Miocardiopatia Dilatada - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)
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Neymar28 de Fevereiro de 2013

Miocardiopatia Dilatada - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)

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Apostilas sobre o estudo da patologia miocardiopatia dilatada, implementando adequadamente a sistematização da assistência da enfermagem de acordo com o caso apresentado pelo paciente.
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CENTRO UNIVERSITÁRIO MÓDULO

GISELE NUNES DE MAGALHÃES

ESTUDO DE CASO: MIOCARDIOPATIA DILATADA

ORIENTADORA: Profª Sheila M. M. Paiva

Caraguatatuba

2011

CENTRO UNIVERSITÁRIO MÓDULO

GISELE NUNES DE MAGALHÃES

ESTUDO DE CASO: MIOCARDIOPATIA DILATADA

1 INTRODUÇÃO

Este estudo de caso foi realizado através de consulta de enfermagem e levantamento de dados do prontuário do Sr° V. S., 70 anos, portador de miocardiopatia dilatada, no estágio de prática do processo do cuidar realizado no Hospital de São Sebastião.

Com este trabalho pretende se através de revisão literária aprofundar o estudo sobre a patologia miocardiopatia dilatada e implementar adequadamente a sistematização da assistência da enfermagem de acordo com o caso apresentado pelo paciente.

As miocardiopatias ou cardiomiopatias são perturbações progressivas que alteram a estrutura ou prejudicam o funcionamento da parede muscular das cavidades inferiores do coração, os ventrículos. Elas geralmente são classificadas em três tipos: miocardiopatia dilatada, hipertrófica ou restritiva. Neste trabalho estaremos abordando especificamente a miocardiopatia dilatada,

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que é a mais freqüente, cerca de 90% dos casos. Como ela é uma doença comum que acomete tanto adultos quanto crianças é importante que o profissional de enfermagem tenha um conhecimento aprofundado sobre a patologia, para prestar uma melhor assistência ao paciente.

2 DESENVOLVIMENTO

2.1 Descrição da Patologia

2.1.1 Conceito

A miocardiopatia dilatada é uma doença miocárdica primária progressiva, de causa desconhecida e que se caracteriza por aumento das câmaras e diminuição da contratilidade do ventrículo esquerdo ou de ambos os ventrículos. Ela se difere das outras patologias que envolvem o músculo cardíaco, pois não tem causa especifica e nem se associam a outras doenças.

2.1.2 Etiologia e incidência

Sua historia natural é difícil de ser determinada. A maioria dos casos é idiopático, mas pode ser causada por agentes tóxicos (álcool, cocaína, cobalto, quimioterapia), agentes infecciosos (viral), cardiopatia periparto, distúrbios nutricionais e endócrinos (acromegalia, disfunção da tireóide). Acomete 2,5 vezes mais homens e negros, porém mulheres e crianças também são acometidas. Cerca de 20% dos casos tem histórico familiar da patologia. Sua incidência na população geral varia de 05 a 08 casos para cada 100.000 habitantes. Sua taxa de sobrevida segundo estudos realizados nos Estados Unidos é de 05 anos, após o diagnóstico, para cerca de 80% dos pacientes com cardiomiopatia dilatada.

2.1.3 Fisiopatologia

Os ventrículos direito e esquerdo aumentam significativamente, provocando diminuição da capacidade do coração em bombear eficientemente o sangue para o corpo. O sangue permanece nos ventrículos depois da contração, provocando aumento nas pressões ventricular, atrial e pulmonar. Essas pressões aumentadas continuam diminuir a capacidade de bombeamento do sangue do coração para o corpo, ocasionando a insuficiência cardíaca.

2.1.5 Sintomatologia

Fadiga, dispnéia aos esforços, ortopnéia, dor torácica, sinais de ICC, edema de pulmão, arritmias (batimentos ectópicos atriais/ ventriculares frequentes; taquicardia sinusal, atrial e ventricular) e edema.

2.1.6 Diagnóstico

O diagnóstico é realizado através de exame físico e da historia clinica do paciente. Também são utilizados exames como o eletrocardiograma, ecocardiograma, radiografia do tórax e cateterismo.

