Projeto de Instalações Industriais, Projetos de Arquitetura Empresarial. Centro Federal de Educação Tecnológico (CEFET-PA)
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lidia.maykely11 de Junho de 2014

Projeto de Instalações Industriais, Projetos de Arquitetura Empresarial. Centro Federal de Educação Tecnológico (CEFET-PA)

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Tópicos da disciplina: Introdução ao projeto do Layout Industrial; Metodologia de desenvolvimento do layout; Representações de fluxo do processo; Dimensionamento dos Principais Fatores de Produção; Estudo do Fluxo do Pro...
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Projeto de Instalações Industriais

João Alberto Camarotto

Tópicos da disciplina

Introdução ao projeto do Layout Industrial

Metodologia de desenvolvimento do layout

Representações de fluxo do processo

Dimensionamento dos Principais Fatores de Produção

Estudo do Fluxo do Processo

Processos de Produção, Organização e Layout Industrial

Projeto dos Requisitos das Instalações

Processo geral de construção do layout

1 – relacionamentos das áreas - logística

Representações e etapas do projeto de layout

2 - Modelagem Física

3 - Modelagem de Fluxo

4 - Modelagem Dinâmica

O layout industrial é a representação espacial dos fatores que concorrem para a produção envolvendo homens, materiais e equipamentos, e as suas interações.

Depende: - dos diversos trabalhos envolvidos na unidade - das estratégias da empresa - dos sistemas de produção - do arranjo do layout e da organização do trabalho

TRABALHO

Orientação Racionalidade técnica Psicossociológica Objetivo da Ação (Falha) - Segurança.

Secundariamente aparece a qualidade.

(Recurso) Qualidade. Secundariamente aprece a segurança.

Previsibilidade das condutas humanas

Supõe-se possível caracterizar a situação de trabalho na sua integridade.

A situação de trabalho não pode ser inteiramente caracterizada, dando lugar ao imprevisível, àquilo que não se conhece.

Orientação Normativa Ordenado sobretudo pela referência à noção de prescrição e à disciplina, isto é, à normas estritamente funcionais, sem referências aos valores.

Ordenado sobretudo por referência à noção de cultura, isto é, essencialmente a valores relativos ao bem e ao mal, ao justo e ao injusto, ao desejável e ao indesejável.

TRABALHO

Técnica: Ato Tradicional Eficaz

Trabalho: Atividade Coordenada Útil

a) Ato: materializa as relações entre o ego e o real. Ele visa a transformação do mundo real. - Ele implica numa mediação ou instrumentação (máquina, ferramenta, uma linguagem...) - Supõe sempre o engajamento, um manejo específico do corpo daquele que faz.

a) Atividade: representa aqui a relação do sujeito com o real do trabalho. O conceito de atividade decorre da ergonomia que distinhue: i) tarefa, como aquilo que é prescrito ou projetado; ii) atividade, aquilo que o trabalhador realmente faz para dar conta do prescrito.

b) Tradicional. Um ato não pode ser homologado como técnica a não ser que se situe em relação a uma tradição, que ser em continuidade ou em ruptura com esta tradição.

b) coordenada: representa a coordenação da atividade. Supõe relações e interações no registo da compreenção, do sentido, bem como de relações sociais de trabalho entre o ego e o outro.

c) eficaz. O terceiro termo da definição antropológica da técnica, a eficácia do ato em trasformar o mundo real, é evidentemente capital. Ora esta eficácia não existe em sí, ela passa apor um julgamento, residindo aí uma grande complexidade, à propósito da dinâmica do reconhecimento.

c) Útil: O trabalho está sempre situado num contexto econômico. Ele precisa ser útil. Essa utilidade pode ser uma utilidade técnica, social ou econômica. O utilitarismo é inerente ao conceito de trabalho.

