titulo ‘ VARCHAR (255) NOT NULL , -> ‘preco ‘ DOUBLE NOT NULL -> ) -> ENGINE=MyISAM;

Query OK, 0 rows affected (0.14 sec)

Terminal 1.16: Aplicando o comando NOT NULL nas colunas obrigatórias.

Também podemos definir, no MySQL Server, que uma coluna não pode possuir valores repetidos através do comando UNIQUE.

mysql > CREATE TABLE ‘livraria ‘.‘Livro ‘ ( -> ‘titulo ‘ VARCHAR (255) NOT NULL UNIQUE , -> ‘preco ‘ DOUBLE NOT NULL -> ) -> ENGINE=MyISAM;

Query OK, 0 rows affected (0.14 sec)

Terminal 1.17: Aplicando o comando UNIQUE na coluna titulo.

Exercícios de Fixação

1 Abra um terminal, crie e acesse uma pasta com o seu nome.

cosen@k19 :~$ mkdir rafael cosen@k19 :~$ cd rafael/ cosen@k19 :~/ rafael$

Terminal 1.18: Criando e acessando uma pasta com o seu nome.

2 Estando dentro da sua pasta, acesse o MySQL Server utilizando o usuário root e a senha root.

k19@k19 -11:~/ rafael$ mysql -u root -p Enter password:

Terminal 1.19: Logando no MySQL Server.

3 Caso exista uma base de dados chamada livraria, remova-a. Utilize o comando SHOW DATA- BASES para listar as bases de dados existentes e o comando DROP DATABASE para remover a base livraria se ela existir.

mysql > SHOW DATABASES; +--------------------+ | Database | +--------------------+ | information_schema | | livraria |

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INTRODUÇÃO 6

| mysql | | test | +--------------------+ 4 rows in set (0.00 sec)

mysql > DROP DATABASE livraria; Query OK, 1 row affected (0.12 sec)

Terminal 1.20: Listando as bases de dados existentes e removendo a base livraria.

4 Crie uma nova base de dados chamada livraria. Utilize o comando CREATE DATABASE. Você vai utilizar esta base nos exercícios seguintes.

mysql > CREATE DATABASE livraria; Query OK, 1 row affected (0.00 sec)

Terminal 1.21: Criando a base livraria.

5 Abra um editor de texto e digite o código abaixo para criar uma tabela com o nome Editora. Depois salve o arquivo com o nome create-table-editora.sql dentro da pasta com o seu nome.

1 USE livraria; 2 CREATE TABLE Editora ( 3 id BIGINT NOT NULL AUTO_INCREMENT , 4 nome VARCHAR (255) NOT NULL , 5 email VARCHAR (255) NOT NULL , 6 ) 7 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 1.1: Criando a tabela Editora

6 Dentro do terminal, use o comando source para executar o arquivo que você acabou de criar.

mysql > source create -table -editora.sql Database changed Query OK, 0 rows affected (0.08 sec)

Terminal 1.22: Executando a tabela Editora.

7 Abra um novo editor de texto e digite o código abaixo para criar uma tabela com o nome Livro. Em seguida, salve o arquivo com o nome create-table-livro.sqldentro da pasta com o seu nome.

1 USE livraria; 2 CREATE TABLE Livro ( 3 id BIGINT NOT NULL AUTO_INCREMENT , 4 titulo VARCHAR (255) NOT NULL , 5 preco DOUBLE NOT NULL , 6 ) 7 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 1.2: Criando a tabela Livro

8 Dentro do terminal, use o comando sourcepara executar o código do arquivo create-table-livro.sql.

mysql > source create -table -livro.sql Database changed Query OK, 0 rows affected (0.08 sec)

Terminal 1.23: Executando a tabela Livro.

9 Abra um novo editor de texto e digite o código abaixo para adicionar alguns registros na tabela

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7 INTRODUÇÃO

Editora. Depois salve o arquivo com o nome adicionando-registros-editora.sqldentro da pasta com o seu nome.

1 INSERT INTO Editora (nome , email) VALUES (’Oreilly ’, ’oreilly@email.com’); 2 3 INSERT INTO Editora (nome , email) VALUES (’Wrox’, ’wrox@email.com’); 4 5 INSERT INTO Editora (nome , email) VALUES (’Apress ’, ’apress@email.com’);

Código SQL 1.3: Adicionando registros na tabela Editora

10 Dentro do terminal, execute o arquivo que você acabou de criar para adicionar alguns registro na tabela Editora.

mysql > source adicionando -registros -editora.sql Query OK, 1 row affected (0.03 sec)

Query OK, 1 row affected (0.04 sec)

Query OK, 1 row affected (0.04 sec)

Terminal 1.24: Inserindo editoras.

11 Abra um novo editor de texto e digite o código abaixo para adicionar alguns registros na tabela Livro. Depois salve o arquivo com o nome adicionando-registros-livro.sql dentro da pasta com o seu nome.

1 INSERT INTO Livro (titulo , preco) VALUES (’Aprendendo C#’, 89.90); 2 3 INSERT INTO Livro (titulo , preco) VALUES (’Introdução ao JSF 2’, 122.90); 4 5 INSERT INTO Livro (titulo , preco) VALUES (’JSF 2 Avançado ’, 149.90);

Código SQL 1.4: Adicionando alguns registros na tabela Livro

12 Dentro do terminal, execute o arquivo que você acabou de criar para adicionar alguns registros na Livro.

mysql > source adicionando -registros -livro.sql Query OK, 1 row affected (0.02 sec)

Query OK, 1 row affected (0.04 sec)

Query OK, 1 row affected (0.04 sec)

Terminal 1.25: Inserindo livros.

13 Consulte os registros da tabela Editora e da tabela Livro. Utilize o comando SELECT.

mysql > SELECT * FROM Editora; +----+---------+-------------------+ | id | nome | email | +----+---------+-------------------+ | 1 | Oreilly | oreilly@email.com | | 2 | Wrox | wrox@email.com | | 3 | Apress | apress@email.com | +----+---------+-------------------+ 3 rows in set (0.00 sec)

Terminal 1.26: Selecionando as editoras.

mysql > SELECT * FROM Livro; +----+-----------------------+-------+

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INTRODUÇÃO 8

| id | titulo | preco |+----+-----------------------+-------+| 1 | Aprendendo C# ←- | 89.9 || 2 | Introdução ao JSF 2 | 122.9 || 3 | JSF 2 Avançado | 149.9 |+----+-----------------------+-------+ 3 rows in set (0.00 sec)

Terminal 1.27: Selecionando os livros.

14 Altere alguns dos registros da tabela Livro. Utilize o comando UPDATE.

mysql > UPDATE Livro SET preco =92.9 WHERE id=1; Query OK, 1 row affected (0.07 sec) Rows matched: 1 Changed: 1 Warnings: 0

Terminal 1.28: Alterando livros.

