onde vou enviar a minha cobra de estimação, Formulas and forms for Plasma Physics. Cambodian Mekong University
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Qual deve ser a casa que devo enviar a minha cobra, porque ela precisa de descanso.
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As cobras mais venenosas do Brasil As serpentes (cobras) mais venenosas do Brasil são: (1º) a coral verdadeira, (2º) a cascavel, (3º) a surucucu

pico-de-jaca e (4º) a jararaca.

Cobra Cascavel Nome científico: Crotalus durissus terrificus

Habitat - Este réptil habita áreas de matas e campos em grande parte do território brasileiro. É encontrado também em vários países do continente americano, principalmente entre o México e a Argentina. Alimentação - Mamíferos de pequeno porte (principalmente pequenos roedores) e aves. Reprodução - A fêmea dá a cria entre 18 e 30 filhotes. Principais características: - A cascavel é uma cobra peçonhenta (venenosa), sendo seu veneno muito potente. - Uma das principais características desta cobra é a presença de um chocalho na parte final de sua cauda. - Estas serpentes podem viver até 20 anos. - Uma cascavel adulta mede entre 1,5 e 2 metros. - Possuem cor marrom escuro com presença de anéis claros e finos. A cor é um recurso que favorece a camuflagem destas cobras. Classificação científica: Reino: Animalia Divisão: Chordata Classe: Reptilia Ordem: Squamata Subordem: Serpentes Família: Viperidae Gênero: Crotalus Curiosidades: - O guizo da cascavel é formado da própria pele ressacada. Ao invés desta cobra trocar de pele, esta vai se acumulando no final da cauda. Com o tempo, a epiderme ressacada do animal dá origem ao chocalho. - O som emitido pelo guizo da cascavel tem função de espantar os predadores que podem ameaçá-la. - A quantidade de anéis presentes no chocalho da cascavel representa a quantidade de trocas de pele ocorridas. - Existem entre 65 e 70 subespécies de cobras cascavéis.

As cobras mais peçonhentas do Brasil

Cascavel

A cascavel possui um chocalho característico na cauda. Em vez de sair completamente de sua pele antiga, mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Com o correr dos anos, estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que, ao vibrarem, balançam e causam um ruído bastante característico.

Embora no conceito popular o número de anéis do guizo é interpretado como correspondente a idade desta cobra, isto não é correto, pois, no máximo, poderia indicar o número de trocas de pele. A finalidade do som produzido pelo guizo é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. É uma ótima chance de evitar o confronto. O veneno da cascavel provoca visão dupla e paralisa os músculos da vítima.

O soro utilizado contra a picada desta serpente é o anticrotálico.

Gênero Crotalus (cascavel): possui chocalho na ponta da cauda;

Nome científico Nome vernáculo

Ocorrência Descrição

Crotalus durissus (Linnaeus, 1758)

Cascavel Todo o Brasil ( exceto o Acre)

Conhecida pelo chocalho na ponta da cauda (guizo), tendo no máximo 1,9 m de comprimento, sendo uma das serpentes venenosas mais temidas do mundo. É encontrada em todo o Brasil, ocorrendo preferencialmente em áreas abertas.[4] O desmatamento aumentou consideravelmente sua distribuição geográfica.[4]

Origem Cascavel ou Cobra Cascavel é o nome genérico dado às cobras peçonhentas venenosas dos gêneros Crotalus e Sistrurus. As cascavéis possuem um chocalho característico na cauda, e estão presentes em todo o continente americano. Geralmente, refere-se mais especificamente à espécie Crotalus Durissus, cuja área de distribuição estende-se do México à Argentina. Existem cinco subespécies de cascavel, todas bem parecidas umas com as outras. São elas: Crotalus durissus terrificus, Crotalus durissus collilineatus, Crotalus durissus cascavella, Crotalus durissus marajoensis e Crotalus durissus ruruima. A muçurana (Pseudoboa cloelia), uma espécie de cobra não-peçonhenta, é uma predadora natural da cascavel.

A cascavel, por razões não bem entendidas, em vez de sair completamente de sua pele antiga, mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Com o correr dos anos, estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que, quando o animal vibra a cauda, balançam e causam o ruído característico. Embora no conceito popular o número de anéis do guizo às vezes é interpretado como correspondente à idade desta cobra, isto não é correto, pois no máximo poderia indicar o número de trocas de pele. Além disso, especialmente nas cascavéis mais velhas, os guizos terminais freqüentemente perdem-se, de modo que o número total de guizos não indica nem o número total de mudas. A finalidade do som produzido pelo guizo é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. É uma ótima possibilidade de evitar o confronto. As cascavéis alimentam-se principalmente de pequenos roedores, mas podem fazer uso de seu veneno para fazerem outras vítimas, como pequenas aves, coelhos, lagartos, e, eventualmente, outras serpentes. Apesar de serem vistas durante o dia, predominam os hábitos crepuscular e noturno. Cada vez que a serpente muda de pele, adicionam-se mais um lóbulo e uma serpente muda mais do que uma vez por ano. A cascavel geralmente não dispõe de mais do que dez lóbulos, pois podem-se perder ou atrapalhar nos movimentos da serpente. Em algumas espécies em específico, a ponta da cauda tem uma cor branca amarelada.

