Sondagens - Apostilas - Técnica cirúrgica_Parte1, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)
Tucupi
Tucupi11 de Março de 2013

Sondagens - Apostilas - Técnica cirúrgica_Parte1, Notas de estudo de . Faculdade Medicina Estadual (ISEP)

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Apostilas de Técnica cirúrgica sobre o estudo das Sondagens, definição, investigações diagnosticas, sondagem vesical, seleção do tipo de cateter.
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SONDAGENS

SONDAGENS

1

SONDA É DEFINIDA COMO

UM TUBO QUE SE INTRODUZ

EM CANAL DO ORGANISMO,

NATURAL OU NÃO PARA

RECONHECER-LHE O ESTADO,

EXTRAIR OU INTRODUZIR

ALGUM TIPO DE MATÉRIA. NA

DEFINIÇÃO DE CATETER

TEMOS: INSTRUMENTO

TUBULAR QUE É INSERIDO NO

CORPO PARA RETIRAR

LÍQUIDOS, INTRODUZIR

MEDICAMENTOS E EFETUAR

INVESTIGAÇÕES DIAGNÓSTICAS.

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SONDAGEM VESICAL

QUANDO A URINA NÃO PODE SER ELIMINADA NATURALMENTE, DEVE SER

DRENADA ARTIFICIALMENTE ATRAVÉS DE SONDAS OU CATETERES QUE PODEM SER

INTRODUZIDOS DIRETAMENTE NA BEXIGA, URETER OU PELVE RENAL. A SONDAGEM

VESICAL É A INTRODUÇÃO DE UMA SONDA OU CATETER NA BEXIGA, QUE PODE SER

REALIZADA ATRAVÉS DA URETRA OU POR VIA SUPRA-PÚBICA, E TEM POR

FINALIDADE A REMOÇÃO DA URINA.

SUAS PRINCIPAIS INDICAÇÕES SÃO:

OBTENÇÃO DE URINA ASSÉPTICA PARA EXAME(DISCUTÍVEL)

ESVAZIAR BEXIGA EM PACIENTES COM RETENÇÃO URINÁRIA, EM PREPARO

CIRÚRGICO E MESMO NO PÓS OPERATÓRIO,

PARA MONITORIZAR O DÉBITO URINÁRIO HORÁRIO E EM PACIENTES

INCONSCIENTES,

PARA A DETERMINAÇÃO DA URINA RESIDUAL OU COM BEXIGA NEUROGÊNICA

QUE NÃO POSSUAM UM CONTROLE ESFINCTERIANO ADEQUADO.

A SONDAGEM VESICAL PODE SER DITA DE ALÍVIO, QUANDO HÁ A RETIRADA DA

SONDA APÓS O ESVAZIAMENTO VESICAL, OU DE DEMORA, QUANDO HÁ A

NECESSIDADE DE PERMANÊNCIA DA MESMO. NESTAS SONDAGENS DE DEMORA, A

BEXIGA NÃO SE ENCHE NEM SE CONTRAI PARA O SEU ESVAZIAMENTO, PERDENDO

COM O TEMPO, UM POUCO DE SUA TONICIDADE PODENDO LEVAR À INCAPACIDADE

DE CONTRAÇÃO DO MÚSCULO DETRUSOR; PORTANTO ANTES DA REMOÇÃO DE

SONDA VESICAL DE DEMORA, O TREINAMENTO COM FECHAMENTO E ABERTURA DA

SONDA DE MANEIRA INTERMITENTE, DEVE SER REALIZADA PARA A PREVENÇÃO DA

RETENÇÃO URINÁRIA.

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A PRESENÇA DE SONDA VESICAL NO PACIENTE SIGNIFICA POSSIBILIDADE DE INFECÇÃO HOSPITALAR, COM RISCO DE BACTERIÚRIA DE ATÉ 5% POR DIA DE SONDAGEM. NA INGLATERRA, 12,6% DOS PACIENTES HOSPITALIZADOS SÃO SUBMETIDOS A ESTE PROCEDIMENTO INVASIVO, TENDO UM RISCO DE BACTERIÚRIA DE 20 A 30%, DOS QUAIS ATÉ 6% APRESENTAM SINTOMATOLOGIA. DESTES ATÉ 4% APRESENTAM BACTEREMIA SECUNDÁRIA, CUJA LETALIDADE VARIA DE 13 A 30%.

