2 caracteristicas gerais das bacterias, Slides de Biologia Celular e Molecular. Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF)
letycia_amarante
letycia_amarante18 de Outubro de 2016

2 caracteristicas gerais das bacterias, Slides de Biologia Celular e Molecular. Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF)

PDF (2 MB)
15 páginas
216Número de visitas
Descrição
microbiologia
20pontos
Pontos de download necessários para baixar
este documento
baixar o documento
Pré-visualização3 páginas / 15
Esta é apenas uma pré-visualização
3 shown on 15 pages
baixar o documento
Esta é apenas uma pré-visualização
3 shown on 15 pages
baixar o documento
Esta é apenas uma pré-visualização
3 shown on 15 pages
baixar o documento
Esta é apenas uma pré-visualização
3 shown on 15 pages
baixar o documento
Apresentação do PowerPoint

14/08/2016

1

Prof. Liliane Cunha Campos da Mata

Microbiologia e Imunologia

Fisioterapia

2016

Características gerais

das bactérias: Morfologia, estrutura e

reprodução

Bactéria

As bactérias são caracterizadas morfologicamente pelo

seu tamanho, forma e arranjo.

 Tamanho : Variam de 0,3 x 0,8 μm até 10 x 25 μm,

 As espécies de maior interesse médico medem entre

0,5 a 1,0 μm por 2 a 5 μm.

 existem relatos - nanobactérias ou ultramicrobactérias

tamanhos- 0,2 a 0,05 µm de diâmetro (algumas

inclusive já cultivadas em laboratório)

Bactéria

Encontramos bactérias de até 500 ou 800 µm;

como no caso de Epulopiscium (intestino de peixe) ou

Thiomargarita (maior bactéria- 0,75 mm)

14/08/2016

2

Bactérias podem ser agrupadas em três tipos

morfológicos gerais:

• Cocos,

• Bacilos ,

• Espiralados,

Bactéria Forma e arranjo - COCOS

Formas de cocos (esféricas): grupo mais homogêneo em

relação a tamanho.

1- Diplococos: cocos agrupados aos pares.

Ex: Neisseria meningitides (meningococo).

Forma e arranjo - COCOS

2- Sarcina:

- Tétrades: agrupamentos de quatro cocos.

- agrupamentos de 8 cocos em forma cúbica.

Ex: Sarcina ventriculi

(ulcerações no intestino)

3- Estreptococos: cocos agrupados em cadeias.

Ex: Streptococcus pneumoniae (pneumococo).

Forma e arranjo - COCOS

14/08/2016

3

4- Estafilococos: cocos em grupos irregulares, lembrando

cachos de uva.

Ex: Staphylococcus sp

Forma e arranjo - COCOS

Forma de Bacilos - células cilíndricas, em forma de

bastonetes, variação na forma e tamanho

o longos e delgados,

o pequenos e grossos,

o extremidade reta,

convexa ou arredondada.

Forma e arranjo - BACILOS

Bacillus anthracis

Quanto ao arranjo:

1-Diplobacilo: bastonetes agrupados aos pares.

Forma e arranjo - BACILOS

2- Estreptobacilos: bastonetes agrupados em cadeias.

Forma e arranjo - BACILOS

14/08/2016

4

3- Paliçada: bastonetes alinhados lado a lado como palitos

de fósforo.

Forma e arranjo - BACILOS

.

Formas espiraladas: Formato em espiral 1- Espirilos: possuem corpo rígido e se movem

às custas de flagelos externos.

Forma e arranjo - ESPIRILADO

2- Espiroquetas: são flexíveis e locomovem-se

provavelmente às custas de contrações do citoplasma

Ex: Treponema pallidum

Forma e arranjo - ESPIRILADO Forma e arranjo

Além desses três tipos morfológicos, existem algumas

formas de transição:

o Cocobacilos: bacilos muito curtos.

