Projeto integrador II, Projetos de Engenharia de Transportes
karinagandrade
karinagandrade5 de Abril de 2014

Projeto integrador II, Projetos de Engenharia de Transportes

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Este trabalho dos cursos de Engenharia Ambiental e de Petróleo e Gás têm por objetivo principal, identificar e fornecer alternativas sustentáveis que reduzam a emissão de gás CO2 (queima de combustíveis fósseis). Para e...
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CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT

Carlos Rafael Vargens

Juliana Silva de Moraes

Marina dos Santos Patrício

Karina Cristina Gomes de Andrade

Roberta Nogueira dos Santos

ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS PARA A REDUÇÃO DA EMISSÃO DE CO2 POR MEIO DO TRANSPORTE PÚBLICO EM SANTOS

Santos

2013

Carlos Rafael Vargens

Juliana Silva de Moraes

Marina dos Santos Patrício

Karina Cristina Gomes de Andrade

Roberta Nogueira dos Santos

ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS PARA A REDUÇÃO DA EMISSÃO DE CO2 POR MEIO DO TRANSPORTE PÚBLICO EM SANTOS

Trabalho de conclusão da disciplina Projeto Integrador II, apresentado ao Centro universitário Monte Serrat como exigência parcial para a obtenção do título de Bacharel em Engenharia Ambiental.

Orientador: Profª. Thais da Cruz Alves dos Santos

Santos

2013

Vargens, Carlos Rafael, 1982–.

Alternativas sustentáveis para a redução da emissão de CO2 por meio do transporte público em Santos/ Carlos Rafael Vargens... [et al.].- 2013.

25 f.: il.; 30 cm

Orientador: Profª. Thais da Cruz Alves dos Santos Trabalho de conclusão da disciplina Projeto Integrador II, apresentado ao Centro universitário Monte Serrat como exigência parcial para a obtenção do título de Bacharel em Engenharia Ambiental, 2013.

Alternativas sustentáveis para a redução da emissão de CO2 por meio do transporte público em Santos. Santos, Thais da Cruz Alves dos.

Carlos Rafael Vargens

Juliana Silva de Moraes

Marina dos Santos Patrício

Karina Cristina Gomes de Andrade

Roberta Nogueira dos Santos

ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS PARA A REDUÇÃO DA EMISSÃO DE CO2 POR MEIO DO TRANSPORTE PÚBLICO EM SANTOS

Trabalho de conclusão da disciplina Projeto Integrador II,apresentado ao Centro universitário Monte Serrat como exigência parcial para a obtenção do título de Bacharel em Engenharia Ambiental.

Orientador: Profª. Thais da Cruz Alves dos Santos

BANCA EXAMINADORA:

_______________________________________________________________

Nome do examinador:

Titulação:

Instituição:

_______________________________________________________________

Nome do examinador:

Titulação:

Instituição:

Local:Centro Universitário Monte Serrat - UNIMONTE Data da aprovação

RESUMO

Devido ao agravamento de algumas condições ambientais, discussões e preocupações a respeito dos impactos causados pela emissão do gás CO2 na atmosfera é um tema que vêm sendo tratado com mais atenção nos últimos anos, uma vez que está entre os gases lançados por veículos que podem ser considerados como os principais poluentes das áreas urbanas. Sendo assim, a ideia principal deste trabalho é mostrar que o uso do transporte público pode reduzir a emissão de dióxido de carbono na atmosfera. Investir em projetos sustentáveis de transporte coletivo buscando alternativas sustentáveis visa uma mobilidade urbana funcional e busca meios que trazem mudanças no estilo de vida da população.

A partir da década de 50 a 90, a concentração de gases do efeito estufa, principalmente CO2, foi aumentado cerca de 25%. Fato que ocorreu por conta do processo de industrialização e urbanização, onde meios de transporte que utilizam combustíveis fósseis foi aumentado bruscamente. E, além disso, a qualidade do ar foi comprometida gravemente, uma vez que é a emissão de poluentes na atmosfera que acabam por definir as características do ar. Dar atenção e incentivo a projetos com ideias sustentáveis que encorajem as facilidades para pedestres, ciclistas e

utilização do transporte público é fundamental e, por sua vez, fez-se uma revisão bibliográfica através de livros, periódicos e sites específicos.

A otimização do transporte coletivo em termos de redução da emissão do dióxido de carbono, significa melhora na qualidade de vida, por diversos motivos, entre eles a melhoria na qualidade do ar e menos congestionamentos no trânsito.

