Satélite Geostacionário - Apostilas - Geografia, Notas de estudo de . Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
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Osvaldo_864 de Março de 2013

Satélite Geostacionário - Apostilas - Geografia, Notas de estudo de . Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

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Apostilas de geografia sobre o satélite geostacionário, definição, movimento dos satélites geostacionários, condições de lançamento de um satélite, condições para que um satélite seja geostacionário.
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O que é um satélite geostacionário?

Os satélites geostacionários são satélites que se encontram parados relativamente a um ponto fixo sobre a Terra, geralmente sobre a linha do equador. Como se encontram sempre sobre o mesmo ponto da Terra, os satélites geostacionários são utilizados como satélites de comunicações e de observação de regiões específicas da Terra. Note-se que um satélite que não é geostacionário nunca está sobre a mesma zona da Terra e por isso não pode ser utilizado para observar em permanência a mesma região.

Um ponto qualquer sobre a superfície da Terra move-se continuamente em torno do eixo da Terra com uma frequência de uma volta por dia. Isto significa que um satélite geostacionário tem que acompanhar o movimento da Terra, ou seja, ter um período de 24horas e mover-se com a mesma velocidade angular que a Terra. Os satélites artificiais existentes descrevem as mais diversas órbitas. Grande parte (a maioria) dos satélites não são geostacionários e descrevem várias órbitas por dia.

Como é que é possível colocar satélites em órbita com velocidades orbitais distintas?

A resposta está na altitude a que os satélites são colocados e na velocidade inicial que lhes é imprimida. Quanto mais alta for a órbita de um satélite menor é a sua velocidade angular. A altitude para se colocar o satélite é de 35.786 km, onde a força centrífuga e a força centrípeta do planeta se anulam. [1]

Movimento dos satélites geostacionários

Um satélite geostacionário descreve, com velocidade de módulo constante, uma órbita em que se mantém constante à distância ao centro da Terra (trajectória circular).

Como o módulo da velocidade é constante, a variação da energia cinética do satélite não muda.

Os satélites em órbita são actuados por forças gravitacionais, estes estão em queda livre, mas não caiem para a terra porque a sua velocidade de lançamento foi suficientemente grande para “escapar” à força gravítica à superfície da Terra e atingirem a altitude desejada. A velocidade orbital e a velocidade de “escape” são-lhe comunicadas através de foguetões.

O movimento do satélite é circular e acompanha a curvatura da Terra, mantendo-se sempre à mesma altitude.

A única força que actua no satélite é a força gravitacional, a direcção da força é perpendicular à direcção da velocidade e provoca constantemente, a mudança de direcção da velocidade do satélite, embora não se altere o seu valor.[2]

Pelo Teorema da energia cinética (WFr = DEc), concluímos que a Fg não realiza trabalho sobre o satélite,

a Fg ^ v é portanto Fg ^ r então WFg = 0J

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Condições de lançamento de um satélite

Para que um satélite seja colocado em órbita é necessário lançá-lo conjuntamente com um foguetão, a partir de uma posição conveniente situada à superfície da Terra. No lançamento de um satélite provoca-se a conversão de energia química em energia potencial gravítica e em energia cinética. O foguetão utilizado no lançamento deve abandonar o satélite no espaço com energia suficiente de modo a que este possa descrever uma trajectória circular com centro no centro da Terra, isto é, tal que a força gravitacional tenha uma direcção que, em cada instante, seja perpendicular à da velocidade.[3]

Condições para que um satélite seja geostacionário

Os satélites são ditos geostacionários quando estes são colocados numa órbita circular em torno da Terra tal que a sua velocidade angular seja a mesma da terra, ou seja, para um observador na terra o satélite comporta-se como se estivesse estacionário num determinado local no céu.

