Literatura Infantil - Apostilas - Pedagogia, Notas de estudo de . Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)
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Gaucho_827 de Março de 2013

Literatura Infantil - Apostilas - Pedagogia, Notas de estudo de . Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

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Apostilas de Pedagogia sobre o estudo da Literatura Infantil no processo de alfabetização, o lugar da literatura infantil, conceitos e origem.
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A LITERATURA INFANTIL NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

RESUMO

Literatura Infantil é um tema que se alastra e vem acompanhando a humanidade ao trazer formas variadas de ensino ou pautando-se pela transmissão de conhecimento, cultura, costumes de cada sociedade. Suas diversas formas fazem parte de todo o cotidiano vivido na atualidade. Uma grande variedade de estilos com propósitos bem definidos capaz de atingir seu objetivo e agradar seu público com estórias empolgantes e cheias de emoção. Contos de fadas, lendas, fábulas, poesias possuem características essenciais ao encantamento infantil. Diante de tal constatação surge tal propósito de estudo, uma vez que é difícil imaginar alguém que nunca tenha se emocionado diante de um poema ou um texto literário. Assim, à luz de observações teóricas e metodológicas de diversos pesquisadores e estudiosos da área, busca- se averiguar como a literatura em suas variadas formas pode servir como incentivo no processo de aprendizagem, uma vez que possui por si só a característica de seduzir o seu leitor. Enaltece ainda mais tal necessidade de trabalho o fato de que na atualidade, saber ler e escrever é uma necessidade básica para viver adequadamente na sociedade moderna, afinal, tudo gira em torno do conhecimento. Contudo, nem sempre esse processo de aprendizagem da leitura e da escrita aconteceu de maneira simples, clara e com legislação específica. Raramente constata-se a presença do livro de literatura em sala de aula para auxiliar nesse processo.

Palavras-chave: Educação. Ensino. Literatura Infantil. Alfabetização.

INTRODUÇÃO

A emoção de criar é para quem escreve um detalhe muito particular. Há uma crença segundo a qual é melhor escrever sobre as emoções no momento em que o escritor as vive. Porém, às vezes, isso pode se tornar difícil. Comumente, é mais fácil escrever sobre uma emoção temática, aquela à qual o texto se refere. Há uma emoção processual de criar. A imaginação trabalha com a fantasia ou com a realidade. Há textos mais apegados à realidade e outros mais fantasiosos dependendo da imaginação do criador. As obras apegadas à realidade podem ser de ficção ou não.

A literatura tem o papel de desenvolver a consciência cultural nos seres em formação. É a literatura que “dentre as diferentes manifestações da Arte, a que atua de maneira mais

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profunda e duradoura, no sentido de dar forma e de divulgar os valores culturais, que dinamizam uma sociedade ou civilização” (COELHO, 1981, p.3).

Segundo Cândido (1995) a literatura é um bem fundamental para o homem. Porque, tal qual a saciação da fome e da sede, ela também garante a sua própria sobrevivência. Segundo o mesmo autor, se alimentação e moradia são bens necessários à sobrevivência física, a literatura é um bem de ordem, de ordem cultural, que garante a integridade espiritual do ser humano.

Este estudo problematiza a seguinte questão: Qual o papel da Literatura Infantil na alfabetização em narrativa e poesia?

Buscou-se neste trabalho discutir a narração de histórias, investigando as contribuições importantes da Literatura Infantil para proporcionar às crianças por meio de histórias, incentivo à leitura. Assim, ressalta-se, neste estudo, a beleza do narrar uma história, declamar uma poesia, ou ler uma fábula, compondo a linguagem e a arte, ampliando a sensibilidade cultural das crianças.

Este trabalho segue uma metodologia, de acordo com Gil (1994), de pesquisa e investigação acerca de livros e fontes bibliográficas diversas.

Acerca do objetivo proposto neste trabalho faz-se necessário um estudo aprofundado de alguns itens relacionados ao tema, tais como os aspectos criativos da realidade e da fantasia, pois há textos que fazem referência tanto à realidade, retratando o cotidiano das pessoas, fatos, e momentos históricos, e outros textos falam sobre mundos imaginários, coisas irreais, contos de fadas, por exemplo.

