Transplante Renal - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)
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Neymar28 de Fevereiro de 2013

Transplante Renal - Apostilas - Medicina, Notas de estudo de Medicina. Centro Universitário do Pará (CESUPA)

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Apostilas sobre o estudo dos programas de transplantes de órgãos, objetivo, metologia, anatomia e fisiologia dos rins, doença renal, transplante, infecção urinária.
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1. INTRODUÇÃO

Os programas de transplantes de órgãos tiveram início no final da década de 1940, em Paris, Londres, Edimburgo e Boston. O primeiro transplante renal documentado ocorreu em 1933 pelo Dr. Voronoy. No entanto, só em 1954, foi realizado o primeiro transplante renal com sucesso, por Joseph Murray, na cidade de Boston, com gêmeos idênticos. Em 1962, houve o primeiro transplante bem sucedido feito com um doador cadáver. Isto só foi possível devido ao desenvolvimento de novas drogas imunossupressoras. (CINTRA el al 2005).

O doador pode ser vivo ou cadáver. Quanto aos doadores vivos, a legislação aceita doação de cônjuges ou parentes de até quarto grau, outros possíveis doadores necessitarão de autorização judiciária. Em relação aos doadores cadáveres, é necessário o diagnóstico de morte encefálica por médico que não pertença à equipe envolvida no transplante. (SALOMÃO FILHO et al 2002)

No Brasil, o diagnóstico de morte encefálica é definido pela Resolução CFM N° 1.480/97, devendo ser registrado, em prontuário, um Termo de Declaração de Morte Encefálica, descrevendo os elementos do exame neurológico que demonstram ausência dos reflexos do tronco cerebral, bem como o relatório de um exame complementar. Para constatação do diagnóstico de morte encefálica, Inicialmente, necessário certificar-se de que o paciente tenha identificação e registro hospitalar; a causa do coma seja conhecida e estabelecida; o paciente não esteja hipotérmico; o paciente não esteja usando drogas depressoras do Sistema Nervoso; o paciente não esteja em hipotensão arterial. Após essas certificações, o paciente deve ser submetido a dois exames neurológicos que avaliam a integridade do tronco cerebral. (SOUZA & MOZACHI, 2005).

Após o diagnóstico de morte encefálica, a família deve ser consultada e orientada sobre o processo de doação de órgãos.

Os transplantes renais tornaram-se o tratamento de escolha para a maioria dos pacientes com doença renal em estágio terminal. Pois se calcula que haja cerca de 120 pacientes por ano com insuficiência renal crônica em fase terminal para cada milhão de habitantes.

A insuficiência renal crônica é a perda gradual e irreversível da função renal; e, na fase terminal, a terapia renal substitutiva ou o transplante renal tornam-se necessários. (SMELTZER & BARE, 2008).

O transplante é a remoção ou isolamento parcial de uma parte do corpo e seu implante no corpo da mesma pessoa ou de outra. É um procedimento terapêutico bem estabelecido e que apresenta progressos quanto a seus resultados, em decorrência do aprimoramento da técnica cirúrgica, de novos medicamentos imunossupressores, de métodos mais eficazes de conservação de órgãos e da melhor compreensão e controle de fenômenos imunológicos.

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A introdução dos imunossupressores levou à diminuição das rejeições e ao aumento da vida média do enxerto transplantado, ampliando o tempo de vida do receptor.

A toxicidade dessas drogas tornou-se um problema e a monitorização terapêutica dos imunossupressores passou a ocupar um lugar imprescindível no bom prognóstico dos procedimentos de pós-enxerto de órgãos. Todos os receptores necessitam de exames imunológicos, laboratoriais, endoscópicos e, em alguns casos, procedimentos cirúrgicos de pré- transplante, como a nefrectomia. (SALOMÃO FILHO et al 2002)

A Enfermagem, por se agrupar ao saber de várias ciências em sua formação profissional, no processo de transplante renal sua atuação se faz essencial. A atuação da enfermeira ao gerenciar o serviço de transplante é de extrema valia, e tem muita importância no serviço prestado e a complexidade terapêutica envolvida, contribuindo para o alcance das metas assistenciais pretendidas. (CINTRA et al 2005).

Assim, o presente trabalho tem por objetivo relatar o pós-operatório de um paciente de transplante renal através do acompanhamento no pós-operatório e dado coletados do prontuário, destacando os cuidados da equipe de enfermagem na assistência frente à situação dos transplantes bem como a sua importância.