Após o contato com a prestadora de serviço do transporte público de Santos foi constatado que o transporte público ainda não conta com ônibus híbridos ou com o gás natural veicular. As alternativas, se implementadas, teriam resultados positivos, já que grande parte da população utiliza o transporte coletivo. Também, constatou-se que o combustível utilizado pela cidade é o óleo diesel, que mesmo não sendo um combustível que representa menor risco em relação à poluição, é o mais usado em veículos pesados (ônibus e caminhões).

Palavras-chaves: impactos ambientais, mobilidade urbana, sustentabilidade, poluição, veículos.

ABSTRACT

Due to the aggravation of some environmental conditions, discussions and concerns about the caused impacts by the carbon dioxide release in the atmosphere is a theme that has been treated more carefully in the past years: once that is between the gases released by vehicles that can be considered as the majors pollutants of urban areas. Thus, the main idea of this work is to show that the use of public transportation is one of the best alternatives to reduce the carbon dioxide issuance in the atmosphere. Invest in sustainable collective transportation projects searching alternatives aims a functional urban mobility and ways that bring changes in the population lifestyle.

From de decades of 50 to 90, the concentration of greenhouse gases, mainly CO2, was increased 25%. This event occurred because of the industrialization process, where means of transport that use fossil fuels was bluffly elevated. Besides this, the air quality was seriously harmed, the pollutants issuance in the atmosphere end up defining air characteristics. Giving attention and investments to projects with green ideas that encourages facilities for passersby, cyclists and the use of public transportation is fundamental, a literature review has been made through books, journals and specific sites.

Optimization in the decrease of carbon dioxide issuance by the collective transportation, means improve life quality, for many reasons, among them less traffic jams and better air conditions

After contacting the contractor of Santos public transportation, was established that there isn't hybrid buses or natural vehicular gas. The alternatives, if were implanted, would have positive results, considering the fact that majority of the population use the public transportation. Also was clear that the most used fuel is the diesel oil, even knowing that pollutes more, is the most used in heavy vehicles such as buses and trucks

Keywords: environmental impacts, urban mobility, sustainability, pollution, vehicles.

SUMÁRIO

Introdução7

Desenvolvimento8 1. Poluição atmosférica8 2. Impactos causados pela emissão de CO210

Mobilidade urbana13 3. Histórico do transporte coletivo em Santos13

Propostas para a redução da emissão de CO216 4. Ônibus híbridos16 5. GNV19

Considerações Finais21 Referências bibliográficas23

Capítulo 1. Introdução

Este trabalho dos cursos de Engenharia Ambiental e de Petróleo e Gás têm

por objetivo principal, identificar e fornecer alternativas sustentáveis que reduzam a

emissão de gás CO2 (queima de combustíveis fósseis). Para esta discussão fez-se

necessária uma revisão bibliográfica, através de livros, periódicos e sites específicos.

Assim, estabelece-se um objetivo mais específico que é buscar meios

eficientes e modernos, focando nas mudanças dos padrões de consumo e estilos de

vida. Analisar como promover uma melhor qualidade de vida na cidade de Santos,

tendo, como foco, a questão da mobilidade urbana vinculada ao transporte público

realizado por ônibus.

O interesse por este tema deu-se através dos atuais níveis de impactos ao

meio ambiente causados pelo excesso de dióxido de carbono, que é lançado

diariamente para a atmosfera, principalmente, pelo setor industrial e de transporte.

Sendo estes motivos relevantes para mudanças de paradigmas, valores no setor de

transportes em paralelo ao uso racional do automóvel e o investimento em transporte

coletivo para melhorar a qualidade de vida.

Capítulo 2. Desenvolvimento

2.1. Poluição atmosférica

8

A contaminação do ar pode ocorrer por meio de chaminés das indústrias,

fontes móveis, veículos, obras de construção civil, entre outros. As condições

meteorológicas e a topografia tem grande influência sobre a intensidade desse tipo

de contaminação, porém, é a emissão de poluentes nos seus vários tipos que vão

definir as características do ar.

Os combustíveis fósseis são, resumidamente, energia solar armazenada na

forma de moléculas orgânicas no interior da Terra. Foi a partir da Revolução

Industrial, que o homem passou a fazer uso intenso dessa energia armazenada e, no

processo de queima, passou a devolver o dióxido de carbono à atmosfera a uma

taxa superior à capacidade das plantas e oceanos de absorção.