TRABALHO

Dispositivo Técnico: envolvendo equipamentos, processos, instalações, insumos, ou seja, tudo o que é inerte mas imprescindível para o funcionamento da unidade industrial, bem como também os atos do corpo subentendidos na técnica. Homem: em suas dimensões biocognitivas (corpo), intersubjetivas (social), subjetiva (história única) que age sobre o dispositivo técnico. Gestão: a divisão do trabalho e a sua hierarquia e a administração da produção, envolvendo o PCP, qualidade, logística.

ESTRATÉGIAS

Estratégias Corporativas – orientam e conduzem a corporação em seu ambiente global, econômico, social e político. A estratégia corporativa orienta as decisões concernentes à investimento da corporação nos diferentes negócios e mercados onde deseja competir.

Estratégias de Negócios – orientam cada unidade de negócios no seu posicionamento dentro do mercado frente aos consumidores e concorrentes. A estratégia de negócio tem reflexos diretos nas unidades industriais: porte das unidades, localização e mix de produtos são decorrentes de decisões neste campo.

Estratégias Funcionais – orientam cada uma das funções do negócio (finanças, P&D, marketing, produção...) na adequação do seu papel frente aos objetivos do negócio e da corporação.

Parâmetro Produção em Massa Produção Enxuta Mercado Mercado de Massa em Crescimento

Divisão Internacional do Trabalho Mercado doméstico limitado Pequeno e fragmentado Diversificado e Incerto

Tecnologia do Ambiente Tecnologia de Produtos e de Processos (incremental)

Micro-eletrônica e Tecnologia de informação genérica Abordagem Sistêmica Rápido desenvolvimento deTecnologias de processo e produto

Competição Competição Nacional por Preço Internacional Inovação de Produto

Organização Hierarquia Rígida Estrutura Muldivisional Trabalho Funcional Especializado

Informatização dos meios administrativos Mecanismo de controle é o mercado Cooperação de longo prazo.

P&D&Engenharia Produtos e Processos projetados Sequencialmente Engenheiros Super especializados Montadoras Fazem projetos dos componentes

Engenheiros em equipes com lideranças fortes Preocupação com inovações fundamentais Coordenação Orientada ao Cliente

Estratégia de Produção Produtos padronizados em grandes volumes Intercambialidade de Peças Grandes espaços para reparos e estoques Normas de eficiência e Produtividade Produção como Função

Ampla variedade de Produtos em grandes volumes Alta qualidade Incorporação da Microeletônica nos Produtos Poucos espaços para armazenagem e reparos Flexibilidade Orientada ao Cliente Produção como empresa

Gestão da Produção

Centralizada e Segmentada Medidas de Desempenho específica por área

JIT, CEP, TQC Estoque Mínimo Gestão participativa dos trabalhadores Descentralizada Medidas de Desempenho múltipla e globais

Organização do Trabalho Trabalhadores semi ou não qualificados Trabalho especializado Grande número de trabalhadores indiretos Rígida Divisão do Trabalho Grupos segundo a Função

Trabalhadores multiqualificados Redução de trabalhadores indiretos Responsabilidade aos trabalhadores Intensivos em informação Grupos auto organizados e dirigidos

Tecnologia utilizada na Empresa

Máquinas especializadas Mais tarde incorpora transportadores computadorizados

Máquinas flexíveis e automatizadas Equipamentos de base eletrônica Capital intensivo Flexível

Relação entre Firmas Integração Vertical Fornecedores com Grandes Estoques Relações Adversarial

Fornecedores em níveis funcionais(JIT) Ações cruzadas- Colaboração em P&D, PCP e Qualidade

SISTEMAS DE PRODUÇÃO

Contínuo: Indústrias de processos contínuos são características do processamento químico de substâncias e que não podem interromper a fabricação sob risco de perder o material processado ou até mesmo danificar equipamentos ou parte das instalações. O problema de projeto de planta de uma indústria de processo contínuo é completamente diferente daqueles de processos intermitentes ou repetitivos. No processo contínuo o layout é extremamente influenciado pelos condicionantes tecnológicos e sua lógica é determinada pelo processo de fabricação. São layouts rígidos com equipamentos dedicados aos produtos.