Ex: Haemophilus influenzae

o Vibrião: espirilos muito curtos,

assumindo formas de vírgula.

Ex: Vibrio cholerae

14/08/2016

5

Citologia bacteriana Citologia bacteriana

• Cápsula

• Flagelos

• Fímbrias e Pili

• Parede celular

• Membrana citoplasmática

• Mesossomos

• Estruturas celulares internas

• Esporos

Parte

externa

Parte

interna

Estruturas de superfície celular

GLICOCÁLICE (cápsula)

Camada externa à parede celular, de consistência

viscosa e de natureza polissacarídica e/ou polipeptídica.

 Matriz mais compacta, fortemente ligada à parede

celular

 Proteção da célula bacteriana contra desidratação.

 Aderência – auxiliam na ligação da bactéria à

superfície.

 Proteção - resistência à fagocitose pelas células de

defesa do corpo (fator de virulência).

Estruturas de superfície celular

14/08/2016

6

FLAGELO

• Locomoção: movimento rotatório,

• Formam longos filamentos que partem do corpo da bactéria e se

estendem

externamente à parede

celular,

• Ancorado na

superfície da célula,

• Proteína flagelina.

Estruturas de superfície celular

Padrões de mobilidade

FÍMBRIAS E PILI

• Organelas filamentosas mais curtas e finas que os

flagelos,

• São constituídas por uma proteína denominada pilina.

• Presentes especialmente Gram negativas

Fímbrias- biofilmes

Pili – mais longos que as fímbrias, 1 ou 2/cél

Pili de conjugação – relacionado com a transferência

de material genético durante a conjugação bacteriana

Estruturas de superfície celular

14/08/2016

7

E. coli

Parede celular

• As camadas do invólucro celular que se situam entre a membrana celular e a cápsula – PAREDE CELULAR;

• impede a pressão interna;

• Resistência – peptídeoglicano (mureína ou mucopeptídeo)

• A estrutura da parede celular separa as bactérias em dois grandes grupos:

Bactérias gram-positiva – 50% PG;

Bactérias gram-negativa – 5-10% PG;

Parede celular Bactéria Gram-Positiva

Bactéria Gram-Negativa

14/08/2016

8

Bactérias gram-positiva

 Muitas camadas de peptidioglicano (cerca de 90%

da parede),

 Ácido teicoico (polissacarídeo ácido com resíduo de

glicerol fosfato ou ribitol fosfato, hidrossolúvel),

 Constituem antígenos superficiais.

 Poucas camadas de peptidioglicano (cerca de 10%)

 Membrana externa:

Lipopolissacaríedo (LPS)

Proteínas: porinas, lipoproteínas

 Espaço periplasmático – entre a membrana externa e

membrana citoplasmática

Bactérias gram- negativa

14/08/2016

9

Estrutura LPS Micoplasmas

 Não possuem parede celular, sendo o seu

citoplasma envolvido por membrana trilaminar,

 Membrana Plasmática é constituída principalmente

pelo colesterol.

Patogênico:

Mycoplasma Pneumoniae

Não Patogênico:

Acholeplasma

Ureaplasma

Micoplasmas

 Possuem tamanho reduzidíssimo,

 Podem ser de vida livre ou parasitas de animais e

plantas,

 Uma vez que não possuem parede celular, esses

organismos demonstram ser negativos à coloração

de Gram PCR ou M.E.

Membrana Citoplasmática

• Separa a parede celular do

citoplasma,

• Constituída principalmente:

Proteinas- 40%

Bicamada Lipídica- 60%

• Importante papel na permeabilidade seletiva,

• Funciona como uma barreira osmótica.

