Nbr 06120 1980 cargas para o cálculo de estruturas, Exercícios de Engenharia Mecânica. Universidade Cândido Mendes (UCAM)
gleidson_machado
gleidson_machado26 de Maio de 2016

Nbr 06120 1980 cargas para o cálculo de estruturas, Exercícios de Engenharia Mecânica. Universidade Cândido Mendes (UCAM)

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MATERIAL PARA CALCULO DE ESTRUTURAS METÁLICAS
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06120

Copyright © 1980, ABNT–Associação Brasileira de Normas Técnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Todos os direitos reservados

Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (21) 210 -3122 Fax: (21) 220-1762/220-6436 Endereço eletrônico: www.abnt.org.br

ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas

NBR 6120NOV 1980

Cargas para o cálculo de estruturas de edificações

Palavras-chave: Edificação. Estrutura 1 página

Origem: Projeto ABNT-NB-5/1978 CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil CE-02:03.11 - Comissão de Estudo de Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edifícios

Esta Errata nº 1 de ABR 2000 tem por objetivo corrigir na NBR 6120:1980 o seguinte:

- Em 2.2.1.6-b):

- onde se lê: " .≥≤=ϕ oo .......... 1,43  

 "

- leia-se: " .≤≤=ϕ oo .......... 1,43  

 "

Procedimento

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ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas

Palavras-chave: Edificação. Estrutura 5 páginas

NBR 6120NOV 1980

Cargas para o cálculo de estruturas de edificações

Origem: Projeto ABNT - NB-5/1978 CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil CE-02:03.11 - Comissão de Estudo de Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edifícios

Procedimento

1 Objetivo

1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para deter- minação dos valores das cargas que devem ser consi- deradas no projeto de estrutura de edificações, qualquer que seja sua classe e destino, salvo os casos previstos em normas especiais.

1.2 Para os efeitos desta Norma, as cargas são classifi- cadas nas seguintes categorias:

a) carga permanente (g);

b) carga acidental (q).

2 Condições específicas

2.1 Carga permanente

2.1.1 Este tipo de carga é constituído pelo peso próprio da estrutura e pelo peso de todos os elementos construtivos fixos e instalações permanentes.

2.1.2 Quando forem previstas paredes divisórias, cuja po- sição não esteja definida no projeto, o cálculo de pisos com suficiente capacidade de distribuição transversal da carga, quando não for feito por processo exato, pode ser feito admitindo, além dos demais carregamentos, uma carga uniformemente distribuída por metro quadrado de piso não menor que um terço do peso por metro linear de parede pronta, observado o valor mínimo de 1 kN/m2.

2.1.3 Na falta de determinação experimental, deve ser utilizada a Tabela 1 para para adotar os pesos espe- cíficos aparentes dos materiais de construção mais freqüentes.

2.2 Carga acidental

É toda aquela que pode atuar sobre a estrutura de edifi- cações em função do seu uso (pessoas, móveis, materiais diversos, veículos etc.).

2.2.1 Condições peculiares

2.2.1.1 Nos compartimentos destinados a carregamentos especiais, como os devidos a arquivos, depósitos de ma- teriais, máquinas leves, caixas-fortes etc., não é necessária uma verificação mais exata destes carregamentos, desde que se considere um acréscimo de 3 kN/m2 no valor da carga acidental.

2.2.1.2 As cargas verticais que se consideram atuando nos pisos de edificações, além das que se aplicam em caráter especial referem-se a carregamentos devidos a pessoas, móveis, utensílios e veículos, e são supostas uniformemente distribuídas, com os valores mínimos in- dicados na Tabela 2.

2 NBR 6120/1980

Tabela 1 - Peso específico dos materiais de construção

Peso específico Materiais aparente

(kN/m3)

Arenito 26

Basalto 30

1 Rochas Gneiss 30

Granito 28

Mármore e calcáreo 28

Blocos de argamassa 22

Cimento amianto 20

2 Blocos Lajotas cerâmicas 18

artificiais Tijolos furados 13

Tijolos maciços 18

Tijolos sílico-calcáreos 20

Argamassa de cal, cimento e areia 19

3 Revestimentos Argamassa de cimento e areia 21

e concretos Argamassa de gesso 12,5

Concreto simples 24

Concreto armado 25

Pinho, cedro 5

4 Madeiras Louro, imbuia, pau óleo 6,5

Guajuvirá, guatambu, grápia 8

Angico, cabriuva, ipê róseo 10

Aço 78,5

Alumínio e ligas 28

Bronze 85

Chumbo 114

5 Metais Cobre 89

Ferro fundido 72,5

Estanho 74

Latão 85

Zinco 72

AIcatrão 12

6 Materiais Asfalto 13

diversos Borracha 17

Papel 15

Plástico em folhas 21

Vidro plano 26

NBR 6120/1980 3

Tabela 2 - Valores mínimos das cargas verticais

Unid.: kN/m2

Local Carga

1 Arquibancadas 4

2 Balcões Mesma carga da peça com a qual se comunicam e as - previstas em 2.2.1.5

3 Bancos Escritórios e banheiros 2 Salas de diretoria e de gerência 1,5

Sala de leitura 2,5 Sala para depósito de livros 4

4 Bibliotecas Sala com estantes de livros a ser determinada em cada caso ou 2,5 kN/m2

por metro de altura observado, porém o valor mínimo de 6

5 Casas de (incluindo o peso das máquinas) a ser determinada máquinas em cada caso, porém com o valor mínimo de 7,5

Platéia com assentos fixos 3 6 Cinemas Estúdio e platéia com assentos móveis 4

Banheiro 2

Sala de refeições e de assembléia com assentos fixos 3 7 Clubes Sala de assembléia com assentos móveis 4