1. INDICAR SONDA VESICAL APENAS NA IMPOSSIBILIDADE DOS MÉTODOS ALTERNATIVOS.

2. REVISAR REGULARMENTE A NECESSIDADE DE MANUTENÇÃO DA CATETERIZAÇÃO, REMOVENDO-A LOGO QUE POSSÍVEL.

3. DOCUMENTAR A INSERÇÃO DO CATETER E OS CUIDADOS RELACIONADOS.

SELEÇÃO DO TIPO DE CATETER

NA COMPARAÇÃO DAS SONDAS DE LÁTEX COM AS DE SILICONE NÃO FOI OBSERVADA DIFERENÇA SIGNIFICATIVA, TODAVIA SONDAS IMPREGNADAS COM LIGA DE PRATA APRESENTAM MENOS INCIDÊNCIA DE BACTERIÚRIA QUANDO COMPARADAS COM SONDAS DE LÁTEX, SILICONE, HIDROGEL E ATÉ MESMO COM ÓXIDO DE PRATA. ENTRETANTO, AS SONDAGENS DE CURTA DURAÇÃO NÃO SÃO INFLUENCIADAS PELO TIPO DE MATERIAL EMPREGADO. ESCOLHA SONDAS MAIS DELGADAS COM BALÃO DE ATÉ 10 ML, A FIM DE MINIMIZAR O TRAUMA E A IRRITAÇÃO URETRAL, FATORES PREDISPONENTES DE INFECÇÃO.

1. A ESCOLHA DO MATERIAL DA SONDA VESICAL DEPENDE DA EXPERIÊNCIA CLÍNICA, DOS RISCOS DO PACIENTE E DURAÇÃO DA CATETERIZAÇÃO.

2. SELECIONAR SONDAS DO MENOR DIÂMETRO POSSÍVEL QUE PERMITA FLUXO LIVRE DA URINA E COM BALÃO DE ATÉ 10 ML. GERALMENTE OS PACIENTES UROLÓGICOS NECESSITAM DE SONDAS COM MAIOR DIÂMETRO E BALÃO.

TÉCNICA ASSÉPTICA DURANTE A SONDAGEM

DEVE-SE UTILIZAR MATERIAL ESTÉRIL E TÉCNICA ASSÉPTICA. NÃO FOI COMPROVADA VANTAGEM DE ANTI-SÉPTICOS PARA A LIMPEZA DO MEATO URETRAL PRÉVIA À SONDAGEM. PARA A REDUÇÃO DO TRAUMA E DESCONFORTO, DEVE-SE EMPREGAR LUBRIFICANTE OU GEL ANESTÉSICO ESTÉRIL DE USO ÚNICO. TREINAMENTO DA EQUIPE NAS TÉCNICAS DE SONDAGEM MINIMIZA OS RISCOS DE INFECÇÃO.

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A SONDAGEM VESICAL É UM PROCEDIMENTO ASSÉPTICO. A EQUIPE DE SAÚDE DEVE SER TREINADA NOS CUIDADOS RELACIONADOS À SONDAGEM VESICAL. FAZER A HIGIENE DO MEATO URETRAL ANTES DA SONDAGEM. EMPREGAR LUBRIFICANTE APROPRIADO DE USO ÚNICO PARA REDUZIR O TRAUMA URETRAL E A INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO.

CUIDADOS NA MANUTENÇÃO DA SONDAGEM VESICAL

O RISCO DE INFECÇÃO RELACIONADA À CATETERIZAÇÃO REDUZ DE 97% PARA ATÉ 8% QUANDO EMPREGAMOS SISTEMAS FECHADOS DE DRENAGEM. DEVE-SE EVITAR A ABERTURA DESTE SISTEMA E, QUANDO FOR MANIPULADO, DEVE-SE LAVAS AS MÃOS E UTILIZAR LUVAS DE PROCEDIMENTO. A SONDA DEVE SER TROCADA APENAS QUANDO NECESSÁRIO, NÃO EXISTINDO VANTAGENS NA SUA TROCA PERIÓDICA. O REFLUXO DA URINA É ASSOCIADO COM INFECÇÃO, POR ISSO O SACO COLETOR DEVE SER ADEQUADAMENTE POSICIONADO, SEM TOCAR O CHÃO. A ADIÇÃO DE CLOREXIDINA OU DE PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO NO SACO COLETOR NÃO REDUZ A INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO. ELE DEVE SER TROCADO APENAS QUANDO CLINICAMENTE INDICADO OU DE ACORDO COM AS RECOMENDAÇÕES DO FABRICANTE.

