Osteomielite - Apostilas - Reumatologia, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)
Tucupi
Tucupi11 de Março de 2013

Osteomielite - Apostilas - Reumatologia, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)

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Apostilas de Reumatologia sobre o estudo da osteomielite, osteomielite hematogênica, osteomielite vertebral, osteomielite por contiguidade.
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OSTEOMIELITE: – infecção óssea mais comumente causada por: bactérias e micobactérias; – disseminação: hematogênica ou por contiguidade; – infecção crônica leva a: necrose isquêmica do osso (sequestro ósseo); – 1) osteomielite hematogênica (20%):

– crianças: ossos longos; – aguda: tíbia, fêmur ou úmero; – sintomas: febre alta, calafrios, dor óssea e leucocitose; – RX: reação periosteal após 10 dias; – RX: lesão lítica após 2 a 6 semanas. – crônica: fístulas cutâneas com piora da dor e elevação do VHS; – etiologia: Staphylococcus aureus (50%); – etiologia neonatal: estreptococos B e Escherichia coli; – etiologia na primeira infância: estreptococos A e Haemophilus influenzae; – etiologia no uso de drogas: S. aureus, Pseudomonas aeruginosa e Serratia;

– 2) osteomielite vertebral: – mais comum em: adultos; – focos: ITU, endocardite, infecção de partes moles, cateter venoso profundo e

procedimentos cirúrgicos vertebrais; – fatores de risco: DM, DRC em hemodiálise e uso de drogas ilícitas; – anamnese: dor na coluna lombar > torácica; – exame físico: dor à palpação de processo espinhoso, espasmo paravertebral e limitação

de movimento; – laboratório: aumento de VHS, sem leucocitose nos quadros crônicos; – RX: erosão nos corpos vertebrais com estreitamento do espaço discal; – em caso de dúvida: cintilografia óssea e RM;

– 3) osteomielite por contiguidade: – maioria dos casos; – mais frequente em: adultos; – etiologia: ferimento penetrante, procedimento cirúrgico e infecção de partes moles; – microbiota: geralmente polimicrobiana (S. aureus, estreptococos, gram negativos e

anaeróbios); – diagnóstico:

– exame laboratorial: elevação de VHS e PCR; – culturas: sangue e material coletado por aspiração ou drenagem cirúrgica; – RX simples – alterada em fases tardias; – cintilografia óssea: com leucócitos marcados; – tomografia: detecta sequestro ósseo, fístula e abscessos; – RM: faz distinção entre osteomielite e infecção de partes moles;

– tto: – sempre direcionado pelo: resultado da cultura; – caso necessite de terapia empírica: cobrir S. aureus e gram negativos; – duração: de 4 a 6 semanas e início com terapia antimicrobiana parenteral – dificuldade

de penetração óssea; – intervenção cirúrgica na criança: osteomielite com abscesso, artrite séptica ou ausência

de resposta clínica após 24 a 48 horas; – intervenção cirúrgica no adulto: osteomielite aguda não vertebral e vertebral quando

apresenta instabilidade vertebral, déficit neurológico e abscesso; – tto da osteomielite crônica:

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– iniciar ATB antes de procedimento cirúrgico; – remoção completa do osso necrótico e dos tecidos moles adjacentes; – casos graves têm risco de amputação.

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