Vestibular de Literatura - 2013 - PUCRS, Notas de estudo de Literatura. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
VictorCosta
VictorCosta13 de Março de 2013

Vestibular de Literatura - 2013 - PUCRS, Notas de estudo de Literatura. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

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Vestibular de Literatura da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul do ano de 2013.
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LITERATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA

Mesmo em tempos de esvaziamento afetivo, o amor continua inspirando poetas e servindo de contexto para inúmeras narrativas. O amor em todas as suas manifestações está representado nas mais variadas formas de arte. Nas questões que seguem, você encontrará alguns textos que versam sobre a temática amorosa.

INSTRUÇÃO: Para responder à questão 31, leia o poema a seguir, de Luís de Camões.

Transforma-se o amador na cousa amada, por virtude do muito imaginar; não tenho, logo, mais que desejar, pois em mim tenho a parte desejada.

Se nela está minha alma transformada, que mais deseja o corpo de alcançar? Em si somente pode descansar, pois consigo tal alma está liada.

Mas esta linda e pura semideia, que, como o acidente em seu sujeito, assim coa alma minha se conforma,

Está no pensamento como ideia; [e] o vivo e puro amor de que sou feito, como a matéria simples busca a forma.

Com base no poema e em seu contexto, afirma-se:

I. Criado no século XVI, o poema apresenta um eu lírico que reflete sobre o amor e sobre os efeitos desse sentimento no ser apaixonado.

II. Camões é também o criador de Os Lusíadas, a mais famosa epopeia produzida em língua portuguesa, que tem como grande herói o povo português, representado por Vasco da Gama.

III. Uma das características composicionais do poema é a presença de inversões sintáticas.

31) A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são

A) I, apenas.

B) III, apenas.

C) I e II, apenas.

D) II e III, apenas.

E) I, II e III.

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INSTRUÇÃO: Para responder à questão 32, leia o poema “Encarnação”.

Carnais, sejam carnais tantos desejos, carnais, sejam carnais tantos anseios, palpitações e frêmitos e enleios, das harpas da emoção tantos arpejos...

Sonhos, que vão, por trêmulos adejos, à noite, ao luar, intumescer os seios láteos, de finos e azulados veios de virgindade, de pudor, de pejos...

Sejam carnais todos os sonhos brumos de estranhos, vagos, estrelados rumos onde as Visões do amor dormem geladas...

Sonhos, palpitações, desejos e ânsias formem, com claridades e fragrâncias, a encarnação das lívidas Amadas!

Com base no poema e em seu contexto, afirma-se:

I. A atmosfera onírica, a sugestão através de símbo- los, a musicalidade das palavras por meio da alite- ração são características que permitem associar o poema à escola simbolista.

II. O eu lírico, em tom quase de súplica, ambiciona a concretização daquilo que pensa e deseja.

III. O autor do poema também escreveu as obras Missal e Broquéis. Seu nome é Alphonsus de Guimaraens.

32) A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são

A) I, apenas.

B) III, apenas.

C) I e II, apenas.

D) II e III, apenas.

E) I, II e III. ________________________________________________

INSTRUÇÃO: Para responder à questão 33, compare os poemas das questões 31 e 32, leia as afirmativas que seguem e preencha os parênteses com V para verdadeiro e F para falso.

( ) Os dois poemas falam mais sobre o sentimento do amor do que sobre o objeto amado.

( ) No poema de Camões, o amor figura-se no campo das ideias.

( ) Quanto à forma, os dois poemas são sonetos.

( ) O título “Encarnação” contém uma certa ambigui- dade, aliando um sentido espiritual a um erótico.

33) A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

A) F – F – V – F

B) V – V – F – V

C) V – F – V – F

D) V – V – V – V

E) F – V – F – F ________________________________________________

INSTRUÇÃO: Para responder à questão 34, leia o trecho do conto “Linda, uma história horrível”, de Caio Fernando Abreu.

(...) – Então quer dizer que o senhor veio me visitar? Muito bem.

Ele fechou o isqueiro na palma da mão. Quente da mão manchada dela. – Vim, mãe. Deu saudade.

Riso rouco: – Saudade? Sabe que a Elzinha não aparece aqui faz mais de mês? Eu podia morrer aqui dentro. Sozinha. Deus me livre. Ela nem ia ficar sabendo, só se fosse pelo jornal. Se desse no jornal. Quem se importa com um caco velho?

