Músculos - Apostilas - Bioquímica, Notas de estudo de Bioquímica. Universidade Estadual de Maringá (UEM)
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Lula_8514 de Março de 2013

Músculos - Apostilas - Bioquímica, Notas de estudo de Bioquímica. Universidade Estadual de Maringá (UEM)

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Apostilas de Bioquímica sobre o estudo dos músculos, classificação dos músculos, disposição paralela das fibras, disposição oblíqua das fibras.
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Classificação dos músculos

Quanto à forma do músculo e arranjo de suas fibras:

A função do músculo condiciona sua forma e o arranjo de suas fibras. De um

modo geral e amplo, os músculos têm as fibras dispostas paralelas ou oblíquas à

direção da tração exercida pelo músculo.

Disposição paralela das fibras

Pode ser encontrado em músculos onde predomina o comprimento -

músculo longo (ex: m. esternocleidomastóideo), quanto em músculos nos quais

largura e comprimento se equivalem – músculos largos (ex: m. glúteo máximo).

Nos músculos longos é comum notar-se uma convergência das fibras musculares

em direção aos tendões de origem e inserção, de tal modo que na parte média o

músculo tem maior diâmetro que nas extremidades e por seu aspecto característico é

denominado fusiforme (ex:bíceps braquial). Nos músculos largos, as fibras podem

convergir para um tendão em uma das extremidades, tomando um aspecto de leque

(ex: m. peitoral maior).

Disposição oblíqua das fibras

Músculos cujas fibras são obliquas em relação aos tendões são denominados

peniformes. Se os feixes musculares se prendem numa só borda do tendão falamos

em músculo unipenado (ex.: m. extensor longo dos dedos do pé); se os feixes se

prendem nas duas bordas do tendão, será bipenado (ex.: m. reto da coxa).

Quanto à origem

Quando os músculos se originam por mais de um tendão, diz-se que

apresentam mais de uma cabeça de origem. São então classificados como músculos

bíceps, tríceps, quadríceps, conforme apresentam 2, 3 ou 4 cabeças de origem.

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Quanto à inserção

Do mesmo modo os músculos podem se inserir por mais de um tendão.

Quando há dois tendões são bicaudados; três ou mais, policaudados (ex.: m. flexor

longo dos dedos do pé).

Quanto ao ventre muscular

Alguns músculos apresentam mais de um ventre muscular, com tendões

intermediários situados entre eles, são digástricos os músculos que apresentam dois

ventres (ex.: m. digástrico) e poligástrico o músculo que apresenta número maior (ex.:

m. reto do abdome).

Quanto à ação

Dependendo da ação principal resultante da contração, o músculo pode ser

classificado como flexor, extensor, abdutor, adutor, rotador medial, rotador lateral,

supinador e pronador.

Classificação funcional dos músculos

Quando um músculo é o agente principal na execução de um movimento ele é um

agonista. Quando um músculo se opõe ao trabalho de um agonista, ele é denominado

antagonista. Quando algum músculo atua no sentido de eliminar algum movimento

indesejado ele é dito sinergista.

Figura 4.5: m. longo esternocleidomastóideo Figura 4.6: m. largo glúteo máximo

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Figura 4.7:m. bipenado reto da coxa Figura 4.8:m. bíceps braquial

Figura 4.9: m. poligástrico (reto do abdome)

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Tabela 4.1: Classificação dos músculos.

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PRINCIPAIS MÚSCULOS

REGIÃO LATERAL DO PESCOÇO ESTERNOCLEIDOMASTOÍDEO

Origem: manúbrio do esterno e terço medial da clavícula. Inserção: processo mastóide. Ação: flexão lateral e rotação da cabeça. Inervação: motor: nervo acessório. Sensorial: plexo cervical. Irrigação:artéria occipital e artéria tireóidea superior.

MEMBRO SUPERIOR

PEITORAL MAIOR

Origem: metade medial da clavícula, esterno e seis primeiras cartilagens costais, aponeurose do m. oblíquo externo do abdome.

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Inserção: crista do tubérculo maior do úmero. Ação: adução e flexão do braço. Inervação: recebe inervação do plexo braquial Irrigação: ramos das artérias torácica interna e toracoacromial. PEITORAL MENOR

Origem: da 2ª à 5ª costela, próximo à união da cartilagem costal com a costela. Inserção: borda medial do processo coracóide. Ação: estabiliza a escápula. Inervação: n. peitoral medial. Irrigação: ramos da artéria axilar. DELTÓIDE

Origem: espinha da escápula, acrômio e terço lateral da clavícula. Inserção: espinha da escápula, acrômio e terço lateral da clavícula.

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Ação: flexão, abdução e extensão do braço. Inervação: n. axilar. Irrigação: artéria circunflexa posterior do úmero. MANGUITO ROTADOR Este grupamento muscular é composto pelos músculos: supra-espinhal, infra-espinhal, redondo menor e subescapular.