A preocupação com o meio ambiente está relacionada ao agravamento de algumas condições ambientais, decorrentes do processo de industrialização e urbanização. Alguns indicadores globais que justificam estas preocupações são, por exemplo, o aumento das emissões de dióxido de carbono – CO2 e o aumento da temperatura na Terra. Desde a metade do século XIX até 1990, a concentração de gases do efeito “estufa” (principalmente CO2) aumentou 25 %. Entre 1950 e 1990, o processo foi acelerado, tendo as emissões totais de carbono na Terra aumentado de cerca de 2 bilhões para cerca de 6 bilhões de toneladas. Grande parte do problema está ligada ao uso de meios motorizados de transporte que utilizam combustíveis fósseis e que tendem a aumentar muito nas próximas décadas. (VASCONCELLOS, 2006, p.10).

FIGURA 1- Emissões de CO2 equivalente por fonte – Brasil, 2006 (Em %). Fonte: IPEA, 2013.

O setor de transporte responde por cerca de 20% das emissões globais de CO2, que é um dos principais gases causador do efeito estufa, sem considerar a emissão deoutros gases também nocivos ao meio ambiente. No Brasil, segundo informações do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o setor de transporte responde por cerca de 9% das emissões totais de CO2, sendo que as queimadas respondem por mais de 70% delas (CNT, 2009).

9

Considerando apenas o transporte rodoviário no Brasil, os sistemas de

ônibus, que respondem por mais de 60% dos deslocamentos urbanos e mais de

95% dos deslocamentos intermunicipais, são responsáveis por apenas 7% das

emissões totais de CO2. Os automóveis e comerciais leves, com menos de 30% de

participação nototal de viagens realizadas, contribuem com metade das emissões

desse poluente. Esses dados mostram que o sucesso das políticas ambientais

voltadas para o transporte tem que passar necessariamente por medidas que

fomentem a substituição do transporte individual pelo coletivo.

“A concentração de gás carbônico no ar passou, nestes últimos 100 anos, de

0,029% para quase 0,040% da composição atmosférica, o que corresponde a um

aumento da ordem de 38%”. (AMABIS e MARTHO, 2004)

FIGURA 2- Emissões de CO2 equivalente no transporte – Brasil, 2006 (Em %). Fonte: IPEA, 2013.

Os poluentes locais afetam especialmente as áreas de abrangência da

operação do transporte. O transporte motorizado, com base na queima de

combustíveis fósseis, é responsável pela emissão de vários poluentes nocivos à

saúde e que degradam o ambiente urbano, com destaque para o monóxido de

carbono (CO), os hidrocarbonetos (HC), os materiais particulados, os óxidos de

nitrogênio (NOx) e os óxidos de enxofre (SOx). A tabela 1 descreve os efeitos

nocivos da alta concentração destes poluentes.

Tabela 1- Efeitos nocivos dos principais poluentes veiculares locais.

Poluente Impacto

CO

Atua no sangue reduzindo sua oxigenação, podendo causar morte após determinado período de exposição.

NOx

Formação de dióxido de nitrogênio e na formação do smog fotoquímico e chuva ácida. É um precursor do ozônio.

HC

Combustíveis não queimados ou parcialmente queimados, formam o smog e compostos cancerígenos. É um precursor do ozônio.

MP

Pode penetrar nas defesas do organismo, atingir os alvéolos pulmonares e causar irritações, asma, bronquite e câncer de pulmão. Sujeira e

10

degradação de imóveis próximos aos corredores de transporte.

SOx

Precursor do ozônio, formando a chuva ácida e degradando vegetação e imóveis, além de provocar uma série de problemas de saúde.

Fonte: IPEA, 2013.

Segundo estudos do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) (SALDIVA et al., 2007), cerca de 3 mil mortes por ano na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) estão relacionadas à poluição do ar, representando um custo anual de cerca de R$ 1,5 bilhão para a cidade, somando com o tratamento das cerca de 200 doenças associadas. Este número de mortes em São Paulo é um indício que no Brasil o problema é bastante sério, apesar de não existirem estatísticas focalizadas no problema e, consequentemente, falta conscientização geral por parte da população como ocorre, por exemplo, no caso de aproximadamente 35 mil mortes por acidentes de trânsito no país. (CARVALHO, 2011).

2.2. Impactos causados pela emissão de CO2

As políticas ambientais são de suma importância para alocar os devidos

meios de controle para um desenvolvimento sustentável. Necessitamos de uma

perspectiva multidimensional, que envolva economia, ecologia e política ao mesmo

tempo. Isso, no fundo, é o ponto de partida da teoria do desenvolvimento

sustentável. A palavra “sustentabilidade” tem a pretensão de considerar

simultaneamente os impactos das atividades humanas numa perspectiva ambiental,

de coesão social e de desenvolvimento econômico, tanto para atual como para as

gerações futuras.

