Trichomonas Vaginalis em gestantes - Apostilas - Enfermagem, Notas de estudo de . Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Pamela87
Pamela8727 de Fevereiro de 2013

Trichomonas Vaginalis em gestantes - Apostilas - Enfermagem, Notas de estudo de . Universidade Federal da Bahia (UFBA)

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Apostilas sobre as infecções por Trichomonas Vaginalis em gestantes, definição, metodologia, resultados e discussão.
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OORDENADORIA DE GRADUAÇÃO DA ÁREA DA SAÚDE

COORDENADORIA DO CURSO DE ENFERMAGEM

ÍNDICE DE INFECÇÃO POR TRICHOMONAS VAGINALIS EM GESTANTES

Artigo apresentado ao Curso de Enfermagem como parte dos requisitos para obtenção do grau de Bacharel em Enfermagem.

RESUMO

O protozoário Trichomonas Vaginalis tem como principal reservatório a cérvice uterina, e sua principal forma de contágio é a sexual, e se não tratada durante a gravidez pode trazer complicações para o feto, em conta a essa realidade, levou-me fazer essa pesquisa. Onde se objetivou identificar o índice de infecção causado pelo Trichomonas Vaginalis em gestantes atendidas em um Centro de Saúde de São Luís. Trata-se de uma pesquisa retrospectiva com análise quantitativa dos dados, realizada por meio de um questionário quantitativo de dados a uma amostra de 30 gestantes atendidas no período de janeiro a junho. Como resultados das 30 entrevistados, 64% tinham idade entre 12 e 20 anos, a maioria das gestantes são mulheres com situação conjugal classificada como outros, e 30% eram casadas, quanto ao nº de gestações à maioria, ou seja, 40% das gestantes eram multigestas, em relação a gestantes infectadas pelo trichomonas 30% estavam infectadas pelo protozoário, quanto à conduta de enfermagem 57% realizaram o tratamento com metronidazol 2g dose única. Os resultados obtidos demonstraram um alto índice de infecção por trichomonas em gestantes, fato esse que preocupa, levando em consideração complicações futuras ao feto, sendo que se pode prevenir a infecção apenas como o uso do preservativo e pela conscientização e compreensão do parceiro.

Palavras-chave: Gestante. Trichomonas. DST.

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1 INTRODUÇÃO

A gravidez representa um evento fisiológico na vida da mulher, que caracteriza uma serie de alterações e modificações em seu organismo, a partir do momento em que acontece a fecundação. Intercorrências na gravidez podem surgir e interferir a natureza fisiológica da gestação, uma dessas intercorrências podem ser DSTs, sendo mais comumente encontrada a Tricomoníase (SILVA, 2008).

O organismo da gestante, por influência hormonal, sofre por diversas adaptações necessárias para a manutenção da gravidez e preparo para o parto e aleitamento materno. Algumas dessas modificações fisiológicas que ocorrem no sistema reprodutor da gestante, embora tenha função protetora sobre o útero, gravidez e feto, tornam-se susceptíveis a vulvovaginites (BENZECRY, 2001).

Um dos motivos que mais freqüentemente levam as gestantes ao ginecologista é o corrimento vaginal, onde a citologia de um terço dos casos é o T. vaginalis (BOLNER, 2005).

A principal manifestação de vaginite por T. vaginalis é o corrimento amarelo-esverdeado e fétido após três a vinte e oito dias de infecção. O quadro inflamatório é importante, e pode levar a disúria (desconforto nos genitais externos e dor ao urinar), dispareumia (dor e dificuldades nas relações sexuais), polaciúria (maior freqüência miccional) e dor no baixo ventre. A sintomatologia geralmente piora após a menstruação e relação sexual, devido à elevação do pH (BRASIL,2009).

A Trichomonas Vaginalis é um protozoário flagelado que provoca uma vaginite comum, usualmente transmitida por via sexual. Ela pode ser transmitida por um portador assintomático que aloja o microorganismo no trato urogenital ou pode-se dizer que seu reservatório é a cérvice uterina, a vagina ou a uretra (SMELTZER, BARE, 2005).

A infecção pode permanecer assintomática no homem e, na mulher, principalmente após a menopausa. Na mulher, pode acometer a vulva, a vagina e a cérvice uterina, causando cervicovaginite e possui um alto índice de transmissão no ato que chega a ser de até 80% (BRASIL, 2006).

O Trichomonas vaginalis libera aminoácidos que rapidamente se degradam em aminas alcalinas, acarretando aumento do pH vaginal, que por sua vez, inibe a proliferação de bacilos Doderlein favorecendo a manutenção de um pH vaginal elevado, ideal para seu desenvolvimento,no caso de gravidez a mulher fica ainda mais suscetível a infecção porque há um aumento da acidez vaginal justamente por um desenvolvimento maior de lactobacilos (CARVALHO, 2002).