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2.1.7 Tratamento

O tratamento é sintomático e semelhante ao da insuficiência cardíaca, ele é dirigido para aumentar a força e eficiência da contração miocárdica e reduzir a carga do coração (repouso, controle do peso, dieta sem sal, administração de inibidores da enzima conversora de angiotensina, diuréticos, vasodilatadores, antiarrítmicos, anticoagulantes, β-bloqueadores). Nos casos de miocardiopatia por abuso de álcool, a doença pode não progredir se ainda não há insuficiência cardíaca e o paciente interromper o consumo de álcool. Em estágio avançado, há a indicação de transplante cardíaco ou de ventriculectomia parcial.

2.1.8 Complicações

Trombo mural, insuficiência cardíaca grave, embolia pulmonar e morte cardíaca súbita.

2.2 Assistência de Enfermagem

2.1.1 Preventiva

Orientar o paciente sobre as possíveis causa da miocardiopatia dilatada, deixando claro que quando causada por álcool e drogas, a abstinência dessas substancias, causa uma melhora significativa dos sintomas e evita as complicações.

Incentivar o auto cuidado.

Colher os exames laboratoriais quando solicitados.

2.1.2 Curativa

Promover uma melhora da qualidade de vida do paciente, visto que o tempo de sobrevida do paciente é curto.

Incentivar repouso.

Administrar as medicações prescritas.

Oferecer apoio psicológico.

2.3 Descrição do Estudo de Caso

2.3.1 Histórico e exame físico

V. S. 70 anos, negro, aposentado, morador de São Sebastião, residindo com a esposa e filhos, no Bairro Topolândia, diabético, chegou ao pronto socorro em 18 de maio com dispnéia intensa, saturação baixa e cianose de extremidades, trazido pelo SAMU. Foi internado e transferido para a UTI, onde foi realizado entubação orotraqueal e apresentou um quadro de edema de pulmão. No dia 26 de maio foi liberado da UTI, sendo transferido para a unidade SEMI, onde permaneceu

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até o dia 30 de maio. Após isso ficou na clinica medica por dois dias, recebendo alta no dia 01 de junho.

Ao exame físico encontra-se mantendo repouso no leito, com dificuldade para deambular, consciente, apresentando períodos de confusão mental, comunicativo, colaborativo, ansioso para ir embora, couro cabeludo integro, com alopecia parcial, cabelos limpos, pupilas isocóricas, escleróticas ictéricas, ouvido externo com presença de cerume de cor amarronzada em pouca quantidade, acuidade auditiva preservada, nariz simétrico, com presença de sujidades, boca com ausência de dentes, mucosa oral hidratada sem presença de lesões, ausência de gânglios palpáveis, tórax simétrico com expansão bilateral, presença de murmúrios vesiculares em ambos campos pulmonares, ausência de ruídos adventícios, bulhas cardíacas arrítmicas, hipofonéticas, abdômen flácido com ruídos hidroaéreos normoativos presente em região epigástrica. Membros superiores e inferiores com pele integra, hidratada turgor normal, movimentos de flexão e extensão dentro dos padrões de normalidade. Mantendo sonda vesical de demora, com presença de diurese de cor amarelo escuro. Refere eliminação vesical presente. Nega queixas álgicas. P.A.:100x60mmHg, FC: 54bpm, FR: 19rpm e TAX: 36,4°C.

2.3.2 Paralelo sinais e sintomas

Os sinais e sintomas que o paciente apresentou descritos na literatura foram dispnéia, arritmia e edema de pulmão.

2.3.3 Sistematização da assistência de enfermagem

Diagnósticos:

Débito cardíaco diminuído

Caracterizado por arritmias

Relacionado à contratilidade alterada

Risco de perfusão tissular ineficaz

Caracterizado por cardiomiopatia dilatada

Déficit no autocuidado para banho

Caracterizado por incapacidade de acessar o banheiro

Relacionado à fraqueza

Confusão aguda

Caracterizado por flutuação na cognição

Relacionado à idade

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Ansiedade

Caracterizado por nervoso.