Ele acendeu um cigarro. Tossiu forte na primeira tragada: – Também moro só, mãe. Se morresse, ninguém ia ficar sabendo. E não ia dar no jornal. (...) – Deixa eu te ver melhor – pediu (ela).

Ajeitou os óculos. Ele baixou os olhos. No silêncio, ficou ouvindo o tic-tac do relógio da sala. Uma barata miúda riscou o branco dos azulejos atrás dela. – Tu estás mais magro – ela observou. Parecia preocu- pada. – Muito mais magro. – É o cabelo – ele disse. Passou a mão pela cabeça quase raspada. – E a barba, três dias. – Perdeu cabelo, meu filho. (...)

Levantou os olhos, pela primeira vez olhou direto nos olhos dela. Ela também olhava direto nos olhos dele. Verde desmaiado por trás das lentes dos óculos, subitamente muito atentos. Ele pensou: é agora, nesta contramão. Quase falou. Mas ela piscou primeiro. (...) – Mas vai tudo bem? (...) Saúde? Diz que tem umas doenças novas aí, vi na tevê. Umas pestes. – Graças a Deus – ele cortou. (...) – Vou dormir que amanhã cedo tem feira. Tem lençol limpo no armário do banheiro.

Então fez uma coisa que não faria, antigamente. Segurou-o pelas duas orelhas para beijá-lo não na testa, mas nas duas faces. Quase demorada. Aquele cheiro – cigarro, cebola, cachorro, sabonete, cansaço, velhice. Mais qualquer coisa úmida que parecia piedade, fadiga de ver. Ou amor. Uma espécie de amor. (...)

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(Ele) Começou a desabotoar a camisa manchada de suor e uísque. Um por um, foi abrindo os botões. Acen- deu a luz do abajur, para que a sala ficasse mais clara quando, sem camisa, começou a acariciar as manchas púrpuras (...) espalhadas embaixo dos pêlos do peito. Na ponta dos dedos, tocou o pescoço. Do lado direito, inclinando a cabeça, como se apalpasse uma semente no escuro. Depois foi dobrando os joelhos até o chão. Deus, pensou, antes de estender a outra mão para tocar no pêlo da cadela quase cega, cheio de manchas rosadas. Iguais às do tapete gasto da escada, iguais às da pele do seu peito, embaixo dos pêlos. Crespos, escuros, macios (...).

34) Todas as afirmativas estão corretamente associadas ao excerto e seu contexto, EXCETO:

A) Embora a distância que mantêm um do outro, os dois personagens conseguem finalmente compartilhar todos os seus segredos.

B) Perda de peso, queda de cabelos, manchas rosa- das, caroço no pescoço são indícios de que o filho está doente.

C) As comparações com a cadela quase cega e com o tapete gasto reforçam o estado de fragilidade do filho.

D) A precariedade do espaço narrativo, acentuada por elementos sensoriais (cheiros, cores, sons), é igualmente metáfora da relação entre mãe e filho.

E) O autor do excerto também escreveu O ovo apu- nhalado e Morangos mofados, entre outras obras.

________________________________________________

INSTRUÇÃO: Para responder à questão 35, leia o trecho a seguir.

Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves que aqui gorjeiam Não gorjeiam como lá. (...)

Não permita Deus que eu morra, Sem que eu volte para lá; Sem que desfrute os primores Que não encontro por cá; Sem qu’inda aviste as palmeiras, Onde canta o Sabiá.

Os versos do famoso poema “Canção do Exílio” evi- denciam um grande amor à pátria, simbolizada por sua natureza. Criado por _________ e pertencente à escola _________, o poema revela, em tom _________, um eu lírico que exterioriza sua _________.

35) A alternativa correta para o preenchimento das lacunas acima é:

A) Gonçalves de Magalhães – árcade – bucólico – solidão

B) Gonçalves Dias – romântica – ufanista – saudade

C) Gregório de Mattos – barroca – contraditório – ironia

D) Casemiro de Abreu – indianista – regionalista – nacionalidade

E) Castro Alves – condoreira – emancipatório – liberdade

________________________________________________

INSTRUÇÃO: Para responder à questão 36, leia o poema “Soneto da Separação”, de Vinícius de Mo- raes, e as afirmativas.