Sustentabilidade, em transporte, é o preenchimento das necessidades de mobilidade levando em conta o impacto causado ao meio ambiente e à manutenção da qualidade de vida dos seres humanos ao redor dos corredores utilizados para tal. Hoje em dia, as grandes cidades enfrentam graves problemas de trânsito como congestionamentos e emissão de gases nocivos à atmosfera por uma quantidade abusiva de automóveis nas ruas (PORTAL DA SUSTENTABILIDADE, 2009).

A avaliação de impactos é cada vez mais necessária em todos os campos de

intervenções políticas para decidir sobre a utilização ótima dos recursos limitados de

que se dispõe, a fim de intensificar a competitividade econômica, melhorar o

ambiente e aumentar a coesão social das cidades. Neste sentido, a mobilidade

sustentável é uma questão-chave.

11

“Assim, os métodos e práticas para a atingi-la devem ser delineados,

experimentados e divulgados para abrir caminho a melhorias na qualidade dos

transportes e da vida urbana” (TRANSPLUS 2002).

De acordo com Chichilnisky e HEAL (1998, apud PROSPECT, 2001), existem

duas definições características da sustentabilidade. A primeira inclui nos seus

objetivos tanto o bem-estar da sociedade atual quanto da sociedade num futuro

distante. A segunda definição é aquela que implica na conservação dos recursos

naturais. Em ambos os casos, pode-se dizer que existe uma preocupação com os

impactos dos planos e das políticas atuais, onde se incluem o transporte e o uso do

solo urbano.

A European Environmental Agency- EEA (1995) observa, dentro do aspecto

ecológico da sustentabilidade, que as necessidades dos habitantes das cidades

devem ser providas sem impor demandas insustentáveis a nível local, tanto quanto

ao sistema ecológico global. Isto porque a área total necessária para sustentar uma

moderna cidade é muito maior que a cidade em si, logo, o impacto causado pelo

funcionamento da mesma vai além dos seus limites.

No aspecto específico da tecnologia existe a preocupação quanto ao tipo de

combustível a ser utilizado no transporte público. O óleo diesel é o principal

combustível utilizado em veículos pesados (ônibus e caminhões), sendo que,

basicamente o transporte de carga é feito em grandes caminhões e de passageiros,

em ônibus. Dessa forma, o óleo diesel desempenha um papel importante no setor de

transportes de bens e materiais, sendo um elemento fundamental na economia.

Porém, é um combustível bastante poluente; os principais poluentes emitidos pelos

motores a diesel são os materiais particulados e os óxidos de nitrogênio.

O uso de energias mais limpa como o gás e hidrogênio e a própria energia

elétrica visando à melhoria da qualidade do ar. É importante observar que a

produção destas energias alternativas deve estar de acordo com o desenvolvimento

sustentado, ou seja, dentro de um limite dos recursos dispensados e sua cadeia de

produção.

Todas as espécies utilizam o meio ambiente causando impactos em diferentes

escalas, porém o homem e a tecnologia causam impactos sem precedentes,

esgotando recursos naturais, e até mesmo produzindo novos tipos de resíduos que

se acumulam e acabam tendo papel destrutivo no ambiente.

12

O efeito estufa é um fenômeno natural decorrente da absolvição da radiação

solar pela superfície terrestre, que é reirradiada na forma de calor (radiação

infravermelha) para a atmosfera mantendo Terra aquecida. O gás carbônico cujas

moléculas absorvem calor é um dos gases atmosféricos que possibilitam a

existência do efeito estufa.

Relacionado aos veículos transportes que emitem gás carbônico em excesso,

deduz-se que a elevação de temperatura pode ser agravada por conta da

interferência humana. Segundo a ONU, há registros de desertos se expandindo e

regiões polares onde parte do gelo está derretendo.

A poluição e o aquecimento global são apenas algumas das ameaças que a

Terra está enfrentando, o crescimento populacional e o desenvolvimento tecnológico

e industrial têm uma grande parcela nessas transformações que estão acontecendo.

13

Capítulo 3. Mobilidade urbana

As cidades se originaram a partir do momento em que puderam tirar

vantagens competitivas da economia de escala que produzem, e à qual estão

submetidas; ou seja, ao permitirem centralização e maior proximidade entre os

diversos setores produtivos, e às decorrentes inter-relações estabelecidas. Elas

dependem, entretanto, das facilidades de acesso e conexão que cercam os mais

diversos segmentos econômicos, o que vem ressaltar a importância, tanto escalar

quanto numérica, da mobilidade intra-urbana (circulação), que se transforma, assim,

em requisito essencial para as vantagens oferecidas pela aglomeração urbana,

principalmente em relação às distâncias a serem vencidas.