Relacionado à ameaça ao estado de saúde

Síndrome do estresse por mudança

Caracterizado por ansiedade

Relacionado a estado de saúde diminuída

Risco de infecção

Caracterizado por procedimentos invasivos

Plano de cuidados:

Melhorar o débito cardíaco

Diminuir o risco de perfusão tissular ineficaz

Melhorar o autocuidado

Diminuir os períodos de confusão

Ajudar o paciente a identificar quando os níveis de humor se modificam, para que ele seja capaz de intervir nas causas

Diminuir o estresse do paciente

Diminuir os riscos de infecções

Prescrição de enfermagem:

Monitorar a freqüência cardíaca, ritmo, temperatura e freqüência respiratória pelo menos a cada quatro horas

Observar para alterações no débito cardíaco diminuído, como PA diminuída, alteração no estado mental e debito urinário diminuído

Administrar os medicamentos conforme prescrição, observando as alterações no estado hemodinâmico

Monitorar indicadores de sobrecarga e retenção de liquido (edemas, distensão de veia jugular)

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Facilitar ao paciente o acesso ao banheiro

Oferecer assistência ao paciente até que ele seja capaz de assumir totalmente o autocuidado

Estabelecer uma relação interpessoal de confiança com o paciente

Monitorar e regular o nível de atividade e estimulação do ambiente

Encorajar durante as consultas a verbalização de sentimentos, percepções e medos que alterem o nível de ansiedade

Orientar e ensinar técnicas de relaxamento que possam ser desenvolvidas nos momentos de crise

Oferecer informações sobre a doença e o tratamento

Proporcionar um ambiente tranqüilo e seguro

Ensinar técnicas específicas de controle do estresse, para restaurar a sensação de controle sobre os pensamentos e os sentimentos

2.3.4 Estudo dos exames

Exames que apresentaram alteração

Uréia: 23,9 mg/dl

Valores normais: 5,0 a 20,0 mg/dl

Glicemia de jejum: 157 mg/dl

Valores normais: 70 a 99 mg/dl

2.3.5 Terapêutica medicamentosa

Monocordil: 20mg, 1cp VO de 12/12

Vasodilatador coronariano

Indicações do medicamento: a) Terapia de ataque e de manutenção da insuficiência coronária b) Tratamento e profilaxia: 1. Angina de esforço (angina secundária ou angina estável ou angina crônica). 2. Angina de repouso (angina primária ou angina instável ou angina de Prinzmetal ou angina vasoespástica). c) Angina pós-infarto. d) Terapia de ataque e manutenção da insuficiência cardíaca aguda ou crônica, em associação aos cardiotônicos, diuréticos e também aos inibidores da enzima conversora. e) Durante a ocorrência de crises de angina, ou em situações que possam desencadeá-las.

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Mecanismo de ação: por possuir uma ação relaxante direta sobre a circulação coronária e circulação venosa, faz com que haja um aumento do fluxo coronário e redução da pré-carga. Ao ocorrer a venodilatação, há uma diminuição do retorno venoso, do volume cardíaco, da pressão diastólica final do ventrículo esquerdo, com conseqüente diminuição da pré-carga e do consumo de oxigênio. Reduzem-se também a pressão capilar pulmonar e a pressão na artéria pulmonar, sendo este o mecanismo básico da melhora da performance cardíaca. Concomitantemente à ação no sistema venoso, ocorre uma vasodilatação no sistema arterial periférico, induzindo à diminuição da resistência vascular sistêmica, da pressão arterial, da pressão sistólica intraventricular e resistência à ejeção ventricular, fazendo com que ocorra um aumento da fração de ejeção, diminuição da pós-carga e do consumo de oxigênio.

• Contra-indicações: Hipersensibilidade - Nos casos de hipotensão arterial severa e hipersensibilidade à droga.

Efeitos adversos: Nas doses habituais os efeitos colaterais são mínimos; como acontece com todos os nitratos, pode ocorrer cefaléia, que tende a desaparecer com a continuidade do tratamento, bem como hipotensão e náusea.