ANEXOS

[1]

[2]

[3]

http://www.notapositiva.com/pt/trbestbs/fisica/11_satelites_geoestacionarios.htm

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A LUA E AS MARÉS

Na verdade, a Lua não produz esse efeito sozinha. Os movimentos de subida e descida do nível do mar - as chamadas marés - também sofrem influência do Sol, dependendo da intensidade da força de atração dele e da Lua sobre o nosso planeta. Assim como a Terra atrai a Lua, fazendo-a girar ao seu redor, a Lua também atrai a Terra, só que de um jeito mais sutil. O puxão gravitacional de nosso satélite tem pouco efeito sobre os continentes, que são sólidos, mas afeta consideravelmente a superfície dos oceanos devido à fluidez, com grande liberdade de movimento, da água. A cada dia, a influência lunar provoca correntes marítimas que geram duas marés altas (quando o oceano está de frente para a Lua e em oposição a ela) e duas baixas (nos intervalos entre as altas). O Sol, mesmo estando 390 vezes mais distante da Terra que a Lua, também influi no comportamento das marés - embora a atração solar corresponda a apenas 46% da lunar.

Resumo da história: dependendo da posição dos dois astros em relação ao nosso planeta, as marés têm comportamentos diferentes. É aí que entram as fases lunares. Quando a Terra, a Lua e o Sol estão alinhados - ou, como dizem os astrônomos, em oposição ou conjunção -, a atração

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gravitacional dos dois últimos se soma, ampliando seu efeito na massa marítima. Por outro lado, quando as forças de atração da Lua e do Sol se opõem, quase não há diferença entre maré alta e baixa. Mas esse jogo de forças não é igual em toda parte, porque o contorno da costa e as dimensões do fundo do mar também alteram a dimensão das marés. "Em certas regiões abertas, a água se espalha por uma grande área e sobe só alguns centímetros nas marés máximas. Em outras, como um braço de mar estreito, o nível pode se elevar vários metros", diz o oceanógrafo Joseph Harari, da Universidade de São Paulo (USP).

Quando o nosso satélite e o Sol se alinham, o mar sobe mais

LUA NOVA

Quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham, a atração gravitacional exercida pelos dois astros sobre os oceanos se soma, gerando correntes marítimas que causam uma elevação máxima do nível do mar na direção dessa linha. É época das maiores marés altas, chamadas de marés de sizígia ou máximas

LUA MINGUANTE

Nessa fase lunar, diminui a influência do Sol e da Lua nas marés oceânicas. Na noite em que metade da Lua está visível, a atração atinge seu menor valor. Em Santos, no litoral paulista, por exemplo,a diferença entre a maré alta e a baixa não ultrapassa os 5 centímetros

LUA CHEIA

Cerca de duas semanas depois da Lua Nova, nosso satélite viaja de novo para uma posição em que se alinha com o Sol e a Terra. Essa combinação traz uma nova leva de marés máximas. Nas praias de Santos, o nível do mar pode subir em torno de 1 metro nesse período.

LUA CRESCENTE

Agora, a Lua e o Sol formam um ângulo reto de 90º. Nessa situação, a gravitação lunar se opõe à solar - elas só não se anulam porque a Lua, mais perto da Terra, exerce maior poder de atração. Mesmo assim, as diferenças de nível entre as marés alta e baixa são muito menores e recebem o nome de marés de quadratura ou mínimas

http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-as-fases-da-lua-influenciam-as-mares

A RELAÇÃO ENTRE OS DEUSES E OS PLANETAS

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O homem não é um cidadão do planeta Terra apenas, mas também do sistema solar, portanto obedece às leis da Terra e do Sol. A astrologia traduz essa relação existente entre os membros do sistema solar e nossa vida na Terra, o centro da perspectiva do nosso horóscopo. A palavra planeta vem do grego "planetes" que significa "andarilho". Os planetas são portanto os andarilhos do céu que se movem e interagem pelos signos do zodíaco. A partir de suas posições no espaço celeste consideradas em relação à Terra, pode-se, por interpretação simbólica, compreender a natureza do homem. Os planetas representam assim as funções psicológicas da personalidade humana.

Em astrologia consideramos planetas os dez maiores corpos que compõe o sistema solar e aparentemente orbitam a Terra. Nessa astrologia geocêntrica mesmo sol e lua, uma estrela e um satélite, são comumente chamados de planetas.