15 Altere alguns dos registros da tabela Editora. Utilize o comando UPDATE.

mysql > UPDATE Editora SET nome=’OReilly ’ WHERE id=1; Query OK, 1 row affected (0.09 sec) Rows matched: 1 Changed: 1 Warnings: 0

Terminal 1.29: Alterando editoras.

16 Remova alguns registros da tabela Livro. Utilize o comando DELETE.

mysql > DELETE FROM Livro WHERE id=2; Query OK, 1 row affected (0.07 sec)

Terminal 1.30: Removendo livros.

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CONSULTAS

C A

P Í

T U

L O

2 SELECT

Através do comando SELECT, podemos recuperar as informações armazenadas em um banco de dados. Para utilizar o comando SELECT, devemos indicar as tabelas que serão consultadas e as colunas que queremos recuperar.

No exemplo abaixo, as colunas nome e email são recuperadas da tabela Aluno.

1 SELECT nome , email FROM Aluno;

Código SQL 2.1: Recuperando as colunas nome e email da tabela Aluno

Aluno nome email Rafael Cosentino rafael.cosentino@k19.com.br Jonas Hirata jonas.hirata@k19.com.br

Tabela 2.1: Resultado da consulta: SELECT nome, email FROM Aluno

Quando todas as colunas devem ser recuperadas, é mais prático utilizar o caractere “*”. Veja o exemplo abaixo:

1 SELECT * FROM Aluno;

Código SQL 2.2: Recuperando todas as colunas da tabela Aluno

Aluno nome email telefone altura Rafael Cosentino cosentino@k19.com.br 11 23873791 1.87 Jonas Hirata hirata@k19.com.br 11 23873791 1.76

Tabela 2.2: Resultado da consulta: SELECT * FROM Aluno

É possível recuperar colunas de várias tabelas. Nesse caso, os registros das tabelas consultadas são “cruzados”. Veja o exemplo abaixo:

1 SELECT * FROM Aluno , Professor;

Código SQL 2.3: Recuperando todas as colunas das tabelas Aluno e Professor

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CONSULTAS 10

Aluno x Professor nome email telefone altura nome codigo Rafael Cosentino cosentino@k19.com.br 11 23873791 1.87 Marcelo Martins 1 Rafael Cosentino cosentino@k19.com.br 11 23873791 1.87 Rafael Lobato 2 Jonas Hirata hirata@k19.com.br 11 23873791 1.76 Marcelo Martins 1 Jonas Hirata hirata@k19.com.br 11 23873791 1.76 Rafael Lobato 2

Tabela 2.3: Resultado da consulta: SELECT * FROM Aluno, Professor

Duas tabelas podem ter colunas com o mesmo nome. Nesse caso, para recuperá-las, devemos eliminar a ambiguidade utilizando os nomes das tabelas.

1 SELECT Aluno.nome , Professor.nome FROM Aluno , Professor;

Código SQL 2.4: Recuperando as colunas nome das tabelas Aluno e Professor

Aluno x Professor nome nome Rafael Cosentino Marcelo Martins Rafael Cosentino Rafael Lobato Jonas Hirata Marcelo Martins Jonas Hirata Rafael Lobato

Tabela 2.4: Resultado da consulta: SELECT Aluno.nome, Professor.nome FROM Aluno, Professor

As tabelas e as colunas consultadas podem ser “apelidadas”. Esse recurso pode facilitar a criação das consultas e a análise dos resultados. Para isso, devemos utilizar o comando AS.

1 SELECT a.nome AS aluno_nome , p.nome AS professor_nome FROM Aluno AS a, Professor AS p;

Código SQL 2.5: Utilizando “apelidos” nas tabelas e colunas

Aluno x Professor aluno_nome professor_nome Rafael Cosentino Marcelo Martins Rafael Cosentino Rafael Lobato Jonas Hirata Marcelo Martins Jonas Hirata Rafael Lobato

Tabela 2.5: Resultado da consulta: SELECT a.nome AS aluno_nome, p.nome AS professor_nome FROM Aluno AS a, Professor AS p

WHERE

Os resultados de uma consulta podem ser filtrados através do comando WHERE. Veja o exemplo abaixo.

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura > 1.80;

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11 CONSULTAS

Código SQL 2.6: Aplicando o comando WHERE

Aluno nome email telefone altura Rafael Cosentino cosentino@k19.com.br 11 23873791 1.87

Tabela 2.6: Resultado da consulta: SELECT * FROM Aluno WHERE altura > 1.80

Eis uma lista de algumas funções e operadores de comparação do MySQL Server que podem ser utilizados com o comando WHERE:

• =

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura = 1.8;

• <> ou !=

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura <> 1.8; 2 SELECT * FROM Aluno WHERE altura != 1.8;

• <=

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura <= 1.8;

• <

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura < 1.8;

• >=

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura >= 1.8;

• >

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura > 1.8;

• IS

1 SELECT * FROM Aluno WHERE aprovado IS TRUE;

• IS NOT

1 SELECT * FROM Aluno WHERE aprovado IS NOT TRUE;

• IS NULL

1 SELECT * FROM Aluno WHERE nome IS NULL;

• IS NOT NULL

1 SELECT * FROM Aluno WHERE nome IS NOT NULL;

www.k19.com.br 11

CONSULTAS 12

• BETWEEEN . . . AND . . .

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura BETWEEN 1.5 AND 1.8;

• NOT BETWEEEN . . . AND . . .

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura NOT BETWEEEN 1.5 AND 1.8;

• LIKE

1 SELECT * FROM Aluno WHERE nome LIKE ’Rafael%’;

• NOT LIKE

1 SELECT * FROM Aluno WHERE nome NOT LIKE ’Rafael%’;

• IN()

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura IN (1.5, 1.6, 1.7, 1.8);

• NOT IN()

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura NOT IN (1.5, 1.6, 1.7, 1.8);

Eis uma lista dos operadores lógicos do MySQL Server que também podem ser utilizados com o comando WHERE.

• NOT ou !

1 SELECT * FROM Aluno WHERE NOT altura = 1.80; 2 SELECT * FROM Aluno WHERE ! (altura = 1.80);

• AND ou &&

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura < 1.8 AND nome LIKE ’Rafael%’; 2 SELECT * FROM Aluno WHERE altura < 1.8 && nome LIKE ’Rafael%’;

• OR ou ||

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura < 1.8 OR nome LIKE ’Rafael%’; 2 SELECT * FROM Aluno WHERE altura < 1.8 || nome LIKE ’Rafael%’;

• XOR

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura < 1.8 XOR nome LIKE ’Rafael%’;

Exercícios de Fixação

1 Crie uma tabela Aluno com as colunas nome (VARCHAR(255)), email (VARCHAR(255)) telefone (VARCHAR(10)), altura (DECIMAL(3,2)) e aprovado (TINYINT(1)).

