Neuromielite Óptica - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)
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Neymar28 de Fevereiro de 2013

Neuromielite Óptica - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)

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Apostilas de um caso de estudo sobre a neuromielite óptica, diagnóstico, tratamento, sobrevida, caso clínico.
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Incidência 

 A NMO (Neuromielite Óptica), é rara na população caucasiana, tem alta incidência na população Asiática, Africana e Sul Americana., mais freqüente no sexo feminino ( na forma recidivante), com inicio em média aos 40 anos, e 80% da doença assume a forma recidivante, temos também a forma monofásica que caracteriza-se por um único episódio de mielite transversa e neurite óptica.

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Diagnóstico

 Em 2005 identificou-se um biomarcador específico para NMO, o auto – anticorpo NMO-IgG, um elemento crucial na individualização desta síndrome. Na RM ( ressonância Magnética) vertebro- medular revela uma lesão geralmente hipointensa em T1 e hiperintensa em T2, com extensão a três ou mais segmentos vertebrais.

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Tratamento 

 O tratamento consiste no tratamento da crise, no controle da doença de base e da sintomatologia. O tratamento mais preconizado é a realização de pulsos endovenosos ( EV) de metilprednisolona com desmame, por via oral, ao longo de meses. Na ausência de resposta, ou no caso de recidivas precoces, a plasmaférese deve ser efetuada.

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Sobrevida 

 A sobrevida após cinco anos é cerca de 68% para as formas recidivantes , e de 90% para as

formas monofásicas, a causa de morte deve-se ao compromisso respiratório que ocorre na lesão medular grave.

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Caso clínico 

 Paciente Mônica Maria De Paula Salu, 42 a, raça: negra.  H

sentiu fraqueza nas pernas e nos braços, dificuldade para andar, foi para o hospital diagnosticando problema psicológico?, porem no Rx de quadril visualizaram necrose da cabeça do fêmur bilateral, como era nova (22 anos ) adiaram a cirurgia e na RM de coluna observaram lesão na medula.  Em 1995, pacien 1996 operou o outro membro colocando a prótese

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 Em 1998 paciente teve novamente crise , parestesia de MMII e MMSS, não conseguia andar foi levada para o hospital que diagnosticaram EM ( Esclerose Múltipla), sendo tratada com corticoide via oral solumedrol e prednisolona, pcte pesava 49kg e engordou para 110kg.  Em 2007 pcte teve outra crise já fazia acompanhamento no HC, uma amostra de seu sangue foi levada para EUA, onde estava-se fazendo trabalhos sobre doença desmielinizantes, sendo diagnosticada como Doença de Devic.

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 dia 21/ 08/2011, com  Pcte deu entrada no nosso serviço

quadro de paralisia de mmii e parestesia de mmss seguida de dispneia, rapidamente evoluiu com utilização da musculatura acessória , entrando em IRPA + diplopia. AP: HAS, OBESIDADE , DOENÇA DE DEVIC.

 AP: MV+ em AHT s/RA diminuído em bases.

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 FOI IOT, COT 7,5, FIX: 25 LS, colocada em A/C, delta de pressão: 16, peep: 8, fr: 14/ 14, fio2:

60%, E TRANSFERIDA PARA UTI. Na UTI passada para PSV, delta de pressão: 10, peep: 10, fio2: 30%  22/08/ 11: Pcte avaliada pela neurologista, in e pulsoterapia par o dia 23/08/11, com fentanil: 10ml/h, gaso: 7,34/ 47,1/ 100,0/24,0/ 0,1/ 97,9%, pcte hipoventilando principalmente a noite e apresentando fadiga passado para a/c, delta de pressão: 12, fr: 12/12, fio2: 30%, peep: 10, sato2: 95%., sem foco, sem atb.

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 23/08/11: Na manhã paciente com fentanil a 6ml/ h, apresentando gasometria: 7,35/ 45,3/

115,9/ 23,9/ 0,3/ 98,7%, relação: 386. passado para PSV, delta de pressão: 10, fio2: 30%, peep: 10, começando hoje a pulsoterapia com solumedrol 1g / EV. A noite paciente novamente refere cansaço sendo colocada em A/C.

 24/08/2011. Na manhã paciente com fentanil a 6ml/ h, apresentando gasometria: 7,39/ 40,0/

120/ 24/ 0,5/ 98%, passada para PSV novamente., 2 dia de solumedrol e a noite novamente apneia passada para a/c. Pimax: - 70mmhg.  25/08/ 11: Na 6ml/h, gasometria: 7,36/ 45,0/ 99,0/ 24/ 0,3/ 97%, relação:330, tobin: 86 e Pimax: - 80mmhg, teste TRE por 30 min, extubada , colocado em nebulização a 5l/min, a noite passada para cateter de o2 a 2l/min.

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 26/08/11: Na manhã paciente segue com cateter de o2 a 2/min, sem gasometria, sato2: 98%,

abaixado para 1l/min de o2 porem sem o2 pcte sato2: 85%., iniciado respiron e RPPI., sentar na poltrona.  Pcte apresenta grau força 3 de mmii e mmss, consegue deambular pequenas distâncias com auxilio, ajuda quando pedido, glasgow: 15.  Pcte teve alta dia 29/0

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