Salão de danças e salão de esportes 5 Sala de bilhar e banheiro 2

Com acesso ao público 3 8 Corredores Sem acesso ao público 2

9 Cozinhas não A ser determinada em cada caso, porém com o mínimo de residenciais 3

A ser determinada em cada caso e na falta de valores experimentais 10 Depósitos conforme o indicado em 2.2.1.3 -

11 Edifícios Dormitórios, sala, copa, cozinha e banheiro 1,5 residenciais Despensa, área de serviço e lavanderia 2

12 Escadas Com acesso ao público 3 Sem acesso ao público 2,5

Anfiteatro com assentos fixos 13 Escolas Corredor e sala de aula 3

Outras salas 2

14 Escritórios Salas de uso geral e banheiro 2

15 Forros Sem acesso a pessoas 0,5

16 Galerias de A ser determinada em cada caso, porém com o mínimo arte 3

17 Galerias de A ser determinada em cada caso, porém com o mínimo 3 lojas

18 Garagens e Para veículos de passageiros ou semelhantes com carga máxima de estacionamentos 25 kN por veículo. Valores de φ indicados em 2.2.1.6 3

19 Ginásios de esportes 5

/continua

(ver 2.2.1.7)

4 NBR 6120/1980

/continuação

Local Carga

Dormitórios, enfermarias, sala de recuperação, sala de cirurgia, 20 Hospitais sala de raio X e banheiro 2

Corredor 3

21 Laboratórios Incluindo equipamentos, a ser determinado em cada caso, porém com o mínimo 3

22 Lavanderias Incluindo equipamentos 3

23 Lojas 4

24 Restaurantes 3

Palco 5 25 Teatros Demais dependências: cargas iguais às especificadas para cinemas -

Sem acesso ao público 2 Com acesso ao público 3

26 Terraços Inacessível a pessoas 0,5 Destinados a heliportos elevados: as cargas deverão ser fornecidas pelo órgão competente do Ministério da Aeronáutica -

27 Vestíbulo Sem acesso ao público 1,5 Com acesso ao público 3

2.2.1.3 No caso de armazenagem em depósitos e na falta de valores experimentais, o peso dos materiais armaze- nados pode ser obtido através dos pesos específicos apa- rentes que constam na Tabela 3.

2.2.1.4 Todo elemento isolado de coberturas (ripas, terças e barras de banzo superior de treliças) deve ser projetado para receber, na posição mais desfavorável, uma carga vertical de 1 kN, além da carga permanente.

2.2.1.5 Ao longo dos parapeitos e balcões devem ser con- sideradas aplicadas uma carga horizontal de 0,8 kN/m na altura do corrimão e uma carga vertical mínima de 2 kN/m.

2.2.1.6 O valor do coeficiente ϕ de majoração das cargas acidentais a serem consideradas no projeto de garagens e estacionamentos para veículos deve ser determinado do seguinte modo: sendo  o vão de uma viga ou o vão menor de uma laje; sendo ο = 3 m para o caso das lajes e ο = 5 m para o caso das vigas, tem-se:

a) ϕ = 1 , 0 0 ....................................quando  ≥ ο ;

b) ϕ = 

ο ≤ 1,43 ......................... quando  ≥ ο .

Nota: O valor de ϕ não precisa ser considerado no cálculo das paredes e pilares.

2.2.1.7 Quando uma escada for constituída por degraus isolados, estes devem ser calculados para suportarem uma carga concentrada de 2,5 kN, aplicada na posição mais desfavorável. Este carregamento não deve ser con- siderado na composição de cargas das vigas que su- portam os degraus, as quais devem ser calculadas para carga indicada na Tabela 2.

2.2.1.8 No cálculo dos pilares e das fundações de edifícios para escritórios, residências e casas comerciais não destinados a depósitos, as cargas acidentais podem ser reduzidas de acordo com os valores indicados na Ta- bela 4.

NBR 6120/1980 5

Tabela 3 - Características dos materiais de armazenagem

Peso específico aparente Ângulo de atrito Material (kN/m3) interno

Areia com umidade natural 17 30° Argila arenosa 18 25°

1 Materiais de Cal em pó 10 25° construção Cal em pedra 10 45°

Caliça 13 - Cimento 14 25° Clinker de cimento 15 30° Pedra britada 18 40° Seixo 19 30°

Carvão mineral (pó) 7 25° 2 Combustíveis Carvão vegetal 4 45°

Carvão em pedra 8,5 30° Lenha 5 45°

Material Peso específico aparente médio Ângulo de atrito interno (kN /m3 )

Açúcar 7,5 35° Arroz com casca 5,50 36° Aveia 5 30° Batatas 7,5 30° Café 3,5 - Centeio 7 35° Cevada 7 25°

3 Produtos Farinha 5 45° agrícolas Feijão 7,5 31°

Feno prensado 1,7 - Frutas 3,5 - Fumo 3,5 35° Milho 7,5 27° Soja 7 29° Trigo 7,8 27°

Tabela 4 - Redução das cargas acidentais

Número de pisos que atuam Redução percentual das sobre o elemento cargas acidentais (%)

1, 2 e 3 0

4 20

5 40

6 ou mais 60

Nota: Para efeito de aplicação destes valores, o forro deve ser considerado como piso.

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