Clexane: 60mg, SC de12/12

Antitrombótico

Indicações do medicamento: profilaxia da TVP e recidivas; profilaxia do tromboembolismo pulmonar e prevenção da coagulação do circuito extracorpóreo durante hemodiálise.

Contra-indicações: Hipersensibilidade à enoxaparina ou a qualquer componente do produto; endocardite bacteriana aguda com ou sem prótese valvar; alterações graves da hemostasia; lesões orgânicas suscetíveis de sangramento; trombocitopenia em pacientes que apresentem teste de agregação positiva in vitro na presença de enoxaparina; úlcera gastroduodenal ativa; acidente vascular cerebral (recente), exceto se existir, embolização sistêmica; e associação com antiplaquetários (ticlopidina, salicilatos, dipiridamol) e antiinflamatórios não- esteróides.

Efeitos adversos: Manifestações hemorrágicas, trombocitopenia, equimoses no local das injeções, manifestações alérgicas e elevação das transaminases. Raramente podem ocorrer hematoma intra- espinhal após punção diagnóstica/anestésica, febre, náuseas, anemia hipocrômica, edema.

Omeprazol: 40mg, 1cp VO em jejum

Antiulceroso

Indicações do medicamento: Tratamento da úlcera duodenal, úlcera gástrica, esofagite de refluxo, síndrome de Zollinger- Ellison e pacientes refratários a outros tratamentos.

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Mecanismo de ação: O omeprazol reduz a secreção ácida gástrica através de mecanismo de ação altamente seletivo. O omeprazol produz inibição específica da enzima H+K+-ATPase (“bomba de prótons”) nas células parietais. Esta ação farmacológica, dose-dependente, inibe a etapa final da formação de ácido no estômago, proporcionando assim uma inibição altamente efetiva tanto da secreção ácida basal quanto da estimulada, independentemente do estímulo. O omeprazol atua de forma específica, exclusivamente nas células parietais, não possuindo ação sobre receptores de acetilcolina e histamina. O início de ação de omeprazol é rápido, e o controle reversível da secreção ácida é obtido com uma única administração diária.

Contra-indicações: hipersensibilidade ao Omeprazol e aos componentes da fórmula.

Efeitos adversos: Náuseas, vômitos, gastroenterite, obstipação, flatulência, diarréia transitória, cefaléia, tontura, sonolência, insônia, fraqueza, dor muscular e rash cutâneo. Houve relatos isolados de ginecomastia, leucopenia, trombocitopenia, angiodema, febre e distúrbios visuais. Durante tratamento prolongado tem sido observado aparecimento de cistos glandulares gástricos benignos e reversíveis. Essas reações são de intensidade leve e desaparecem, em geral, com a continuação do tratamento, ou logo após sua suspensão.

Sinvastatina: 20mg, 1cp VO a noite

Antilipêmico; redutor do colesterol

Indicações do medicamento: está indicada para a redução do colesterol, quando a dieta apenas for insuficiente.

Mecanismo de ação: Após a ingestão oral, a sinvastatina, uma lactona inativa, é hidrolisada ao seu correspondente ß- hidroxiácido. Este é o principal metabólito e o inibidor da 3-hidroxi-3- metilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase, enzima que catalisa a conversão da HMG-CoA a mevalonato, um passo precoce e limitante na biossíntese do colesterol.

A sinvastatina reduz as concentrações do colesterol plasmático total e do colesterol ligado à lipoproteína de baixa densidade (LDL) e à lipoproteína de densidade muito baixa (VLDL). Também leva ao aumento moderado do HDL- colesterol e à redução dos triglicérides plasmáticos.

Contra-indicações: Hipersensibilidade a qualquer componente da formulação; Doença hepática ativa ou elevações persistentes e inexplicadas das transaminases séricas; Pacientes com diagnóstico de miopatias; Terapia concomitante com o bloqueador do canal de cálcio da classe dos tetralol, o mibefradil; Gravidez e lactação.

