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LAMINAS DE AGUA
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE RONDONÓPOLIS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGICAS ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL

NÍVEIS DE REPOSIÇÃO DE ÁGUA NA CULTURA DO RABANETE EM LATOSSOLO VERMELHO

BACHAREL EM ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL

Carla dos Reis Pinto de Oliveira

Rondonópolis, MT-2014

NÍVEIS DE REPOSIÇÃO DE ÁGUA NA CULTURA DO

RABANETE EM LATOSSOLO VERMELHO

Por

Carla dos Reis Pinto de Oliveira

Trabalho de conclusão de curso apresentado à Universidade Federal de Mato Grosso como parte dos requisitos para a obtenção do Título

de Bacharel em Engenharia Agrícola e Ambiental

Orientador: Prof. Dr° Marcio Koetz

Rondonópolis-Mato Grosso- Brasil

2014

Universidade Federal de Mato Grosso Campus Universitário de Rondonópolis

Instituto de Ciências Agrárias e Tecnológicas Departamento de Engenharia Agrícola e Ambiental

A Comissão Examinadora, abaixo assinada, aprova o trabalho de curso.

NÍVEIS DE REPOSIÇÃO DE ÁGUA NA CULTURA DO RABANETE EM LATOSSOLO VERMELHO

Elaborado por Carla dos Reis Pinto de Oliveira

Como requisito parcial para a obtenção do grau de Bacharel em

Engenharia Agrícola e Ambiental.

Comissão Examinadora

_________________________________________ Prof. Dr. Marcio Koetz - UFMT

(Presidente/Orientador)

____________________________________________ Prof. Dra. Edna Maria Bonfim da Silva- UFMT

(Examinadora/Co-orientadora)

_______________________________________ Msc. Maria Débora Loiola Bezerra- UFMT

(examinadora)

Rondonópolis,18 de Julho de 2014.

À meu Pai Manoel Soares de Oliveira. ...Ofereço

À minha mãe, Francisca dos Reis

Pinto de Oliveira.

...Dedico

AGRADECIMENTOS

Primeiramente a Deus, por ser essencial na minha vida, autor do meu destino, meu

guia, presente em todos os momentos.

À minha mãe, irmãos Érica, Paulo Henrique, Carliene e avós pelo carinho

incondicional.

À meu pai Manoel em especial, por não medir esforços na concretização dos meus

sonhos.

A Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, pela sua competência enquanto

Instituição, a seus servidores e técnicos.

Ao meu Orientador Marcio Koetz, pela orientação, incentivos e confiança

demonstrado ao longo do trabalho.

À professora Edna Bonfim, João Angelo, Ellen Anisésio, Jakeline Oliveira, Hiago

Zanetoni, Tálita Raphanhin, pelas orientações, incentivo e pela boa vontade em

ajudar.

Aos professores do curso pelos ensinamentos compartilhados.

Aos membros da banca: Prof. Dr. Márcio Koetz, Prof. Dra Edna Bonfim da Silva e

Ms. Maria Débora Loiola Bezerra.

Às minhas amigas e companheiras, Jéssica Cristhiny, Ana Aládia,Thaisi Ribeiro e

Isabela Seixo pela fiel amizade.

Dedico a todas as pessoas que participaram da minha vida, direta ou indiretamente,

transmitindo conhecimento e discussões acerca dos assuntos pertinentes do dia a

dia e da academia.

À todos muito obrigada!

“Talvez não tenha conseguido fazer o melhor,

mas lutei para que o melhor fosse feito.

Não sou o que deveria ser,

mas Graças a Deus,

não sou o que era antes”.

(Marthin Luther King)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE RONDONÓPOLIS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGICAS ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL

REPOSIÇÃO DE ÁGUA NA CULTURA DO RABANETE EM

LATOSSOLO VERMELHO

Graduando: Carla dos Reis Pinto de Oliveira

Orientador: Prof. Drº. Marcio Koetz

RESUMO - As diferentes lâminas de água afetam o desenvolvimento do rabanete, assim objetivou-se avaliar a influência das lâminas de água na cultura no rabanete (Raphanussativus L.) cv. cometa no Latossolo Vermelho do Cerrado. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário de Rondonópolis de maio a junho de 2014. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado com cinco tratamentos (40; 60; 80; 100 e 120% da capacidade de campo), com quatro repetições. A manutenção da umidade foi mantida pelo método gravimétrico. Foi avaliada, altura da folha, números de folhas, índice de clorofila, massa fresca das folhas e tubérculo, massa seca das folhas e tubérculo. As lâminas de água promoveram diferença significativa no desenvolvimento da cultura, exceto nas variáveis números de folha e índice de clorofila. As maiores produções de peso e massa seca do tubérculo, massa fresca, massa seca e altura da parte aérea da planta, foram obtidos para o nível de reposição de água no solo entre 67,98% e 71,16%. O nível de reposição de 40% proporcionou a maior massa seca das folhas.