Este tema foi escolhido por relatar o processo de um paciente renal crônico até consegui transplante, ou seja, sua melhora.

2. OBJETIVO

Compreender o significado do transplante renal em tratamento dialítico e conhecer suas expectativas em relação a este tratamento. Identificar os diagnósticos de enfermagem no período pós-operatório imediato de pacientes submetidos a transplante renal e levantar as ações de enfermagem, propostas, para os diagnósticos de enfermagem identificados nos pacientes submetidos a transplante renal.

3. METODOLOGIA

Estudo descritivo realizado por meio de prontuários digitalizados de um pacientes submetidos transplante renal em setembro de 2010 em um hospital geral, particular, de grande porte do município Maceió. Tendo como base o referencial teórico sobre o assunto abordado.

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4. Estudo de Caso

4.1 ANATOMIA E FISIOLOGIA DOS RINS

Os rins tem uma importante função, são eles os principais órgãos responsáveis pela eliminação de toxinas e substâncias. Eles também são fundamentais para manter os líquidos e sais do corpo em níveis adequados. Além disso eles ajudam produzindo alguns hormônios e participam no controle da pressão arterial. Por isso, doenças nos rins e a sua perda de função levam a uma série de problemas como: pressão alta, doenças no coração, anemia, alterações em ossos e nervos. (DÂNGELO, 2005).

Os rins são dois órgãos de estrutura vermelho acastanhada em forma de feijão, que estão localizados no meio das suas costas, logo abaixo da caixa torácica, em cada um dos lados da coluna vertebral. Pesam aproximadamente 113 a 170 g e tem de 10 a 12 cm. O rim direito é ligeiramente nemor qur o esquerdo por causa da localização do fígado. (SMELTZER & BARE, 2008).

Apesar de serem órgãos pequenos em peso, recebem uma quantidade enorme de 20 a 25 % do sangue é bombeado pelo coração. O grande fornecimento de sangue para os rins permite que eles realizem tarefas como: regular a composição sanguínea, manter a concentração constante dos vários íons e outras substâncias importantes, manter o volume de água constante em seu corpo, remover resíduos do organismo (uréia, amônia, drogas, substâncias tóxicas), manter a concentração constante de ácido/base sanguínea, ajudar a regular a pressão sanguínea, estimular a produção de glóbulos vermelhos, manter o nível de cálcio no organismo. Os rins recebem o sangue pela artéria renal, então processam e retornam esse sangue para o corpo através da veia renal e removem os resíduos e outras substâncias indesejáveis na urina. A urina flui dos rins pelos ureteres até a bexiga. Na bexiga, a urina é armazenada até ser excretada do corpo pela uretra. (JANEWAY, 2002)

As partes internas dos rins são as seguintes são

a cápsula renal - uma fina membrana externa que ajuda a proteger o rim; córtex; região externa, de cor mais clara; medula - região interna, mais escura, de cor marrom-avermelhada e pélvis renal - uma cavidade lisa, em forma de funil, que coleta a urina para dentro dos ureteres. O córtex e a medula são pequenas estruturas tubulares, presentes em ambas as regiões, perpendicularmente à superfície do rim. Em cada rim, há um milhão dessas estruturas, chamadas néfrons. O néfron é a unidade básica do rim, é um tubo longo e fino fechado em uma ponta, tem duas regiões entrelaçadas com uma longa alça em forma de forquilha, terminando em uma porção longa e reta, e é cercado de capilares. (ANDRADE, 1988, apud CHAVES, 2010)

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4.2 DOENÇA RENAL CRÔNICA

A insuficiência renal crónica é uma lenta e progressiva diminuição da função renal que evolui até à acumulação de produtos metabólicos de excreção no sangue (azotemia ou uremia). As lesões produzidas nos rins por muitas doenças podem ocasionar danos irreversíveis. As pessoas com maior risco de ter doenças nos rins são aquelas que têm: diabetes, pressão alta, pessoas com doença renal na família, idosos, pessoas com doenças cardiovasculares. Apesar da doença renal não ocasionar muitos sintomas, é importante conhecer alguns sintomas que podem estar relacionados à doença renal: fraqueza, cansaço, inchaço em rosto, pés ou pernas, dificuldades para urinar, urina com espuma, urina com alterações na sua cor (escura ou avermelhada), aumento ou diminuição da quantidade de urina. As principais causas de doença renal crônica são: Hipertensão (pressão alta), Diabetes, Glomerulonefrite, Doenças hereditárias como a Doença Policística, Obstruções (pedras nos rins, tumores), Infecções nos rins. A Doença Renal Crônica consiste em lesão renal e geralmente perda progressiva e irreversível da função dos rins. Atualmente ela é definida pela presença de algum tipo de lesão renal mantida há pelo menos 3 meses com ou sem redução da função de filtração. (Ministério da Saúde 2006).