No mapa natal Sol e Lua são os luminares e simbolizam as fontes da vida. Mercúrio, Vênus e Marte são os planetas pessoais e trazem nossas características individuais. Júpiter e Saturno são os planetas impessoais, responsáveis pelas nossas características sociais, ou seja, nosso papel em nosso grupo social . E finalmente Urano, Netuno e Plutão os transpessoais determinam as características de toda uma geração.

Sol

Vitalidade - Personalidade

Rege o signo de Leão

Ciclo: 365 dias

O Sol é, no centro do nosso sistema solar, um doador de vida, traz ordem ao caos, representa o centro da consciência, a nossa existência única em relação ao mundo. É o princípio da paternidade, integridade e autoridade. Mostra nosso potencial de crescimento, criatividade, vontade e decisão. É a necessidade inerente do indivíduo de atingir um centro de referência do valor pessoal e de se sentir apto a exercer controle sobre o meio. É portanto, a capacidade de controlar e integrar todos os outros elementos do mapa astral, ou seja, da personalidade como um todo.

Lua

Instinto - Reação - Emoção

Rege o signo de Câncer

Ciclo: cerca de 28 dias

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A Lua como satélite da Terra, reflete a luz do sol, e as suas mudanças de fases ocorrem num ciclo regular correspondente ao ciclo menstrual da mulher, ligando-a assim ao conceito do feminino. Representa o princípio da maternidade, a necessidade de fecundar, gerar, nutrir e proteger. É a expressão da natureza feminina, receptiva, sensível e do emocional sujeito às mudanças de humores. Representa também, a partir de sua função receptiva, a memória, com sua capacidade de armazenar as impressões e estímulos do meio ambiente, bem como as imagens e os significados dos fatos passados. Nesse sentido, a Lua mostra nossas respostas emocionais, como reagimos inconscientemente por nossos padrões de hábitos antigos.

Mercúrio

Comunicação física e mental

Rege os signos de Gêmeos e Virgem

Ciclo: cerca de 88 dias

Na mitologia Mercúrio é o mensageiro dos deuses. No sistema solar ele se situa entre o Sol e todos os outros planetas, é portanto, simbolicamente, o elo que liga o nosso Eu consciente tanto ao mundo interno como externo. Representa a necessidade do homem de estabelecer comunicação com o meio ambiente, para aprender, se adaptar, trocar e desenvolver sociabilidade. É a nossa capacidade de perceber, fazer associações mentais e classificar o conhecimento. Sendo assim o signo onde Mercúrio se posiciona no mapa astral mostra como nós nos comunicamos, pensamos e também a nossa capacidade de aprender com as experiências.

Vênus

Harmonia - Valores - Prazer

Rege os signos de Touro e Libra

Ciclo: cerca de 224 dias

Curiosamente, em Vênus, um dia dura mais que um ano. Na mitologia Vênus é a deusa da beleza e do amor. Vista no céu é muito brilhante e atraente. O amor é essa poderosa energia de atração que se expressa na necessidade de união. À medida que aprendemos com as experiências, criamos os nossos valores pessoais a partir de escolhas que possam nos satisfazer plenamente. Escolher valores é exercer a energia magnética amorosa, pois para que haja satisfação dos nossos desejos, precisamos buscar a união com os objetos que nos permitem a nossa realização. Sendo assim, no mapa astral, Vênus representa o impulso para a realização do prazer, nossas escolhas e nossos valores. É a necessidade de estabelecer relacionamentos, de desenvolver a cooperação e de conviver com beleza e harmonia.

Marte

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Iniciativa - Energia

Rege o signo de Áries

Ciclo: 687 dias

Na mitologia Marte é o deus da guerra. No céu é o "planeta vermelho" que nos lembra a força quente e ígnea da paixão que mobiliza a luta para a realização dos desejos. Representa no mapa astral o nosso guerreiro, a nossa capacidade de agir, o impulso para interferirmos no meio ambiente e enfrentarmos os desafios da vida. Mostra a nossa energia agressiva para a competição e defesa. É o impulso masculino da necessidade de afirmação e projeção da individualidade. É a necessidade de tomar iniciativas, conduzir ações, avançar, progredir, vencer obstáculo e conquistar nossa independência.

