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CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL

DISCIPLINA FISIOPATOLOLOGIA

PROFª PAULA CARGA HORÁRIA: 100 HORAS

TEÓRICAS: 5 AULAS P/SEMANA

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FISIOLOGIA A Fisiologia estuda os organismos sob o ponto de

vista do seu funcionamento É a ciência do funcionamento do corpo ou seja, como

as diversas partes do corpo atuam Subáreas da Fisiologia:

Fisiologia celular e neurofisiologia Endocrinologia Fisiologia cardiovascular Imunologia Fisiologia respiratória Fisiologia renal Fisiologia sistêmica Fisiologia do exercício fisiopatologia

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Níveis de organização celular

• Nível químico • Nível celular • Nível tecidual • Nível orgânico • Nível sistêmico • Nível organísmico

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Sistemas do corpo humano

• Intertegumentar • Esquelético • Muscular • Nervoso • Endócrino • Cardiovascular

• Linfático e imune • Respiratório • Digestório • Urinário • Reprodutivo

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A Fisiologia não se ocupa somente da função dos sistemas (digestório, respiratório, circulatório, excretor, reprodutor e nervoso) mas também, das funções das células e dos tecidos

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HOMEOSTASIA -É a condição de equilíbrio, no ambiente interno do corpo, produzido pela incessante interação de todos os processos reguladores do corpo. - Consiste na manutenção das condições estáticas (ou constantes) no meio interno, em respostas às que se alteram.Ex: pressão arterial - Essencialmente, todos os órgãos e tecidos do corpo desempenham funções que ajudam a manter essas condições constantes.

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Líquidos corporais

• A homeostasia deve manter o volume e a composição dos líquidos corporais

• LIC e LEC • LEC pode ser :

intersticial ou plasma

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CONTROLE DA HOMEOSTASIA

• Perturbações externas ou internas

• doenças

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Controle da homeostasia

• Sistemas de feedback – Receptor – Centro de controle – Efetor

• Negativo ou positivo

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Desequilíbrios homeostáticos

• Distúrbio: perturbação ou anormalidade da função • Doença: sinais e sintomas • Semiologia • Diagnóstico • Tratamento • Farmacologia • Epidemiologia: onde e como ocorre a transmissão

das doenças

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FISIOLOGIA CELULAR

• Estudo das funções e do funcionamento celular

• Célula: – Membrana plasmática – Citoplasma – Organelas – Núcleo

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

1. Divisão e composição dos líquidos corporais

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Mosaico Fluído (Singer e Nicholson): dupla camada lipídica com extremidades hidrofóbicas voltadas para o interior e as hidrofílicas voltadas para o exterior.

Participam da composição proteínas (integrais ou esféricas) e glicídios ligados às proteínas (glicoproteínas) ou lipídios (glicolipídios).

A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

2. Biologia molecular da membrana plasmática.

Modelo mosaico fluido

ProteínasLipídios

Lipídios = permitem passagem de algumas substâncias livremente

Proteínas da Membrana = são na maioria proteínas transportadora (proteínas de canal, proteína carreadoras)

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

3. Mecanismo de Transporte da Membrana Celular

a) Transporte Passivo: movimentação contínua de substâncias a favor do gradiente de concentração

b) Transporte Ativo: movimentação contínua de substâncias contra o gradiente de concentração

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

Transporte Passivo:

Difusão Simples: - Ocorre através de orifícios na membrana celular

ou por espaços intermoleculares. Não há fixação às proteínas carreadoras

A Difusão Simples pode ocorrer por duas vias:

1. Difusão através da bicamada lipídica: difusão de substâncias lipossolúveis

- Oxigênio, nitrogênio, dióxido de carbono e álcool.

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2. Difusão Simples através das proteínas

A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

A) Permeabilidade seletiva dos diferentes canais proteícos:

- Canais de sódio: (0,3 a 0,5 nm): Superfícies internas dotadas de diferentes cargas negativas - Canais de potássio

B) Comportas dos canais proteícoss: - São alterações conformacionais da proteína e representam um meio para controle da permeabilidad dos canais.