Palavras- chave: Raphanussativus L.; método gravimétrico; casa de vegetação.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE RONDONÓPOLIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGICAS

ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL

WATER LEVELS ON RADISH CULTURE IN OXISOL.

Graduating: Carla dos Reis Pinto de Oliveira

Adviser: Prof. Drº Marcio Koetz

ABSTRACT- The different depths of water levels the development of the radish as well study to evaluate the influence of water levels on radish culture (Raphanussativus L.) cv.

comet in the Cerrado Oxissol. The experiment was conducted in a greenhouse at the Federal University of Mato Grosso, University Campus Rondonópolis May-June, 2014. The experimental design was completely randomized. With five treatments (40,60,80,100 and 120% being irrigated according to the gravimetric method) and four replications. Diameter, weight, fresh and dry tuber fresh weight, dry weight and height of the aerial part of the plant, chlorophyll content and leaf numbers were evaluated. The results were submitted to analysis of variance an regression at 5%.The water deeps significant difference in the development of culture, except in variable numbers and leaf chlorophyll content. The highest yields of dry matter weight and tuber fresh mass, dry mass and height of the aerial part of the plant, were obtained for the level of water replacement in the soil between 67,98 and 71,16%. The replacement level 40% provided higher leaf dry weight.

Keywords: Raphanussativus L.; gravimetric method; greenhouse.

SUMÁRIO1 INTRODUÇÂO ..................................................................................................................10

2 REFERENCIAL TEÓRICO................................................................................................11

2.1 Cultura do Rabanete..................................................................................................11

2.2 Cultivo em ambiente protegido................................................................................13

2.3 Manejo de irrigação da cultura do rabanete pelo método gravimétrico...............14

3 MATERIAL E MÉTODOS..................................................................................................15

3.1 Localização geográfica e época de execução do experimento...................................15

3.2 Coleta e preparo do solo utilizado no experimento......................................................16

3.3 Delineamento experimental e tratamentos..................................................................17

3.4 Variáveis analisadas....................................................................................................19

3.5 Análises estatísticas....................................................................................................20

4 RESULTADOS E DISCUSSÕES......................................................................................20

4.1 Altura da planta...........................................................................................................20

4.2 Números de folhas......................................................................................................21

4.3 Índice de clorofila........................................................................................................21

4.4 Diâmetro do tubérculo.................................................................................................22

4.5 Massa fresca do tubérculo...........................................................................................22

4.6 Massa seca do tubérculo.............................................................................................24

4.7 Massa fresca das folhas..............................................................................................24

4.8 Massa seca das folhas...............................................................................................25

5 CONCLUSÕES.................................................................................................................27

REFERÊNCIAS .....................................................................................................................28

10

1 INTRODUÇÃO

Segundo o Instituto Brasileiro de Qualidade em Horticultura a área de cultivo

de hortaliças no Brasil até o ano de 2010 era de 779 mil hectares, produzindo cerca

de 17 milhões de toneladas por ano. O crescimento na produção de hortaliças no

país cresceu 63% de 1990 a 2006, devido principalmente ao aumento de

aproximadamente 54% na produtividade, elevando a área de cultivo em apenas 5%

(GUTIERREZ, 2010).

O rabanete (Raphanus sativus L.) é considerado uma cultura de pouca

importância econômica tendo em vista sua pequena área plantada em relação a

outras culturas, porém o mesmo é muito cultivado em pequenas propriedades

tornando-se uma alternativa vantajosa devido ao seu ciclo curto, em torno de 30 dias

podendo ser cultivado no intervalo de implantação de duas outras culturas de ciclo

longo (CARDOSO & HIRAKI, 2001).