A mobilidade é quase universalmente reconhecida como um dos mais importantes pré-requisitos para um melhor padrão de vida. Uma melhor mobilidade pessoal aumenta o acesso a serviços essenciais e também àqueles serviços que tornam a vida mais agradável, expandindo as escolhas sobre onde queremos viver e o estilo de vida que queremos ter (WBCSD, 2004).

A mobilidade urbana é o resultado da interação dos deslocamentos de pessoas e bens nas cidades. Isso significa que esse o conceito vai além do deslocamento de veículos ou do conjunto de serviços implantados para esses deslocamentos (MINISTÉRIO DAS CIDADES, 2005).

Devido à escassez do espaço, a constrição da capacidade de mobilidade

tentou ser superada, sobretudo, pelas escalas temporais de locomoção.

Com o grande crescimento das cidades, a circulação passou a ser exigida em escalas cada vez maiores. Hoje, as cidades se inserem em meio às mais diversificadas redes urbanas, econômicas e transacionais, da escala local à global; em decorrência, a circulação e a mobilidade passam a ser exigidas ao máximo. Esta exigência não se insere apenas no contexto competitivo da distância (como inicialmente a cidade ofertou), mas também em relação ao tempo destas ligações (SANTOS,1997).

Os transportes são meios necessários para diversas atividades humanas que

vão desde lazer até ações relacionadas ao trabalho, porém o uso deles não traz

apenas benefícios, principalmente ao meio ambiente. A emissão de CO2 na

atmosfera através desses automóveis é um aspecto necessita ser constantemente

avaliado devido aos impactos ambientais gerados por tal atividade.

3.1. Histórico do transporte coletivo em Santos

14

Os meios de transporte coletivo, em Santos, modificaram-se por conta da

rapidez e dinamismo que a Revolução Industrial exigia, portanto, os veículos que

eram puxados por animais como as gondolas movidas a boi e os bondes puxados

por burro não estavam mais atendendo às expectativas. Após experimentações e

aperfeiçoamento de novos veículos, que estavam sendo testados

internacionalmente, o bonde foi o eleito pela população de Santos. Este meio de

transporte teve grande importância socioeconômica, além de seu aspecto histórico,

pois foi através das linhas surgiram muitas avenidas conhecidas até hoje.

Segundo SANTOS, (1987) A rede aérea de trólebus foi inaugurada em 12 de

agosto de 1963, com 17 veículos, 70 adquiridos em 1968. Porém por uma

paralisação das linhas como tentativa de aumentar a tarifa, a prefeita vigente na

época interveio e cancelou o serviço. Nas primeiras horas do dia 28 de fevereiro de

1971, ocorreu a última viagem dos bondes elétricos de Santos, que era a linha 42 e

tinha o prefixo nº 258. Terminava assim aquele tradicional e eficiente meio de

transporte coletivo, que já vinha servindo a cidade no decurso de um século e foi

considerado então obsoleto para a época, foi o progresso urbano quem veio

determinar a extinção dos bondes. Ocorreram protestos por parte dos usuários, mas

o serviço foi superado em matéria de transporte urbano, e assim sendo, os bondes

que já haviam sido substituídos pelos ônibus, cederam também lugares para os

veículos motorizados que, supostamente iriam resolver o problema de transporte da

cidade.

Como serviço público, deve existir um balanço entre lucratividade financeira e responsabilidade social, deixada de lado por empresários que se expandem e que já fundam até empresas de aviação, fenômenos de enriquecimento à custa da saúde e da vida de milhões, exigindo uma normatização federal do sistema, dado sua importância no dia a dia dos brasileiros. (MATOS, 2008).

“No Brasil, os transportes ocupam a segunda posição em termos de consumo

energético, sendo superado apenas pelo setor industrial. O transporte rodoviário

participa com 90,2% de toda a energia consumida por todo o setor” (MME, 2002).

O transporte público coletivo urbano contribui para a democratização da

mobilidade, pois muitas vezes é a única forma de locomoção para grande parte da

população. Constitui uma alternativa de amenizar o uso do automóvel, para reduzir

os impactos negativos do uso massivo do transporte individual: congestionamentos,

poluição, consumo desordenado de energia, desumanização do espaço urbano e

perda de eficiência econômica das cidades. Além de diminuir a necessidade de

15

investimentos em ampliação do sistema viário, estacionamentos ou sistemas de

controle do tráfego, permitindo maiores aportes de recursos em setores de maior

importância social: saúde, habitação, educação, entre outros.