SUPRA- ESPINHAL

Origem: fossa supraspinhal da escápula. Inserção: tubérculo maior do úmero. Ação: abdução do braço, e estabiliza o úmero. Inervação: n. supraescapular. Irrigação: artéria supraescapular. INFRA- ESPINHAL

Origem: fossa infraspinhal da escápula. Inserção: tubérculo maior do úmero. Ação: rotação lateraldo braço, adução dele, e estabiliza o úmero. Inervação: n. supraescapular. Irrigação: artéria supraescapular e artéria circunflexa escapular.

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REDONDO MENOR Origem:borda lateral da escápula (2/3 superiores). Inserção: tubérculo maior do úmero. Ação: rotação lateraldo braço, adução dele, e estabiliza o úmero. Inervação: n. axilar. Irrigação: artéria supraescapular e escapular dorsal, ramos da artéria subclávia.

SUBESCAPULAR

Origem: face costal da escápula. Inserção: tubérculo menor do úmero. Ação: rotação medial do úmero; estabiliza o ombro. Inervação: n.subescapulares superior e inferior. Irrigação: artéria subescapular.

MÚSCULO REDONDO MAIOR Origem:borda lateral da escápula (1/3 inferior). Inserção: crista do tubérculo menor do úmero. Ação: rotação medial do braço. Inervação: n.subescapulares e inferiores (de c5 e c6). Irrigação: artéria subescapular.

ANTERIORES DO BRAÇO

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BÍCEPS BRAQUIAL

Origem: porção longa - tubérculo supra glenoidal. porção curta - processo coracóide da escápula. Inserção: tuberosidade do rádio e, através da aponeurose do bíceps na fáscia do antebraço. Ação: flexiona a articulação do cotovelo e supina o antebraço. Inervação: nervo musculocutâneo (C5 -C7). Irrigação: recebe ramos arteriais da artéria braquial. BRAQUIAL

Origem: 2/3 distais da face anterior do úmero. Inserção: tuberosidade da ulna. Ação: flexão do antebraço. Inervação: n. musculocutâneo. Irrigação: artéria braquial.

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POSTERIORES DO BRAÇO

MÚSCULO TRÍCEPS BRAQUIAL

Origem: porção longa: tubérculo infraglenoidal da escápula. porção lateral:face posterior do úmero acima do sulco para o n. radial. porção medial:face posterior do úmero abaixo do sulco para o n. radial Inserção: face posteriordo olecrano da ulna. Ação: extensão do antebraço. Inervação: n.radial do plexo braquial. Irrigação: artéria braquial profunda.

LATERAIS DO ANTEBRAÇO

MÚSCULO BRAQUIORADIAL

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Origem: crista supracondilar lateral do úmero. Inserção: face lateral do rádio logo acima do processo estilóide. Ação: flexão do antebraço. Inervação: n. radial. Irrigação: artéria recorrente radial.

MÚSCULO DO DORSO

TRAPÉZIO

Origem: linha nucal superior, protuberância occipital externa, ligamento nucal, processos espinhosos de todas as vértebras torácicas. Inserção: terço lateral da clavícula, acrômio e espinha da escápula. Ação: eleva, abaixa e retrai a escápula. Inervação: ramos do nervo acessório e do plexo cervical. Irrigação: ramos da artéria cervical transversa. ROMBÓIDE MENOR Origem: ligamentos nucais e processos espinhosos das vértebras cervical à 1ª torácica. Inserção:borda medial da escápula, parte superior à da inserção do músculo rombóide maior. Ação: retrai a escápula, a fixa junto à parede torácica, e inclina seu ângulo lateral para baixo. Inervação: n. escapular dorsal. Irrigação: artéria escapular dorsal.

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Músculos conectando a extremidade superior à coluna

vertebral. (O Rombóide menor é visível na parte central superior direita, perto do ombro)

ROMBÓIDE MAIOR Origem: processos espinhosos da T2 até T5. Inserção:borda medial da escápula (da raiz da escápula até o ângulo inferior). Ação: retração e elevação da escápula. Inervação: n. escapular dorsal e ramos do plexo braquial.

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SERRÁTIL ANTERIOR

Origem: 9 primeirascostelas. Inserção: borda medial da escápula. Ação: protrai e estabiliza a escápula, auxilia na inspiração elevando as costelas. Inervação: pelo nervo torácico longo. Irrigação: torácica lateral, subescapular e dorsal da escapula. GRANDE DORSAL

Origem: processo espinhosos das 6 últimas vértebras torácicas, crista ilíaca e fáscia tóracolombar. Inserção:crista do tubérculo menor e assoalho do sulco intertubercular. Ação: extensão, adução e rotação medial do braço. Inervação: n. toracodorsal do plexo braquial.