A APLICAÇÃO DE SOLUÇÕES ANTI-SÉPTICAS NO MEATO URETRAL NÃO REDUZ O RISCO DE INFECÇÃO E A LIMPEZA VIGOROSA DO MEATO PODE AUMENTAR SUA OCORRÊNCIA, SENDO SUFICIENTE A MANUTENÇÃO DA HIGIENE LOCAL. A IRRIGAÇÃO E INSTILAÇÃO DE ANTI-SÉPTICOS OU ANTIMICROBIANOS, ALÉM DE NÃO PREVENIR INFECÇÃO, EXPÕE O PACIENTE AOS EFEITOS NOCIVOS DAS DROGAS E À PRESSÃO SELETIVA DOS MICRORGANISMOS RESISTENTES.

1. CONECTAR A SONDA VESICAL COM UM SISTEMA FECHADO DE DRENAGEM ESTÉRIL.

2. NÃO DESCONECTAR O CONJUNTO, EXCETO POR RAZÕES CLÍNICAS OU ATENDER RECOMENDAÇÕES DO FABRICANTE DO SACO COLETOR.

3. DESCONTAMINAR AS MÃOS E UTILIZAR LUVAS DE PROCEDIMENTO AO MANIPULAR O SISTEMA.

4. COLETAR AMOSTRA DE URINA APENAS NO LOCAL ADEQUADO, UTILIZANDO TÉCNICA ASSÉPTICA.

5. O SACO COLETOR DEVE SEMPRE FICAR ABAIXO DO NÍVEL DA BEXIGA DO PACIENTE E EVITAR SEU CONTATO COM O CHÃO. QUANDO HOUVER RISCO DE REFLUXO PELA MANIPULAÇÃO OU MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE, DEVE-SE CLAMPEAR O TUBO COLETOR.

6. ESVAZIAR O SACO COLETOR FREQÜENTEMENTE PARA MANTER O FLUXO URINÁRIO E PREVENIR O REFLUXO DA URINA. DESCARTE A URINA EM

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RECIPIENTES LIMPOS E INDIVIDUALIZADOS, EVITANDO O CONTATO COM O TUBO DE DRENAGEM.

7. NÃO ADICIONAR ANTI-SÉPTICOS OU SOLUÇÕES ANTIMICROBIANAS NO SACO COLETOR.

8. NÃO TROQUE DESNECESSARIAMENTE A SONDA COMO PRÁTICA ROTINEIRA.

9. A HIGIENE PESSOAL DE ROTINA É SUFICIENTE PARA MANTER HIGIENE MEATAL.

10. A IRRIGAÇÃO, INSTILAÇÃO E LAVAGEM NÃO PREVINE A OCORRÊNCIA DE INFECÇÃO RELACIONADA À SONDAGEM VESICAL.

O RISCO DE CONTAMINAÇÃO É INERENTE AO PROCEDIMENTO; A

COLONIZAÇÃO BACTERIANA PODE OCORRER EM PACIENTES COM SONDA DE ALÍVIO

OU DE DEMORA . SABE-SE QUE AS INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO RESPONDEM

POR UMA ALTA TAXA DE INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO HOSPITALAR, E QUE NA GRANDE

MAIORIA DAS VEZES EXISTIU UM PROCEDIMENTO INVASIVO DO TRATO URINÁRIO,

POIS NESSES PROCEDIMENTOS OS MICROORGANISMOS PODEM TER ACESSO AO

TRATO URINÁRIO ATRAVÉS DA URETRA NO MOMENTO DA SONDAGEM, ATRAVÉS DA

DELGADA CAMADA DE LÍQUIDO URETRAL EXTERNO À SONDA E ATRAVÉS DA LUZ

INTERNA DA SONDA APÓS CONTAMINAÇÃO. ESTE ÍNDICE DE INFECÇÃO ACONTECE

MESMO COM A OBEDIÊNCIA DE TODOS OS PRECEITOS DE UMA BOA TÉCNICA DE

SONDAGEM VESICAL.

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SONDA VESICAL DE ALÍVIO SONDA VESICAL DE DEMORA

QUANDO HÁ A NECESSIDADE DE UMA SONDA DE

DEMORA, É IMPERATIVO A UTILIZAÇÃO DE UM

SISTEMA FECHADO DE DRENAGEM, QUE CONSISTE

DE UMA SONDA OU CATETER DE DEMORA-SONDA

DE FOLEY, UM TUBO DE CONEXÃO E UMA BOLSA

COLETORA, PREFERENCIALMENTE SISTEMA

FECHADO) QUE POSSA SER ESVAZIADA ATRAVÉS

DE UMA VALVULA DE DRENAGEM, TUDO ISTO PARA

A REDUÇÃO DO RISCO DE INFECÇÃO

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DRENAGEM VESICAL SUPRA-PÚBICA - É