De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente

I. O poema tematiza um efêmero processo de trans- formação amorosa no qual a união dos amantes se converte em separação e desamparo.

II. O amante traduz o drama da finitude de uma paixão por intermédio da boca, das mãos, dos olhos.

III. Elementos da natureza, como bruma, espuma, chama, vento, são utilizados como figuras de ên- fase para representar o irremediável instante da desunião amorosa.

36) A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são

A) I, apenas. B) III, apenas. C) I e II, apenas. D) II e III, apenas. E) I, II e III.

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INSTRUÇÃO: Para responder à questão 37, leia o excerto do poema “Poemeto erótico”, de Manuel Bandeira, e as afirmativas.

Teu corpo claro e perfeito, – Teu corpo de maravilha, Quero possuí-lo no leito Estreito da redondilha…

(...)

É puro como nas fontes A água clara que serpeja, Que em cantigas se derrama...

(...)

Teu corpo é tudo o que brilha, Teu corpo é tudo o que cheira… Rosa, flor de laranjeira…

I. O poema apresenta forte densidade erótica através da utilização de imagens da natureza, tais como fontes, água clara, rosa, flor de laranjeira.

II. O eu lírico idealiza um corpo desprovido de máculas e imperfeições.

III. O eu lírico não cobiça carnalmente um corpo, pois o amor é sublimado fora dos desejos terrenais.

37) A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são

A) I, apenas. B) III, apenas. C) I e II, apenas. D) II e III, apenas. E) I, II e III.

________________________________________________

INSTRUÇÃO: Para responder às questões 38 e 39, considere o texto “Cidade de Deus”, de Rubem Fonseca, no contexto de sua obra.

O nome dele é João Romeiro, mas é conhecido como Zinho na Cidade de Deus, uma favela em Jacare- paguá, onde comanda o tráfico de drogas. Ela é Soraia Gonçalves, uma mulher dócil e calada. Soraia soube que Zinho era traficante dois meses depois de estarem morando juntos num condomínio de classe média alta da Barra da Tijuca. Você se importa?, Zinho perguntou, e ela respondeu que havia tido na vida dela um homem metido a direito que não passava de um canalha. No condomínio Zinho é conhecido como vendedor de uma firma de importação. (...) Hoje à noite Zinho chegou em casa depois de passar três dias distribuindo (...) cocaína.

(...)

“Antes de você dormir posso te perguntar uma coisa?”

“Pergunta logo, estou cansado e quero dormir, amorzinho.”

“Você seria capaz de matar uma pessoa por mim?” “Amorzinho, eu mato um cara porque ele me roubou

cinco gramas, não vou matar um sujeito que você pediu? Diz quem é o cara. É aqui do condomínio?”

“Não”. “De onde é?” “Mora na Taquara”. “O que foi que ele te fez?” “Nada. Ele é um menino de sete anos. Você já matou

um menino de sete anos?” “Já mandei furar a bala as palmas das mãos de dois

merdinhas que sumiram com uns papelotes, pra servir de exemplo, mas acho que eles tinham dez anos. Por que você quer matar um moleque de sete anos?”

“Para fazer a mãe dele sofrer. Ela me humilhou. Tirou o meu namorado, fez pouco de mim, dizia para todo mundo que eu era burra. Depois casou com ele. Ela é loura, tem olhos azuis e se acha o máximo.”

(...) “Está bem. Você sabe onde o menino mora?” “Sei.” “Vou mandar pegar o moleque e levar para a Cidade

de Deus.” “Mas não faz o garoto padecer muito.” (...) De manhã bem cedo Zinho saiu de carro e foi

para a Cidade de Deus. Ficou fora dois dias. Quando voltou, levou Soraia para a cama e ela docilmente obe- deceu a todas as suas ordens, Antes de ele dormir, ela perguntou, “você fez aquilo que eu pedi?”