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MÚSCULOS DO ABDOMEM

RETO DO ABDOME Origem: cartilagem costal das costelas V e VII, processo xifóide do esterno. Inserção: púbis. Ação: Ao contrair-se, flexiona o tórax ou levanta a pelve ao mesmo tempo que comprime as vísceras abdominais, desempenhando importante função na defecação e no parto. Precisamente esta ação de compressão abdominal o faz intervir na expiração, já que empurra o diafragma para cima e diminui o volume da caixa torácica. Inervação: recebe inervação dos nervos toracoabdominais. Irrigação: artérias epigástricas e torácica interna. OBLÍQUO EXTERNO Origem: face externa das 7 últimas costelas Inserção: ½ anterior da crista ilíaca, EIAS, tubérculo do púbis e linha alba. Ação: Contração Unilateral: Rotação com tórax girando para o lado oposto Contração Bilateral: Flexão do tronco e aumento da pressão intra-abdominal Inervação: ramos toracoabdominais de V a XII. Irrigação: artérias intercostais e lombares.

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OBLÍQUO INTERNO Origem: 3 últimas cartilagens costais, crista do púbis e linha alba. Inserção: Crista ilíaca, EIAS e ligamento inguinal. Ação: idem ao Oblíquo Externo, porém realiza rotação do tórax para o mesmo lado. Inervação: nervos toracoabdominais. Irrigação: artérias lombares, epigástricas, intercostais e circunflexa ilíaca. TRANSVERSO DO ABDOME Origem: face interna das 6 últimas cartilagens costais, fascia toracolombar dos processos transversos das vértebras lombares, lábio exerno da crista ilíaca e ligamento inguinal. Inserção: linha Alba nos três quartos superiores. Ação: aumento da pressão intra-abdominal e estabilização da coluna lombar. Inervação: 5 últimos intercostais, nervo ílio-hipogástrico e ílio-inguinal. Irrigação: ramos das artérias torácicas interna e circunflexa.

MÚSCULOS DO MEMBRO INFERIOR Os músculos do membro inferior podem ser divididos em músculos do quadril, músculos da região glútea, músculos da coxa, músculos da perna e músculos do pé. MÚSCULOS DO QUADRIL Ilíaco

É um músculo plano e triangular que esta situado na fossa ilíaca e é recoberto parcialmente pelo m. psoas. Origem: fossa ilíaca e espinha ilíaca ântero-inferior. Inserção: trocanter menor e linha áspera. Ação: flexão do quadril. Inervação: ramos musculares do plexo lombar.  Psoas

É um músculo volumoso e fusiforme. Esta situado ao lado da coluna lombar, na face posterior da cavidade abdominal. É composto por duas porções que também podem ser consideradas como músculos individuais. A maior porção dá-se o nome de psoas maior e à menor de psoas menor, está porção menor geralmente esta ausente. Origem: corpos vertebrais de T12 á L4 e processos costais de L1 á L4. Inserção: trocanter menor.

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Ação: flexão e extensão da coluna lombar; flexão e rotação do quadril.Inervação: ramos musculares do plexo lombar. Irrigação: o psoas maior é irrigado pelas artérias lombares, iliolombares, ilíaca externa e femoral.

MÚSCULOS DA COXA

Quadríceps femoral Localizado na face anterior da coxa, este músculo envolve quase que por completo o fêmur. É composto por quatro músculos que recebem nomes distintos, pois tem origens diferentes, mas possuem uma única inserção comum. São eles:  M. Reto Femoral:

É o maior em comprimento. Esta situado no meio da coxa e é um músculo bipenado. Origem: espinha ilíaca-ântero inferior. Inserção: tuberosidade da tíbia. Ação: flexão do quadril, extensão do joelho, e tensão da cápsula articular do joelho. Inervação: N. femoral. Irrigação: artéria do quadríceps, ramo da artéria femoral.  M. Vasto Medial:

É uma lâmina plana e grossa que esta situada na face medial da coxa, se confunde com vasto intermédio na sua porção anterior. Origem: lábio medial da linha áspera. Inserção: tuberosidade da tíbia. Ação: flexão do quadril, extensão do joelho, e tensão da cápsula articular do joelho. Inervação: N. femoral. Irrigação: artéria femoral.  M. Vasto Lateral:

É o maior músculo do quadríceps. Recobre quase que toda a face antero-lateral da coxa. Origem: lábio lateral da linha áspera e trocanter maior. Inserção: tuberosidade da tíbia. Ação: flexão do quadril, extensão do joelho, e tensão da cápsula articular do joelho. Inervação: N. femoral. Irrigação: artéria do quadríceps e da circunflexa femoral lateral. M. Vasto Intermédio:

Esta recoberto pelo músculo reto femoral. É um músculo plano que forma a parte mais profunda do músculo quadríceps.