1 CREATE TABLE Aluno(

12 www.k19.com.br

13 CONSULTAS

2 nome VARCHAR (255), 3 email VARCHAR (255), 4 telefone VARCHAR (255), 5 altura DECIMAL (3,2), 6 aprovado TINYINT (1) 7 ) 8 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 2.27: Resposta do exercício

2 Insira alguns registros na tabela evitando valores repetidos.

3 Utilizando a cláusula WHERE refaça os exemplos criando uma consulta para cada tipo de opera- dor.

1 SELECT * FROM Aluno WHERE altura = 1.8; 2 SELECT * FROM Aluno WHERE altura != 1.8; 3 SELECT * FROM Aluno WHERE altura <= 1.8; 4 SELECT * FROM Aluno WHERE altura < 1.8; 5 SELECT * FROM Aluno WHERE altura >= 1.8; 6 SELECT * FROM Aluno WHERE altura > 1.8; 7 SELECT * FROM Aluno WHERE aprovado IS TRUE; 8 SELECT * FROM Aluno WHERE aprovado IS NOT TRUE; 9 SELECT * FROM Aluno WHERE nome IS NULL; 10 SELECT * FROM Aluno WHERE nome IS NOT NULL; 11 SELECT * FROM Aluno WHERE altura BETWEEN 1.5 AND 1.8; 12 SELECT * FROM Aluno WHERE altura NOT BETWEEEN 1.5 AND 1.8; 13 SELECT * FROM Aluno WHERE nome LIKE ’Rafael%’; 14 SELECT * FROM Aluno WHERE nome NOT LIKE ’Rafael%’; 15 SELECT * FROM Aluno WHERE altura IN (1.5, 1.6, 1.7, 1.8); 16 SELECT * FROM Aluno WHERE altura NOT IN (1.5, 1.6, 1.7, 1.8); 17 SELECT * FROM Aluno WHERE NOT altura = 1.80; 18 SELECT * FROM Aluno WHERE altura < 1.8 AND nome LIKE ’Rafael%’; 19 SELECT * FROM Aluno WHERE altura < 1.8 OR nome LIKE ’Rafael%’; 20 SELECT * FROM Aluno WHERE altura < 1.8 XOR nome LIKE ’Rafael%’;

Código SQL 2.28: Resposta do exercício

Obs: nas consultas utilize valores que façam sentido de acordo com os valores que você inseriu na tabela.

ORDER BY

Os resultados de uma consulta podem ser ordenados através do comando ORDER BY. Para utilizar esse comando, é necessário indicar as colunas que serão utilizadas na ordenação dos registros. Veja o exemplo abaixo.

1 SELECT * FROM Aluno ORDER BY altura;

Código SQL 2.29: Ordenando os registros da tabela Aluno pela coluna altura

Aluno nome email telefone altura Jonas Hirata hirata@k19.com.br 11 23873791 1.76 Rafael Cosentino cosentino@k19.com.br 11 23873791 1.87

Tabela 2.7: Resultado da consulta: SELECT * FROM Aluno ORDER BY altura

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CONSULTAS 14

No exemplo acima, dois registros podem possuir a mesma altura. É possível definir uma se- gunda coluna para “desempatar”. Analogamente, podemos definir uma terceira coluna depois uma quarta e assim sucessivamente. Observe o código abaixo.

1 SELECT * FROM Aluno ORDER BY altura , nome;

Código SQL 2.30: Definindo uma sequência de colunas para realizar a ordenação dos registros

Para obter uma ordenação invertida, devemos aplicar o comando DESC. Esse comando é o con- trário do comando ASC. Esses comandos são utilizados na consulta abaixo.

1 SELECT * FROM Aluno ORDER BY altura DESC , nome ASC;

Código SQL 2.31: Aplicando os comandos DESC e ASC

Essa última consulta, ordena os registros utilizando a coluna altura de forma decrescente. Caso ocorra um “empate” a coluna nome será utilizada de forma crescente para tentar “desempatar”.

Exercícios de Fixação

4 Utilizando a tabela Aluno crie uma consulta que traga todos os alunos, sendo que os primeiro devem ser listados os alunos aprovados e em seguida os reprovados.

1 SELECT * FROM Aluno ORDER BY aprovado DESC;

Código SQL 2.32: Resposta do exercício

5 Utilizando a tabela Aluno crie uma consulta que traga todos os alunos aprovados ordenados pelo e-mail. Para desempate utilize as colunas altura (na orderm descrescente) e depois nome.

1 SELECT * FROM Aluno WHERE aprovado = 1 ORDER BY email , altura DESC , nome;

Código SQL 2.33: Resposta do exercício

Funções de Agrupamento

O resultado de uma consulta pode ser processado e algumas informações podem ser obtidas. Por exemplo, podemos obter o valor máximo ou mínimo de uma coluna numérica. É possível contabi- lizar a quantidade de registros obtidos através de uma consulta. Também podemos calcular a soma ou a média de uma coluna numérica entre outras informações.

Eis uma lista com as principais funções de agrupamento do MySQL Server e a sintaxe para aplicá- las:

• COUNT

1 SELECT COUNT (*) FROM Aluno;

• AVG

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15 CONSULTAS

1 SELECT AVG(altura) FROM Aluno;

• SUM

1 SELECT SUM(altura) FROM Aluno;

• MAX

1 SELECT MAX(altura) FROM Aluno;

• MIN

1 SELECT MIN(altura) FROM Aluno;

• VARIANCE

1 SELECT VARIANCE(altura) FROM Aluno;

• STD ou STDDEV

1 SELECT STD(altura) FROM Aluno; 2 SELECT STDDEV(altura) FROM Aluno;

Exercícios de Fixação

6 Utilizando a tabela Aluno crie uma consulta calcule a média das alturas dos alunos reprova- dos.

1 SELECT AVG(altura) FROM Aluno WHERE aprovado = 0;

Código SQL 2.41: Resposta do exercício

7 Utilizando a tabela Aluno crie uma consulta calcule a variância das alturas dos alunos com mais de 1,7m.

1 SELECT VARIANCE(altura) FROM Aluno WHERE altura > 1.7;

Código SQL 2.42: Resposta do exercício

GROUP BY

Os registros obtidos através de uma consulta podem ser agrupados com o comando GROUP BY e uma função de agrupamento pode ser aplicada nos grupos obtidos.

Por exemplo, queremos saber quantos alunos foram aprovados e quantos foram reprovados. Para isso, é necessário agrupar os alunos aprovados e os reprovados e depois contabilizar a quantidade de registros de cada grupo. Veja a consulta abaixo.

1 SELECT aprovado , COUNT (*) FROM Aluno GROUP BY aprovado;

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CONSULTAS 16

Podemos agrupar os registros utilizando várias colunas. Por exemplo, queremos saber quantos homens e quantas mulheres foram aprovados ou reprovados.

1 SELECT sexo , aprovado , COUNT (*) FROM Aluno GROUP BY sexo , aprovado;

Exercícios de Fixação

8 Utilizando a tabela Aluno crie uma consulta que calcule o número de alunos aprovados cujos nomes começam com a letra A ou terminam com a letra A, mas que não começam textbfe terminam com a letra A. Dê um apelido para a coluna com o número de alunos aprovados.