De acordo com SMELTZER & BARE, (2008), a doença renal crônica consiste em lesão, perda progressiva e irreversível da função dos rins. Os principais grupos de risco para o desenvolvimento dessa patologia são: diabete mellitus, hipertensão arterial e história familiar. Além destes, outros fatores estão relacionados a perda de função renal, como glomerulopatias, doença renal policística, doenças autoimunes, infecções sistêmicas, infecções urinarias de repetição, litíase urinária, uropatias obstrutivas e neoplasias.

Na insuficiência renal crônica a função renal está totalmente comprometida, é na qual os rins perderam o controle do meio interno, tornando-se este bastante alterado para ser incompatível com a vida. Nesta fase, o paciente encontra-se intensamente sintomático. Suas opções terapêuticas são os métodos de depuração artificial do sangue (diálise peritoneal ou hemodiálise) ou o transplante renal. Compreende a um ritmo de filtração glomerular inferior a 15 ml/min/1,73m2. (ROMÃO JUNIOR, 2004).

Existe exames como que são marcadores da função renal como uréia (10 - 50 mg / dl), creatinina (0,4 - 1,4 mg / dl), e potássio (4,0 a 5,4 mEq / 1) de acordo com a alteração dos limites

O objetivo do tratamento é manter a função renal e a hemostasia pelo maior tempo possível através da terapia farmacológica, como anti-hipertensivos, cardíacos suplementos de cálcio, anticonvulsivantes, eritropoietina e dietas.

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Quando o tratamento não responde o paciente apresenta-se com sintomas crescentes de insuficiência renal crônica é referido para o centro de dialise e transplante. Em geral a diálise é iniciada quando o paciente não consegue manter um estilo de vida razoável o tratamento conservador. Pois os médicos decidem começar a diálise quando a insuficiência renal causa um funcionamento anormal do cérebro (encefalopatia urémica), inflamação do invólucro do coração (pericardite), uma elevada acidez do sangue (acidose) que não responde a outros tratamentos, insuficiência cardíaca ou uma concentração muito elevada de potássio no sangue (hiperpotassemia). A reversão dos sintomas de alteração do funcionamento cerebral causados pela insuficiência renal, uma vez iniciada a diálise, precisa em regra de vários dias e, raramente, até duas semanas de tratamento. (SMELTZER & BARE, 2008).

Há dois métodos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal. Na hemodiálise extrai-se o sangue do corpo e bombeia-se para o interior de um aparelho que filtra as substâncias tóxicas, devolvendo à pessoa o sangue purificado. A quantidade de líquido devolvido pode ser ajustada. Na diálise peritoneal introduz-se dentro da cavidade abdominal um líquido que contém uma mistura especial de glicose e de sais que arrasta as substâncias tóxicas dos tecidos. Depois se extrai o líquido e despeja-se. A quantidade de glicose pode ser modificada para extrair mais ou menos líquido do organismo.

O transplante renal constitui o tratamento mais adequado para a insuficiência renal crônica, porém é necessário selecionar, entre os portadores de insuficiência renal crônica, aqueles que preenchem os critérios, levando-se em consideração o aspecto técnico-cirúrgico, sobrevida e recidiva da doença. (ROZA et al , 2008)

4.3 TRANSPLANTE RENAL

Transplante é a remoção ou isolamento parcial de uma parte do corpo e seu implante no corpo da mesma pessoa ou de outra. É um procedimento terapêutico bem estabelecido e que apresenta progressos quanto a seus resultados, em decorrência do aprimoramento da técnica cirúrgica, de novos medicamentos imunossupressores, de métodos mais eficazes de conservação de órgãos e da melhor compreensão e controle de fenômenos imunológicos. (CINTRA et al 2005).