“Faço o que prometo, amorzinho. Mandei meu pessoal pegar o menino quando ele ia para o colégio e levar para a Cidade de Deus. De madrugada quebra- ram os braços e as pernas do moleque, estrangularam, cortaram ele todo e depois jogaram na porta da casa da mãe. Esquece essa merda, não quero mais ouvir falar nesse assunto”, disse Zinho. Zinho virou as costas para Soraia e dormiu. Zinho tinha um sono pesado. Soraia ficou acordada ouvindo Zinho roncar. Depois levantou-se e pegou um retrato de Rodrigo que mantinha escondido num lugar que Zinho nunca descobriria. Sempre que Soraia olhava o retrato do antigo namorado, durante aqueles anos todos, seus olhos se enchiam de lágrimas. Mas nesse dia as lágrimas foram mais abundantes.

“Amor da minha vida”, ela disse, apertando o retrato de Rodrigo de encontro ao seu coração sobressaltado.

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Questão 38

1. O nome “Cidade de Deus” e os atos praticados nessa comunidade constituem um paradoxo.

2. O pedido de Soraia baseia-se em uma vingança de cunho passional, relacionada com um amor do passado não esquecido.

3. A suavidade dos diálogos de Soraia e Zinho faz contraponto com a crueldade das ações deste.

4. Zinho frequenta dois mundos: o paraíso confor- tável e seguro da Barra e o inferno violento e marginal da Cidade de Deus.

38) Estão corretas as afirmativas

A) 1 e 2, apenas.

B) 1 e 3, apenas.

C) 3 e 4, apenas.

D) 2, 3 e 4, apenas.

E) 1, 2, 3 e 4.

_____________________________________________

Questão 39

I. Em sua grande maioria, os contos de Rubem Fonseca apresentam um contexto urbano, mar- cado por uma violência brutal.

II. Em contraste com o imaginário presente em “Cidade de Deus”, outro conto de Rubem Fonseca, intitulado “Feliz ano novo”, remete ao encontro de namorados numa praia paradisíaca.

III. No conto “Cidade de Deus”, a linguagem literária se aproxima da prosa coloquial.

39) A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são

A) I, apenas.

B) II, apenas.

C) I e III, apenas.

D) II e III, apenas.

E) I, II e III.

INSTRUÇÃO: Para responder à questão 40, leia o trecho da crônica “Pouco amor não é amor”, de Nelson Rodrigues.

Nem Balbino, nem Arlete confessariam o seguin- te: – o amor de ambos nascera no cemitério. A menina acompanhava o enterro da avó. E o rapaz, que não conhecia a morta, nem a neta, estaria interessado em outro defunto. Parou um momento para espiar a sepultura aberta e o caixão que chegava. E viu Arlete, à beira do túmulo, assoando-se no lencinho amarrotado. Ela adorava a avó e estava fora de si. (...) Balbino postou-se logo atrás da pequena e, sem querer, adotou uma tristeza de falso parente, de falso conhecido. Pouco depois, estava ao lado da moça. Tudo o interessou em Arlete, inclusive a coriza. E foi aí que começou o flerte. Na saída do cemitério, Balbino juntou-se ao grupo de familiares, de amigos. Pararam todos, na porta, para as despedidas. (...) Ao apertar a mão da menina, deixou-lhe um papelzinho. Ela, ainda chorosa, teve um movimento de espanto, quase de susto.(...) Parecia-lhe uma falta de respeito a atitude de Balbino. Pensava: – “Num enterro, ora veja!”. Podia ter jogado fora ou rasgado o papelzinho. Mas guardou, sei lá por quê. Decidiu, porém: – Não telefono. Até o fim do dia, ora chorava pela avó, ora pensava em Balbino. Deitou-se cedo, mas só conse- guiu pegar no sono alta madrugada. De manhã, bem cedinho, estava de pé. Escovou os dentes, lavou o rosto, imaginando: – “O telefone não deve ser do trabalho, deve ser de casa”. Durante uns dez minutos ficou matutando. Valeria a pena ou não? (...)

I. A crônica revela que o amor pode surgir em lugar inusitado, mesmo que os amantes relutem em admiti-lo.

II. Tematizando os costumes e os vícios da socie- dade carioca, as obras de Nelson Rodrigues, em sua grande maioria, criticam os padrões de moralidade vigentes.

III. Fortemente influenciado pelo Romantismo, Nel- son Rodrigues busca reconstruir os padrões de linguagem característicos desse período literário.

40) A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são

A) I, apenas.

B) III, apenas.

C) I e II, apenas.

D) II e III, apenas.

E) I, II e III.

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