1 SELECT COUNT (*) AS total_aprovados 2 FROM Aluno WHERE aprovado = 1 AND nome LIKE ’A%’ XOR ’%A’ 3 GROUP BY aprovado;

Código SQL 2.45: Resposta do exercício

DISTINCT

Resultados repeditos de uma consulta podem ser eliminados através do comando DISTINCT. Por exemplo, queremos obter uma lista das cidades onde os alunos nasceram.

1 SELECT DISTINCT(cidade) FROM Aluno;

LIMIT

A quantidade de resultados de uma consulta pode ser limitada através do comando LIMIT. Na consulta abaixo, os 10 primeiros registros da tabela Aluno são recuperados. Se a quantidade de re- gistros nessa tabela for inferior a 10, todos os registros são recuperados.

1 SELECT * FROM Aluno LIMIT 10;

Também podemos descartar os primeiros registros do resultado de uma consulta. Para isso, basta passar dois parâmetros para o comando LIMIT.

1 SELECT * FROM Aluno LIMIT 5, 10;

No exemplo acima, os 5 primeiros registros da tabela Aluno são descartados. O resultado dessa consulta conterá no máximo 10 registros a partir do sexto.

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RELACIONAMENTOS

C A

P Í

T U

L O

3 UNIQUE

Em alguns casos nossas tabelas precisam ter a garantia de que uma determinada informação seja única dentre os registros. Por exemplo, uma tabela Cliente poderíamos ter uma coluna cpf para representar o número do CPF de um determinado cliente. Nesse caso seria interessante garantir que não sejam inseridos na tabela dois clientes com o mesmo CPF ou que um cliente não seja inserido duas vezes.

Para evitar esse tipo de problema poderíamos realizar uma consulta na tabela Cliente antes de fazermos a inserção afim de verificarmos se já existe algum cliente cadastrado com o CPF que desejamos inserir. Essa abordagem não seria tão ruim se as operações realizadas em um banco de dados não ocorressem de forma concorrente.

Como esse cenário é muito comum, geralmente os SGBDs disponibilizam formas de garantirmos a unicidade de um registro. No caso do MySQL, podemos utilizar a restrição UNIQUE.

1 CREATE TABLE Cliente( 2 nome VARCHAR (255), 3 cpf VARCHAR (20) UNIQUE 4 ) 5 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.1: Utilizando a restrição UNIQUE

Também podemos apenas alterar uma coluna, caso a tabela já exista.

1 ALTER TABLE Cliente ADD UNIQUE (cpf);

Código SQL 3.2: Adicionando a restrição UNIQUE em uma tabela existente

Em uma tabela podemos ter quantas colunas com a restrição UNIQUE forem necessárias. Por exemplo, na tabela Aluno poderíamos ter a coluna primeiro_nome definida com a restrição UNIQUE e a coluna sexo sem a restrição. Ao tentarmos inserir um aluno do sexo masculino com o primeiro_nome Yuki poderemos ter um problema, pois em alguns países o nome Yuki pode ser usado tanto para ho- mens quanto para mulheres. Nesse caso poderíamos definir a restrição UNIQUE em um índice com- posto pelas colunas primeiro_nome e sexo.

1 CREATE TABLE Aluno ( 2 id INT NOT NULL , 3 primeiro_nome VARCHAR (255) NOT NULL , 4 sexo VARCHAR (255) NOT NULL , 5 UNIQUE INDEX(primeiro_nome , sexo) 6 ) 7 ENGINE = InnoDB ;

Código SQL 3.3: Utilizando a restrição UNIQUE em índices compostos

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RELACIONAMENTOS 18

Fica claro que no exemplo dado acima a nossa tabela Aluno permitiria, no máximo, a inserção de dois alunos com o primeiro nome Yuki: um do sexo masculino e outro do sexo feminino. Para resolver esse problema podemos adicionar outras colunas ao nosso índice composto que possui a restrição UNIQUE, por exemplo.

Exercícios de Fixação

1 Reproduza o exemplo anterior da tabela Cliente e tente inserir alguns registros com valores repetidos na coluna cpf.

1 CREATE TABLE Cliente( 2 nome VARCHAR (255), 3 cpf VARCHAR (20) UNIQUE 4 ) 5 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.4: Resposta do exercício

2 Reproduza o exemplo anterior da tabela Aluno. Não se esqueça do índice composto. Insira alguns registros para testar a restrição UNIQUE e observe os resultados.

1 CREATE TABLE Aluno ( 2 id INT NOT NULL , 3 primeiro_nome VARCHAR (255) NOT NULL , 4 sexo VARCHAR (255) NOT NULL , 5 UNIQUE INDEX(primeiro_nome , sexo) 6 ) 7 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.5: Resposta do exercício

Exercícios Complementares

1 Crie ou atualize uma tabela Livro para que ela contenha, pelo menos, as colunas titulo e autor, ambas VARCHAR(255).

2 Insira alguns valores na tabela Livro. Tente inserir valores com títulos e autores repetidos. Tente inserir valores com títulos e autores repetidos e observe os resultados.

3 Remova todos os registros da tabela Livro e faça uma alteração na mesma para que não seja permitida a inserção de valores repetidos nas colunas titulo e autor.

4 Tente inserir valores com títulos e autores repetidos e observe os resultados.

Chaves Primárias

Já vimos que em alguns momentos as tabelas necessitam a garantia da unicidade de um registro. Em alguns casos isso não basta, pois além da unicidade precisamos garantir que o valor de uma coluna não seja nulo e que tal valor seja suficiente para identificar um registro. Para situações como essa devemos utilizar a restrição PRIMARY KEY (chave primária).

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19 RELACIONAMENTOS

Uma chave primária deve conter valores únicos, não nulos e uma tabela pode conter apenas uma coluna como chave primária.

É uma prática muito comum criarmos uma coluna com o nome id para armazenarmos um có- digo de identificação do nosso registro dentro de uma tabela.

1 CREATE TABLE Cliente( 2 id INT NOT NULL , 3 cpf VARCHAR (20) UNIQUE , 4 nome VARCHAR (255), 5 PRIMARY KEY (id) 6 ) 7 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.8: Utilizando a restrição PRIMARY ID

Chaves Estrangeiras

Uma coluna com a restrição FOREIGN KEY (chave estrangeira) faz referência à uma chave primária definida em uma outra tabela. O uso das chaves estrangeiras nos traz alguns benefícios como previ- nir que uma operação realizada no banco de dados possa corromper a relação entre duas tabelas ou que dados inválidos sejam inseridos em uma coluna com a restrição FOREIGN KEY.