O número de indivíduos na fila de espera por um transplante de rim tem aumentado significativamente nos últimos anos, e, embora o número de transplantes realizados em cada ano também tenha aumentado apenas uma pequena porcentagem dessas pessoas chega efetivamente a ser transplantado. (ROZA et al , 2008)

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A Enfermagem, que incorpora o saber de várias ciências em sua formação profissional, dentre elas, a Administração, se fez presente desde os primórdios da realização do primeiro transplante no Brasil, em 1965, o transplante renal. (CINTRA et al 2005).

4.4 QUEM É O PACIENTE

Homem pardo de 29 anos, natural de Estrela de Alagoas, residente em Estrela de Alagoas, agricultor; solteiro, ensino fundamental incompleto. Mora com a mãe e dois irmãos. Refere ter esquema vacinal completo. Nega diabetes mellitus e/ou alergias. Sem antecedentes cirúrgicos. Procurou o hospital em 2005, com queixa de edema em membros inferiores, cefaléia e vômitos, onde recebeu o diagnóstico médico de glumerulonefrite, hipertensão arterial severa (PA: 240x120 mmHg). Ficou na unidade de internação hospitalar em torno de 15 dias após a alta foi encaminhado para o centro de hemodiálise onde começou a fazer três sessões de hemodiálise por semana. Realiza atividades agrícolas. Antes da doença, não procurava os serviços de saúde.

Foi submetido a transplante renal de cadáver em 05 de setembro de 2010, há um dia e mantido em unidade de internação hospitalar em uso de Albendazol 400 mg 1 comprimido V.O 12/12; Metronidazol 400 mg 1 comprimido V.O 12/12 h; luftal 40 mg 40 gotas V.O 6/6 h dipirona sódica 500 mg 1ampola EV 6/6 h, Tramal 50 mg 1 ampola E.V 12/12 h; Plasil 10 mg 1 ampola E.V de 8/8 h; Nistatina 100.00 UI/ml 10 ml bochechar após ingerir 6/6 h; Cellcept 500 mg 2 comprimido V.O 12/12 h; Prograf 1 mg 1 cápsula V.O

Ao acompanhamento dia 06 de setembro de 2010, deambulando com ajuda, orientado no tempo e espaço, ansioso. Queixa de dor no local cirúrgico e no canal uretral. Aceitou a dieta liquida oferecida. Diurese ausente há 4 anos e fezes também a 3 dias. Ao exame: Eupnéico, hidratado, hipocorado (+++/4). Couro cabeludo íntegro pouco higienizado, face simétrica, pupilas isocóricas e fotorreagentes. Tórax simétrico AP: MVU (+) em AHT. AC= RCR em 2T, BNF sem sopros. ABD: RHA (+), distendido, timpânico, doloroso à palpação em local cirúrgico. Apresenta curativo cirúrgico em flanco direito; com aspecto limpo e dreno portovac no local com retorno de 100 ml de secreção sanguinolenta. Portando SVD com três vias. Realizado irrigação vesical com 500 ml de SF 0,9 %; retorno de 700 ml com aspecto sanguinolento. Apresenta fístula arteriovenosa em MSE e acesso venoso para medicação. Portando manguito em MSD do monitor e sensor em indicador direito. Extremidades aquecidas, perfudidas. Encaminhado para o banho, realizado curativo limpeza com SF a 0,9 %, desinfecção com povidine tópico; coberto com gazes e esparadrapo antialérgico. Orientado quanto: a deambulação, que deve ser o mais precoce possível; higiene pessoal; cuidados ao tocar a SVD. Exames realizados: hemograma, potássio, sódio, creatinina, ureia. Medicações em uso: Aguardando resultado. SSVV: Fr: 20 ipm; Fc: 82 bpm; P:120x60 mmHg; T: 36, 7°C.

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No 07 de setembro de 2010 é retirado o acesso venoso, o dreno portovac do local cirúrgico e a sonda vesical de demora – SVD. Diurese presente das 24 h em torno de 280 ml. Resulta do de exame: uréia 198 mg / dl, creatinina 6.6 mg / dl potássio 4.4 mEq / 1

Após nove dias do transplante renal, em 14 de setembro de 2010; foi retirado os pontos cirúrgico; a diurese presente das 24 h em torno de 1750 ml.