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Origem: face anterior do fêmur. Inserção: tuberosidade da tíbia. Ação: flexão do quadril, extensão do joelho, e tensão da cápsula articular do joelho. Inervação: N. femoral. Irrigação: ramos da artéria do quadríceps femoral.

Músculos da Coxa e Quadril

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

SARTÓRIO É o músculo mais longo do corpo humano. É delgado e plano e esta situado anteriormente ao músculo quadríceps, cruzando a face anterior da coxa. Também é conhecido como músculo do costureiro, pelo movimento típico dos alfaiates que ele proporciona. Origem: espinha ilíaca antero-superior. Inserção: tuberosidade da tíbia, formando a pata de ganso. Ação: flexão, rotação lateral e abdução do quadril, flexão e rotação medial do joelho. Inervação: N. femoral.

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TENSOR DA FÁSCIA LATA É um músculo largo e plano, carnoso em sua face externa e tendinoso na sua face interna. Está situado na face lateral da coxa e do quadril. Origem: espinha ilíaca antero-superior. Inserção:extremidade lateral da tíbia, abaixo do côndilo lateral através do trato íliotibial. Ação: flexão, abdução e rotação medial do quadril e estabilização do joelho. Inervação: N. glúteo superior.

COXA- Vista Lateral

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. A Fáscia Lata e o Trato Íliotibial A fáscia lata recobre toda a coxa e recebe esse nome pela sua ampla extensão. Proximalmente, na face anterior da coxa, ela é a continuação das fáscias abdominais externa e toracolombar, nessa região ela se insere no osso do quadril e no ligamento inguinal. Na região posterior da parte proximal ela se continua à aponeurose glútea. Distalmente continua-se com a fáscia da perna, tendo limites imprecisos. Medialmente reveste a musculatura adutora e essa é sua porção mais delgada e não aponeurótica. Na porção lateral ela se insere na crista ilíaca e próximo ao trocanter maior do fêmur adquire

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um aspecto tendíneo chamado de trato iliotibial, que corre por toda a face lateral da coxa, sobre o músculo vasto lateral para se inserir na tíbia. GRÁCIL É o músculo mais superficial da face medial da coxa. É fino e plano, em forma de cinta, considerado um potente músculo adutor. Origem: sínfise púbica. Inserção: extremidade proximalda tíbia, formando a pata de ganso. Ação: adução, flexão e rotação lateral do quadril; flexão e rotação medial do joelho. Inervação: N. obturatório. PECTÍNEO É quadrangular curto e achatado. Esta situado entre o músculo iliopsoas e músculo adutor longo. Origem: linha péctinea do púbis. Inserção: linha péctinea do fêmur. Ação: flexão, adução e rotação lateral do quadril. Inervação: N. femoral e obturatório. Irrigação: compartilha a irrigação com os músculos adutores.

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Coxa após remoção dos Músculos do Quadril

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

ADUTOR CURTO Tem formato triangular e é bastante grosso. Esta situado medialmente ao m. pectíneo e lateralmente ao m. adutor magno. Origem: ramo inferior do púbis. Inserção: lábio medial da linha áspera. Ação: adução, flexão erotação lateral do coxa. Inervação: N. obturatório. ADUTOR LONGO É o músculo mais superficial do grupo dos adutores. É triangular, plano e robusto. Fica situado entre o m.pectíneo e o m. grácil. Origem: púbis. Inserção: lábio medial da linha áspera. Ação: adução, flexão erotação lateral da coxa. Inervação: N. obturatório. Irrigação: artéria circunflexa femoral medial, ramo da femoral profunda e pela artéria femoral.

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ADUTOR MAGNO É um amplo músculo triangular que se estende por toda a região medial da coxa. Possui uma grande porção muscular e uma aponeurótica que se insere quase que em toda a extensão do lábio medial da linha áspera do fêmur.Essa porção aponeurótica possui um hiato por onde os vasos femorais (artéria e veia femoral) ganham a fossa poplítea. Esse hiato recebe o nome de hiato dos adutores. Origem:ramo inferior do púbis e na tuberosidade isquiática. Inserção: lábio medial da linha áspera. Ação: adução, flexão erotação lateral. Inervação: N. obturatório. Irrigação: artéria dos adutores e das artérias obturatória, femoral, circunflexa femoral medial e poplítea.

MÚSCULOS ADUTORES - Visão anterior da Coxa

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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MÚSCULOS DA REGIÃO GLÚTEA GLÚTEO MÁXIMO É um músculo plano, quadrangular e muito robusto. É o mais volumoso e o mais potente dessa região. É responsável pela manutenção da postura ereta.

Origem: no ílio, posteriormente, à linhaglútea posterior, face posterior do sacro e ligamento sacro tuberal. Inserção: tuberosidade glútea. Ação: extensão, rotação lateral e abdução no quadril e auxilia na extensão do joelho. Inervação: N. glúteo inferior (plexo sacral). Irrigação: artérias glútea, isquiática, primeira perfurante e circunflexa posterior. GLÚTEO MÉDIO É plano e triangular, esta situado abaixo do glúteo máximo. Possui radiações que convergem para formar um forte tendão que o insere no trocanter maior do fêmur.