Para os fins do campo de ação da Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana do Brasil, a mobilidade é um atributo associado à cidade, corresponde à facilidade de deslocamentos de pessoas e bens na área urbana. Face à mobilidade, os indivíduos podem ser pedestres, ciclistas, usuários de transporte coletivo ou motoristas; podem utilizar-se do seu esforço direto (deslocamento a pé) ou recorrer aos meios de transporte não motorizados (bicicletas, carroças, cavalos) e motorizados (coletivos e individuais) (SILVA, 2006).

No que confere à poluição atmosférica, a emissão de poluentes depende

muito do tipo e da qualidade do combustível utilizado e da eficiência dos dispositivos

veiculares antipoluentes.

16

4. Propostas para a redução da emissão de CO2

Com o crescimento populacional e com a grande demanda pela mobilidade

pública, o planeta e principalmente a camada de ozônio são os que mais sofrem com

a poluição causada pelos meios de transporte em geral que emitem grande

quantidade de CO2 na atmosfera. As alternativas para reduzir essa emissão são

buscadas incansavelmente por fabricantes de ônibus e carros.

4.1. Ônibus híbridos

Os ônibus híbridos são exemplos concretos para começar a redução de CO2

na atmosfera. Eles poluem até 90% menos que os ônibus comuns segundo a Volvo.

Isso acontece porque utilizam dois motores em sua composição, um a diesel e um

elétrico. A partida é feita pelo motor a diesel, mas depois, para se movimentar o

ônibus passa a usar o motor elétrico, reduzindo assim a poluição. Seu maior ponto

fraco é o preço que chega a ser 40% maior que o preço de um ônibus comum.

Para minimizar os gastos com a fabricação dos híbridos a GE (General

Electric - Empresa multinacional de serviços e de tecnologia) está montando um

sistema de gestão de energia que irá reduzir em até 50% os custos de operação e

com isso tornar esses veículos populares e de fácil acesso.

Esse novo sistema consiste em formar células de combustíveis menores que

as atuais, combinando a bateria da GE, Durathon, com uma bateria de lítio. Assim os

ônibus híbridos iriam consumir menos energia, reduzindo a poluição e o custo.

A Prefeitura de Santos, em parceria com a CET (Companhia de Engenharia

de Tráfego) e EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), iniciou em

Janeiro de 2010 um programa chamado ConscientizAR, que busca a redução de

poluentes no ar, feita pelos ônibus que circulam pela cidade. No primeiro dia de

trabalho foram vistoriados 16 ônibus, utilizando-se o opacímetro - aparelho que

mede o material particulado, ou seja, a fumaça preta emitida pelos escapamentos,

quando estes estão desregulados e concluiu-se que os mesmos encontravam-se

dentro dos níveis permitidos pelos órgãos fiscalizadores.

No dia 25 de novembro de 2012 foi realizado um teste com um veículo hibrido

em Santos. Isto foi possível através da parceria entre a Eletra e a Mercedes-Benz, e

se chama HíbridoBR. Esteve disponível para visitação no Bolsão do Emissário

17

Submarino, depois foi feito um passeio pela orla da praia, passando pelo Aquário,

Ilha Porchat, e retornando ao Emissário.

O HíbridoBR tem tecnologia designada “série”, em que o motor elétrico traciona o veículo e a energia para este motor vem de duas fontes distintas: um grupo motor-gerador e um banco de baterias. O modelo combina o grupo motor-gerador Mercedes OM 924 LA de 4 cilindros movido a diesel ou a diesel de cana, padrão Euro5, com o motor elétrico, equipado por um conjunto de baterias. Tem gerador trifásico WEG e baterias Moura. (ELETRA, 2012).

A Mercedes-Benz, que planeja oferecer a partir do primeiro semestre de 2013

um modelo com motorização desenvolvida em parceria com a empresa brasileira

Eletra, especializada em tecnologias de tração elétrica. A companhia já comercializa

coletivos híbridos na Europa, mas decidiu desenvolver uma tecnologia específica

para as características do mercado brasileiro.

Curt Axthelm, gerente sênior de Marketing de Produto – Ônibus Sistemas de

Transporte – BRT da Mercedes-Benz, explica que o HíbridoBR, como foi batizado o

novo modelo, usa o motor diesel para carregar uma bateria de chumbo ácido que

alimenta o motor elétrico responsável pela movimentação do veículo. O projeto

pretende aplicar a tecnologia em chassis com capacidade para transportar 77

passageiros. O motor a diesel fica isolado acusticamente na parte de trás,

diminuindo também o ruído gerado pelo mecanismo.