Após 15 dias do transplante renal, em 20 de setembro de 2010; a diurese presente das 24 h em torno de 2500 ml. Atualmente, não está de alta, pois encontra-se com infecção urinária. Em uso de,meropenem(antibiótico tratamento das seguintes infecções em adultos, causadas por uma única ou múltiplas bactérias sensíveis e como tratamento empírico anterior à identificação do microorganismo causador: infecções do trato respiratório inferior. Infecções do trato urinário, incluindo infecções complicadas. Infecções intra- abdominais. Infecções ginecológicas, incluindo infecções puerperais. Infecções de pele e anexos) ampola de 1g de 12/12 h; mantém função renal estável. Resulta do de exame: uréia 122 mg / dl, creatinina 3.9 mg / dl e potássio 3.8 mEq / 1.

4.5 INFECÇÃO URINÁRIA

A infecção do trato urinário é a presença e multiplicação de bactérias no trato urinário, provocando danos aos tecidos do sistema urinário. No entanto, durante a gravidez, o entendimento desta definição deve ser ampliado, considerando-se os riscos potenciais de complicações decorrentes da bacteriúria assintomática. O aparecimento bacteriano que pode causar ITU na gestante, a Escherichia coli é o uropatógeno mais comum, responsável por aproximadamente 80% dos casos. Este é o problema urinário mais comum durante a gestação. O quadro clínico varia de bacteriúria assintomática (mais de 100.000 colônias/ml de urina), até o quadro de pielonefrite. (DUARTE et al, 2008).

A infecção urinária sintomática pode se manifestar de acordo com a causa. Na cistite o sintoma básico é local, disúria, polaciúria, nictúria e, às vezes, urgência miccional, sem alteração do estado geral. Na pielonefrite aguda ocorre comprometimento do estado geral, mal estar, calafrios, febre, dor na loja renal, náuseas, vômitos e sinal de Giordano presente na maioria dos casos. (ALENCAR JUNIOR. et al, 2001)

O diagnóstico laboratorial é dado pelo exame do sedimento urinário e urocultura de duas amostras urinárias obtidas em tempos distintos.

Após o diagnóstico da infecção urinária aguda, a instituição do tratamento demanda urgência pela gravidade da doença, sem tempo para confirmação do cultivo e antibiograma. Estas

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limitações tornam imprescindível a avaliação periódica do padrão de sensibilidade dos agentes etiológicos das ITU aos antimicrobianos, cujo uso seja permitido durante a gravidez, para cada instituição de saúde. Esta medida torna-se de extrema relevância frente ao crescente número de germes resistentes aos restritos antimicrobianos de uso seguro durante o período gestacional. Deixa de ser um tratamento empírico, pois se baseia no histórico de sensibilidade bacteriana aos antimicrobianos.

Sugere-se que novas uroculturas sejam ser realizadas a fim de verificar se a infecção foi erradicada ou não, e também, para evitar e prevenir bacteriúrias recorrentes, garantindo a saúde da gestante e do bebê. (REZENDE, 1999).

O tratamento é ambulatorial e a antibioticoterapia é feita por via oral durante 7 a 10 dias, nos casos leves nos casos mais graves é necessário internamento com o antibiótico venoso. Os antibióticos mais utilizados são a ampicilina (2 g/dia), a cefalosporina de (2 g/dia) e a nitrofurantoíana (300 mg/dia), esta última indicada para os germes gram negativos (E. coli). A realização dos exames laboratoriais nesses casos, que devem ser feitos 7 a 15 dias após o término do tratamento. (DUARTE et al, 2008).

Segundo ALENCAR JUNIOR. et al, (2001), a infecção urinária pode levar ao trabalho de parto prematuro, à prematuridade, ao baixo peso e a mortalidade neonatal, representando a sexta causa de morte neonatal. A infecção urinária é uma grave complicação durante a gestação, portanto, devemos atuar em diversos pontos, na assistência pré-natal e neonatal, oferecendo acesso à tecnologia de ponta para estes prematuros.

5. PLANEJAMENTO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

Devido à complexidade, a modalidade terapêutica transplante renal exige que a equipe de enfermagem preste uma assistência específica, com qualidade e domínio técnico-científico, para embasar a sua atuação. Com este objetivo, faz-se necessário que o enfermeiro sistematize as suas ações e planeje os cuidados prestados aos pacientes submetidos ao transplante renal, reavaliando periodicamente, implementando a assistência de enfermagem e intervindo com segurança nos períodos pré, intra e pós-eperatório. (Pereira, 2004).