1 CREATE TABLE Conta( 2 id INT NOT NULL , 3 numero INT UNIQUE , 4 saldo DECIMAL (14,2), 5 limite DECIMAL (14,2), 6 PRIMARY KEY (id), 7 FOREIGN KEY (banco_id) REFERENCES Banco(id) 8 ) 9 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.9: Utilizando a restrição FOREIGN ID

Por enquanto a definição de chave estrangeira pode parecer um tanto vaga, porém tópicos a seguir seu funcionamento e utilidade poderão ser observadas mais claramente.

One to One

Suponha que nos foi dada a tarefa de modelar o banco de dados de uma rede social. Em algum momento iremos modelar a tabela de usuários e poderíamos chegar a algo semelhante a isso:

1 CREATE TABLE Usuario( 2 id INT NOT NULL , 3 nome VARCHAR (255), 4 nome_usuario VARCHAR (10), 5 senha VARCHAR (10), 6 email VARCHAR (100), 7 sexo TINYINT (1), 8 profissao VARCHAR (255), 9 onde_estudou VARCHAR (255), 10 hobbies VARCHAR (255), 11 gosto_musical VARCHAR (255), 12 PRIMARY KEY (id) 13 )

www.k19.com.br 19

RELACIONAMENTOS 20

14 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.10: Modelando a tabela Usuario de uma rede social

Não há nada de errado com a nossa tabela Usuario, entretanto podemos dividir a tabela em duas: uma apenas para as informações pertinentes à conta do usuário na rede social e outra para as suas informações pessoais (perfil).

1 CREATE TABLE Usuario( 2 id INT NOT NULL , 3 nome_usuario VARCHAR (10), 4 senha VARCHAR (10), 5 email VARCHAR (100), 6 PRIMARY KEY (id) 7 ) 8 ENGINE = InnoDB; 9 10 CREATE TABLE Perfil( 11 id INT NOT NULL , 12 nome VARCHAR (255), 13 sexo TINYINT (1), 14 profissao VARCHAR (255), 15 onde_estudou VARCHAR (255), 16 hobbies VARCHAR (255), 17 gosto_musical VARCHAR (255), 18 PRIMARY KEY (id), 19 FOREIGN KEY (id) REFERENCES Usuario(id) 20 ) 21 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.11: Exemplo de relaciomento One to One

No exemplo acima acabamos de definir um relacionamento One to One (um para um), no qual 1 usuário está para 1 perfil assim como 1 perfil está para 1 usuário.

Repare no uso da chave estrangeira id na tabela Perfil. A coluna id da tabela Perfil faz refe- rência à coluna id da tabela Usuario e, por ser uma chave estrangeira, o MySQL não permitirá que um valor inválido (id inexistente de usuário) seja atribuído à coluna id da tabela Perfil. Sem a restrição FOREIGN KEY poderíamos atribuir qualquer número inteiro.

Ainda com relação à chave estrangeira, se tentarmos remover do banco de dados um usuário que tenha uma entrada relacionada à ele na tabela Perfil, o MySQL nos informará que a operação não é permitida. Para que possamos remover o usuário devemos primeiro remover o registro relacionado da tabela Perfil e em seguida remover o registro do usuário.

Exercícios de Fixação

3 Reproduza o exemplo anterior das tabelas Usuario e Perfil. Insira alguns registros para testar as restrições e relacionamentos. Observe os resultados.

1 CREATE TABLE Usuario( 2 id INT NOT NULL , 3 nome_usuario VARCHAR (10), 4 senha VARCHAR (10), 5 email VARCHAR (100), 6 PRIMARY KEY (id) 7 ) 8 ENGINE = InnoDB;

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21 RELACIONAMENTOS

9 10 CREATE TABLE Perfil( 11 id INT NOT NULL , 12 nome VARCHAR (255), 13 sexo TINYINT (1), 14 profissao VARCHAR (255), 15 onde_estudou VARCHAR (255), 16 hobbies VARCHAR (255), 17 gosto_musical VARCHAR (255), 18 PRIMARY KEY (id), 19 FOREIGN KEY (id) REFERENCES Usuario(id) 20 ) 21 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.12: Resposta do exercício

Exercícios Complementares

5 Crie uma tabela Livro que contenha apenas as colunas id, isbn e titulo. Caso a tabela já exista, remova e crie ela novamente.

6 Crie também uma tabela LivroDetalhe que contenha as informações adicionais dos livros. Faça com que essa tabela contenha uma coluna que será a chave primária da tabela, assim como uma chave estrangeira para relacionarmos esta tabela com a tabela Livro.

7 Adicione alguns registros nas tabelas criadas para testar as restrições e o relacionamento one to one.

One to Many ou Many to One

Para ilustrar o relacionamento One to Many ou Many to One, vamos voltar ao exemplo da conta bancária utilizado anteriormente:

1 CREATE TABLE Conta( 2 id INT NOT NULL , 3 numero INT UNIQUE , 4 saldo DECIMAL (14,2), 5 limite DECIMAL (14,2), 6 banco_id INT , 7 PRIMARY KEY (id), 8 FOREIGN KEY (banco_id) REFERENCES Banco(id) 9 ) 10 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.15: Exemplo de relaciomento One to Many

No exemplo acima vimos apenas uma das pontas do relacionamento. Vamos ver como seria a outra ponta, ou seja, a tabela Banco:

1 CREATE TABLE Banco( 2 id INT NOT NULL , 3 nome VARCHAR (255), 4 endereco VARCHAR (255) 5 PRIMARY KEY (id) 6 ) 7 ENGINE = InnoDB;

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RELACIONAMENTOS 22

Código SQL 3.16: Exemplo de relaciomento One to Many - continuação

As tabelas Banco e Contapossuem um relacionamento One to Many, pois um banco pode possuir diversas (many) contas enquanto que uma conta pertence a um único (one) banco.

Exercícios de Fixação

4 Reproduza o exemplo anterior das tabelas Conta e Banco. Insira alguns registros para testar as restrições e relacionamentos. Observe os resultados.

1 CREATE TABLE Banco( 2 id INT NOT NULL , 3 nome VARCHAR (255), 4 endereco VARCHAR (255), 5 PRIMARY KEY (id) 6 ) 7 ENGINE = InnoDB; 8 9 CREATE TABLE Conta( 10 id INT NOT NULL , 11 numero INT UNIQUE , 12 saldo DECIMAL (14,2), 13 limite DECIMAL (14,2), 14 banco_id INT , 15 PRIMARY KEY (id), 16 FOREIGN KEY (banco_id) REFERENCES Banco(id) 17 ) 18 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.17: Resposta do exercício

Exercícios Complementares

8 Crie ou altere duas tabelas: Editora e Livro. Crie as colunas e restrições necessárias para obtermos um relacionamento one to many entre elas. Dica: uma editora pode publicar diversos livros e um livro só pode pertencer à apenas uma editora.

9 Insira alguns valores para testar as restrições e relacionamentos. Observe os resultados.

Many to Many

Em um relacionamento Many to Many vários registros de uma tabela podem estar relacionados com vários registros de outra tabela. Para que isso seja possível é necessário que exista uma tabela intermediária que chamaremos de tabela de relacionamento. Ela recebe esse nome justamente por existir apenas para representar o relacionamento entre duas outras tabelas.