14/08/2016

10

Estruturas celulares internas

Área citoplasmática

Citoplasma:

• 80 % de água, ácidos

nucléicos, proteínas,

carboidratos, lipídios,

íons inorgânicos,

• Sítio de reações

químicas,

• Encontra-se o

cromossoma bacteriano

(nucleóide)

Estruturas celulares internas

Área citoplasmática

Ribossomo:

• Síntese proteica

• Composto por 2 subunidades consistindo de proteina e

RNA ribossômico

• Menores e menos densos que das células eucarióticas

• Antibioticoterapia

Estruturas celulares internas

Área citoplasmática

Grânulos de reserva (inclusões): os procariotos podem

acumular no citoplasma substâncias sob a forma de

grânulos, constituídos de polímeros insolúveis (ex.:

grânulos de glicogênio, amido, lipídios, polifosfato, enxofre

e óxido de ferro) .

Microscopia de luz

polarizada, revelando

os grânulos de enxôfre

no interior da bactéria

Thiomargarita

namibiensis

Plasmídeo

 Moléculas menores de DNA circular,

 Genes - conferem vantagens seletivas à bactéria,

 Capazes de auto-duplicação independente da

replicação do cromossomo,

 RESISTÊNCIA À ANTIBIÓTICOS.

14/08/2016

11

Esporos Bacterianos - Endósporos

 Células altamente duráveis e desidratadas,

 Atuam como estrutura de sobrevivência:

condições ambientais desfavoráveis,

Nutrientes

 Baixa atividade metabólica

 Forma de sobrevivência

e não de reprodução

Sua formação leva em torno de 6 horas!

Desencadeado por escassez de nutrientes

MICROBIOTA NORMAL

DO CORPO

População de microrganismos que habita pele e mucosas de pessoas SADIAS.

• Divididos em dois grupos:

- Microbiota residente

- Microbiota temporária (transitória)

14/08/2016

12

A microbiota normal classifica-se:

Residente:

• microrganismos encontrados com regularidade;

• recompõe-se com facilidade;

Transitória:

• microrganismos não patogênicos ou potencialmente

patogênicos;

• permanecem na pele ou mucosa por horas, dias ou

semanas;

• não se estabelecendo em definitivo na superfície;

• não provocam doenças.

1. Microbiota Normal do Corpo Humano (M.N.C.H.)

Alguns microrganismos de interesse médico

produzem doenças

aO que é M.N.C.H.?

sempre Raramente

Freqüentemente M.N.C.H.

 ~ 100 trilhões de bactérias;

 Presentes na regiões do corpo expostas ao ambiente;

como pele, boca, ouvido, trato respiratório superior,

gastrointestinal e urogenital;

 dificilmente em órgãos internos , linfa, sangue e

sistema nervoso, o que caracterizaria uma infecção.

MICROBIOTA NORMAL

 1º Contato: lactobacilos da vagina da mãe – intestino do

recém- nascido.

 Ambiente: respiração e alimentação.

14/08/2016

13

MICROBIOTA NORMAL

Importânicas benéficas:

1. Produção de vitaminas K e do complexo B

2. Estimulo do sistema imune

3. Proteção dos intestinos X infecção por Salmonella

4. Proteção dos intestinos X colite pseudomembranosa

(Clostridium difficile)

5. Proteção da pele X infecções microbianas

6. Proteção das mucosas X infecções microbianas

MICROBIOTA NORMAL

Relação com hospedeiro

MICROBIOTA NORMAL

Relação com hospedeiro

14/08/2016

14

MICROBIOTA NORMAL

Relação com hospedeiro

Helicobacter pyloryi

MICROBIOTA NORMAL

Relação com hospedeiro

• PATOGENICIDADE:

Capacidade de um agente infeccioso de causar

doença;

• INFECÇÃO

Multiplicação de um agente infeccioso no organismo;

• PATÓGENO

Microorganimo causador de doença;

• VIRULÊNCIA

Capacidade quantitativa de um agente provocar

doença;

Definições

14/08/2016

15

Requisitos para doença

comentários (0)
Até o momento nenhum comentário
Seja o primeiro a comentar!
Esta é apenas uma pré-visualização
3 shown on 15 pages
baixar o documento