A empresa já tem 60 unidades circulando na capital paranaense e negocia

com outras cidades para 2013, quando inicia a produção em série. O chassi da

multinacional sueca conta com bateria de lítio e usa um sistema chamado de híbrido

em paralelo. O motor elétrico, carregado pelo reaproveitamento da energia gerada

nas frenagens, é utilizado para arrancar o ônibus e acelerá-lo até 20 km/h. A partir

daí, entra em funcionamento o motor a diesel, que fica desligado enquanto o veículo

está parado em um semáforo ou ponto de ônibus. O gerente de ônibus urbanos da

Volvo Bus Latin America garante que a tecnologia possibilita uma economia de 35%

no uso de combustível e redução do ruído. “O caminho para a eletro mobilidade é

irreversível” (Castro, E.).

18

Fonte: (NEGÓCIOS EM TRANSPORTE, 2013).

A empresa também trabalha no desenvolvimento de ônibus com sistema

totalmente elétrico, que pode ser apresentado até 2016. Outro projeto prevê o

desenvolvimento de motores para caminhões, que devem ser voltados para serviços

de entregas urbanas e não para longas distâncias. Os caminhões também estão no

alvo da Eletra, que pretende apresentar um modelo, desenvolvido em conjunto com

uma montadora não revelada, no segundo semestre de 2013. Outra montadora que

também coloca o Brasil na rota os ônibus híbridos é a MAN, que já vende modelos

desse tipo na Europa e planeja testes da tecnologia no País, com o uso de motor

elétrico carregado pela recuperação da energia das frenagens.

De acordo com a SPTrans, (2013) são 192 trólebus e 48 elétricos híbridos em

operação, num total de cerca de 15 mil veículos para o sistema municipal. No Litoral

Paulista, operam apenas seis trólebus de 1988 pela Viação Piracicabana, em uma

linha. As estimativas para os 500 veículos incluem inicialmente as mesmas cidades,

com ampliação principalmente dos elétricos híbridos na Capital Paulista e no

corredor ABD. Santos não tem previsão de ampliar a quantidade de elétricos. Com

tecnologia nacional, um ônibus elétrico híbrido custa cerca de R$ 500 mil, valor

superior aos R$ 350 mil de um convencional a diesel. Mas este valor foi maior e hoje

um elétrico híbrido custaria cerca de R$ 1 milhão se fosse produzido da mesma

forma que há pouco mais de uma década, quando boa parte dos componentes era

importada.

19

4.2. GNV

Outro método viável para redução de CO2 é o GNV, mais conhecido como

Gás Natural Veicular. O Gás Natural é encontrado no subsolo terrestre ou marítimo

e é formado basicamente por hidrocarbonetos leves (composto químico formado por

átomos de carbono e hidrogênio), principalmente metano e etano formando-se a

partir da decomposição de materiais orgânicos que são acumulados em rochas

durante milhares de anos. No inicio da década de 80 é introduzido no Brasil o uso do

gás natural veicular (GNV) visando à substituição do óleo diesel em veículos

pesados devido à crise do petróleo.

O gás natural veicular surge como um método mais eficaz para reduzir a

dependência do petróleo, além de agredir menos o meio ambiente. A utilização do

GNV no ambiente urbano se comparado com os combustíveis tradicionais, pode

reduzir as emissões de monóxido de carbono (CO) em 76%, de oxido de nitrogênio

(NOx) em 84% e de hidrocarbonetos pesados em 88%, praticamente eliminando as

emissões de benzeno e formaldeídos cancerígenos.

A combustão do gás natural veicular não produz óxido de enxofre, com isso,

há o aumento da vida útil do escapamento e o aumento do intervalo de troca de óleo

o que gera a economia nos custos de manutenção do veículo.

Outros benefícios gerados pela combustão do Gás Natural Veicular, é que não

produz Óxido de Chumbo (PbO2) e pouco Óxido de Ozônio resultando na n ão

formação de fumaça preta e odores. Ressaltando o fato da redução significativa de

vibrações, consequentemente, a redução da intensidade sonora dos motores, sendo,

4 vezes menor que os sons emitidos por motores á Diesel contribuindo para melhor

qualidade de vida.

O Brasil já conta com um montante de aproximadamente 1,7 milhão de

veículos, segundo o IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis,

2013). Sendo aproximadamente 35.000 veículos no Estado de São Paulo, em sua

maioria táxis, veículos de transporte alternativo, frotas de empresas e particulares

para permitir o uso do GNV. Os carros convertidos para o GNV se tornam

bicombustíveis, permitindo ao motorista escolher a melhor opção na hora do

abastecimento. O GNV segue em ascensão no País visto que a utilização dele para

veículos de transporte coletivo de passageiros deverá ser viabilizada, principalmente

20

para veículos de pequeno e médio porte. No entanto, ainda há resistência no Brasil

à conversão dos veículos pesados (veículos com peso bruto superior a 3500 kg ou

com lotação superior a 9 lugares e veículos que se destinam ao transporte de carga)

devido à falta de leis de incentivo.