Para ilustrarmos o relacionamento Many to Many vamos pegar o exemplo do sistema de cadastro de alunos de uma escola. Nesse sistema um aluno pode se matricular em diversas turmas e uma turma pode ter matriculados diversos alunos.

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23 RELACIONAMENTOS

1 CREATE TABLE Aluno( 2 id INT NOT NULL , 3 nome VARCHAR (255), 4 email VARCHAR (255), 5 data_nascimento DATETIME , 6 PRIMARY KEY (id) 7 ) 8 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.19: Exemplo de relaciomento Many to Many - Tabela Aluno

1 CREATE TABLE Turma( 2 id INT NOT NULL , 3 inicio DATETIME , 4 fim DATETIME , 5 observacoes LONGTEXT , 6 PRIMARY KEY (id) 7 ) 8 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.20: Exemplo de relaciomento Many to Many - Tabela Turma

Repare que tanto tabela Aluno quanto na tabela Turma não encontramos referências de uma para a outra. As o relacionamento será definido da tabela a seguir:

1 CREATE TABLE AlunoTurma( 2 aluno_id INT NOT NULL , 3 turma_id INT NOT NULL , 4 PRIMARY KEY (aluno_id , turma_id), 5 FOREIGN KEY (aluno_id) REFERENCES Aluno(id), 6 FOREIGN KEY (turma_id) REFERENCES Turma(id) 7 ) 8 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.21: Exemplo de relaciomento Many to Many - Tabela AlunoTurma

Definindo as colunas aluno_id e turma_id como chave primária composta garantimos que cada registro será único e não nulo. Além disso, como ambas colunas também são chaves estrangeiras não será possível inserir um id inválido tanto na coluna aluno_id quanto na coluna turma_id.

Exercícios de Fixação

5 Reproduza o exemplo anterior das tabelas Aluno, Turma e AlunoTurma. Insira alguns registros para testar as restrições e relacionamentos. Observe os resultados.

1 CREATE TABLE Aluno( 2 id INT NOT NULL , 3 nome VARCHAR (255), 4 email VARCHAR (255), 5 data_nascimento DATETIME , 6 PRIMARY KEY (id) 7 ) 8 ENGINE = InnoDB; 9 10 CREATE TABLE Turma( 11 id INT NOT NULL , 12 inicio DATETIME , 13 fim DATETIME , 14 observacoes LONGTEXT ,

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RELACIONAMENTOS 24

15 PRIMARY KEY (id) 16 ) 17 ENGINE = InnoDB; 18 19 CREATE TABLE AlunoTurma( 20 aluno_id INT NOT NULL , 21 turma_id INT NOT NULL , 22 PRIMARY KEY (aluno_id , turma_id), 23 FOREIGN KEY (aluno_id) REFERENCES Aluno(id), 24 FOREIGN KEY (turma_id) REFERENCES Turma(id) 25 ) 26 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.22: Resposta do exercício

Exercícios Complementares

10 Crie ou altere duas tabelas: Autor e Livro. Defina algumas colunas em ambas tabelas tendo em mente que um autor pode escrever diversos livros e um livro pode ser escrito por um ou mais autores.

11 Crie uma tabela de relacionamento entre as tabelas Autor e Livro. Não se esqueça das restri- ções.

12 Insira alguns valores para testar as restrições e relacionamentos. Observe os resultados.

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SUBQUERIES, JOINS E UNIONS

C A

P Í

T U

L O

4 Conforme trabalhamos com um banco de dados é inevitável que em algum momento seja ne-

cessário gerar uma consulta que trabalhe com mais de uma tabela ao mesmo tempo. Neste capítulo iremos abordar as principais técnicas utilizadas em situações como esta e identificar em quais situ- ações devemos aplicá-las.

Subqueries

Uma subquery é uma query como qualquer outra, porém ela é executada dentro de uma outra query de SELECT, INSERT, UPDATE ou DELETE. A função da subquery é produzir um resultado que será utilizado pela query que a contém. Alguns autores se referem à subquery como query interna e a query que a contém como query externa.

Subqueries podem ser utilizadas em qualquer parte de uma query onde uma expressão é aceita. Além disso, subqueries podem ocorrer em outras subqueries e assim por diante, ou seja, em uma query podemos encontrar vários níveis de subqueries.

Vamos supor que no sistema de cadastro de alunos de uma escola tenhamos a tabela Nota na qual ficam registradas as notas dos alunos em cada turma.

1 CREATE TABLE Nota( 2 id INT NOT NULL , 3 aluno_id INT , 4 turma_id INT , 5 nota DECIMAL (4,2), 6 PRIMARY KEY (id), 7 FOREIGN KEY (aluno_id) REFERENCES Aluno(id), 8 FOREIGN KEY (turma_id) REFERENCES Turma(id) 9 ) 10 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 4.1: Tabela Nota

Se quisermos saber quais foram os alunos que tiraram uma nota maior que a média das notas de cada turma, poderíamos realizar a seguinte consulta:

1 SELECT * 2 FROM Nota AS n1 3 WHERE n1.nota > ( 4 SELECT AVG(n2.nota) 5 FROM Nota AS n2 6 WHERE n2.turma_id = n1.turma_id 7 );

Código SQL 4.2: Consultando notas acima da média da turma

No exemplo acima utilizamos uma subquery na cláusula WHERE. Repare que na subquery utiliza-

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SUBQUERIES, JOINS E UNIONS 26

mos o valor n1.turma proveniente da query externa. Isso nos mostra que a subquery é dependente da query que a contém e, por isso, a chamamos de subquery correlacionada.

Uma subquery correlacionada, devido à sua dependência de um valor da query externa, pode custar muito processamento, pois cada registro encontrado pela query externa irá executar a sub- query.

Quando uma subquery não necessita de nenhum valor da query externa nós as chamamos de subquery independente. Diferentemente de uma subquery correlacionada, a subquery indepen- dente pode ser executada apenas uma vez mesmo que a query externa retorne mais de um registro.

1 SELECT n1.*, ( 2 SELECT MAX(n2.nota) 3 FROM Nota AS n2 4 WHERE n2.turma_id = 1 5 ) AS maior_nota 6 FROM Nota AS n1 7 WHERE n1.turma_id = 1;

Código SQL 4.3: Consultando notas de uma turma

No exemplo acima utilizamos uma subquery como um campo virtual da query externa para ob- termos a maior nota de uma determinada turma. Como o valor turma_id não depende de um valor da query externa nossa subquery é independente.

