Processos de Auditoria - Resumo - Economia, Notas de estudo de Economia. Universidade de São Paulo (USP)
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Oscar_S26 de Fevereiro de 2013

Processos de Auditoria - Resumo - Economia, Notas de estudo de Economia. Universidade de São Paulo (USP)

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Resumo sobre os processos de auditoria, função do auditor, diferencia entre auditor interno e externo.
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Introdução

A sociedade ao passar do tempo, esta criando novas responsabilidades para o profissional da auditoria, como a constante procura da verdade, por exemplo. Os procedimentos éticos estão cada vez maiores e alcançando cada vez mais pessoas independentemente de sua função social.

A corrupção, a dissimulação, estão cegando a nossa sociedade, e ela clama o fim de tudo isso, ninguém mais umbilicalmente ligado a ética da profissão como o profissional da auditoria, para manter-se acima dos ânimos exaltados, sabendo lidar com os problemas, permanecendo limpos, transmitirão a verdadeira essência da profissão.

O auditor tem uma função de relevância, em face de sua atuação na defesa de interesses coletivos e como defensores de equidade e justiça, na apuração de corretas prestações de contas. Daí a necessidade de conquistar confiança e respeitabilidade, que deve resguardar e manter, a qualquer preço.

Assim desejamos proceder na evolução do tema, mostrando o quanto se faz necessária na prática da auditoria o compromisso ético, na realização de um trabalho não apenas competente, mais acima de tudo envolto por uma conduta responsável e respeitável que constituem o seu maior patrimônio. Suas atitudes devem justificar a confiança nele depositada, qualquer sanção em contrário de ordem moral ou ética, virá a abalar esse patrimônio em seu alicerce.

QUALIFICAÇÕES PROFISSIONAIS DO AUDITOR

Auditoria

PERFIL DO AUDITOR

* Competência Legal

* Graduação em Ciências Contábeis

* Registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC).

* Registro no CNAI – Cadastro Nacional de Auditores Independentes

Características Específicas do Auditor Interno e Externo.

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Não podemos deixar de ter em mente, que no momento da admissão, o que na realidade fazemos é tentar visualizar o potencial do candidato, e nestes termos, por algumas qualidades que são de fato importantes para o Auditor.

No entanto, é certo que o encarregado em avaliar o candidato, deverá se preocupar em observar se estão presentes no candidato, qualidades que serão particularmente exigidas do futuro Auditor. Ao comentarem as qualificações pessoais do Auditor Interno, enumeram as seguintes características do Auditor Interno:

- Curiosidade

- Atitude Crítica

- Atenção (no sentido de considerar todas as possíveis fontes de informação e todas as inter- relações)

- Persistência

- Energia

- Auto Confiança

- Coragem

- Habilidade para julgar corretamente

- Integridade (qualidades que fazem os outros confiarem nas informações e conclusões do Auditor)

Características que mais contribuem para o Auditor Interno obter respeito e cooperação, São as seguintes:

- Honestidade e Integridade

- Dedicação aos interesses da companhia

- Humildade razoável

- Porte profissional

- Empatia

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- Conduta consistente à imagem

Auditor Interno

O Auditor Interno deve ser exato na apuração dos detalhes para seu serviço. Não deve aceitar informações vagas ou incompletas, ou que não possam ser comprovadas.

Além do preparo técnico e básico, mencionado anteriormente, deve manter-se “em dia” com a legislação correspondente, ou pelo menos saber onde e com quem poderá obter os detalhes necessários para o seu serviço.

É indispensável um “senso de proporção”, ou seja, achar-se habilitado a julgar se o custo da revisão exige mais ou menos detalhes em proporção ao seu próprio salário. Não compensa contar alfinetes, por exemplo.

No decorrer dos anos, no exercício de sua profissão, um bom Auditor Interno deve ser suficientemente curioso para saber tudo sobre entidade na qual colabora, sobre os sistemas de controle interno e seu funcionamento, e até conhecer mais sobre a empresa do que os próprios administradores.