Por estímulo hormonal, várias modificações no trato genital inferior feminino ocorrem na gestação, tais como: hipertrofia das paredes vaginais, aumento do fluxo sanguíneo e da temperatura, bem como uma maior exposição do epitélio colunar do colo por causa da hiperplasia glandular, com formação da ectopia característica da gestação. Essas alterações

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fisiológicas, apesar de terem função protetora ao útero, á gravidez e ao organismo materno podem tornar as gestantes mais vulneráveis á infecções vaginais (BROOKS et al., 2000).

As vulvovaginites estão, freqüentemente, envolvidas em complicações de gestação, parto, puerpério e recém-nascido, motivo no qual a importância da assistência de enfermagem aos problemas dessa natureza, especialmente a infecção pelo trichomonas vaginalis que é considerada uma das mais freqüentes DST que acometem as gestantes principalmente aqueles com inúmeros parceiros ou sem parceiros fixo (BRASIL, 2009).

O T. vaginalis tem sido relatado em complicações durante a gravidez, incluindo parto prematuro e baixo peso ao nascer. Problemas relacionados com a gravidez: esta associado tricomonas com a ruptura prematura de membrana, parto prematuro, baixo peso do recém-nascido, natimorto e morte neonatal. A resposta inflamatória gerada pela infecção pode conduzir direta ou indiretamente a alteração na membrana fetal (Silva, 2004).

Mediante a pesquisa ficou relevante a importância da identificação do índice de infecção por trichomas vaginalis em gestantes, para facilitar ou conscientizar a gestante de que o pré- natal juntamente com a consulta ginecológica é de extrema importância para a saúde da criança e a da própria gestante, trazendo uma gravidez tranqüila e cheio de vitalidade.

2 METODOLOGIA

Trata-se de um estudo retrospectivo com análise quantitativa dos dados, onde os dados foram coletados durante o mês de novembro de 2009. A pesquisa foi realizada em um Centro de Saúde no município de São Luís, a amostra pesquisada foram 30 gestantes atendidas durante os meses de janeiro a junho de 2009, o instrumento para coleta dos dados foi um questionário quantitativo de dados. A coleta dos dados foi realizada pelo próprio pesquisador, onde os dados foram analisados mediante a utilização de processos estatísticos, cuja sua visualização foi esplanada em forma de gráficos, tendo como aspectos éticos um ofício encaminhado para liberação da pesquisa atendendo às especificações da resolução 196/96.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram utilizados dados percentuais através de gráfico, para melhor análise dos resultados encontrados, comparando-os com a literatura utilizada, facilitando assim a discussão dos mesmos.

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Tabela 1 - Distribuição da amostra quanto à idade, escolaridade e situação conjugal das gestantes atendidas no Centro de Saúde Dr º José Carlos Macieira nos meses de janeiro a junho de 2009.

Idade Quantitativo Percentual

12 a 20 19 63%

21 a 35 11 37%

Total 30 100%

Situação Conjugal Quantitativo Percentual

Casada 9 30%

Solteira9 30%

Outros 12 40%

Total 33 100%

Escolaridade Quantitativo Percentual

Ens.funda.incompleto 3 10%

Ens.funda.completo 4 13%

Ens.médio incompleto 17 57%

Ens.médio completo 4 13%

Não Alfabetizada 2 7%

Total 30 100%

De acordo com a análise da tabela constatou-se que a maioria da amostra pesquisada tem entre 12 a 20 anos de idade totalizando em porcentagem cerca de 63%, tendo sua situação conjugal classificada como outros ou seja 40% das gestantes.No quesito grau de escolaridade 57% tinham, ensino médio incompleto e 7% delas não eram alfabetizadas.Foi pesquisado também a renda mensal das gestantes e como resultado obteve-se que 57% teriam renda mensal de apenas um salário mínimo.

Deve-se ter em mente que a gravidez não confere imunidade contra nenhuma DST e que estão são bem prevalentes na gestação, ou seja, a gestação representa um período de risco aumentado de se contrair uma DST já que as pacientes estão mais expostas a uma DST durante

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esse período, pelo simples fato de que o sistema imune na gravidez encontra-se alterado, portanto as infecções constituem um grande risco para o binômio mãe-concepto (BENZECRY, 2001).

A incidência da Tricomoníase vem caindo nos últomos 20 anos e, nos dias de hoje, é responsável por apenas 10 a 25% das infecções vaginais, dependendo da população estudada, que entre pessoas de baixo nível socioeconômico é mais prevalente (VIANA et al. , 2001).