Na Literatura Infantil, a realidade se mistura com a fantasia, de forma a chamar a atenção dos leitores. Também a de se buscar conhecer os aspectos psicológicos como os sentimentos e as emoções, pois são elementos claros de total importância na discussão e interpretação de tal texto. Também devem ser considerados os aspectos textuais como frase, período, parágrafos, assim como a própria pontuação, já que tais elementos são de fundamental interesse no conhecimento das diversas formas de que se ocupa o autor na abordagem de sua obra. Devem-se pautar ainda nos estudos de aspectos estruturais do texto tais como enredo, personagens, tempo, espaço, gêneros narrativos, gêneros poéticos, versificação, rima e métrica, uma vez que esses elementos são fundamentais de um texto narrativo. Não obstante, o estudo dos aspectos de linguagem como função emotiva ou

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expressiva, referencial ou denotativa, conativa ou de apelo, fática, metalingüística e poética são relevantes. Além disso, as figuras de linguagem, de pensamento e de sintaxe devem ser analisadas, visto que ao reconhecer determinadas situações há de se conhecer novos significados atrelados às frases e orações em conformidade com seu uso.

1. O LUGAR DA LITERATURA INFANTIL

Atrelando-se à questão da Educação Infantil, é importante se esclarecer que a literatura infantil é uma tentativa de explicar algo que se insere em um mundo diferente do mundo adulto.

Investigações constantes são feitas por diferentes estudiosos e pesquisadores para compreender a elaboração do pensamento, ou seja, entender o pensamento daquele que aprende. Alguns estudiosos se preocuparam em explicar a maneira como a criança interage como o mundo e com as pessoas para chegar ao conhecimento; outros buscaram realizar estudos desenvolvendo teses sobre as hipóteses de pensamento que a criança pode apresentar. Todas essas investigações, independente de quem as desenvolve, e têm um único objetivo: contribuir para garantir maior qualidade no processo de ensino-aprendizagem.

Sabe-se que aprender a ler não é só memorizar signos linguísticos e palavras, pois a aprendizagem se dá por meio de reflexão, pensamentos, sentimentos, sensações e desejos. É um processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto, a partir do que está buscando nele, do conhecimento que já possui a respeito do assunto, do autor e do que se sabe sobre a língua.

A literatura é uma das maiores expressões humanas, pelo que representa e pelo que pode oferecer. A escola é quem viabiliza o contato entre o ser humano e a literatura, podendo essa expressão promover o contato com o texto literário.

A literatura Infantil é por essência desinteressada no sentido do ensino sistemático, embora deva ser educativa e possa ser instrutiva. Seu fim é emocionar artisticamente a criança, pelo sublime, pelo cômico, pelo patético, pelo trágico, pelo pitoresco ou pela aventura e, ao mesmo tempo, despertar-lhe a imaginação, aperfeiçoar-lhe a inteligência e aprimorar-lhe a sensibilidade (COUTINHO, 2004, p.200).

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A literatura é um elenco enriquecedor da cultura da criança e merece um lugar importante em sua educação desde cedo. Isso significa considerar que “a literatura destinada às crianças exerce um papel importante, que não pode ser negligenciado”, ao contrário, merece seu respeito enquanto ensino educativo na formação da criança (FILIPOUSKI, 1982, p.86). Assim, o respeito à literatura na escola se dá pela sua importância de possibilitar à criança contribuições fundamentais para sua formação humana e cultural. Ou seja, reconhecer que “a literatura faz- se porta-voz de uma utopia, ao rejeitar tais fatores opressivos, porém, esta é a maneira como pode exercer sua propensão democrática e crítica” (ZILBERMAN, 1990, p.104).

2. CONHECENDO A LITERATURA INFANTIL

O conceito de Literatura Infantil é muito discutido entre os diversos estudiosos da área. Muitos acreditam se tratar de livros de linguagem específica. São os livros que têm a capacidade de provocar a emoção, o prazer, o entretenimento, a fantasia, a identificação e o interesse da criança. Supõe-se que seja o acervo de leituras escolhidas pela criança ou que seja o objeto de formação, ou seja, livros dedicados a produzir efeito transformador da sociedade por meio de seu público. Ainda existem aqueles que põem em xeque a existência de uma literatura infantil, visto que não dá para definir arte adulta ou infantil, pois uma obra escrita para crianças pode sem qualquer adaptação produzir efeitos símiles em adultos e vice-versa, definindo-se, assim, como uma questão de estilo.

O termo “infantil” parece transformar essa literatura em uma modalidade de menor importância, ou de conteúdo inferior, infelizmente. Porém, não deve ser interpretada dessa forma. Haja vista que se trata de um tipo específico de literatura, muitas vezes voltado a um determinado público, que possui forma de traços bem definido, não deixando, pois, de agregar intelectualidades e profundidade em seus textos e interpretações.

Situações diversas não obstam a ideia de que literatura infantil seja aquela idealizada especificamente para crianças, porém para diversos autores, deva ser percebida como sendo aquela que corresponde de alguma forma, aos anseios do leitor e que se identifique com ele. “A autêntica literatura infantil não deve ser feita essencialmente com intenção pedagógica, didática ou para incentivar hábito de leitura. Este tipo de texto deve ser produzido pela criança que há em cada um de nós. Assim o poder de cativar esse público tão exigente e importante aparece.” (MADANÊLO, Cristiane. Disponível em . Acesso em 10/11/2010).