REALIZADA ATRAVÉS DA INTRODUÇÃO DE UM

CATETER APÓS UMA INCISÃO OU PUNÇÃO NA

REGIÃO SUPRA-PÚBICA, A QUAL É PREPARADA

CIRURGICAMENTE, SENDO QUE O CATETER É

POSTERIORMENTE CONECTADO À UM SISTEMA

DE DRENAGEM FECHADO. SUAS INDICAÇÕES

PRINCIPAIS SÃO PACIENTES COM RETENÇÃO URINÁRIA POR OBSTRUÇÃO URETRAL

SEM POSSIBILIDADES DE CATETERIZAÇÃO, EM PACIENTES COM NEOPLASIA DE

PRÓSTATA OU EM PACIENTES COM NECESSIDADE DE USO CRÔNICO DA SONDA. SÃO

VÁRIAS AS VANTAGENS DA DRENAGEM SUPRA-PÚBICA: É MAIS CONFORTÁVEL DO

QUE UMA SONDA DE DEMORA TRANS-URETRAL, POSSIBILITA MAIOR MOBILIDADE AO

PACIENTE, MAIOR FACILIDADE DE TROCA DA SONDA E PRINCIPALMENTE APRESENTA

UM MENOR RISCO DE INFECÇÃO URINÁRIA. COMO DESVANTAGEM É SER UM

MÉTODO CIRÚRGICO.

TIPOS DE SONDAS OU CATETERES - VARIAM DE MODELOS E MATERIAIS, DE ACORDO

COM O TIPO DE SONDAGEM, SE DE ALÍVIO OU DE DEMORA. PARA AS SONDAGENS DE

ALÍVIO, AS MAIS UTILIZADAS SÃO A SONDA DE POLIETILENO; PARA AS SONDAGENS

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DE DEMORA TEMOS AS SONDAS DE BALÃO , COM DUAS OU MAIS VIAS, COMO AS DE

FOLEY

PROCEDIMENTO - PACOTE ESTERILIZADO CONTENDO:

CUBA RIM,

CAMPO FENESTRADO,

PINÇA, GAZE,

AMPOLA DE ÁGUA DESTILADA,

SERINGA DE 10 ML E CUBA REDONDA,

SONDA VESICAL,

LUVAS ESTERILIZADAS,

FRASCO COM SOLUÇÃO ANTISSÉPTICA (PVPI OU CLORHEXIDINE),

SISTEMA PARA A COLETA DE URINA

LUBRIFICANTE (LIDOCAÍNA GEL).

DEVEMOS INFORMAR AO PACIENTE SOBRE AS NECESSIDADES E TÉCNICAS.

APÓS LAVAGEM ADEQUADA DAS MÃOS, DEVE-SE REUNIR TODO O MATERIAL

NECESSÁRIO PARA O PROCEDIMENTO. A PRIVACIDADE DO PACIENTE É

FUNDAMENTAL, PRINCIPALMENTE EM ENFERMARIAS. QUANTO À MELHOR POSIÇÃO:

PARA AS MULHERES A GINECOLÓGICA , E PARA OS HOMENS O DECÚBITO DORSAL

COM AS PERNAS AFASTADAS. DEVE-SE FAZER UMA DEGERMAÇÃO DA GENITÁLIA COM

LUVAS DE PROCEDIMENTO E SABÃO ADEQUADO.

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NAS MULHERES, REALIZAR ANTISSEPSIA

DA VULVA, GRANDES LÁBIOS , DA REGIÃO PUBIANA,SEMPRE DESPREZANDO A GAZE

AO PASSAR PRÓXIMO AO PERÍNEO, E COLOCAR CAMPO FENESTRADO; ENTREABRIR

OS PEQUENOS LÁBIOS E FAZER ANTISSEPSIA DO MEATO URETRAL, SEMPRE NO

SENTIDO URETRA-ÂNUS . LUBRIFICAR O MEATO E A SONDA COM LIDOCAÍNA GEL E

INTRODUZIR A SONDA NO MEATO URINÁRIO ATÉ A VERIFICAÇÃO DA SAÍDA DE

URINA. SE FOR UMA SONDA DE FOLEY, INSUFLAR O BALÃO DE SEGURANÇA COM

ÁGUA DESTILADA, OBEDECENDO O VOLUME IDENTIFICADO NA SONDA. CONECTAR À

EXTENSÃO, FIXAR A SONDA E REUNIR O MATERIAL UTILIZADO. SE FOR UMA SONDA

DE ALÍVIO, AGUARDAR ESVAZIAR A BEXIGA E REMOVER IMEDIATAMENTE A SONDA.

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