Gráfico 1 – Distribuição das gestantes atendidas no período de janeiro a junho de 2009 no Centro de Saúde Drº José Carlos Macieira segundo o número de gestações.

No gráfico 1 , evidenciou-se o número de gestações das gestantes participantes da amostra, que revela que (40%) eram multigestas enquanto a minoria e esperada eram gemigestas (3%).

Quando consideramos a Tricomoníase juntamente com todas as outras DSTs podemos verificar que essas representam uma das mais comuns complicações na gravidez, especialmente em populações urbanas de baixo nível socioeconômico e mulheres com um grande número de gestações (BENZECRY, 2001).

As diferenças no padrão de vida, condições de higiene precária e baixa de nível de escolaridade também estão associados a uma maior prevalência da Tricomoníase, bem como vários parceiros sexuais (PORTO, 2000).

Gráfico 2 – Distribuição das gestantes segundo o número de partos, atendidas no Centro de Saúde Drº José Carlos Macieira nos meses de janeiro a junho de 2009.

O gráfico 2 expressa que a maioria como no gráfico 1 são multíparas, e conseqüentemente a minoria são gemigestas. A pesquisa mostra também que todas as participantes da amostra realizaram o exame citopatológico, um dado considerado relevante para a realidade da saúde na classe baixa.

Tricomoníase é uma das DST mais comuns, inclusive entre as gestantes, sendo causada pelo T. Vaginalis (protozoário anaeróbio, flagelado, móvel) encontrado entre indivíduos sexualmente ativos, nas clínicas de DST sua prevalência varia de 0,9 a 36%. (GINECOLOGIA).

O elevado custo de testes associado ao alto índice de automedicação da gestante, seja por parentes ou amigos, torna o problema ainda maior, já que muitos dos casos não recebem a

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orientação e tratamento adequado, ficando sub-clínicos, permanecendo transmissores e mantendo-se como os elos fundamentais na cadeia de transmissão das doenças (PORTO, 2000).

Gráfico 3 – Distribuição quanto ao número de gestantes infectadas no período de janeiro a junho de 2009 no Centro de Saúde Drº Jsé Carlos Macieira.

O gráfico 3 , demonstra que após realização do exame Papanicolau, obteve-se um resultado que reflete um alto índice de infecção nas gestantes (30%), atendidas no período de janeiro a junho de 2009, levando em consideração o tamanho da amostra pesquisada.

O exame realizado para diagnóstico da Tricomoníase é o exame direto (a fresco) do conteúdo vaginal ao microscópio, é de fácil interpretação e realização, busca-se o parasita flagelado movimentando-se ativamente entre as células epiteliais e os leucócitos, com o diagnostico confirmado impõem-se o tratamento da gestante que no caso é realizado após o 1º trimestre, juntamente com o parceiro sexual (BRASIL, 2006).

A terapêutica da Tricomoníase durante o ciclo gestacional requer a observação de algumas normas terapêuticas importantes na escolha da medicação adequada, pelo fato de que alguns fármacos serem contra-indicados durante esse período, pelo risco de acometimento fetal (NETTINA, 2003).

Gráfico 4 – Distribuição quanto aos cuidados de enfermagem realizados no período de janeiro a junho de 2009 no Centro de Saúde Drº José Carlos Macieira.

O gráfico 4, revela que o atendimento de maior prevalência no Centro de Saúde Drº José Carlos Macieira em relação a gestantes infectadas por Trichomonas Vaginalis é o Metronidazol 2g, dose única, tratando juntamente o parceiro.

A conduta mais efetiva para o tratamento da Tricomoníase é o metronidazol, onde ambos os parceiros recebem uma dose única ou 400 mg de 12/12 horas via oral durante 7. A dose única é mais conveniente, por conseguinte, a complacência precisa ser maior, nunca esquecendo que o tratamento deve ser recomendado para a gestante só após o primeiro trimestre de gestação (SMELTZER, BARE, 2005).

Para um tratamento mais eficaz é preciso manter abstinência sexual, sendo que quando não for possível fazer o uso do preservativo, a lavagem terapêutica com duchas pode ser recomendada e prescrita para diminuir odores desagradáveis e anormais, e para servir como uma solução de

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irrigação anti-séptica. É recomendado o uso de roupas íntimas de algodão e largas para melhor arejamento do local (FILHO, 2000).

A importância do tratamento durante a gravidez se torna incontestável, no que diz respeito aos problemas relacionados à tricomoníase e ao que pode levar se não tratada, entre eles podemos citar a prematuridade, o baixo peso ao nascer, a ruptura prematura da bolsa, sem falar no desconforto que os sintomas traz para a gestante acometida (NETTINA, 2003).