Exercícios de Fixação

1 Reproduza os exemplos anteriores da tabela Nota. Observe os resultados.

1 SELECT * 2 FROM Nota AS n1 3 WHERE n1.nota > ( 4 SELECT AVG(n2.nota) 5 FROM Nota AS n2 6 WHERE n2.turma_id = n1.turma_id 7 ); 8 9 SELECT n1.*, ( 10 SELECT MAX(n2.nota) 11 FROM Nota AS n2 12 WHERE n2.turma_id = 1 13 ) AS maior_nota 14 FROM Nota AS n1 15 WHERE n1.turma_id = 1;

Código SQL 4.4: Resposta do exercício

Exercícios Complementares

1 Crie ou altere a tabela Livro. A tabela deve conter uma coluna preco que irá armazenar o preço de cada livro. Crie uma consulta que devolva todas as colunas de todos os livros registrados. Além das colunas normais da tabela, crie uma coluna virtual que irá conter a média dos preços dos livros.

2 Ainda utilizando a tabela Livro, crie uma consulta que devolva todas as colunas de todos os

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27 SUBQUERIES, JOINS E UNIONS

livros registrados cujos preços sejam superiores em relação aos livros mais baratos.

3 Na tabela Livro crie a coluna autor_id caso ela ainda não exista. Também crie ou altere a tabela Autor com, pelo menos, as colunas id e nome. Crie uma consulta que devolva todos os livros escritos por autores cujos nomes começam com a letra A.

Joins

Utilizamos joins do SQL para extrairmos as informações de uma ou mais tabelas em um único conjunto de resultados baseando-se nos relacionamentos entre as colunas das tabelas envolvidas.

Até agora criamos as nossas tabelas definindo uma coluna como chave primária em cada uma delas. Não fizemos isso à toa, pois agora veremos como utilizar esse relacionamento entre colunas de tabelas diferentes em uma única consulta.

Vamos voltar ao exemplo da rede social. Quando modelamos as tabelas separamos as informa- ções do usuário em duas tabelas: Usuario com as informações pertinentes à conta do usuário na rede social e Perfil com as informações pessoais do mesmo.

1 CREATE TABLE Usuario( 2 id INT NOT NULL , 3 nome_usuario VARCHAR (10), 4 senha VARCHAR (10), 5 email VARCHAR (100), 6 PRIMARY KEY (id) 7 ) 8 ENGINE = InnoDB; 9 10 CREATE TABLE Perfil( 11 id INT NOT NULL , 12 nome VARCHAR (255), 13 sexo TINYINT (1), 14 profissao VARCHAR (255), 15 onde_estudou VARCHAR (255), 16 hobbies VARCHAR (255), 17 gosto_musical VARCHAR (255), 18 PRIMARY KEY (id), 19 FOREIGN KEY (id) REFERENCES Usuario(id) 20 ) 21 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 4.8: Tabela Usuario e Perfil

Para trazer as informações das duas tabelas em um único conjunto de resultados utilizaremos a instrução JOIN.

1 SELECT * 2 FROM Usuario AS u 3 JOIN Perfil AS p

Código SQL 4.9: Cruzando os dados dos usuários e seus perfis

Repare que o resultado obtido não foi o desejado, pois para cada registro da tabela Usuario foi feita uma relação com todos os registros da tabela Perfil. Isso ocorreu porque não informamos qual a coluna queremos utilizar para definir o relacionamento entre as tabelas.

Para definirmos qual a coluna irá definir o relacionamento entre as tabelas devemos utilizar a

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SUBQUERIES, JOINS E UNIONS 28

instrução JOIN juntamente com a instrução ON.

1 SELECT * 2 FROM Usuario AS u 3 JOIN Perfil AS p 4 ON u.id = p.id;

Código SQL 4.10: Consultando usuários e seus respectivos perfis

No exemplo acima utilizamos a instrução JOIN, porém o MySQL oferece outros tipos de joins. Abaixo segue uma lista com cada tipo:

• JOIN: retorna registros quando existe algum valor na coluna de relacionamento em pelo menos uma das tabelas.

• LEFT JOIN: retorna registros quando existe algum valor na coluna de relacionamento da tabela informada à esquerda na consulta.

• RIGHT JOIN: retorna registros quando existe algum valor na coluna de relacionamento da ta- bela informada à direita na consulta.

Exercícios de Fixação

2 Reproduza os exemplos anteriores sem o uso da instrução ON e depois com. Insira alguns regis- tros nas tabelas e observe os resultados.

1 CREATE TABLE Usuario( 2 id INT NOT NULL , 3 nome_usuario VARCHAR (10), 4 senha VARCHAR (10), 5 email VARCHAR (100), 6 PRIMARY KEY (id) 7 ) 8 ENGINE = InnoDB; 9 10 CREATE TABLE Perfil( 11 id INT NOT NULL , 12 nome VARCHAR (255), 13 sexo TINYINT (1), 14 profissao VARCHAR (255), 15 onde_estudou VARCHAR (255), 16 hobbies VARCHAR (255), 17 gosto_musical VARCHAR (255), 18 PRIMARY KEY (id), 19 FOREIGN KEY (id) REFERENCES Usuario(id) 20 ) 21 ENGINE = InnoDB; 22 23 SELECT * 24 FROM Usuario AS u 25 JOIN Perfil AS p; 26 27 SELECT * 28 FROM Usuario AS u 29 JOIN Perfil AS p 30 ON u.id = p.id;

Código SQL 4.11: Resposta do exercício

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29 SUBQUERIES, JOINS E UNIONS

Exercícios Complementares

4 Crie ou altere a tabela Livro e faça com que ela contenha a coluna autor_id caso esta ainda não exista. Também crie ou altere a tabela Autor com, pelo menos, as colunas id e nome. Crie uma consulta que devolva todos os livros escritos por autores cujos nomes começam com a letra A.

5 Crie uma consulta que gere como resultado uma lista com todos os autores que possuam livros publicados. Além disso, o resultado deve conter o número de livros que cada autor publicou.

6 Refaça o exercício anterior ordenando decrescentemente o resultado pelo nome do autor.

Unions

Nos exemplos anteriores conseguimos obter resultados de duas ou mais tabelas concatenando suas colunas ou criando campos virtuais.

Porém nem sempre é isso que desejamos. Às vezes queremos que duas ou mais tabelas sejam unidas aumentando o número de registros. Para atingirmos este objetivo devemos utilizar a instru- ção UNION.

Vamos supor que, em nossa rede social, armazenamos os usuários administrativos do site em uma tabela diferente dos usuários normais. A tabela poderia ser assim:

1 CREATE TABLE UsuarioAdministrativo( 2 id INT NOT NULL , 3 nome_usuario VARCHAR (10), 4 senha VARCHAR (10), 5 email VARCHAR (100), 6 grupo INT , 7 PRIMARY KEY (id) 8 ) 9 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 4.15: Tabela UsuarioAdministrativo

Para obter uma lista com o nome e e-mail de todos os usuários, inclusive os usuários administra- tivos utilizaremos a instrução UNION.