Exemplos:

Destilaria Refinaria Suco de Laranja

Plásticos Borrachas Rações

SISTEMAS DE PRODUÇÃO

Repetitivo: Indústrias de processamento repetitivo são aquelas em que o produto é processado em lotes. Os produtos são movimentados, através do processo, em quantidades fixas e cada item segue através do fluxo de forma análoga à todos itens do lote. Quando o lote de um mesmo item, ou itens semelhantes, seguem rigidamente as mesmas seqüências em tempos uniformes entre lotes; o processo assume, para efeito de estudo de layout, as características de um processo contínuo.

Exemplos:

Cerâmicas Comida Congelada

SISTEMAS DE PRODUÇÃO

Processo Intermitente: Uma indústria de processamento intermitente processa um produto ou pequenos lotes de produtos(ou itens) sem regularidade de período ou de tamanho de lote. O processamento depende de encomenda e os produto pode sofrer alterações de especificações, mesmo dentro de um lote. Este tipo de indústria é característico de micro e pequenas empresas que trabalham através de encomenda de clientes. Para o estudo de layout, as empresas de processo de informações ou documentos, as empresas de serviços, são consideradas de processamento intermitente

Exemplos: Peças Mecânicas Automóvel Móveis Computadores

Volume x Variedade Produção para estoque

Produção sob encomenda

Grande

Volume de Produção

Variedade Pequenode peçasGrande

Transfer Line

Sistema Especial

Sistema Flexível de Manufatura

CÉLULA Job

Shop

Processos produtivos e volume x variedade

ARRANJOS CLÁSSICOS DE LAYOUT

Arranjo Posicional: A característica fundamental do layout posicional é a organização dos fatores de produção em torno do produto. Sua concepção remonta ao artesanato. Classicamente está associado às grandes montagens e obras civís de grande porte como a construção de navios, edifícios. Ganha destaque nos tempos atuais na industria automobilística, onde assume a denominação de montagem em docas. São exemplos a montagem de carros na unidade de Udivalla da Volvo e na montagem de motos serras na Suécia (Onderick, 1997). No setor de serviços pode ser exemplificado pelos salões de restaurantes self-service.

ARRANJOS CLÁSSICOS DE LAYOUT

Arranjo por Processo: No arranjo por processo o critério de agrupamento dos equipamentos é estabelecido pela similaridade. A preponderância de tal critério deriva da variedade de itens a serem produzidos bem como da incerteza da demanda. Sua principal característica é a flexibilidade. São exemplos clássicos as ferramentarias. No setor de serviços pode ser exemplificado pelas bibliotecas e cozinhas industrias.

ARRANJOS CLÁSSICOS DE LAYOUT

Arranjo por Produto: No arranjo por produto os fatores de produção são arranjados segundo a sequência das operações para a execução do produto. Pressupõe a uniformidade dos produtos ou serviços oferecidos. Classicamente está associado à industria de processo contínuo e a produção em massa. São exemplos de manufatura a indústria automobilística até a década de 70 e as indústrias de papel.

Uso de tipos mistos de layout

TIPO DE LAYOUT Posicional Funcional ou Processo Por Produto

1) Material difícil ou impossível de ser movimentado; 2) Ferramentas, dispositivos, equipamentos fáceis de serem movimentados; 3) Necessidade de se fixar responsabilidades; 4) Produção pequena e não cooperativa.

1) Muitos tipos ou estilos de produtos, ou produção sob encomenda; 2) Pequeno volume de produção em itens individuais (embora a produção total possa ser grande); 3) Impossibilidade de se fazer estudos adequados de tempos e movimentos; 4) Dificuldade de se encontrar um bom balanceamento entre operações; 5) Muitas inspeções requeridas durante a seqüência de operações; 6) Alta proporção de equipamentos que requeiram instalações especiais ou supervisão muito técnica; 7) Materiais ou produtos grandes ou pesados , o que dificulta um manuseio contínuo; 8) Necessidade freqüente de utilização de mesma máquina ou estação de trabalho para duas ou mais operações;

