2 morfologia caule, Notas de estudo de Agronomia
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2 morfologia caule, Notas de estudo de Agronomia

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2 morfologia caule
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Microsoft PowerPoint - morfologia caule [Modo de Compatibilidade]

12/08/2011

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CAULE

DEFINIÇÃO: Parte do eixo do vegetal que sustenta as folhas, algumas vezes clorofilado. Constitui, geralmente um sistema aéreo (geotropismo negativo).

FUNÇÕES DO CAULE  Elemento de ligação entre raízes e folhas;  Produção e sustentação das folhas, flores e frutos;  Circulação da seiva (xilema e floema);  Armazenamento de reservas alimentares;  Fotossíntese em caule jovem.

Morfologia do embrião

ORIGEM DO CAULE • A partir do embrião da semente

• A partir de gemas caulinares (Exógena)

cotilédones

plúmula

Cordão procambial

Eixo hipocótilo radicular

Ápice da raiz

DICOTILEDÔNEA MONOCOTILEDÔNEA

plúmula

ORIGEM

Plúmula do embrião = eixo caulinar (epicótilo) + primórdios foliares

PLÚMULA

EPICÓTILO

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Gema apical do caule (região meristemática)

Gema lateral ou axilar

Crescimento em altura +

Primórdios foliares (folhas)

IMPORTÂNCIA

Sustentação de folhas, flores, etc.

Condução de substâncias alimentares

Alimentar, indústria, medicinal, etc.

Quanto à consistência os caules são classificados em:

Herbáceos: caules tenros, geralmente clorofilados, flexíveis, não lignificados,

característico das ervas.

Sublenhosos: caules lignificados apenas na região basal, mais velha,

junto às raízes e tenros no ápice.

Ocorrem em muitos subarbustos.

Lenhosos: caules intensamente lignificados, rígidos, geralmente de grande porte e com um

considerável aumento em diâmetro, como por

exemplo, os troncos das árvores.

ERVA – caule com pouco ou nenhum tecido lenhoso. ARBUSTO – caule lenhoso, ramificado desde a base.

ÁRVORE – caule lenhoso, ramificado a uma certa altura

do chão.

ERVA ARBUSTO ÁRVORE

CLASSIIFACAÇÃO DA PLANTA QUANTO AO CAULE (HÁBITO)

TREPADEIRA

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5. TIPOS DE CAULE

5.1. CAULES AÉREOS: a) ERETOS

b) RASTEJANTES

c) TREPADORES

5.2. CAULES SUBTERRÂNEOS: a) RIZOMAS

b) TUBÉRCULOS

c) BULBOS

5.3. CAULES AQUÁTICOS

CLASSIFICAÇÃO DOS CAULES

1. Aéreos 1.1. Eretos

Tronco - caule das árvores, lenhoso

Haste - caule das ervas, verde, flexível

Estipe - caule das palmeiras, cilíndrico, não ramificado

Colmo - caule das gramíneas, dividido em gomos (ex: milho, bambu)

1.2. Trepadores Sarmentoso - que se agarra por gavinhas

Volúvel - que se enrola em um suporte (uva)

1.3. Rastejantes Estolão: Paralelo ao solo, com ou sem raízes, de trechos em trechos (ex: abóbora, morangueiro)

2.Subterrâneos 2.1. Rizoma - caule subterrâneo encontrado nas bananeiras, samambaias e outros vegetais

2.2.Tubérculo - ramo de caule que entumesce para armazenar reservas

3.Aquáticos

2.3. Bulbo: formado por eixo cônico que constitui o prato (caule) 2.4. Cormo: órgão subterrâneo de armazenamento de algumas plantas

Com parênquimas aeríferos que servem para respiração e flutuação

1.1.Tipos de caules aéreos eretos

Caule aéreo tipo tronco (Jacarandá)Caule aéreo tipo tronco (Eucalipto)

DICOTILEDÔNEAS

A) TRONCO: mais desenvolvido na base que no ápice e apresentando ramificações

Caules aéreos eretos – Colmo

MONOCOTILEDÔNEAS:

B) COLMO: cilíndrico e distingue-se das estipes por apresentar nós e entrenós, geralmente não se ramificam.

Caracteriza as gramíneas.

Bambú Cana de açúcar

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MONOCOTILEDÔNEAS

C) ESTIPE  ± cilíndrico, mais espesso que o colmo e com folhas apenas na extremidade, em geral não se ramificam.