Júpiter

Expansão

Rege o signo de Sagitário

Ciclo: cerca de 12 anos

Maior planeta do sistema solar. No céu é magnânimo e magnífico. No mapa astral simboliza a consciência solar ampliando-se através dos relacionamentos sociais com seus princípios, costumes e ética. Representa a busca da compreensão da condição humana, o estabelecimento das leis, religiões e filosofia. É a necessidade humana de ordem, moralidade, justiça e saber. É o impulso da expansão para uma evolução espiritual. É a necessidade de romper limites e alcançar novos horizontes.

Saturno

Limitação

Rege o signo de Capricórnio

Ciclo: cerca de 29 anos

Na mitologia é o deus do tempo, no mapa mostra nossa capacidade de perseverar nos desafios, amadurecer nossas metas e assumir nossas responsabilidades. Ao contrário de Júpiter, Saturno representa os princípios do limite e restrição. É a atitude prática e realista diante da vida. É a disciplina e o dever, o planejamento e a lógica. É o planeta da experiência, da cautela e da ambição.

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Urano

Liberdade - Inusitado

Rege o signo de Aquário

Ciclo: 84 anos

Curiosamente, Urano se diferencia dos outros planetas por ter o eixo de rotação quase deitado em relação a sua órbita. Por isso se associa a tudo que é diferente e fora do comum. Urano representa a necessidade de se libertar dos condicionamentos sociais e quebrar os limites representados por Saturno. É o excêntrico, o revolucionário e o inventor dentro de nós. No mapa astral simboliza a intuição mental e a originalidade que nos lança para o futuro e impulsiona a promover as mudanças na vida. É a eletricidade e a tecnologia. Tem como função preservar a individualidade e a independência. É o despertar do sentimento humanitário e fraternal.

Netuno

Intuição - Lúdico

Rege o signo de Peixes

Ciclo: cerca de 169 anos

Enquanto Saturno representa a realidade, Netuno traz o sonho, a imaginação e a ilusão. É o desejo que temos de escapar dos problemas cotidianos e nos refugiarmos na fantasia. No mapa astral representa a sensibilidade que se manifesta na inspiração e na criação artística. É o instinto psíquico para percepção do mundo invisível que desperta a fé mística e a necessidade de se unir ao divino. Netuno é o solvente universal. Tem como função a transcendência do ego e a elevação do espírito humano para o sentimento de compaixão.

Plutão

Transformação

Rege o signo de Escorpião

Ciclo: cerca de 247 anos

É o último planeta do sistema solar e tem a órbita mais excêntrica de todos. Na mitologia é o senhor das trevas. No mapa astral rege os instintos mais profundos do inconsciente. É a psicologia, a sexualidade e o fascínio pelos mistérios da vida. Mostra como lidamos com o poder, tanto nosso como o dos outros. É a persistência e a obstinação que levadas ao extremo trazem a compulsividade e a obsessão. Representa a nossa capacidade de transformar, regenerar e renascer.

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Posição Planeta Deus / Deusa Explicação

1 Mercúrio O mensageiro dos deuses romanos

Planeta mais rápido - completa uma revolução em 88 dias

2 Vênus Deusa romana do Amor e da Beleza É o objeto mais brilhante no ceú noturno depois da Lua

- bela aparência no céu

3 Terra Gaia, a deusa grega da Terra. Alguns cientistas se referem à Terra como um grande organismo vivo - Gaia, a deusa grega da Terra. Terra é o elemento principal da fecundidade, refletindo a vasta abundância de vida no planeta

4 Marte Deus romano da guerra Sua cor vermelha era associada pelas antigas civilizações com o sangue das batalhas

5 Júpiter O rei dos deuses romanos É o maior de todos os planetas em tamanho em massa

6 Saturno Deus romano do cultivo e agricultura

(também pai de Júpiter na mitologia romana) Saturno é adjacente a Júpiter

7 Urano Deus do céu e das alturas

(também pai de Saturno) Urano é adjacente a Saturno

8 Netuno Deus romano do mar Netuno apresenta uma bela cor azul

9 Plutão Deus romano do submundo O Deus do Mundo dos Mortos era capaz de se tornar invisível

- O planeta é o mais distante do sol e em constante escuridão

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