De acordo com COSTA et al. (2006) variações de umidade e temperatura no

solo durante o desenvolvimento das plantas podem prejudicar a produtividade e a

qualidade das raízes. O estresse hídrico ao longo do ciclo da cultura pode alterar

seu desenvolvimento, modificando a fisiologia, morfologia e, principalmente,

afetando as relações bioquímicas da planta (PEREIRA et al., 1999).

Em geral, as hortaliças cultivadas em condições de campo ou em ambientes

protegidos têm seu desenvolvimento intensamente influenciado pelas condições de

umidade do solo. A deficiência de água normalmente é o fator mais limitante para a

obtenção de produtividade elevada e produtos de qualidade, mas o excesso também

pode ser prejudicial (SILVA & MAROUELLI,1998).

Dos fatores de adversidade nas plantas, a limitação hídrica é a principal

causa de redução na produtividade das espécies agrícolas e florestais, limitando o

potencial e a exploração agrícola durante o período de estiagens (GHAMARNIA et

al., 2012).

Segundo Hassanli et al. (2010), a irrigação surge como um auxílio para

diminuição dos riscos das safras em épocas de secas, pois irrigações frequentes e

na quantidade adequada, juntamente com a escolha correta do sistema de irrigação,

ajudam no aumento da produtividade agrícola.

11

O manejo racional da irrigação é importante não apenas por suprir as

necessidades hídricas das plantas, mas também por minimizar problemas com

doenças e lixiviação de nutrientes, bem como gastos desnecessários com água e

energia, garantindo um maior retorno econômico (KOETZ et al., 2006).

Nesse contexto, fica evidente a importância do manejo da água na agricultura

irrigada, visando o uso racional dos recursos hídricos e uma maior eficiência desse

recurso ao longo do processo produtivo.

Assim objetivou-se avaliar as influências das reposições de água na cultura

do rabanete, cultivado em solo do Cerrado.

2 REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Cultura do Rabanete

O rabanete (Raphanus sativus L.) pertence à família brassicaceae, sendo de

pequeno porte e sua parte comestível é a raiz carnuda, que pode apresentar o

formato globular, ovoide ou alongado (FILGUEIRA, 1982). As suas raízes são ricas

em vitaminas C e B6, ácido fólico, potássio, elevadas quantidade de fibras

alimentares, significativa atividade antioxidante e isotiocianatos, e possui baixa

quantidade de calorias (CAMARGO et al., 2007). O rabanete é uma das hortaliças

de cultivo que se tem notícia com controvérsias em relação a sua origem. Alguns

autores afirmam que tem origem da China, enquanto outros se dizem originário do

oeste asiático ou sul da Europa. Mas a certeza que se tem, é que já era cultivado no

antigo Egito, onde suas folhas eram consumidas (MINAMI & TESSARIOLLI NETTO,

1997). Em termos de área plantada é uma cultura de pequena importância, mas

além de ser considerada relativamente rústica, apresenta ciclo muito curto e retorno

rápido, se tornando viável financeiramente (MINAMI et al.,1998).

Por se caracterizar como uma das culturas de ciclo mais curto que se

conhece, o rabanete pode ser uma opção interessante ao produtor rural também no

Brasil. O mercado consumidor dá preferência ao uso de sua raiz tuberosa em forma

12

de salada, mas existem outros aproveitamentos alimentares também possíveis as

suas folhas (MINAMI & TESSARIOLI NETTO, 1997).

A melhor época de plantio de rabanete é no outono-inverno, tolerando bem o

frio e geadas leves. A formação de raiz se desenvolve bem quando as temperaturas

são baixas, os dias são curtos e o pH está entre 5,5 e 6,8 (FILGUEIRA, 2003). A

cultura tem preferência por solos leves, areno-argilosos, friáveis, além de poroso. O

suprimento de água precisa ser abundante e uniforme, pois irregularidades

provocam rachadura da raiz tuberosa (MINAMI & TESSARIOLI NETTO, 1997). É

intolerante ao transplante, necessitando ser semeado diretamente no canteiro

definitivo, em sulcos de até 1,5 de profundidade, onde se deve efetuar o desbaste

quando a planta atingir 5 cm de altura, deixando as mais vigorosas espaçadas de 8

a 10 cm (AZEVEDO, 2008).