Deve ser persistente em acompanhar, junto às áreas revisadas, a solução ou liquidação de anomalias constatadas. Esse follow up deve ser uma constante, respeitando-se o tempo suficiente para as correções devidas.

Um Auditor Interno recebe, quando entrosado na empresa, informações (nem sempre corretas) sobre falhas ou deslizes. Deve então saber separar as que dizem respeito ao seu trabalho das provenientes de intrigas sem maior importância.

Prevalecerá o senso de proporção ou julgamento pessoal, sempre evitando tomar partido em quaisquer situações.

Na sua atuação, deve manter um espírito de independência, não se deixando influenciar pelas áreas sob sua revisão, mas apurando fatos comprováveis e verídicas.

Auditor Externo

Auditoria Externa ou auditoria independente

Como se pode observar, a auditoria é uma técnica autônoma entre as técnicas das Ciências Contábeis. A auditoria externa ou auditoria independente, como também é conhecida, surgiu como parte da evolução do sistema capitalista. Diante do crescimento das empresas, que no

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início pertenciam a grupos familiares, ocorreu a necessidade de ampliar as instalações fabris e administrativas. Houve também, consequentemente, o desenvolvimento tecnológico e o aprimoramento dos controles e procedimentos internos, principalmente visando à diminuição de custos, em função da concorrência e da competitividade, para se manter no mercado.

Assim, para acompanhar todas essas mudanças, houve a necessidade de empregar enormes recursos nessas operações, fazendo com que as empresas tivessem de captar recursos com terceiros, na forma de empréstimos bancários de longo prazo, ou abrindo seu capital social para novos sócios e acionistas. Nesse sentido, os agentes bancários ou novos sócios, acionistas e “futuros investidores”, precisavam conhecer a posição patrimonial e financeira e a capacidade de gerar lucros das empresas. Havia, então, a necessidade de fornecer diversas informações para que o investidor pudesse avaliar com segurança a liquidez e a rentabilidade de seu investimento.

Sendo assim, o trabalho de verificação da situação patrimonial e financeira das empresas passou a ser realizado por um profissional independente, especializado em técnicas de auditoria, com profundos conhecimentos de contabilidade e, sobretudo, das atividades das empresas.

Depois de aplicar testes de observância de acordo com a relevância de cada item a ser considerado, o auditor emite sua opinião sobre a situação patrimonial e financeira das empresas. Esta é a auditoria externa ou auditoria independente.

Para ser Auditor externo ou independente é necessário ser formado em ciências contábeis.

Para a auditoria ser eficaz e merecer confiança, precisa ser executada por alguém que seja independente das pessoas cujo trabalho está sob seu exame, de forma que não seja impressionado pela posição dessas pessoas, que não simpatize com seus pontos de vista, ou seja, intimidado por seu poder, a ponto de influenciar sua própria certeza de que seus procedimentos ou conclusões possam ser, de qualquer forma, afetados.

Uma empresa de auditores externos (independentes) é uma organização inteiramente independente da empresa que ela examina.

Como organização de profissionais liberais, ela se reserva o direito de dirigir e controlar seus próprios empregados, sem interferência das empresas, suas clientes. Uma vez contratado o serviço, o auditor externo é livre para usar os métodos mais convenientes e aumentar ou reduzir, a seu critério, o volume e a natureza do trabalho que executa. Além disso, no relatório que apresenta, ao concluir seu exame, ele pode, também, expressar-se sem recear outras consequências, a não ser a perda do cliente.

Isso lhe dá considerável independência com relação àqueles cujos relatórios e atos estão sob seu exame, posição essa diferente da do auditor interno (empregado da empresa examinada).

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Existem dois outros fatores que contribuem para ampliar a independência do auditor externo:

• o código de ética de suas organizações profissionais, as exigências da Comissão de Valores Mobiliários – CVM – e de outros órgãos governamentais específicos do ramo de atividade da empresa contratante, assim como as exigências de outras empresas, como bancos credores, que igualmente fazem uso do relatório/parecer da auditoria externa.