Características A característica mais marcante da cascavel é um som de chocalho forte. Não chega a medir 2 m. Muda de pele de 2 a 4 vezes por ano, e a reprodução é vivípara e ocorre no período de novembro a fevereiro. Em média nascem de 16 a 24 filhotes. Conseguem caçar com o valioso auxílio de suas fossetas loreais, que identificam fontes de calor e orientam a cobra para o bote. Duas enormes presas de veneno fixam na parte da frente da boca. Dentes sólidos em ambos os maxilares. As dimensões e os padrões na pele das cobras cascavéis variam muito entre as várias espécies. Tem cor castanha, sendo que o ventre é mais claro. Apresenta “desenhos” de losangos escuros pelo corpo todo. Os machos costumam serem um pouco maiores que as fêmeas, podendo atingir aproximadamente 1,8 metros de comprimento.

Peso: Aproximadamente Macho e Fêmea de kg 6 kg Altura Aproximadamente Macho e Fêmea de 1,5 a 1,8 m Grupo: Família Viperidae

Cor: Castanha, sendo que o ventre é mais claro. Apresenta “desenhos” de losangos escuros pelo corpo todo

Nome de Origem: Cascavel Pais de Origem: Encontra-se em todos os países da América do Sul, exceto Equador e

Chile, e em algumas ilhas das Caraíbas

Curiosidades Está entre as mais temidas serpentes brasileiras. A cascavel, fiel aos hábitos da grande maioria das serpentes, só costuma atacar o homem quando sente-se molestada por ele, ocasião em que reage com agressividade, do contrario fogem rapidamente quando avistadas. São responsáveis por 8% dos acidentes ofídicos que ocorrem no País, ocupando o primeiro lugar no número de mortes. Os guizos das cascavéis representam vestígios cornificados da pele, que aderem à base da cauda, e não perdem-se durante a ecdise (troca da pele). A espécie encontrada no Brasil possui veneno neurotóxico, que atua no sistema nervoso e faz com que a vítima tenha dificuldades de locomoção, e respiração. Diferente de seus parentes da América do Norte, que possuem propriedades proteolíticas (necrosante).

Dicas Segundo um estudo realizado pelo Instituto Vital Brasil, no período de 1990 a 1993, mais de cinco mil pessoas foram picadas por cascavéis. Das 35 espécies que existem no mundo, apenas uma vive no Brasil – a Crotalus Durissus. Ela habita os cerrados, regiões áridas e semi-áridas do Nordeste brasileiro, bem como os campos abertos das regiões Sul, Sudeste e Norte. Serpente terrícola, de atividade crepuscular e noturna, pode também ser vista durante o dia. Quando julga-se importunada, enrola-se quase que por inteiro, mantendo erguida em forma de “S” a parte anterior do corpo. Então, levanta a cauda e começa a vibrá-la rápida e vigorosamente, emitindo o característico som de seu guizo, fazendo um ruído que pode ser ouvido a dezenas de metros. Quando uma cascavel anda rapidamente colocando a língua pra fora e tocando o chão com a língua ela está “farejando” a presa que passou um pouco antes por ali. Surda e mal dotada de visão, a cascavel usa o olfato (sente cheiros com a língua) e a visão de calor. Quando aproxima-se da presa, mesmo no escuro, pode sentir a presa pela fosseta loreal, um buraquinho entre as narinas e os olhos. Em seguida dá um bote fulminante sobre a vítima, mordendo-a com violência. Desse modo, ela injeta na vítima um forte veneno, que tem ação

simultaneamente neurotóxica e hemolítica – ou seja, capaz de exercer perturbadores efeitos tóxicos no sistema nervoso e, ao mesmo tempo, destruir glóbulos vermelhos do sangue. A cascavel alimentada pode ficar uns 10 dias sem comer.

Saúde Veneno da cascavel Boicininga – “cobra que soa”, na língua tupi -, é outro nome da cascavel, que possui um veneno poderoso. Ele destrói as células do sangue das vítimas, causando lesões musculares, afeta o sistema nervoso e renal. Na peçonha dessa serpente, há uma proteína que causa rápida coagulação, fazendo o sangue de a vítima endurecer. O ser humano tem uma proteína parecida, a trombina. Ela é ativada quando machucamo-nos e forma “casquinha” nas feridas. As células sanguíneas dos seres humanos possuem outra proteína chamada mioglobina. Quando o veneno crotálico – da cascavel – destrói essas células, a mioglobina sai na urina da vítima, que assume uma cor avermelhada. Como tratar uma picada de cascavel? A picada de cascavel não dói segundo diversos relatos do Instituto Butantã. Quem for mordido jamais deve fazer torniquetes ou garrotes – isso agrava a ação do veneno e pode levar à amputação do membro atingido. Também não deve-se enfaixar a ferida. Pode-se lavar a ferida com água e sabão ou com soro fisiológico. Mas a melhor coisa a se fazer é levar a vítima o mais rápido possível para o hospital e, de preferência, com a cobra. Isso é importante para a identificação do animal e, portanto, para a administração correta do soro antiveneno, ou antiofídico. Se não for possível capturar a serpente, deve-se dar uma boa olhada nela, para depois descrevê-la ao médico e ele poder aplicar o soro correto. Podem viver até 20 anos.

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