A atuação da enfermagem nesse período tem como objetivos: avaliar, detectar e intervir precocemente nas possíveis complicações pós-transplante renal. Para tanto é necessário que a equipe de enfermagem tenha conhecimento da história do paciente, enfocando a evolução da doença, estado atual e terapêutica utilizada para controle da doença até o momento, bem como da evolução do paciente durante o transplante de rim e possíveis complicações associadas ao procedimento cirúrgico. (Pereira, 2004).

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5.1. DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM SEGUNDO A CIPE

Quadro 1 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | infecção | Alto | Ferida cirúrgica | | |

Intervenção de Enfermagem | Prevenção da contaminação | | Curativo asséptico | | | Plano de cuidado | |

Resultados de Enfermagem | | | Livre de infecção e rápida cicatrização. | Normal | | | |

Quadro 2 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Dor | Alto | Ferida cirúrgica | | |

Intervenção de Enfermagem | Melhorar | | Intensidade da dor | | | Plano de cuidado | |

Resultados de Enfermagem | | | Dor | Diminuindo | | | |

Quadro 3 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Padrão de eliminação urinaria | Comprometido | Sistema urinário | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Auto cuidado.Padrão alimentar e ingestão de líquidos | | | Plano de cuidado.. | |

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Resultados de Enfermagem | | | Comprometimento renal. | Melhorado | | | |

Quadro 4 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Queda | Risco | Sistema corporal | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Deambulação Postura | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Queda | Ausente | | | |

Quadro 5 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Aspiração | Risco | Sistema respiratório | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Postura Alimentação | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Aspiração | Ausente | | | |

Quadro 6 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Hemorragia | Risco | Ferida cirúrgica | | |

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Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Realizar curativo compressivo nas 24h | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | hemorragia | Ausente | | | |

Quadro 7 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Perfusão tissular alterada | Risco | Sistema cardiovascular | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Controle hemodinâmico | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Perfusão tissular | Normal | | | |

Quadro 8 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Vômito | Presente | Sistema cardiovascular | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir Administrar | | Controle hemodinâmico.Alimentações fracionadas. Medicações prescrita | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Vômito | Ausente | | | |

Quadro 9 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

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Diagnóstico deEnfermagem | | | Tontura | Presente | Sistema corporal | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Levantar devagarNa deambulação | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Tontura | Diminuída | | | |

Quadro 10 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Hipertermia | Risco | Sistema corporal | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Risco de infecção | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Hipertermia | ausente | | | |

Quadro 11 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Ansiedade | Presente | Sistema corporal | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Processo de tratamento | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Ansiedade | Diminuída | | | |

Quadro 12 – eixos da CIPE

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EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Náuseas | Presente | Sistema corporal | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | AlimentaçãoMedicações | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Náuseas | Diminuída | | | |

Quadro 13 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Integridade da pele. | Diminuída | Sistema corporal | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Manter pele integra | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Integridade da pele | Atual | | | |

Quadro 14 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Peso | Atual | Sistema corporal | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Manter o peso seco | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Peso | Mesmo nível | | | |

Quadro 15 – eixos da CIPE

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EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Déficit do autocuidado | Atual | Sistema corporal | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Aos cuidados pessoais e de higiene | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Auto cuidado | Melhorado | | | |

Quadro 16 – eixos da CIPE

EixoFase | Ação | Cliente | Foco | Juízo | Localização | Meios | Tempo |

Diagnóstico deEnfermagem | | | Sistema imunológico | Risco | Sistema corporal | | |

Intervenção de Enfermagem | Ensinar.OrientarAssistir | | Uso de máscara | | | Plano de cuidado.. | |

Resultados de Enfermagem | | | Sistema imunológico | Melhorado | | | |

5.2. OUTROS CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Os cuidados no pós-operatório são similares aos realizados com pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos de médio porte, com ênfase na monitorização do balanço hidroeletrolítico, cuidados para prevenção de infecção, controle da dor, manutenção e estímulo da função pulmonar, deambulação precoce, restauração das funções gastrointestinais e restauração da função renal.