• com respeito à fidelidade de suas demonstrações contábeis, o parecer da auditoria é um documento frequentemente reproduzido pelos clientes e transmitido a outras partes interessadas. Essas terceiras pessoas podem, assim, utilizar-se desse documento para tomarem decisões em relação à empresa examinada.

A Moral e a Ética

O auditor deve ter como requisito prioritário de trabalho condições morais como também de ética profissional, estas entre outras estão diretamente condicionadas a pessoa do auditor, assim como as condições intelectuais, legais, porém essas são vinculadas de uma forma mais técnica, sendo que a ética e a moral é de foro pessoal e intransferível.

O auditor deve colocar sua honorabilidade profissional acima de quaisquer interesses pessoais e os da coletividade acima dos interesses de grupos.

Requisitos Morais:

● Integridade;

● Idoneidade;

● Respeitabilidade;

● Caráter ilibado;

● Padrão moral elevado;

● Vida privada irrepreensível;

● Justiça e imparcialidade;

Respeito ao Código de Ética

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O respeito ao código de ética com certeza é uma das mais importantes condições relativas á ética profissional, pois a base fundamental do processo de construção e moldura deste, seja de qual classe for, esta individualmente ligada ao código de ética profissional, o qual irá ditar seus objetivos, direitos, deveres, responsabilidades e penalidades.

Objetivos e Responsabilidade

Os objetivos e atribuições dos auditores, diferem-se de acordo com o profissional que se aplica, seja este interno ou independente.

Enquanto o auditor interno apresenta-se como um profissional com vínculos empregatícios, como também econômicos a entidade contratante de seus serviços, tem por isso um elevado grau de dependência e uma maior amplitude de suas atividades ao ser comparado com o profissional independente onde o principal objetivo é opinar sobre as demonstrações financeiras, tendo em mãos uma grande responsabilidade.

“O AUDITOR PODE POSSUIR UMA PILHA DEFÓRMULAS E CHECK LISTS, MAS SEM OCONHECIMENTO BASEADO EM EXPERIÊNCIAS, ELE NÃO CONDUZIRÁ BEM A SUA FUNÇÃO... AUDITORIAS DEVEM SER USADAS PARA PROMOVER A QUALIDADE, NÃO PARA INSPECIONAR".

A auditoria surge num momento em que se faz a separação entre o dono da empresa e a figura do administrador da empresa. Quando o dono é o próprio administrador, ele sabe exatamente o que ocorre na sua empresa. Quando surge a figura do administrador profissional, o dono dessa empresa fica sem saber exatamente o que está ocorrendo. Sendo assim, surge a figura da auditoria, ou seja, auditar = fiscalizar=controlar.

O principal objetivo da auditoria é a missão de um parecer acerca das demonstrações contábeis em relação aos princípios fundamentais da contabilidade, normas brasileiras de contabilidade, demais legislações aplicáveis e praticas adotadas no Brasil.

O maior objetivo da auditoria é mostrar a realidade financeira ou operacional da entidade.

Estrutura da Auditoria

A auditoria é uma atividade relativamente nova no Brasil; podemos até dizer que, nesse momento, ela encontra-se no estágio inicial em termos de técnicas, haja vista que as legislações específicas brasileiras vêm abordando superficialmente o assunto, sem definir de forma clara e

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precisa os procedimentos que os profissionais da área deveriam adotar por ocasião das auditorias das demonstrações financeiras e auditorias realizadas nas empresas publicas.

A atividade de auditoria é bastante dinâmica e está em permanente mutação, o que requer maior atenção dos órgãos específicos ligados a essa área, no sentido de padronizar e estabelecer os procedimentos, fortalecer o sistema de auditoria e mercado de capitais, como consequência, dar maior segurança para os investidores, notadamente os pequenos, nas Companhias de capital aberto.