Já, de acordo com Cadermatori (2006) pode-se pensar a Literatura Infantil tendo como prisma a ideia de que se pode compreendê-la como elo obra/autor e destinatário, um leitor infantil que precisa ter suas condições de recepção atendidas e respeitadas. Para a autora, um adulto

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analfabeto ou milhões de adultos não alfabetizados são crianças que não tiveram oportunidades nem acesso ao mundo da leitura, dos livros, dos sonhos e de desenvolvimento.

Dentre tantas ópticas distintas, há o consenso diretivo de diversos educadores que vivenciam a evolução da criança frente o desbravamento de textos literários infantis, e percebem que o contato com textos de literatura infantil faz com que seu público se encante e se deslumbre em conhecimento e imaginação. Contribuição valiosa à metodologia acerca da apreensão de conteúdo, que deve ser considerada em diversos níveis de formação intelectual.

3. Origens da Literatura Infantil

A Literatura Infantil surgiu no século XVII, durante as diversas mudanças da estrutura social com várias revoluções que influenciaram o mundo artístico. Essa literatura aparece com características próprias, pois advém da ascensão da burguesia, surge um novo modo de enxergar a infância na sociedade e a instituição escola é reorganizada para melhor atender a demanda. A associação com a Pedagogia fez com que a Literatura Infantil ganhasse formas definidas e funcionasse como instrumento da Pedagogia, uma vez que as estórias eram elaboradas sob a égide do ensino.

Segundo Cademartori (1994), a Literatura Infantil divide-se em dois momentos: a escrita e a lendária. A lendária nasceu da necessidade que tinham as mães de se comunicar com seus filhos, de contar coisas que os rodeavam, não sendo registradas por escrito. Os primeiros livros infantis surgiram no século XVII, oriundos da escrita das histórias contadas oralmente. Foram obras concebidas por intelectuais que lutavam contra a opressão para estigmatizar e condenar usos, costumes e personagens que oprimiam o povo.

Segundo Oliveira (2005), no século XVIII a criança é entendida como diferente de um adulto e passa a ser valorizada. Sendo assim, a Educação Infantil de uma perspectiva assistencialista transforma-se em uma proposta pedagógica aliada ao cuidar, procurando atender a criança de forma integral, onde suas especificidades (psicológica, emocional, cognitiva, física). Suas características e necessidades são entendidas como diferentes às dos adultos, assim começa- se a pensar em uma literatura que seja direcionada, focada ao interesse daquele indivíduo em especial.

Logo surgiram diversos estilos na Literatura Infantil como, por exemplo, a Fábula, os Contos de Fadas, as Lendas e Poesias que se disseminaram por toda parte e se imortalizaram em muitas estórias conhecidas em todo o mundo.

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4. CONHECENDO OS PRINCIPAIS ESTILOS

A fantasia teve desde o início da Literatura grande importância em suas abordagens, já que o conhecimento científico era, nos primórdios da humanidade, inacessível ao homem. Assim sendo, a imaginação incumbia-se das explicações às indagações humanas a respeito dos mais variados assuntos; a fantasia tomava o lugar da lógica que atualmente se conhece. Nesse contexto surgem modalidades de textos que demonstram preocupação com as relações humanas sociais e buscam a transmissão de conteúdo ético e moral. São elas: a fábula, os contos de fadas, e as lendas. Por consequência da fantasia utilizada, essa literatura arcaica se transformou em Literatura Infantil, haja vista a natureza mágica de sua matéria, que atrai espontaneamente as crianças.

5. Experiência com literatura Infantil

Para se constatar as teorias apresentadas neste artigo, as crianças de 5ª e 6ª séries, entre 10 e 12 anos, foram observadas durante o mês de abril de 2011, tendo em vista algumas atividades já estabelecidas no calendário escolar.

Trabalhando um pouco com o folclore verificou-se como as lendas podem servir como incentivo no processo de aprendizagem, uma vez que possuem a característica de seduzir o ouvinte/leitor, a professora de Língua Portuguesa dessas turmas começou a contar as histórias “de assombração” que conhecia. Os alunos após ouvirem as narrativas se empolgaram muito, comentando suas emoções uns com os outros. Aproveitando a euforia dos alunos, a educadora, após contar as histórias, realizou atividades diversas com as turmas, como a produção de contos ilustrados e encenações das narrativas apresentadas.

A metodologia da educadora consistiu em comentar sobre o folclore de maneira geral (definição, origens, lendas, mitos, comidas, danças e brincadeiras); em esclarecer que havia uma explicação para a origem de várias coisas, realizando a leitura de textos narrativos (lendas que explicam a origem de certos fenômenos como “eco”) e analisar a estrutura das narrativas.