A água tem uma grande importância ecológica, pois está envolvida direta ou

indiretamente, em quase todos os processos fisiológicos das plantas,

desempenhando funções como: constituinte, solvente, reagente, manutenção de

estruturas moleculares, manutenção da turgescência e regulação térmicas dos

tecidos da planta (MORENO-FONSECA, 2009).

O rabanete é um produto que sua parte comerciável fica localizado na

camada subsuperficial, dessa forma, seu rendimento pode ser influenciado

diretamente pelas condições físico-hídricas do solo. Por ser uma cultura sensível ao

estresse hídrico, a quantificação adequado no nível de água no solo é de extrema

importância (SILVA et al., 2012).

Geralmente as hortaliças cultivadas em condições de ambientes protegidos

ou em campos têm sem seu desenvolvimento influenciado pelas condições de

umidade do solo. O fator limitante para a obtenção da produtividade elevada e

produtos de boa qualidade é a deficiência de água, mas o excesso também é

prejudicial (SILVA & MAROUELLI, 1998).

Além de melhoramento genético de plantas, manejo de pragas cultivadas e

doenças, melhorias em condições de fertilidade do solo, a água às plantas é

fundamental para obtenção de culturas produtivas e de qualidade (AZEVEDO,2008).

Segundo Pereira et al. (1999), o rabanete exige um elevado teor de água útil no

solo, próximo a 100%, ao longo de todo ciclo. Sendo que flutuações no teor hídrico

do solo acarretam rachaduras nas raízes (FILGUEIRA, 2008). O estresse pode

alterar o desenvolvimento da cultura ao longo do seu ciclo, modificando a fisiologia,

13

morfologia e, principalmente, afetando as relações bioquímicas da planta (PEREIRA

et al., 1999).

O conhecimento dos períodos críticos do desenvolvimento das culturas

possibilita uma adoção de manejo adequado que vise a otimização na irrigação,

aplicando lâminas de água certa e o no estádio certo (CUNHA &

BERGAMASHI,1992). As hortaliças em geral apresentam fases distintas, uma fase

do plantio até a emergência das plântulas; do final da emergência até o máximo

desenvolvimento vegetativo, início da formação do tubérculo até o máximo de

desenvolvimento; e final do desenvolvimento até a colheita (MAROUELLI et al.,

2001).

As hortaliças, em sua maioria necessitam de grandes quantidades de

nutrientes dentro de períodos de tempo relativamente curtos, sendo por isso

exigente do ponto de vista nutricional. Por outro lado, principalmente as espécies

folhosas e tuberosas deixam poucos restos de cultura no solo, sendo consideradas

altamente esgotantes (COUTINHO et. al., 1993).

Segundo Minami et al. (1997), há diferenças entres as principais cultivares

existentes. A raiz tuberosa pode ser redonda, oval ou alongada, apresentando-se

nas cores, vermelha, amarela, rosa ou branca e, algumas vezes, com pontas a

ponta branca e o restante com umas das cores mencionadas. As principais

cultivares comerciais dos quais são híbridos e outros de polinização aberta são,

Akamaru, Fuego, Comprido Vermelho, Selma, Sereja, Champion, Comet, Comprido

Branco, Redondo Vermelho, Precoce Scarlet Globe, Sparkler Ponta Branca, Hib,

Chierriete,Hib. Juliete,Hib. Crunchy n°19, entre outros (MINAMI & TESSARIOLI

NETTO, 1997).

2.2 Cultivo em ambiente protegido

O clima é um fator que influencia a produção de hortaliças, pois no verão as

chuvas demasiadas danificam as hortaliças e criam condições favoráveis a

surgimento de doenças. Por outro lado, o frio e os ventos do inverno acabam

prolongando o ciclo dessas culturas ( VILLANI & TIVELLI, 2009)

A finalidade de cultivar em ambiente protegido é melhorar a produtividade e a

qualidade dos produtos agrícolas oferecendo regularidade na produção em função

do clima,(CARVALHO & TESSARIOLI NETO, 2005). Reis et al. (2013), relata que

14

esta técnica permite proteção as plantas contra temperaturas elevadas e alta

intensidade de radiação solar, durante todo seu crescimento. A luz tem influência

complexa no crescimento, no desenvolvimento e na produção das culturas e, devido

à absorção e reflexão do material da cobertura plástica, a densidade de fluxo da

radiação solar global no interior do ambiente protegido, é menor que a observada

externamente. Além de elementos meteorológicos que a casa de vegetação

proporciona, atua no combate à pragas e doenças (SOUZA & ESCOBEDO,1997).