Assim como, na conjuntura atual, a complexidade dos negócios, as modificações frequentes na legislação, as novas regras dos negócios em função de índices inflacionários que flutuam, fazem com que a sobrevivência e o crescimento da empresa dependam muito do talento e da habilidade do administrador em aceitar os desafios do dia-a-dia de suas atividades, da mesma forma o auditor necessita de seu talento e de seu conhecimento para julgar, de maneira independente, a credibilidade dos dados contábeis nas demonstrações financeiras como fonte de informações para terceiros.

A estrutura da auditoria consiste em avaliar a política de sistema da empresa, em termos da adequação, comunicação, aceitação, aplicação e controle, se é necessária na situação, se contribui para atingir os objetivos da empresa, se permite assegurar a correta utilização dos recursos da empresa, tanto de natureza financeira, econômica e humana.

A base fundamental da Auditoria está ligada diretamente à contabilidade,que, exerça o principal papel da empresa, no sentido de registrar e informar os reflexos das transações nos aspectos econômico-financeiros, muitas vezes é manipulada, por interesse estranho ao objetivo maior da empresa, visando as vantagens ilícitas ou malversação dos recursos como empréstimos, aprovação cadastral, financiamentos.

Papel da Auditoria

O papel primeiro do Auditor não é detectar fraudes, mas se no decurso de seu trabalho ele as descobre, comunica, através de seu relatório, os efeitos correspondentes. Atualmente a Contabilidade vale-se dos conceitos da Economia, como as palavras capital, renda, consumo; outros conceitos derivam do Direito e outros, ainda da Administração.

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Como se pode perceber, a Contabilidade envolve uma série de entendimentos lógicos e genéricos ligados às atividades econômicas, políticas e até de costumes de época em que está sendo aplicada.Os empresários necessitam do maior número possível de informações claras e objetivas a respeito do desempenho de seu empreendimento. É justamente neste ponto que a auditoria independente assume importante papel auxiliando o empresário a escolher a melhor forma de entrar no mercado, com o uso do trabalho de consultoria de reorganização societária. A empresa utilizando-se deste expediente, poderá revestir-se da solidez necessária para o início da operação e, consequentemente, os investidores terão a segurança necessária para aplicar seu material.

Neste caso, o auditor passa a ser útil tanto à empresa quanto aos investidores, que, por meio da análise das demonstrações financeiras, devidamente acompanhadas do parecer do auditor independente, podem eleger seguramente as empresas nas quais efetuarão aplicações de sua poupança pessoal em ações. Os auditores independentes assistem a partir de então a um reconhecimento maior de sua função. Até algum tempo atrás, muitas empresas consideravam a contratação de auditoria independente como um custo, nunca como benefício.

Cercados pela existência legal da contratação dos auditores (casos das companhias abertas entre outras), os empresários pressionados pela crise econômica viam-se obrigados a empregar capital numa atividade que aparentemente não lhes traria nenhum benefício. Nada mais errado. O exame do auditor é um processo que leva o profissional independente a uma verdadeira viagem pela empresa, empregando técnicas que lhe asseguram formar uma opinião sobre a adequação das demonstrações financeiras (balanço patrimonial, demonstração do resultado, entre outras) e que também incluem a continuidade operacional da empresa.São trabalhos realizados nas áreas de tesouraria, compras, vendas,custos de produção, fiscal, legal e contabilidade, que permitem ao auditor opinar sobre a posição da empresa mediante parecer sobre suas demonstrações financeiras para que essas sejam dignas de fé pública.A responsabilidade deste trabalho de total independência atinge inclusive a possibilidade de o auditor responder com seus bens pessoais, caso seja acionado por causar prejuízos a terceiros em razão da não correspondência dos números certificados da sociedade auditada com a realidade.Outro aspecto a ser ressaltado no que se refere ao auditor independente é o código de ética que rege seus trabalhos. Segundo o International Federation of Accountants (IFAC), está prevista a confidencialidade sobre as informações obtidas durante o curso dos trabalhos. Tais informações não podem divulgadas sem autorização expressa do contratante dos serviços. Exceto, é claro, no tocante a seu parecer de auditoria. O dever de manter confidencialidade mantém-se inclusive após o encerramento do prazo de contratação profissional.