* Evolução esperada nos primeiros dias após o procedimento, enfocando o funcionamento do rim transplantado;

* Avaliar a função do enxerto, por meio da avaliação da eliminação urinária, bem como da evolução dos exames clínicos de função renal (uréia, creatinina, sódio e potássio);

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* Administrar e avaliar a terapia imunossupressora do paciente;

* Detectar precocemente as complicações relacionadas ao procedimento cirúrgico;

* Preparar e testar os equipamentos necessários para receber o paciente submetido ao transplante renal, como bomba de infusão, monitor cardíaco etc.

* Realizar balanço hídrico rigoroso;

* Avaliar função renal: controle de diurese a cada hora, objetivando-se um padrão ≥ 30 ml/h;

* Observar manutenção do cateter urinário pérvio;

* Cuidados com acessos vasculares, drenos e sondas; evitando-se trações e umidade;

* Avaliar presença de hemorragia, hematomas na ferida cirúrgica;

* Estimular a deambulação o mais precocemente possível, visando prevenção de complicações vasculares e pulmonares, bem como a ocorrência de úlceras por pressão;

* Instituir cuidados para a prevenção de infecção: realização de curativos com técnica asséptica, restrição de visitas, entre outros;

* Realizar controle rigoroso da glicemia capilar.

* Pesar diariamente e monitorar as tendências

* Limitar o número de visitas quando adequado

5.2.1Recomendações que devem ser seguidas em casa:

* Para evitar infecções, orientar o uso de máscaras de proteção nos primeiros dias;

* Restringir, no início, as visitas de parentes e amigos;

* Manter-se afastado do contato com pessoas portadoras de enfermidades contagiosas ou de animais;

* Conservar a casa sempre limpa e arejada, especialmente os banheiros;

* Lavar as mãos com água e sabonete antes e depois de usar o banheiro, comer ou chegar em casa;

* Seguir estritamente a dieta indicada para o seu caso e não consumir alimentos preparados em lugares desconhecidos;

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* Verificar o controle dos sinais vitais (pressão arterial, pulso e temperatura, conforme já mencionado anteriormente), bem como o peso, anotando diariamente para conhecimento do médico. Havendo alteração, comunicá-lo imediatamente;

* Fazer um diário dos líquidos ingeridos e da urina eliminada, pois é de vital importância para controle da evolução do transplante;

* Realizar exercícios (caminhada e bicicleta de preferência), sem exceder o recomendado;

* Utilizar sempre um protetor solar de alto fator ao sair de casa; assim como bonés, chapéus e roupas que protejam do sol;

* Não suspender, sob hipótese alguma, a medicação imunossupressora;

* Jamais se automedicar;

* Qualquer sinal ou sintoma diferente do habitual deve ser avisado imediatamente ao médico;

* Seguir o tratamento odontológico recomendado pelo médico.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os pacientes optam pelos transplantes por vários motivos; um dos desejos é evitar a diálise originada de várias nefropatias como exemplo a glomerulonefrite crônica ou de melhorar sua sensação de bem estar e a vontade de levar uma vida normal.

Um grande percentual dos transplantes renais é realizado com doadores vivos aparentados, o que aumenta de modo significante a disponibilidade de rins para transplante.

O segundo como aconteceu com o caso relatado é de doador cadáver, onde as possibilidades diminuem, pois tem que ser compatível imunologicamente e respeitar a lista de espera. Portanto, pode esperar anos por um transplante.

Na maioria dos casos os resultados dos transplantes renais são excelentes. Quando o doador é vivo aparentado, são superiores aos transplantes com rim de cadáver.

Os riscos de rejeição aguda foram reduzidos pela disponibilidade de novas drogas imunossupressoras altamente eficientes. Hoje é possível vislumbrar o transplante renal como uma terapia com bons resultados em longo prazo. A possibilidade de re-transplantar um rim perdido aumenta, ainda mais, o horizonte terapêutico para os pacientes portadores de insuficiência renal crônica.

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O enfermeiro é o profissional mais habilitado para prestar a assistência de qualidade ao paciente transplantado, pois sua atenção vai do pré-operatório ao pós-operatório, além de possibilitar a familiar/cuidador e mesmo ao paciente esclarecimento de dúvidas, uma vez que é o elemento da equipe de saúde que permanece mais tempo ao lado dos mesmos, sendo um elo entre a equipe multidisciplinar e os pacientes.

Após o transplante, apesar das recomendações e exigências médicas, o transplantado pode levar uma vida normal. A cada mês que passa, diminuem as restrições e os cuidados são menores, possibilitando um convívio social pleno e saudável.

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