Desde 1998, estudos feitos no Brasil com diversas espécies de olerícolas

cultivadas em estufa plástica, indicam que essa técnica de cultivo vem trazendo

rendimentos superiores aos normalmente obtidos em campo (MARTINS et al.,

1995).

2.3 Manejo de irrigação da cultura do rabanete pelo método gravimétrico

Os métodos de determinação de umidade do solo são normalmente

classificados como diretos ou indiretos. A gravimetria é um método direto e é

considerado o método padrão, onde a massa de água presente numa dada amostra

de solo é obtida por diferença entre o peso da amostra úmida e seca (SILVA, 2013).

O conhecimento do regime de umidade do solo é de grande importância para

tomadas de decisões, como manejo de irrigação, escolha da época de plantio e

determinação do consumo de água pelas plantas (BERNARDO et al., 2006).

Diversos métodos podem ser utilizados para medir a umidade do solo visando

a determinação da disponibilidade de água às plantas de forma a permitir seu pleno

desenvolvimento, minimizando o gasto de energia na absorção de água e nutrientes.

Os principais métodos são: o padrão da estufa, que fornece de forma direta

os valores de umidade no solo, e os indiretos, que tomam como base medidas da

moderação de nêutrons, da resistência do solo à passagem de uma corrente

elétrica, da constante dielétrica do solo e da tensão da água no solo (TEIXEIRA &

COELHO, 2005).

15

De acordo Bernardo et al. (2006), esse método é de grande vantagem devido

sua rapidez para a determinação a campo em relação aos demais métodos, pois a

resposta é dada logo após a pesagem.

3 MATERIAL E MÉTODOS

3.1 Localização geográfica e época de execução do experimento

O experimento foi conduzido em casa de vegetação do curso de Engenharia

Agrícola e Ambiental da Universidade Federal de Mato Grosso, campus universitário

de Rondonópolis, situado à 16° 27’S de latitude e 54° 34’ W de longitude , no

período de maio à junho 2014.

Figura 1 Vista geral do experimento em casa de vegetação, aos 14° após a semeadura.

16

3.2 Coleta e preparo do solo utilizado no experimento

O solo utilizado foi classificado como LATOSSOLO VERMELHO, cuja

caracterização química e granulométrica foi descrita de acordo com a EMPRAPA

(1997) (Tabela 1), coletado em área sob vegetação de Cerrado na camada de 0 -

0,20 cm e peneirado em malha de 4mm para o preenchimento dos vasos e em

malha de 2mm para a caracterização do solo. Com base na análise química do solo

foi realizada a correção e adubação de plantio. Trinte dias antes da semeadura foi

realizada a calagem utilizando calcário dolomítico (PNRT=80%), de acordo com

Lopes et al. (1991).

Tabela 1. Caracterização química e granulométrica do LATOSSOLO VERMELHO proveniente de Cerrado nativo.

ph P K Ca Mg H Al SB CTC V M.O. Areia Silte Argila

(CaCl2) mg dm -3 Cmolc dm

-3 % g dm

-3 g kg

-1

4,1 1,2 23 0,2 0,1 5,7 0,9 0,4 5,4 6,7 12,6 475 75 450

Após o período de incubação do solo com calcário para correção de acidez

realizou-se a adubação com 200 mg dm-3 de P2O5 na forma de superfosfato simples,

100mgdm-3 de K2O na forma de cloreto de potássio e 100 mg dm -3 de N forma de

uréia. A adubação com fósforo e potássio foi feita por incorporação 1 dia antes da

semeadura. A uréia foi incorporada por meio de solução em duas aplicações de

50mg dm-3 sendo aos 7 e 14 dias após a semeadura. A aplicação de Cu e B foi

realizada aos 14 dias após a semeadura, com 8 e 4 mg dm-3 tendo como fonte

sulfato de cobre e ácido bórico, respectivamente.

17

3.3 Delineamento experimental e tratamentos

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com cinco

tratamentos que consistiam em níveis de reposição de água (40, 60, 80, 100 e 120%

sendo o nível de 100%, o volume de reposição de água até a condição de

capacidade máxima de retenção de água do solo), com quatro repetições,

totalizando 20 unidades experimentais. A hortaliça utilizada foi o rabanete cv.