1 SELECT nome_usuario , email 2 FROM Usuario 3 UNION 4 SELECT nome_usuario , email 5 FROM UsuarioAdministrativo;

Código SQL 4.16: Obtendo a lista de todos os usuários da rede social

Repare que no primeiro e segundo SELECT escolhemos quais colunas queríamos no resultado. A instrução UNION nos obriga que cada SELECT retorne o mesmo número de colunas. Como a tabela UsuarioAdministrador possui uma coluna a mais, se tivéssemos utilizado o caractere wildcard * em ambas colunas, nossa consulta teria retornado um erro.

Por padrão a instrução UNION seleciona registros distintos. Portanto, caso um usuário administra-

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SUBQUERIES, JOINS E UNIONS 30

tivo também seja um usuário normal da rede social, com nome e e-mail cadastrados com os mesmos valores nas duas tabelas, a consulta do exemplo acima nos teria retornado apenas um resultado para esse usuário.

Se quisermos que o resultado traga entradas duplicadas, devemos utilizar a instrução UNION ALL.

1 SELECT nome_usuario , email 2 FROM Usuario 3 UNION ALL 4 SELECT nome_usuario , email 5 FROM UsuarioAdministrativo;

Código SQL 4.17: Obtendo a lista de todos os usuários da rede social

Exercícios de Fixação

3 Reproduza os exemplos anteriores utilizando a instrução UNION e depois UNION ALL. Insira al- guns registros nas tabelas e observe os resultados.

1 CREATE TABLE UsuarioAdministrativo( 2 id INT NOT NULL , 3 nome_usuario VARCHAR (10), 4 senha VARCHAR (10), 5 email VARCHAR (100), 6 grupo INT , 7 PRIMARY KEY (id) 8 ) 9 ENGINE = InnoDB; 10 11 SELECT nome_usuario , email 12 FROM Usuario 13 UNION 14 SELECT nome_usuario , email 15 FROM UsuarioAdministrativo; 16 17 SELECT nome_usuario , email 18 FROM Usuario 19 UNION ALL 20 SELECT nome_usuario , email 21 FROM UsuarioAdministrativo;

Código SQL 4.18: Resposta do exercício

Exercícios Complementares

7 Utilizando as tabelas Usuario e UsuarioAdministrativo do exercício de fixação, crie uma con- sulta que gere uma lista com todos os usuarios (administrativos e normais). Além disso, quando um usuário não possuir um valor na coluna nome_usuario, imprima no seu lugar o e-mail deste usuário.

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RESPOSTAS

A P

Ê N

D I

C E

Resposta do Complementar 3.1

1 CREATE TABLE Livro ( 2 titulo VARCHAR (255) NOT NULL , 3 autor VARCHAR (255) NOT NULL 4 ) 5 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.6: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 3.3

1 ALTER TABLE Livro ADD UNIQUE INDEX(titulo , autor)

Código SQL 3.7: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 3.5

1 CREATE TABLE Livro( 2 id INT NOT NULL , 3 isbn BIGINT , 4 titulo VARCHAR (255), 5 PRIMARY KEY (id) 6 ) 7 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.13: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 3.6

1 CREATE TABLE LivroDetalhe( 2 id INT NOT NULL , 3 ano INT , 4 edicao INT , 5 preco DECIMAL (10,2), 6 PRIMARY KEY (id), 7 FOREIGN KEY (id) REFERENCES Livro(id) 8 ) 9 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.14: Resposta do exercício

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RESPOSTAS 32

Resposta do Complementar 3.8

1 CREATE TABLE Editora( 2 id INT NOT NULL , 3 nome VARCHAR (255), 4 PRIMARY KEY (id) 5 ) 6 ENGINE = InnoDB; 7 8 CREATE TABLE Livro( 9 id INT NOT NULL , 10 titulo INT UNIQUE , 11 autor VARCHAR (255), 12 preco DECIMAL (14,2), 13 autor_id INT , 14 PRIMARY KEY (id), 15 FOREIGN KEY (autor_id) REFERENCES Autor(id) 16 ) 17 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.18: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 3.10

1 CREATE TABLE Autor( 2 id INT NOT NULL , 3 nome VARCHAR (255), 4 PRIMARY KEY (id) 5 ) 6 ENGINE = InnoDB; 7 8 CREATE TABLE Livro( 9 id INT NOT NULL , 10 titulo VARCHAR (255), 11 edicao INT , 12 preco DECIMAL (10,2), 13 isbn INT , 14 PRIMARY KEY (id) 15 ) 16 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.23: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 3.11

1 CREATE TABLE AutorLivro( 2 autor_id INT NOT NULL , 3 livro_id INT NOT NULL , 4 PRIMARY KEY (autor_id , livro_id), 5 FOREIGN KEY (autor_id) REFERENCES Autor(id), 6 FOREIGN KEY (livro_id) REFERENCES Livro(id) 7 ) 8 ENGINE = InnoDB;

Código SQL 3.24: Resposta do exercício

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33 RESPOSTAS

Resposta do Complementar 4.1

1 SELECT l1.*, ( 2 SELECT AVG(l2.preco) 3 FROM Livro AS l2 4 ) AS media_preco 5 FROM Livro AS l1;

Código SQL 4.5: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 4.2

1 SELECT l1.* 2 FROM Livro AS l1 3 WHERE l1.preco > ( 4 SELECT MIN(l2.preco) 5 FROM Livro AS l2 6 );

Código SQL 4.6: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 4.3

1 SELECT * 2 FROM Livro 3 WHERE Livro.autor_id IN ( 4 SELECT id 5 FROM Autor 6 WHERE nome LIKE ’A%’ 7 );

Código SQL 4.7: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 4.4

1 SELECT Livro.* 2 FROM Livro 3 JOIN Autor 4 ON Livro.autor_id = Autor.id 5 WHERE Autor.nome LIKE ’A%’;

Código SQL 4.12: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 4.5

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RESPOSTAS 34

1 SELECT Autor.*, COUNT(Livro.id) AS total_livros 2 FROM Autor JOIN Livro 3 ON Livro.autor_id = Autor.id 4 GROUP BY Autor.id;

Código SQL 4.13: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 4.6

1 SELECT * FROM ( 2 SELECT Autor.*, COUNT(Livro.id) AS total_livros 3 FROM Autor JOIN Livro 4 ON Livro.autor_id = Autor.id 5 GROUP BY Autor.id 6 ) AS A 7 ORDER BY A.nome DESC;

Código SQL 4.14: Resposta do exercício

Resposta do Complementar 4.7

1 SELECT nome_usuario , email 2 FROM Usuario 3 WHERE Usuario.nome_usuario IS NOT NULL 4 UNION ALL 5 SELECT nome_usuario , email 6 FROM UsuarioAdministrativo 7 WHERE UsuarioAdministrativo.nome_usuario IS NOT NULL 8 UNION ALL 9 SELECT nome_usuario , email 10 FROM Usuario 11 WHERE Usuario.nome_usuario IS NULL 12 UNION ALL 13 SELECT email , email 14 FROM UsuarioAdministrativo 15 WHERE UsuarioAdministrativo.nome_usuario IS NULL;

Código SQL 4.19: Resposta do exercício

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