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- A abertura ou fechamento dessas comportas são reguladas por 2 meios principais:

A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

a) Comportas voltagem-dependentes b) Comportas ligante-dependentes

a) Comportas voltagem-dependentes Características:

- A conformação molecular da comporta responde ao potencial elétrico entre as duas fases da membrana celular.

Forte carga negativa na face interna da membrana celular

- É a causa básica dos potenciais de ação nas fibras musculares.

Fecham as comportas para o sódio

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B) Comportas ligante-dependentes Características:

- São canais que se abrem pela fixação de outra molécula a proteína - Um dos tipos mais importantes é o canal de acetilcolina

A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

Acetilcolina

Abre poros (0,65 nm)

Permite a passagem de moléculas e íons positivos

Transmissão na sinapse da junção neuromuscular

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

Difusão Facilitada:

- É o transporte passivo mediado por uma proteína carreadora específica

- Entre as mais importantes substâncias transportadas estão a glicose e os aminoácidos

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

Osmose Conceito: é o processo de movimento efetivo da água causado por diferença de suas concentrações

Fatores que podem influenciar a velocidade efetiva da difusão a) Permeabilidade da membrana b) A área da membrana c) A diferença de concentração da substância que se difunde entre as duas faces da membrana d) Nos casos de íons, a diferença de potencial entre as duas faces da membrana

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

Transporte Ativo

Conceito: é quando há deslocamento de moléculas ou íons contra um gradiente de concentração, elétrico ou de pressão

- Destacam-se os íons sódio, potássio, cálcio, ferro, hidrogênio, cloreto, iodeto, urato, vários açúcares e a maioria dos aminoácidos

Classificação Transporte Ativo

- Primário - Secundário

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

Transporte Ativo Primário - A energia é derivada diretamente do ATP ou de qualquer outro composto fosfato de alta energia - Destacam-se os íons sódio, potássio, cálcio, hidrogênio e cloretos

Características da Bomba de Sódio e Potássio Função: - É responsável pela manutenção das diferenças de concentração do sódio e do potássio entre as duas faces da membrana celular

- Existem 2 mecanismos importantes: Bomba de sódio e potássio e Bomba de cálcio

- Gera um potencial elétrico negativo no interior da célula - É a base da função neural de transmissão dos sinais nervosos por todo o sistema nervoso

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Bomba de sódio e potássio

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Bomba de sódio e potássio

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

Bomba de Cálcio - É a responsável pela manutenção das concentrações mais elevadas de íons de cálcio no meio extracelular e nas organelas vesiculares (retículo sarcoplasmático e mitocôndrias) - Também há a participação das proteínas carreadoras

Transporte Ativo Secundário Co-transporte e contratransporte - É o transporte de outras substâncias junto com o sódio através da membrana celular, graças a energia de difusão do mesmo - Para que esse mecanismo ocorra é necessário o acoplamento a uma proteína carreadora com sítios de fixação para as duas substâncias

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

Co-transporte de sódio para glicose e os aminoácidos

- O sódio como a glicose são transportados simultaneamente para o interior da célula - O sódio com aminoácido ocorre do mesmo modo, porém depende de proteínas específicas para cada aminoácido - Ambos ocorrem de modo muito específicos nas células epiteliais do tubo digestivo e dos túbulos renais

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A MEMBRANA CELULAR E A PERMEABILIDADE

Contra-transporte de sódio com os íons de cálcio e hidrogênio

- Os íons sódio indo para o interior enquanto os íons cálcio vão para o exterior ambos fixados na mesma proteína transportadora - Os íons sódio se movem do lúmen tubular para o interior das células tubulares enquanto os íons hidrogênio são contratransportados para o lúmen

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QUAL O TIPO DE TRANSPORTE????

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QUAL O TIPO DE TRANSPORTE????

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QUAL O TIPO DE TRANSPORTE????

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QUAL O TIPO DE TRANSPORTE????

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QUAL O TIPO DE TRANSPORTE????

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QUAL O TIPO DE TRANSPORTE????

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POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

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POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

1. Potenciais de membrana de repouso dos nervos:

- O potencial de repouso no interior da fibra nervosa é de - 90 mV.