Cometa cultivado em vasos com volume de solo 4 dm³, contendo 3 plantas cada,

representando as unidade experimentais.

As datas de realização das atividades de coleta do solo, capacidade de

campo semeadura, plantio, adubação e colheitas estão contidas na Tabela 2.

Tabela 2. Datas das atividade durante o período experimental, Rondonópolis-MT, 2014

Atividade Data

Coleta do solo 25/04/2014

Capacidade de campo 05/05/2014

1ª adubação 20/05/2014

Semeadura 21/05/2014

2ª adubação 28/05/2014

3ª adubação 04/06/2014

Colheita 19/06/2014

Na Figura 2, observa-se as plantas de rabanete aos 7 dias após a

semeadura, 14 dias após a semeadura e após 28 dias após a semeadura.

Figura 2. Plantas de rabanete após 7 dias de semeadura(A), após 14 dias de semeadura(B), e após 28 dias de

semeadura(C).

A B

C

18

A capacidade de campo (Figura 3) foi determinada em casa de vegetação por

meio do método gravimétrico de acordo com BONFIM-SILVA et al. (2011), onde foi

determinado em casa de vegetação com vasos do mesmo volume utilizado no

experimento, em três repetições. Os vasos com três furos no fundo foram

preenchidos com solo peneirado a 4mm, pesados e colocados em uma bacia

plástica, em seguida foi adicionada água até dois terços na altura dos vasos, para

que pudesse ocorrer a saturação por capilaridade, ocasionando a retirada do

oxigênio dos poros. Após a saturação do solo os vasos foram retirados da bacia,

colocados em suportes para que pudesse drenar a água não retida no período de 24

horas. Ao parar a drenagem foram novamente pesados e por diferença obteve-se a

capacidade máxima de retenção de água.

Figura 3. Determinação da capacidade de campo (CC) do solo nos vasos.

Assim foi possível quantificar a quantidade de água para cada nível de

reposição para que pudesse ser iniciado o tratamento, uma combinação de Peso do

solo+ Capacidade de Campo+ Tara do vaso (Tabela 3).

19

Tabela 3. Níveis de reposição de água, capacidade de retenção para cada nível e peso final a ser atingido.

Níveis de reposição de água (%)

Capacidade de retenção para

cada nível Peso final do vaso (kg)

40

356,4

5251

60

534,6

5429

80

712,8

5607

100

881

5786

120 1069,2 5819

Para a manutenção da capacidade de retenção de água no solo diariamente

cada parcela experimental era pesada, com o objetivo de repor a água consumida

por evapotranspiração. Foi feito dois turnos de irrigação sendo um pela manhã e

outro no fim de tarde, sendo a irrigação aplicada manualmente controlando o peso

diretamente na balança de acordo com cada lâmina de água a ser analisada.

Valores de volume total de água aplicado em cada tratamento, no período de

20 dias estão apresentados na Tabela 4.

Tabela 4. Níveis de reposição e volume total aplicado no ciclo da cultura.

Níveis de reposição de água no solo (%) Volume de água (L)

40 3,08

60 3,41

80 3,74

100 4,07

120 4,4

3.4 Variáveis analisadas

Por ocasião da colheita realizada aos 28 dias após o plantio, as variáveis

avaliadas foram, altura da planta, números de folhas, diâmetro do tubérculo, massa

fresca do tubérculo, massa fresca das folhas, massa seca das folhas e massa seca

do tubérculo e índice de clorofila. As plantas foram levadas para laboratório onde se

obteve a altura das folhas tubérculo por meio de régua graduada, o diâmetro do

20

tubérculo através de paquímetro e o peso do tubérculo assim como a massa verde e

seca da parte aérea da planta, pesadas em balança semi-analítica. Após a pesagem

da massa fresca da parte aérea, acondicionou-se o material em estufa de circulação

de ar forçado a 65º C até atingir massa constante. A determinação indireta do teor

de clorofila foi realizada com o emprego do ClorofiLOG® modelo CFL1030, em que

as leituras foram realizadas em três folhas, obtendo-se a média dessas leituras.

3.5 Análises estatísticas

Os resultados foram submetidos à análise de variância a 5% de probabilidade

pelo teste de F, por meio do software SISVAR 5.3 (FERREIRA, 2008).