1) Um ou poucos produtos padronizados; 2) Grande volume de produção de cada item durante considerável período de tempo; 3) Possibilidade de estudos de tempos e movimentos; 4) Possibilidade de se encontrar um bom balanceamento entre operações; 5) Número mínimo de inspeções requeridas durante a seqüência de operações; 6) Mínima proporção de equipamento que requeiram instalações especiais (isolamento das outras áreas de produção, por exemplo), ou supervisão muito técnica; 7) Material e produto que permite manuseio contínuo; 8) Pequena ou nenhuma possibilidade de se utilizar a mesma máquina ou estação de trabalho para mais uma operação. (número mínimo de “set up”

METODOLOGIA

localização de indústria

capital

escolha da faixa de

concorrência

revisão do projeto do produto

estudo e seleção de processo produtivo

decisão de comprar ou

fazer

revisão, estudo, seleção processo

produtivo

dimensiona- mento da fábrica

diversificação

desenvolvimento de organização

plant layout

estudo do edifício

rever capital

idéia de aplicação do capital

projeto de produto

estudo mercado e previsão de vendas

Projeto da empresa

Oportunidade de Aplicação de

Capital Formas de obtenção

de Capital

- Financiamentos - Projeto do Produto Estudo de Mercado

Previsão de Vendas Escolha da faixa de

mercado - Concorrência - Revisão

Projeto do Produto Alternativas

Processo / Tecnologias Comprar ou Fazer - Terceirização -

- Parcerias -

Seleção / Adequação do Processo Produtivo Dimensionamento

Recursos de Produção Escolha do modelo Gestão da Produção Desenvolvimento

Organização do TrabalhoConstrução do LAYOUT

Requisitos da Edificação - Formas construtivas -

Plano Financeiro - Revisão do capital -

EMPRESA

Unidade de negócio

UNIDADE PRODUTIVA

Seqüência de Projeto de Empresa

METODOLOGIA

METODOLOGIA

O Projeto do Centro de Produção

DESENVOLVIMENTO DO LAYOUT CONCEITOS E ESTRATÉGIAS

-Gestão da Produção

-Gestão do Trabalho

-Gestão da Tecnologia

-Estrutura da Demanda

DIMENSIONAMENTOS - FATORES DE PRODUÇÃO

-Volume de Produção

-Processos / Equipamentos

-Materiais -Pessoal

-Serviços Auxiliares -Utilidades

-Serviços de Apoio e Controles

FLUXO DE PRODUÇÃO DOS SETORES

-Sequências -Balanceamento / tempo

-Agrupamentos Funcionais

-Movimentação / Transportes

RELAÇÕES ENTRE SETORES

-Produção -Administração

-Pessoal(apoio) -Auxiliares

-Utilidades

ARRANJOS

-Layout de Blocos -Ligações dos Setores

-Corredores -Fluxos Principais

-Ocupação do Terreno

-Orientações Geográficas

AMBIENTE (dimensionamentos)

-Requisitos das Operações -Segurança do Trabalho

-Agentes Ambientais

UNIDADE PRODUTIVA

-Localização exata dos fatores -Corredores e circulação

-Requisitos do Ambiente

(projeto das condições ambientais)

-Requisitos das Utilidades

-Padronização de cores e Símbolos

DESENVOLVIMENTO DO LAYOUT 1. Volume atual e previsto de componentes

2.Quantidade atual e prevista de equipamentos

3. Quantidade atual e prevista de pessoal

4. Áreas de estoques

5. Áreas dos Centros de produção (templates)

6. Áreas auxiliares de produção

7. Áreas de serviços de pessoal

8. Áreas administrativas e gerais

9.Pré-definição de áreas construídas

10. Princípios de ocupação do terreno

11. Análise de alternativa de projeto de massa

12. Princípios de operação do conjunto

13. Análise de alternativas de diagramas de bloco

14. Avaliação econômico-financeira do block-layout

15. Avaliação técnica do block layout

16. Block layout final

17. Arranjo prévio

18. Layout final

19. Características econômico-financeiras do projeto

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