Patologia Maligna do útero - Apostilas - Ginecologia, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)
Pipoqueiro
Pipoqueiro11 de Março de 2013

Patologia Maligna do útero - Apostilas - Ginecologia, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)

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Apostilas de Ginecologia sobre o estudo da Patologia Maligna do útero, sarcomas do útero, epidemiologia, tipos histológicos, quadro clínico, diagnóstico.
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Patologia Maligna do útero

LGOB

Patologias Malignas do

Corpo Uterino

LGOB

SARCOMAS DO

ÚTERO

LGOB

Sarcomas do Útero

EPIDEMIOLOGIA

Pouco freqüentes;

Radioterapia pélvica prévia;

Raça negra e idade média 45

anos.

LGOB

Sarcomas do Útero  TIPOS HISTOLÓGICOS

Mesodérmicos mistos

Leiomiossarcomas

Sarcomas do estroma endometrial

LGOB

Sarcomas do Útero  QUADRO CLÍNICO

Sangramento uterino anormal;

Dor;

Aumento, RÁPIDO, do volume abdominal (*menopausa)

LGOB

Sarcomas do Útero  DIAGNÓSTICO

Quadro clínico;

Métodos de imagem;

Exame anatomopatológico (definitivo).

LGOB

Sarcomas do Útero  TRATAMENTO

HTA + Anexectomia bilateral;

Radioterapia (resultados ruins);

Quimioterapia (efetiva – isolada);

Hormonioterapia (P) – adjuvante

prolongada

LGOB

CÂNCER DE

ENDOMÉTRIO

INTRODUÇÃO

É o 3º câncer mais freqüente do trato genital feminino no Brasil.

Apresenta sintomatologia precoce – melhor prognóstico.

O câncer de endométrio é uma doença da pós- menopausa.

Pico de incidência: 5º / 6º década de vida

LGOB

Câncer de Endométrio  TIPOS DE TUMORES

TIPO 1 Mulheres jovens;

Obesas;

Perimenopausa;

Exposição ao E sem oposição; Evolução: hiperplasia => Ca de endométrio; Bem diferenciado e melhor prognóstico.

LGOB

Câncer de Endométrio  TIPOS DE TUMORES

TIPO 2 Mulheres mais velhas;

Magras; Pós menopausa; Sem exposição prolongada ao E

Evolução: atrofia => Ca de endométrio; Pouco diferenciado e pior prognóstico.

Fatores de risco

 Hiperestrogênismo (exógeno ou endógeno)  Idade > 50 anos  Obesidade (IMC > 30)  Nível socioeconômico elevado  Raça branca  TRH mal conduzida (não associada ao progestágeno)  Nulípara / Baixa paridade  Puberdade precoce  Menopausa tardia  Ciclos anovulatórios  Hiperplasia endometrial  Tu secretores de estrogênio  Outros cânceres: mama e ovário (história pessoal e/ou

familiar)

EPIDEMIOLOGIA

75% - Menopausadas

25% - Pré-menopausa

5% - < 40 anos

Diagnóstico de Câncer de Endométrio em mulheres com

sangramento pós-menopausa:

50-60 anos: 9% 60-70 anos: 16% 70-80 anos: 28% > 80 anos: 60%

CONDIÇÕES PRÉ-MALIGNAS – LESÕES PRECURSORAS

Hiperplasias endometriais

Tipos histológicos:

Hiperplasia simples sem atipias ______________ 1% Hiperplasia simples com atipias ______________ 8% Hiperplasia complexa sem atipias _____________ 3% Hiperplasia complexa com atipias _____________ 29%

Tratamento das Hiperplasias

Hiperplasia sem atipias - conservador Uso de progestágeno cíclico ou contínuo (acetato de medroxiprogesterona - VO ou IM) Controle histológico : 6 meses

Hiperplasia com atipias - Histerectomia Potencial maligno considerável

Propagação

1. Contigüidade - infiltra miométrio, bexiga, reto e cavidade peritonial

2. Continuidade - difunde-se pela cavidade interna da cavidade uterina em direção à cérvice

3. Trompa Uterina - a cavidade peritoneal pode ser atingida através da migração transtubária de células neoplásicas

4. Via linfática - para linfonodos retroperitoneais

Suspeita clínica

 Metrorragia pós-menopausa  Hematométrio e piométrio - devido à estenose cervical  Sangramento uterino irregular na perimenopausa

 Células endometriais (glandulares) na citologia CV de mulheres pós menopausadas

 Espessamento endometrial na USG transvaginal

Diagnóstico diferencial

1. Atrofia endometrial 2. Pólipo endometrial 3. Terapia de reposição estrogênica 4. Hiperplasia endometrial

Diagnóstico

. Colpocitologia oncótica - presença de células endometriais

. USG transvaginal - permite a avaliação do endométrio. Achados ultra-sonográficos: - coleções líquidas intra-uterinas - espessamento endometrial - endométrio hiperecogênico ou irregular

Espessura endometrial máxima na pós-menopausa ( s/ TRH ) = 4 mm

. Histerossonografia de contraste - permite a visualização de espessamento ( extensão e localização )

. Histeroscopia - visualização direta da cavidade endometrial e possibilidade de orientar a biopsia

. Estudo Anatomopatológico - confirmação diagnóstica

. Antígeno CA – 125

. Tomografia Computadorizada - para detecção de metástases extra-uterina

. Ressonância Nuclear Magnética - excelente para diferenciar endométrio do miométrio permitindo a avaliação da invasão miometrial

ESTADIAMENTO (CIRÚRGICO) • Estádio I – O carcinoma é limitado ao corpo uterino - ( G1, G2, G3 ) -         I a - Tumor limitado ao endométrio -         I b – Invasão de menos da metade do miométrio -         I c – Invasão de mais da metade do miométrio

• Estádio II – O carcinoma envolve corpo e colo uterino - ( G1, G2, G3 ) -         II a – Comprometimento glandular da endocérvice -         II b – Invasão do estroma cervical

• Estádio III – ( G1, G2, G3 ) -         III a – Invasão tumoral da serosa do útero e/ou de anexos e/ou com

citologia peritoneal positiva -         III b – Metástases vaginais -      III c – Metástases para linfonodos pélvicos e/ou para-aórticos

• Estádio IV – ( G1, G2, G3 ) -        IV a – Invasão das mucosas do reto e/ou da bexiga . -    IV b – Metástases à distância incluindo linfonodos intra-abdominais

(que não os para-aórticos) e os inguinais.

Adenocarcinoma de endométrio

Tratamento

. Histerectomia total com anexectomia bilateral por via abdominal ( lavado peritoneal )

. Radioterapia

. Quimioterapia

. Hormonioterapia

FATORES PROGNÓSTICOS

Sobrevida em 5 anos:

Estádio I: 83%  Estádio II: 73%  Estádio III: 52%  Estádio IV: 27%

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