4 RESULTADOS E DISCUSSÕES

4.1 Altura da planta

Os níveis de reposição de água apresentaram diferenças significativas na

variável altura das plantas, ajustando-se ao modelo quadrático de regressão (Figura

4), indicando que a altura da planta sofreu maior influência na reposição de água

acima da capacidade de campo ( Figura 4). Observa-se para o nível de reposição de

água de 68,81%, obteve-se a maior altura das plantas (22,72 cm). De acordo com

Flecha (2004), o excesso de umidade no solo pode provocar redução na altura da

planta, no diâmetro e no peso da parte área, além da redução no diâmetro do caule.

Figura 4. Altura das plantas em diferentes níveis de reposição após 28 dias de semeadura.

21

Figura 5. Altura da planta do rabanete cv. Cometa em função dos níveis de reposição de água no

solo.

4.2 Número de folhas

Médias das variáveis que não apresentaram diferenças significativas nos níveis

de reposição de água (Tabela 5).

Tabela 5. Números de folhas

Tratamentos Médias Observadas Médias Estimadas

40% 20,75 20,7

60% 18,75 19,8

80% 19,5 18,9

100% 19,75 18

120% 15,75 17,1

4.3 Índice de clorofila

Médias das variáveis que não apresentaram diferenças significativas nos níveis

de reposição de água (Tabela 6).

Tabela 6. Leitura SPAD

Tratamentos Médias Observadas Médias Estimadas

40% 30,95 40,5

60% 41,15 40,18

80% 40,27 39,87

100% 38,07 39,55

120% 39,91 39,24

y =6,151+0,4817x -0,0035x2 R² = 0,9375

10

15

20

25

40 60 80 100 120

A lt

u ra

d a

P la

n ta

(c m

)

Níveis de Reposição de Água (%)

22

4.4 Diâmetro do tubérculo

O rabanete apresentou diferença significativa entre os níveis de reposição de

água para o diâmetro do tubérculo que ajustou-se ao modelo quadrático de

regressão (Figura 6). O maior diâmetro de tubérculo (36,98 cm) foi obtido utilizando-

se o nível de reposição de água de 70,8%. Pimentel (2004) relatou que o

desenvolvimento do sistema radicular das plantas é reduzido sob condições de

déficit hídrico. Koetz et al. (2013) observaram uma redução na produção do rabanete

quando submetido ao déficit e ao excesso hídrico. Mantovani et al. (2009)

recomendam utilizar um fator de disponibilidade hídrica para verduras e legumes

entre 0,2 e 0,4 ou seja, realizar um manejo de irrigação de forma que a planta utilize

até 20 e 40% da água disponível no solo, restando no solo consequentemente, 80 e

60% da água disponível, respectivamente. Costa et al. (2008) trabalhando com a

cultura da beterraba também observaram decréscimo no diâmetro médio das raízes

em resposta ao encharcamento do solo.

Figura 6. Diâmetro de tubérculos de rabanete cv. Cometa em função dos níveis de reposição de

água no solo.

4.5 Massa fresca do tubérculo

A massa fresca do tubérculo ajustou-se ao modelo quadrático de regressão

sendo que o maior resultado (123,33 g vaso-1) foi obtido com o nível de reposição de

y = 7,9+ 0,8215x -0,0058x2 R² = 0,7544

5

20

35

50

40 60 80 100 120

D iâ

m et

ro d

o T

u b

ér cu

lo (m

m )

Níveis de Reposição de Água (%)

23

água de 68,99% (Figura 7). De acordo com Bregonci et al. (2008) o estresse hídrico

proporciona redução significativa na massa fresca do tubérculo. Apresentando-se

20% de acréscimo quando comparada a máxima produção com o menor nível de

reposição.

Rodrigues et al. (2013), observaram que a maior produção de massa fresca

de tubérculo (58g) foi encontrada quando se tem até 80% da água disponível no

solo. Lima Bezerra et al. (1998), constataram que o estresse hídrico afetou

significamente a produção total de tubérculos de batata por planta. Dessa forma o

manejo dessa cultura é fundamental para obter bons resultados na produção final,

mantendo sempre próxima a capacidade de campo. De acordo com FILGUEIRA

(1982), a cultura do rabanete possui a necessidade da manutenção de um elevado

teor de água no solo.