A A S: 200mg, VO no almoço

Analgésico, anti-inflamatório não esteróide, antitérmico, antiagregante plaquetário

Indicações do medicamento: Dor; Febre; Agregação plaquetária

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Mecanismo de ação: baseia- se na inibição irreversível da enzima ciclooxigenase, envolvida na síntese das prostaglandinas. O ácido acetilsalicílico também inibe a agregação plaquetária, bloqueando a síntese do tromboxano A2 nas plaquetas.

Contra-indicações: em todos os pacientes com hipersensibilidade ao ácido

acetilsalicílico e a outros antiinflamatórios não esteróides. AAS não deve ser

empregado em pacientes predispostos a dispepsias ou sabidamente portadores de alguma lesão da mucosa gástrica. Seu emprego deve ser evitado nos pacientes portadores de lesão hepática grave, em hemofílicos e naqueles que estejam fazendo uso de anticoagulantes. A administração deve ser cautelosa nos pacientes com função renal comprometida, particularmente nas crianças, e sempre que o paciente estiver desidratado. O AAS somente deverá ser empregado durante a gravidez sob orientação médica.

Efeitos adversos: pode provocar irritação da mucosa gástrica e sangramento

digestivo, sobretudo em dose alta e tratamento prolongado.

Embora pouco comuns, podem ocorrer casos de hipersensibilidade manifestada por broncoespasmo, asma, rinite, urticária e outras manifestações cutâneas. O uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com diminuição da função renal.

Insulina Regular: de acordo com o resultado do teste de glicemia capilar

200 a 240 mg/dl 4 ui

241 a 280 mg/dl 6 ui

281 a 320 mg/dl 8 ui

>320 mg/dl 10 ui

Antidiabético

Indicações do medicamento: é indicada para o tratamento do diabetes mellitus do tipo 1 e 2, principalmente nos casos de cetoacidose diabética e coma hiperglicêmico hiperosmolar.

Mecanismo de ação: A insulina age como hipoglicemiante no metabolismo dos carboidratos e exerce efeito direto no metabolismo das gorduras e proteínas.

Contra-indicações: na hipoglicemia.

Efeitos adversos: A hipoglicemia é a reação adversa mais freqüente com o uso da insulina. Pode ser devida a: injeção de dose de insulina maior que a necessária; atraso ou omissão de uma refeição; esforço físico excessivo logo antes de uma refeição; diarréia ou vômito; redução das

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necessidades de insulina. A ocorrência de episódios freqüentes de hipoglicemia pode levar a danos cerebrais irreversíveis, com alteração da capacidade intelectual.

Reações locais podem ocorrer principalmente devido à técnica inadequada de injeção ou sensibilidade cutânea à solução de limpeza. Reações alérgicas à insulina ocorrem raramente e apresentam-se como erupção cutânea, prurido, dificuldade respiratória, palpitações, sudorese intensa e queda da pressão arterial.

2.3.6 Impressão do profissional quanto a evolução do paciente

Paciente no dia seguinte a primeira avaliação mantendo quadro estável, apresentou uma melhora dos períodos de confusão. Recebendo alta um dia depois.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Esse estudo de caso foi de grande valia para o enriquecimento profissional. O atendimento ao paciente com miocardiopatia dilatada tem que ser um atendimento holístico. O enfermeiro tem que olhar o paciente como um todo, focando principalmente na anamnese, facilitando o diagnóstico e prestando cuidados individualizados e direcionados aos problemas de saúde do paciente, o que faz com que haja uma maior empatia e confiança, facilitando a adesão ao tratamento e diminuindo o estresse do paciente relacionado à doença e a hospitalização.

4 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

1. NANDA, internacional – Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações, tradução: Regina Machado Garcez, porto alegre: Artmed, 2010.

2. Dochterman, J. M.; Bulechek, G.M. Classificações das Intervenções de Enfermagem (NIC), 4° edição. Editora: Artmed.

3. Duncan, B.B.; Schimidt, M.I.; Giugliani, E. R. j. Medicina Ambulatorial; 3° edição. Editora: Artmed.

4. Netinna, S.M. Brunner Pratica de Enfermagem. 7° edição. Editora: Guanabara Koogan.

5. Carpenter; Griggs; Loscalzo. Medicina Interna Básica. 6° edição. Editora: Elsevier.

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