Origem: face glútea da asado ílio. Inserção: trocanter maior. Ação: flexão,abdução e rotação medial. Inervação: N. glúteo superior. Irrigação: ramo da artéria glútea.

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GLÚTEO MÍNIMO É o menor dos músculos glúteos e também o mais profundo. É grosso e triangular,esta situado na fossa ilíaca externa.

Origem: no ílio, entre as linhas glúteas posterior e anterior. Inserção: trocanter maior. Ação: abdução e rotação medial da coxa . As fibras anteriores realizam flexão do quadril. Inervação: N. glúteo superior (L4 - S1). Irrigação: ramos arteriais da artéria glútea.

Músculos do Glúteo e Posteriores da Coxa

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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PIRIFORME É um músculo plano e achatado, possui formato piramidal. Fica situado entre o músculo glúteo mínimo e o m. gêmio superior.

Origem: fase pélvica do sacro (2ª à 4ª vértebras sacrais). Inserção: trocanter maior. Ação: abdução e rotação lateral da coxa . Inervação: N. para músculo piriforme (S2). Irrigação: artérias sacral, isquiática, glútea e pudenda interna.

GÊMIO SUPERIOR É o menor dos gêmeos.

Origem: espinha isquiática. Inserção: tendão do m. obturatório interno. Ação: rotação lateral da coxa. Inervação: ramos do plexo sacral. Irrigação: ramos arteriais da pudenda interna.

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GÊMIO INFERIOR Ele se funde ao tendão do m. obturador interno, tem formato fusiforme e é um pouco achatado.

Origem: tuberosidade isquiática. Inserção: tendão do m. obturatório interno. Ação: rotação lateral da coxa. Inervação:ramo do plexo sacral. Irrigação: ramo da artéria circunflexa medial.

OBTURATÓRIO INTERNO É plano e triangular, ele reveste a maior pare do forame obturado. Esta situado entre os dois m. gêmeos.

Origem: contorno interno do forame obturado e membrana obturatória. Inserção: face medial do trocânter maior do fêmur; as fibras convergem para um tendão único que deixa a pelve através do forme isquiático menor.

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Ação: rotação lateral da coxa. Inervação:ramos do plexo sacral. Irrigação: ramo da artéria obturatória e outro da artéria pudenda interna.

OBTURATÓRIO EXTERNO É um músculo triangular que se situa na face anterior do quadril e que cruza anteriormente a articulação coxo femoral.

Origem: contorno externo do forame obturado e membrana obturatória. Inserção: fossa trocantérica. Ação: rotação lateral da coxa. Inervação: n. obturatório.

QUADRADO FEMORAL É plano, robusto e quadrilátero. Fica situado na zona de transição entre região glútea e coxa.

Origem: borda lateral da tuberosidade isquiática. Inserção: crista intertrocantérica.

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Ação: rotação lateral e adução da coxa. Inervação:ramo do plexo sacral. Irrigação: recebe ramos arteriais da circunflexa medial e isquiática.

MÚSCULOS DORSAIS DA COXA

BÍCEPS FEMORAL Triangular e largo. É formado por duas porções, a porção longa é medial, maior e tem origem no tuber isquiático. A porção curta é menor e lateral, se origina da linha áspera do fêmur. Origem: Porção longa: tuberosidade isquiática. Porção curta: linha áspera do fêmur. Inserção: Porção longa: cabeça da fíbula. Porção curta: cabeça da fíbula. Ação: extensão, adução e rotação lateral da coxa e flexão e rotação lateral da perna. Inervação: N. isquiático. Irrigação: sua irrigação provém das artérias perfurantes da femoral profunda. SEMINTENDÍNEO É fusiforme e carnoso, recebe esse nome porque possui um tendão bastante longo. Fica situado medialmente ao m. bíceps femoral. Origem: tuberosidade isquiática. Inserção: face medial do corpo da tíbia, proximalmente. Ação: rotação medial, extensão e adução da coxa e flexão e rotação medial da perna. Inervação: N. isquiático.

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Irrigação: é irrigado pela artéria circunflexa ilíaca profunda e ramos perfurantes da femoral profunda. SEMIMEMBRANÁCEO É delgado, plano e possui um tendão membranoso, daí seu nome. Esta recoberto pelo m. bíceps femoral e m. semitendíneo. Origem: tuberosidade isquiática. Inserção: côndilo medial da tíbia, postero-medialmente. Ação: rotação medial, extensão e adução da coxa e flexão e rotação medial da perna. Inervação: N. isquiático. Irrigação: recebe ramos arteriais das artérias perfurantes.