Caules aéreos eretos – ESTIPE

Caracteriza as palmeiras. Açaí

D) HASTE: Herbáceo ou fracamente lenhificado

Galinsoga parviflora Cav.

Botão de ouro

Caules aéreos eretos – HASTE

1.2. Tipos de caules aéreos trepadores

Caule Trepadores: Caule que se prende ao solo por um único ponto de fixação e cresce rastejando, sem formar outros pontos de

enraizamento. Podem também subir num suporte, por meio de

elementos de fixação, ou a ele se enroscam.

Lonicera japonica Ipomoea cairica

Sechium edule

Vitis vinifera

a) Caule trepador sarmentoso: se agarra por gavinhas (videira e maracujazeiro)

b) Caule trepador volúvel (sem auxílio de órgão de fixação). Ex.: Chuchu

dextrorso

sinistrorso

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1.3. Tipos de caules aéreos rastejantes

Plantas que desenvolvem eixos caulinares que rastejam à superfície do solo e, que de espaço em espaço,

apresentam gemas = chamado estolão (estolho);

Onde ocorrem as gemas pode haver formação de raízes e folhas ou mesmo de uma nova planta, que poderá

desenvolver um novo estolão.

Caules rastejantes

Estolho do morango

abóbora

2. CAULES SUBTERRÂNEOS

2.1. Rizoma

2.2. Tubérculo (caule especializado para armazenagem)

2.3. Bulbo (caule especializado para armazenagem)

2.4. Cormo

Caules que se desenvolvem subterraneamente e se tornam mais ou menos espessos, podem também, se ramificar muito;

São as estruturas reprodutivas dessas plantas (reprodução vegetativa)

Bananeira e bambu

Caules subterrâneos: Rizoma

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Tipo de caule especializado para armazenagem; ex.: Batata inglesa - os tubérculos surgem nas extremidades de estolões (caules rastejantes);

Caules subterrâneos: Tubérculo

Diferem dos tubérculos radiculares por apresentarem gemas dormentes (“olho”), o que revela sua natureza caulinar (gemas axilares ocorrem em caules)

É uma grande gema consistindo em um pequeno caule cônico com numerosas folhas modificadas (catáfilos) que possuem as substâncias nutritivas e são comestíveis;

Bulbo tunicado: apresenta catáfilos suculentos, concêntricos, derivados de bainhas de folhas que já morreram

Caules subterrâneos: Bulbo

Bulbo sólido Caracteriza- se por apresentar o prato bem desenvolvido, com reservas nutritivas.

Bulbo composto

Açafrão

Alho

Tecidos caulinares suculentos e espessados;

Suas folhas são mais finas e menores que dos bulbos, logo, o alimento armazenado no cormo é encontrado no caule suculento

Exemplos: gladíolo, açafrão

Couve-rábano

gladíolo

Caules subterrâneos : Cormo

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Quase sempre muito tenros e, freqüentemente, apresentam clorofila;

Possuem, no interior dos tecidos, reservas de ar para flutuação e para suas necessidades de oxigênio

Vitória-régia

3. AQUÁTICOS Quanto a ramificação

Sistema monopodial: onde o crescimento do caule se dá pela atividade de uma única gema apical, que persiste por toda a vida da planta eixo caulinar primário formado por tecidos derivados de uma única gema apical

Sistema simpodial: onde várias gemas participam da formação de cada eixo. Isto acontece porque a gema apical cessa a sua atividade, sendo logo substituída por uma gema lateral, que passa a atuar como principal.

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Adaptações ou metamorfoses caulinares

Suculento - acumula água para sobreviver às secas

Espinho - ramo modificado das plantas xerófitas para não perder água

Cladódio - suculento achatado dos cactos. As folhas se transformam em espinhos

Xilopódio - subterrâneo, com substâncias de reserva e água,

característico da região dos cerrados

Bulbo tunicado - subterrâneo formado por gema protegida por

folhas

Gavinha - ramo modificado para fixação nas trepadeiras sarmentosas

Bulbo - semelhante, porém protegido por folhas curtas, como escamas

Acúleo – tricomas rígidos e pontiagudos, de origem epidérmica

Harrisia adscendens Opuntia palmadora

Espinho de laranjeiraGavinha

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