A educadora também proporcionou aos alunos vários momentos de descobertas, lançando desafios para que os alunos escrevessem narrativas que dessem uma explicação para perguntas como: Por que as tartarugas têm um casco sobre as costas? Por que flor “onze horas” recebeu esse nome? Por que as lagartas se transformam em borboletas? Surgiram diversas versões, e todos os textos escritos foram ilustrados. Os trabalhos foram apresentados em suas respectivas turmas, além expostos no pátio da escola.

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Com essa atividade, a educadora pode desenvolver, nas crianças, a emoção de ouvir as histórias. Em todos os momentos, eles ficaram muito atentos, ansiosos para conhecer os desfechos e sedentos para que ela contasse mais histórias. Além disso, essa atividade despertou a imaginação das crianças, mostrando que elas tinham criatividade de sobra. Outro fator positivo foi o trabalho com a linguagem oral, pois, à medida que a educadora contava as histórias, os alunos também queriam narrar as que eles conheciam.

CONCLUSÃO

Pode-se concluir que a leitura literária infantil é sem dúvida uma proposta enriquecedora do conhecimento, pois a partir de trabalhos com narrativas e poesias infantis é possível desenvolver a linguagem oral e escrita das crianças de forma ampla, torná-las leitoras críticas, inseridas na sociedade. Ao se trabalhar com histórias infantis, as crianças se mostram ávidas, curiosas, penetram na história fazendo perguntas, relacionando as histórias com assuntos pertencentes ao seu cotidiano, encontram parâmetros para enfrentar seus medos, suas angústias, criticando, questionando, fazendo inferências.

Por meio do seu imaginário, as crianças são capazes de exteriorizar seus sentimentos, emoções, sensações. Pode-se também, a partir de narrativas e poesias infantis, criar um ambiente favorável para a formação de pessoas de boa índole, de caráter e personalidade, capazes de discernir o certo do errado, diferenciar o bem do mal, aptos para enfrentar os obstáculos, atingir seus ideais.

Além disso, percebe-se o relacionamento amoroso, sincero e recíproco que se cria entre o educando e o educador. Pode-se averiguar que a Literatura Infantil produz substancialmente efeitos que podem ser considerados bons às vistas da aprendizagem e da pedagogia, uma vez que induz ao bom relacionamento entre os pares, ao maior nível de atenção desprendido pelos alunos, uma maior comunicação entre o docente e seus discípulos, incentivando-os ao desbravamento de novos horizontes, ao gosto de aprender e aprimorar sua linguagem escrita, lida e falada para que possa buscar novas leituras que lhes satisfaça sua desperta curiosidade pueril.

A escola deve promover um sentido à criança, assim como seu aprendizado, deve ser um espaço onde a criança tem autonomia para agir, discutir, decidir, realizar e avaliar suas práticas ajudando a construir o seu próprio aprendizado. Por isso cabe ao professor oferecer um espaço que contribua para que a aprendizagem do aluno seja mais eficaz. Nessa

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perspectiva, deve-se implementar projetos, procurando valorizar o conhecimento de cada criança, para alcançar de forma mais abrangente nossos objetivos.

REFERÊNCIAS

AGUIAR, F. (org.) Gêneros de fronteira: cruzamento entre o histórico e o literário. São Paulo: Xamã, 1997

BAJARD, É. Caminhos da escrita: espaços de aprendizagem. São Paulo: Cortez, 2002.

BENJAMIN, Walter. O narrador. Rio de Janeiro: Abril Cultural, 1982.

BECCHI, E. Retórica de Infância. Perspectiva. Florianópolis: UFSC, 1994.

CÂNDIDO, A. A literatura e a formação do homem. Ciência e Cultura, São Paulo: Ciência e Cultura, v. 24, n. 9, 1972. O direito à literatura in Vários escritos, São Paulo: Duas Cidades, 1995.

CADEMARTORI, Ligia. O que é literatura infantil. São Paulo: Brasiliense, 1994.

COELHO, N.N. A literatura infantil. São Paulo/Brasília: Quiron, 1981.

COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil: introdução geral. São Paulo: Global, 2004.

FARIA, Maria Alice. Como usar a literatura infantil na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2006.

FILIPOUSKI, Ana Mariza Ribeiro. Érico Veríssimo e a literatura infantil. Porto Alegre: Ed. da Universidade, UFRGS, 1982.

OLIVEIRA, Zilma Ramos de Oliveira. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2005.

ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil: livro, leitura, leitor. In: A produção cultural para a criança. Porto Alegre: Mercado, 1990.

ZILBERMAN, Regina & MAGALHÃES, Ligia Cademartori. Literatura infantil: autoritarismo e emancipação. São Paulo: Ática, 1987.

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