O GNV proporciona uma vantagem econômica muito significativa em relação

a outros combustíveis, pois seu custo de comercialização é menor. Na tabela abaixo

segue um comparativo das vantagens econômicas no uso de GNV.

Tabela – 2 Custo e consumo do GNV (comparativo)

Consumo Custo Gasto/dia Custo/km Gasto em 25 dias

GNV 18 m³ R$ 1,44/m³ R$ 25,92 R$ 0,08 R$ 648,50 Alcool 31 l R$ 2,05/l R$ 63,55 R$ 0,14 R$ 1.588,75 Gasolina 28 l R$ 2,89/l R$ 80,92 R$ 0,23 R$2.023,00

Fonte: Modificado de (GASNET, 2013).

Segundo A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e

Biocombustíveis) no de 2012 as reservas brasileiras passíveis de exploração

somaram um montante de 459,187 milhões de m³. Quase o dobro do verificado há

10 anos.

O ônibus GNV custa em média 15% a mais que o ônibus a Diesel. Porém com

uma frota com mais de 22 ônibus, acredita-se numa economia de R$13,00/KM,

variando com os valores do GNV no mercado.

A inclusão do ônibus GNV na empresa prestadora do serviço coletivo terá

como consequência algumas modificações indispensáveis para o abastecimento e

manutenção dos mesmos. Nas garagens cobertas onde os ônibus GNV são

estacionados quando não estão em atividade, devem ter uma ventilação adaptada e

sensores de gás situados nas partes mais altas. Para assegurar o abastecimento em

combustível é preciso instalar uma estação de compressão de gás no local.

Capítulo 5. Considerações finais

21

O acréscimo de novos veículos, ainda que alguns sejam modelos mais

eficientes em termos de consumo de combustível, aumenta o volume total das

emissões. O comportamento do proprietário do veículo pode exercer grande

influência nos níveis de emissão, como, por exemplo, a distância percorrida pelo

veículo durante a sua vida-útil (que é correlacionada, aproximadamente, com a idade

do veículo), o tipo e a frequência de manutenção. O tipo de automóvel utilizado e

outras características tecnológicas, como a presença de catalisadores e suas

condições de manutenção, vão também afetar a qualidade e quantidade dos

poluentes emitidos ao longo da vida útil.

Levando em consideração a aplicabilidade dos ônibus híbridos e o gás natural

veicular como soluções apresentadas para a diminuição da emissão do gás

carbônico, evidencia-se um conflito entre responsabilidade social, sustentabilidade e

consumo excessivo, característico do capitalismo.

Não se observa no transporte coletivo da cidade de Santos, uma gestão

baseada na metodologia descrita neste trabalho. Segundo dados da EMTU

(Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), os ônibus de Santos, estão dentro

dos padrões permitidos, mas poderiam modernizar indo além e superando os

padrões.

O uso dos ônibus híbridos, que foi uma das alternativas, por liberarem pouca

quantidade de CO2, comparados aos ônibus convencionais, seria uma grande

aquisição, porém, o valor dos ônibus híbridos é muito mais alto do que o valor dos

ônibus normais. Eles utilizam 2 (dois) motores, um a diesel e outro elétrico causando

o aumento no valor de fabricação. Pensando nisso a GE (General Electric -

Empresa multinacional de serviços e de tecnologia) vem realizando várias pesquisas

para reduzir em até 50% o custo e tornar esses veículos populares e acessíveis.

A utilização do gás GNV nos veículos possui vantagem econômica

operacional com relação a outros combustíveis e polui menos, por ser formado por

hidrocarbonetos leves. O problema é que sua aceitação ainda é pequena, já que

faltam incentivos do governo na região e em muitas outras do país, pois seu preço

de instalação é maior.

O transporte público é o cartão de visita de qualquer administração. Os ônibus

com tecnologia híbrida agregam enorme prestígio ao poder público que os apoia,

pois proporcionam conforto ao passageiro, melhor condição de trabalho para o

condutor, redução de ruído e de poluição.

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Esses métodos seriam divisores de águas se implementados na Baixada

Santista, já que a maioria da população utiliza os meios de transporte coletivos para

trabalhar e estudar. Não pode ser esquecido também, que a Baixada Santista é um

dos principais locais de lazer de muitos turistas, que lotam as cidades em época de

temporada ou feriados, causando maior fluxo nos meios de transporte.

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