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Estas condições (independência, confidencialidade, responsabilidade e capacitação profissional) colocam o auditor em posição extremamente privilegiada quanto a sua participação e opinião sobre os planos da empresa. O envolvimento do auditor em reuniões e comitês pode ser produtivo para a empresa, inclusive no tocante aos planos estratégicos, orçamentos, planejamento tributário, etc. Entretanto, essa posição do auditor não tem sido convenientemente explorada pelas empresas-cliente, que assim deixam de obter todos os benefícios decorrentes do trabalho de auditoria.

As questões e decisões poderiam ser de grande interesse para a empresa e com a participação do auditor independente, teriam soluções mais acertadas e até mais econômicas. Situam-se nos seguintes aspectos:

♠ assessoria no planejamento tributário;

♠ instrumentos adicionais de controle das atividades e do patrimônio;

♠ sistema informal de atualização dos executivos;

♠ avaliação de desempenho e sistemas de informações internas paragestão;

♠ assessoria na área de controle e utilização de informática;

♠ planos de reorganização societária (fusão, cisão, incorporação, holding),inclusive, com o objetivo de atender aos planos para abertura de capital;

♠ expansão de atividades, mudanças geográficas e decisões quanto a descontinuidade de linhas e unidades. Efetivamente, a ação da auditoria independente faz com que sejam totalmente revistas as antigas opiniões. Deixou de ser vista como um custo ou mal

necessário, para assumir a postura de grande instrumento de apoio à alta administração da empresa e também do governo.

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Nesse sentido, empresários inteligentes e executivos competentes sabem que é fundamental para a sobrevivência de seus negócios e aumento de sua força competitiva (interna ou externamente) uma equipe de auditoria, preparada,atualizada, em constante reciclagem e com programas definidos de desenvolvimento.

Processo de Abordagem da Auditoria

Ao examinar um conjunto de demonstrações contábeis, o primeiro problema que o auditor enfrenta é o de determinar exatamente o que o conjunto de demonstrações contábeis pode representar. O auditor deve ser contador bastante competente, a fim de poder ler as demonstrações contábeis com suficiente compreensão e habilidade, para analisá-las nas diversas afirmações que contém.Tendo decidido o que representam as afirmações nas demonstrações,precisa então decidir, também, quanto aos procedimentos aplicáveis para verificar a fidelidade dessas afirmações. A seleção das técnicas a serem aplicadas e dos procedimentos a serem seguidos, para verificar a exatidão das informações contidas nas demonstrações contábeis, é definida com o desenvolvimento de um programa de auditoria.

CONCLUSÂO

O auditor deve planejar seu trabalho de acordo com as Normas Profissionais de Auditor Independente, considerando os prazos e compromissos contratualmente assumidos com o seu cliente. De acordo com tais normas, o planejamento pressupõe adequado nível de conhecimento sobre as atividades desenvolvidas pelo cliente, os fatores econômicos, a legislação aplicável, as práticas operacionais da entidade e o nível geral de competência da administração. O planejamento deve considerar ainda todos os fatores relevantes na execução dos trabalhos.

A auditoria compreende o exame de documentos, livros e registros, inspeções e obtenção de informações e confirmações, internas e externas, relacionados com o controle do patrimônio, objetivando mensurar a exatidão desses registros. Auditoria de recursos humanos tem como finalidade constatar irregularidades, orientar e prevenir, para que as empresas não tenham surpresas desagradáveis quando da presença dos agentes fiscais do trabalho, além de evitar pagamentos incorretos ou indevidos.

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