Muchalak et al. (2014), verificaram em seus estudos com batatas uma

redução de seus tubérculos na maior lâmina de irrigação (150% da ETC)

comparados ao tratamento não irrigado, mostrando que o excesso de agua pode ser

bastante prejudicial à cultura, uma vez que provoca a diminuição de oxigênio no solo

ou a falta do mesmo.

Figura 7 Massa fresca dos tubérculos de rabanete cv. Cometa em função dos níveis de reposição de

água no solo.

y = - 16,182+ 4,043x -0,0293x2 R² = 0,8135

35

65

95

125

40 60 80 100 120

M as

sa F

re sc

a d

o T

u b

é rc

u lo

(g v

as o

-1 )

Níveis de Reposição de Água(%)

24

4.6 Massa seca do Tubérculo

A massa seca de tubérculo foi influenciada significativamente pelos os níveis

de reposição de água no solo e ajustando ao modelo quadrático de regressão

(Figura 8). O maior resultado para a massa do tubérculo (5,51g vaso-1) foi verificado

com o nível de reposição de água de 71,16%. Com um acréscimo de 21,05%

quando comparado com o menor nível de reposição de água. Valores similares aos

observados no presente estudo também foi encontrado por Rodrigues et al.(2013),

onde apresentou o maior valor de massa seca de tubérculo (4 g vaso-1) para 80% de

disponibilidade de água no solo.

Figura 8. Massa seca do tubérculo de rabanete cv. Cometa em função dos níveis de reposição de

água no solo.

4.7 Massa fresca das folhas

Os níveis de reposição apresentou diferença significativa para os níveis de

reposição de água e ajustou-se ao modelo quadrático de regressão (Figura 9). O

maior resultado foi encontrado com o nível de reposição de água 67,98% (51,22 g

vaso-1) valor esse de massa fresca superior ao encontrado por Koetz et al.,(2013),

em estudo realizado com o objetivo de observar a influência de reposição de água

no rabanete, onde o peso fresco por vaso foi de 25,69 g, todavia com duas plantas

por vaso.

y = -0,5625 + 0,1708x -0,0012x² R² = 0,5886

0

1

2

3

4

5

6

7

40 60 80 100 120

M as

sa s

ec a

d o

t u

b ér

cu lo

(g

v as

o -1

)

Níveis de Reposição de Água(%)

25

Segundo Silva & Marouelli (1998), a deficiência de água normalmente é o

fator mais limitante para a obtenção de produtividade elevada e produtos de

qualidade, mas o excesso também pode ser prejudicial.

Figura 9. Massa Fresca das folhas de rabanete cv. Cometa em função do nível reposição de água no

solo.

4.8 Massa seca das folhas

Houve diferença significativa no tratamento na variável massa seca das folhas

que ajustou-se ao modelo linear de regressão (Figura 10). O maior resultado foi

encontrado para o nível de reposição de água de 40% (4,03 g vaso-1).

Andrade Júnior (1994) obteve resultados semelhantes para teor de matéria

seca total tendo em vista decréscimo no teor de matéria seca da parte aérea, com o

aumento das lâminas aplicadas com base nas frações da evaporação no tanque

Classe A (0,25 a 1,00); segundo o autor, as plantas, em virtude da sua maior

disponibilidade de água, acumulam mais matéria fresca e reduzem a porcentagem

de matéria seca.

y = 12,863 + 1,1286x -0,0083x² R² = 0,9142

20

30

40

50

40 60 80 100 120

M as

sa F

re sc

a d

as F

o lh

as (

g va

so -1

)

Níveis de Reposição dé Água(%)

26

Figura 10. Massa seca das folhas de rabanete cv. Cometa em função dos níveis de reposição de

água no solo.

y =4,675 -0,0163x R² = 0,5214

1

1,5

2

2,5

3

3,5

4

4,5

40 60 80 100 120M as

sa s

e ca

d as

f o

lh as

( g

va so

-

1 )

Níveis de Reposição de Água (%)

27

6 CONCLUSÕES

O desenvolvimento da cultura do rabanete foi sensível ao alagamento, sendo

o excesso de água no solo proporcionou efeito negativo nas características

avaliadas.

As maiores produções de altura da planta, diâmetro do tubérculo, massa

fresca do tubérculo, massa seca do tubérculo, massa fresca da parte aérea,

são observados para o nível de reposição de água o solo entre 67,98 e

71,16%.

O nível de reposição 40% proporcionou maior resultado de massa seca das

folhas.

28

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