MÚSCULOS ANTERIORES DA PERNA

TIBIAL ANTERIOR É um m. robusto e triangular situado lateralmente à tíbia.

Origem: côndilo lateral e 2/3 proximais da tíbia. Inserção: base do 1° metatársicoe fase medial do cuneiforme medial. Ação: dorsiflexão e supinação do pé. Inervação: N. fibular profundo.

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EXTENSOR LONGO DO HÁLUX

Origem: fíbula. Inserção: falanges do hálux. Ação: extensão, dorsiflexão e supinação do pé. Inervação: N. fibular profundo. EXTENSOR LONGO DOS DEDOS

Origem: extremidade proximal da tíbia. Inserção: aponeurose do 4° dedo. Ação: dorsiflexão e pronação. Inervação: N. fibular profundo. Irrigação: irrigado pela artéria tibial anterior.

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MÚSCULOS LATERIAS DA PERNA

FIBULAR LONGO

Origem: fíbula. Inserção: 1° metatarsiano. Ação: pronação e flexão plantar. Inervação: N. fibular profundo. Irrigação: ramos arteriais da tibial anterior. FIBULAR CURTO

Origem: fíbula. Inserção: 5° metatarsiano. Ação: pronação e flexão plantar. Inervação: N. fibular profundo. Irrigação: ramos das artérias tibial anterior e fibular.

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MÚSCULOS DORSAIS DA PERNA

TRÍCEPS SURAL É composto por 3 porções: gastrocnêmio medial , gastrocnêmio lateral e pelo músculo sóleo.

GASTROCNÊMIO

Origem: ventre lateral: côndilo lateral do fêmur. ventre medial: logo acima do côndilo medial do fêmur. Inserção: ambos se inserem em um tendão único, tendão do calcâneo (tuberosidade do calcâneo). Ação: ao se contraírem esses músculos, o pé se estende (flexão plantar) sobre a perna e, se estiver apoiado no solo , eleva o calcanhar, ao mesmo tempo que flexiona a perna sobre a coxa. Inervação: nervo tibial. Irrigação: ramos arteriais da poplítea. SÓLEO

Origem: parte proximal e posterior da fíbula, linha do sóleo. Inserção: tendão do calcâneo. Ação: estende o pé (flexão plantar) sobre a perna, flexiona a perna sobre a coxa e eleva o calcanhar, o que o torna imprescindível para andar. Inervação:nervo tibial. Irrigação: ramos arteriais da tibial posterior e fibular.

Calcâneo (Aquiles)

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RESUMO MÚSCULO ORIGEM INSERÇÃO AÇÃO INERVAÇÃO

Esternocleidomastóideo Manúbrio do esterno e terço medial da clavícula

Processo mastóide flexão lateral e rotação da cabeça.

Motor: n. acessório Sensorial: plexo cervical

Peitoral maior Metade medial da clavícula, esterno e seis primeiras cartilagens costais, aponeurose do m. oblíquo externo do abdome.

Crista do tubérculo maior do úmero.

Adução e flexão do braço.

recebe inervação do plexo braquial

Bíceps braquial Porção longa: tubérculo supra glenoidal. Porção curta: processo coracóide da escápula.

tuberosidade do rádio e, através da aponeurose do bíceps na fáscia do antebraço.

flexiona a articulação do cotovelo e supina o antebraço.

nervo musculocutâneo (C5 -C7).

Braquial 2/3 distais da face anterior do úmero.

tuberosidade da ulna. flexão do antebraço.

n. musculocutâneo.

Braquioradial crista supracondilar lateral do úmero.

face lateral do rádio logo acima do processo estilóide.

flexão do antebraço.

n. radial.

Tríceps braquial porção longa: tubérculo infraglenoidal da escápula. porção lateral:face posterior do úmero acima do sulco para o n. radial. porção medial:face posterior do úmero abaixo do sulco para o n. radial

face posteriordo olecrano da ulna.

extensão do antebraço.

n.radial do plexo braquial.

Peitoral menor da 2ª à 5ª costela, próximo à união da cartilagem costal com a costela.

borda medial do processo coracóide.

estabiliza a escápula.

n. peitoral medial.

Trapézio Linha nucal superior, protuberância occipital externa, ligamento nucal, processos espinhosos de todas as vértebras torácicas.

terço lateral da clavícula, acrômio e espinha da escápula.

eleva, abaixa e retrai a escápula.

ramos do nervo acessório e do plexo cervical.

Rombóide menor ligamentos nucais e processos espinhosos das vértebras cervical à 1ª torácica.

borda medial da escápula, parte superior à da inserção do músculo rombóide maior.

retrai a escápula, a fixa junto à parede torácica, e inclina seu ângulo lateral para baixo.

n. escapular dorsal.

