Mama - Apostilas - Ginecologia_Parte3, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)
Pipoqueiro
Pipoqueiro11 de Março de 2013

Mama - Apostilas - Ginecologia_Parte3, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)

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Apostilas de Ginecologia sobre o estudo da mama, estereotaxia, biópsia, achados mais comuns, tratamento, linfonodo sentinela.
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ESTEREOTAXIA

BIÓPSIA GUIADA POR ESTEREOTAXIA

Achados mais comuns:

O nódulo benigno mais comum é o fibroadenoma, enquanto a lesão maligna mais comum é o carcinoma ductal infiltrante.

Obs: infelizmente ainda não atingimos índices diagnósticos satisfatórios internacionais do carcinoma ductal “in situ”, lesão que não invadiu o estroma mamário.

Outros achados:

-Benignos: adenoma, cistos, adenose, hiperplasia típica.

-Malignos: carcinoma ductal “in situ”, carcinoma lobular “in situ”; carcinoma lobular invasivo.

Tratamento:   - Alteração provavelmente benigna (Bi-Rads 3): controle clinico e

radiológico/ biópsia/ cirurgia.   - Blastoma maligno da mama (previamente biopsiado): na doença inicial: - até 2 cm com axila negativa; - até 5 cm com axila negativa na mama volumosa;

- tumorectomia alargada ou ressecção segmentar; ambas com pesquisa do linfonodo sentinela (LS); presença obrigatória do patologista na sala cirúrgica para a avaliação das margens livres teciduais e do LS.

  Obs: lembrando que o linfonodo sentinela seria o primeiro da cadeia linfonodal

axilar, e estando negativo, entende-se que os linfonodos sequencias não precisariam ser investigados. Imaginem o jogo de boliche e o LS sendo a primeira peça. Esta técnica reduziu o surgimento do linfedema do membro superior.

Linfonodo Sentinela

Tratamento:

-Blastoma maligno da mama: Na doença avançada: geralmente a paciente é encaminhada para a neoadjuvância para a redução tumoral e em seguida a decisão do tipo de cirurgia (conservadora ou radical).

Obs: terá preferência o esvaziamento axilar ipsilateralmente – níveis I e II (ressecção axilar parcial).

Mastectomia Simples

Mastectomia Radical

Classificação clínica do câncer de mama pelo sistema TNM T - Tumor TX O tumor primário não pode ser avaliado T0 Sem evidência de tumor primário Tis Carcinoma in situ: carcinoma intraductal ou carcinoma lobular in situ ou doença de Paget da papila sem tumor T1 Tumor com 2 cm ou menos em sua maior dimensão T1a - tumor com 0,5 cm ou menos em sua maior dimensão T1b - tumor com mais de 0,5 cm e até 1 cm em sua maior dimensão T1c - tumor com mais de 1 cm e até 2 cm em sua maior dimensão T2 Tumor com mais de 2 cm e até 5 cm em sua maior dimensão T3 Tumor com mais de 5 cm em sua maior dimensão T4 Tumor de qualquer tamanho, com extensão direta à parede torácica ou à pele T4a - extensão para parede torácica T4b - edema (incluindo peau d'orange) ou ulceração da pele da mama ou nódulos cutâneos satélites, confinados à mesma mama T4c - T4a e T4b associados T4d - carcinoma inflamatório N - Linfonodais regionais NX Os linfonodos regionais não podem ser avaliados (por ex. foram removidos previamente) N0 Ausência de metástases nos linfonodos regionais N1 Metástase em linfonodo(s) auxiliar(es) homolateral (is) móvel (is) N2 Metástase nos linfonodos axilares homolaterais fixos uns aos outros ou a outras estruturas N3 Metástase nos linfonodos da cadeia mamária interna homolateral M - Metástases a distância MX A presença de metástases a distância não pode ser avaliada M0 Ausência de metástases a distância M1 Metástases a distância (incluindo as metástases nos linfonodos supraclaviculares)

ESTADIAMENTO

ESTADIAMENTO

Grupamento por Estádios

Estádio 0 Tis N0 M0

Estádio I T11 N0 M0

Estádio II A T0 N0 M0

  T11 N12 M0

  T2 N0 M0

Estádio II B T2 N1 M0

  T3 N0 M0

Estádio III A T0 N2 M0

  T11 N2 M0

  T2 N2 M0

  T3 N1, N2 M0

Estádio III B T4 Qualquer M0

  Qualquer T N3 M0

Estádio IV Qualquer T Qualquer N M1

Nota: 1. T1 inclui o T1mic.          2. O prognóstico de pacientes com pN1a é similar ao de pacientes com pN0.

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