- Depende do gradiente de concentração dos diferentes íons:

Na+ (externo) 142 mEq/L Na+ (interno) 14 mEq/L K+ (externo) 4 mEq/L K+ (interno) 140 mEq/L

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POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

2. Potenciais de Ação Neural:

- São variações rápidas do potencial de membrana, responsáveis pela transmissão dos sinais neurais.

Início do Potencial de Ação

Potencial de membrana positivo

Variação abrupta do Potencial negativo da membrana

Volta abrupta para o potencial de membrana negativo

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POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

Etapas sucessivas do Potenciais de Ação:

- Dependem dos canais voltagem dependentes de Na+ e K+.

1. Etapa de repouso 2. Etapa de despolarização 3. Etapa de repolarização

- Etapa de Repouso – Membrana Polarizada É o potencial de membrana em repouso, antes que ocorra o potencial de ação, corresponde a – 90 mV.

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- Etapa de Despolarização É o potencial de membrana variando no sentido da possitividade, devido a permeabilidade (influxo) íons sódio para o interior da célula nervosa.

POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

- Etapa de Repolarização É o restabelecimento progressivo do potencial de membrana de repouso normal devido a rápida difusão de íons potássio para o exterior da célula.

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Despolarização x repolarização

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POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

Partipação de outros íons ou compostos no Potenciais de Ação:

A) Íons com carga negativa moléculas protéicas compostos fosfatados compostos sulfatados

Mantém a carga negativa se houver

deficit de Na+ e K+

B) Íons cálcio Bomba de cálcio cálcio para o exterior

da célula e para dentro do retículo sarcoplasmático

Canais voltagem-dependentes - Tem ativação mais lenta (10 a 20 vezes

menor que dos íons sódio) - São muito numerosos nos músculos

cardíacos e lisos

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Desencadeamento do Potencial de Ação

1. Membrana da fibra nervosa em repouso (potencial de membrana -90 mv)

2. Elevação do potencial de ação (limiar para início de - 65 mV)

POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

3. Abertura dos canais voltagem dependentes de sódio 4. Influxo rápido de íons sódio. Geração potencial de ação 5. Inativação dos canais de sódio e abertura dos canais

de potássio (término do potencial de ação)

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Propagação do Potencial de Ação (Princípio de tudo ou nada)

POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

Restabelecimento do gradiente iônico após potenciais de ação Depende da bomba de sódio e potássio (processo ativo com consumo de energia ATP)

Platôs em alguns potenciais de ação: paticipam os canais voltagem dependentes

1. Canais rápidos – dependes de sódio – potencial de ponta

2. Canais lentos – dependentes de cálcio – platô do potencial de ação

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- Fibras mielínicas - São mais calibrosas - Condução saltatória - Velocidade de condução de até 100 m/s

POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

- Fibras amielínicas - São menos calibrosas - Condução contínua - Velocidade de condução menor

Aspectos especiais de transmissão de sinais por troncos nervosos

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Condução Saltatória: Ocorre nos nervos mielínicos, onde a troca iônica se faz apenas nos nódulos de Ranvier, e o impulso salta sobre as bainhas de mielina. Nestes nervos a velocidade de condução é maior que nos nervos amielínicos.

POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

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POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

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Produção do potencial de ação – Excitação

1. Fatores que promovem a difusão de íons sódio para o interior da fibra nervosa e abertura dos canais de sódio

POTENCIAIS DE MEMBRANA E POTENCIAIS DE AÇÃO

a) Distúrbio mecânico simples Ex: Pressão mecânica sobre a pele b) Efeito químico sobre a membrana

Ex: neurotransmissores c) Passagem de eletricidade através da membrana

Ex: transmissão do estímulo elétrico pelo coração

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Pressão osmótica de uma solução - É a quantidade de pressão necessária para interromper a osmose - O fator que determina a pressão osmótica de uma solução é a concentração em número de partículas e não em função da massa do soluto - A pressão osmótica é expressada em “osmol” - Um osmol é o número de moléculas em 1 molécula- grama de soluto não dissociado

180g de glicose = 1 molécula-grama de glicose = 1 osmol

1 molécula-grama de KCL 58,5g = 2 osmóis

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