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RESUMOMÚSCULO ORIGEM INSERÇÃO AÇÃO INERVAÇÃO

Grande dorsal processo espinhosos das 6 últimas vértebras torácicas, crista ilíaca e fáscia tóracolombar.

crista do tubérculo menor e assoalho do sulco intertubercular.

extensão, adução e rotação medial do braço.

n. toracodorsal do plexo braquial.

Deltóide espinha da escápula, acrômio e terço lateral da clavícula.

espinha da escápula, acrômio e terço lateral da clavícula.

flexão, abdução e extensão do braço.

n. axilar.

Supra espinhal fossa supraspinhal da escápula.

tubérculo maior do úmero.

abdução do braço, e estabiliza o úmero.

n. supraescapular.

Infraspinhal fossa infraspinhal da escápula.

tubérculo maior do úmero.

rotação lateraldo braço, adução dele, e estabiliza o úmero.

n. supraescapular.

Redondo menor borda lateral da escápula (2/3 superiores).

tubérculo maior do úmero.

rotação lateraldo braço, adução dele, e estabiliza o úmero.

n. axilar.

Subescapular face costal da escápula. tubérculo menor do úmero.

rotação medial do úmero; estabiliza o ombro.

n.subescapular superior e inferior.

Redondo maior borda lateral da escápula (1/3 inferior).

crista do tubérculo menor do úmero.

rotação medial do braço.

n.subescapulares e inferiores (de c5 e c6).

Reto do abdome cartilagem costal das costelas V e VII, processo xifóide do esterno.

púbis. Flexão do tronco, comprime o abdômen e auxilia a expiração forçada.

recebe inervação dos nervos toracoabdominais.

Rombóide maior processos espinhosos da T2 até T5.

borda medial da escápula (da raiz da escápula até o ângulo inferior).

retração e elevação da escápula.

n. escapular dorsal e ramos do plexo braquial.

72

RESUMOMÚSCULO ORIGEM INSERÇÃO AÇÃO INERVAÇÃO

Serrátil anterior 9 primeirascostelas. borda medial da escápula.

protrai e estabiliza a escápula, auxilia na inspiração elevando as costelas.

pelo nervo torácico longo.

Oblíquo externo face externa das 7 últimas costelas.

½ anterior da crista ilíaca, EIAS, tubérculo do púbis e linha alba.

Contração Unilateral: Rotação com tórax girando para o lado oposto. Contração Bilateral: Flexão do tronco e aumento da pressão intra- abdominal

ramos toracoabdominais de V a XII.

Oblíquo interno 3 últimas cartilagens costais, crista do púbis e linha alba.

crista ilíaca, EIAS e ligamento inguinal.

idem ao Oblíquo Externo, porém realiza rotação do tórax para o mesmo lado.

nervos toracoabdominais.

Transverso do abdome face interna das 6 últimas cartilagens costais, fascia toracolombar dos processos transversos das vértebras lombares, lábio exerno da crista ilíaca e ligamento inguinal.

linha Alba nos três quartos superiores.

aumento da pressão intra- abdominal e estabilizaç ão da coluna lombar.

5 últimos intercostais, nervo ílio-hipogástrico e ílio-inguinal.

Ilíaco fossa ilíaca e espinha ilíaca ântero-inferior.

trocanter menor e linha áspera.

flexão do quadril.

ramos musculares do plexo lombar.

Psoas corpos vertebrais de T12 á L4 e processos costais de L1 á L4.

trocanter menor. flexão e extensão da coluna lombar; flexão e rotação do quadril.

ramos musculares do plexo lombar.

Reto Femoral espinha ilíaca-ântero inferior. tuberosidade da tíbia.

flexão do quadril, extensão do joelho, e tensão da cápsula articular do joelho.

N. femoral.

73

RESUMOMÚSCULO ORIGEM INSERÇÃO AÇÃO INERVAÇÃO Vasto medial lábio medial da linha áspera.

tuberosidade da tíbia. flexão do

quadril, extensão do joelho, e tensão da cápsula articular do joelho.

N. femoral.

Vasto intermédio face anterior do fêmur. tuberosidade da tíbia. flexão do quadril, extensão do joelho, e tensão da cápsula articular do joelho.

N. femoral.

Vasto lateral lábio lateral da linha áspera e trocanter maior.

tuberosidade da tíbia. flexão do quadril, extensão do joelho, e tensão da cápsula articular do joelho.

N. femoral.

Sartório espinha ilíaca ântero-superior. tuberosidade da tíbia, formando a pata de ganso.

flexão, rotação lateral e abdução do quadril, flexão e rotação medial do joelho.

N. femoral.

Tensor da fáscia lata

espinha ilíaca ântero-superior. extremidade lateral da tíbia, abaixo do côndilo lateral através do trato íliotibial.

flexão, abdução e rotação medial do quadril e estabilizaç ão do joelho.