4 CONCLUSÃO

Durante a pesquisa realizada sobre o índice de infecção por Trichomonas Vaginalis em gestantes atendidas em um Centro de São Luís, durante os meses de Janeiro a Junho de 2009, observou-se que entre as gestantes a faixa etária que apresentou maior número de infecção pelo protozoário é a de 21 a 35, justificada por terem vida sexual ativa mais intensa, essas se encontram na sua maioria com situação conjugal fora da formalidade, ou seja, classificadas como outras (40%), o grau de escolaridade da gestante acometida pela infecção na sua maioria são gestantes com ensino médio incompleto (57%).

A pesquisa mostra também que o maior índice de infecção está em mulheres multigestas e multíparas, ou seja, mulheres que tem uma prole maior, justificada talvez pela vida sexual mais intensa.

Um dado importante da pesquisa foi a observação da relação casual entre a infecção e a situação conjugal da gestante constatando que a maioria das gestantes infectadas pelo Trichomonas Vaginalis tinha situações conjugais fora da formalidade, ou seja, demonstrando que a instabilidade entre parceiros aumenta o risco de contrair a infecção.

A conduta realizada pela equipe de enfermagem é muito importante tanto para a saúde da mulher, quanto para a saúde do feto, levando em consideração que o antibiótico de escolha para o tratamento é o metronidazol, esse deve somente deve ser receitado após o primeiro trimestre da gravidez, pelo fato de que pode acometer a saúde do feto. Então na pesquisa realizada a conduta da maioria dos profissionais foi o metronidazol 2g dose única (57%), após o primeiro trimestre de gravidez.

Diante dos resultados obtidos podemos afirmar que a prevenção continua sendo o melhor remédio, que nesse caso é o uso do preservativo, juntamente com medidas educativas. A pesquisa mostrou um alto índice de infecção nas gestantes participantes da amostra, isso reflete na má conscientização da gestante em relação à doença, então profissionais da área da saúde podem ser de excepcional importância para o controle não só da Tricomoníase como das demais doenças sexualmente transmissíveis

INDEX TRICHOMONAS VAGINALIS INFECTION IN PREGNAT WOMEN ATTENDING A HEATH CENTER OF ST LOUIS IN THE MONTHS OF JANUARY TO JUNE 2009

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ABSTRACT

The protozoan Trichomonas vaginalis is the main reservoir to the uterine cervix and its main form of transmission is sexual, and if left untreated during pregnancy can cause complications for the fetus into account this reality has led me to this research. Where is aimed to identify the rate of infection caused by Trichomonas vaginalis in pregnant women attending a Health Center of St Louis This is a retrospective study with quantitative data analysis, performed by a quantitative data on a sample of 30 pregnant women from January to June. The results of the 30 respondents, 64% were aged between 12 and 20 years, most pregnant women are classified as marital status others, and 30% were married, as the number of pregnancies the majority or 40% of pregnant women were multigravidae in relation to pregnant women infected with Trichomonas 30% were infected by the protozoan, and the conduct of nursing 57% received treatment with metronidazole 2 g single dose. The results showed a high rate of trichomonas infection in pregnant women, a fact that concerned, taking into account future complications to the fetus, and can prevent the infection just as condom use and awareness and understanding of the partner.

Keywords: Gestante.Trichomonas. STD.

REFERÊNCIAS

BENZECRY, Roberto. Tratado de obstetrícia. Rio de Janeiro: Revista, 2001.

BOLNER, Ane Rose: Evidência clínica: conciso. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

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BROOKS, Geo F.; BUTEL Janet S.; MORSE Stephen A. Microbiologia Médica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

CARVALHO, Geraldo Mota de. Enfermagem em obstetrícia. São Paulo: EPU, 2002.

FILHO, Geraldo Brasileiro. Bogliolo:Patologia. 6º ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

NETTINA, Sandra M. Prática de Enfermagem. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

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PORTO, A.G.M. Infecções sexualmente transmissíveis na gravidez. Rio de Janeiro: Atheneu, 2000.

Silva Filho MR. Fresh wet mount in pregnancy: correlation with Pap smears.Revista Brasileira de Ginecologia e Obstétricia, 2004.

SILVA, Janize C. Manual Obstétrico: um guia prático para a enfermagem. 2. ed.rev.ampl. São Paulo: Corpus, 2008.

SMELTZER, Suzanne C.; BARE, Brenda G. Brunner & Suddarth: Tratado de Enfermagem Médico- Cirúrgica.

VIANA, Luiz Carlos; MARTINS, Madalena; GEBER, Selmo. Ginecologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001.

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