N. glúteo superior.

Pectíneo linha péctinea do púbis. linha péctinea do fêmur.

flexão, adução e rotação lateral do quadril.

N. femoral e obturatório.

74

RESUMO

MÚSCULO ORIGEM INSERÇÃO AÇÃO INERVAÇÃO Grácil sínfise púbica. extremidade proximal

da tíbia, formando a pata de ganso.

adução, flexão e rotação lateral do quadril; flexão e rotação medial do joelho.

N. obturatório.

Adutor curto ramo inferior do púbis. lábio medial da linha áspera.

adução, flexão erotação lateral do coxa.

N. obturatório.

Adutor longo púbis. lábio medial da linha áspera.

adução, flexão erotação lateral da coxa.

N. obturatório.

Adutor magno ramo inferior do púbis e na tuberosidade isquiática.

lábio medial da linha áspera.

adução, flexão erotação lateral.

N. obturatório.

Glúteo máximo no ílio, posteriormente, à linhaglútea posterior, face posterior do sacro e ligamento sacro tuberal.

tuberosidade glútea.

extensão, rotação lateral e abdução no quadril e auxilia na extensão do joelho.

N. glúteo inferior (plexo sacral).

Glúteo médio face glútea da asado ílio. trocanter maior. flexão,abd ução e rotação medial.

N. glúteo superior.

Glúteo mínimo no ílio, entre as linhas glúteas posterior e anterior.

trocanter maior. abdução e rotação medial da coxa . As fibras anteriores realizam flexão do quadril.

N. glúteo superior (L4 - S1).

Piriforme

fase pélvica do sacro (2ª à 4ª vértebras sacrais).

trocanter maior. abdução e rotação lateral da coxa .

N. para músculo piriforme (S2).

75

RESUMOMÚSCULO ORIGEM INSERÇÃO AÇÃO INERVAÇÃO

Gêmio superior espinha isquiática. tendão do m. obturatório interno.

rotação lateral da coxa.

ramos do plexo sacral.

Gêmio inferior tuberosidade isquiática. tendão do m. obturatório interno.

rotação lateral da coxa.

ramo do plexo sacral.

Obturador interno contorno interno do forame obturado e membrana obturatória.

face medial do trocânter maior do fêmur; as fibras convergem para um tendão único que deixa a pelve através do forme isquiático menor.

rotação lateral da coxa.

ramos do plexo sacral.

Obturador externo contorno externo do forame obturado e membrana obturatória.

fossa trocantérica. rotação lateral da coxa.

N. obturatório

Quadrado femoral borda lateral da tuberosidade isquiática.

crista intertrocantérica. rotação lateral e adução da coxa.

ramo do plexo sacral.

Bíceps femoral Porção longa: tuberosidade isquiática. Porção curta: linha áspera do fêmur.

Porção longa: cabeça da fíbula. Porção curta: cabeça da fíbula.

extensão, adução e rotação lateral da coxa e flexão e rotação lateral da perna.

N. isquiático.

semitendíneo tuberosidade isquiática. face medial do corpo da tíbia, proximalmente.

rotação medial, extensão e adução da coxa e flexão e rotação medial da perna.

N. isquiático.

semimembranáceo tuberosidade isquiática. côndilo medial da tíbia, postero-medialmente.

rotação medial, extensão e adução da coxa e flexão e rotação medial da perna.

N. isquiático.

76

RESUMO

MÚSCULO ORIGEM INSERÇÃO AÇÃO INERVAÇÃO Tibial anterior côndilo lateral e 2/3

proximais da tíbia.

base do 1° metatársicoe fase medial do cuneiforme medial.

dorsiflexão e supinação do pé.

N. fibular profundo.

Extensor longo do hálux Fíbula. falanges do hálux. extensão, dorsiflexão e supinação do pé.

N. fibular profundo.

Extensor longo dos dedos extremidade proximal da tíbia.

aponeurose do 4° dedo.

dorsiflexão e pronação.

N. fibular profundo.

Fibular longo fíbula. 1° metatarsiano. pronação e flexão plantar.

N. fibular profundo.

Fibular curto fíbula. 5° metatarsiano. pronação e flexão plantar.

N. fibular profundo.

Gastrocnêmio ventre lateral: côndilo lateral do fêmur. ventre medial: logo acima do côndilo medial do fêmur.

ambos se inserem em um tendão único, tendão do calcâneo (tuberosidade do calcâneo).

ao se contraírem esses músculos, o pé se estende (flexão plantar) sobre a perna e, se estiver apoiado no solo , eleva o calcanhar, ao mesmo tempo que flexiona a perna sobre a coxa.

nervo tibial.

Sóleo parte proximal e posterior da fíbula, linha do sóleo.

tendão do calcâneo.

estende o pé (flexão plantar) sobre a perna, flexiona a perna sobre a coxa e eleva o calcanhar, o que o torna imprescindível para andar.

nervo tibial.

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