A preguiça dos jovens de classe média paulistana, Trabalhos de Turismo
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A “preguiça” de jovens da classe média paulistana

  A “preguiça” de jovens da classe média paulistana

Problema

• A opção de jovens, classe média alta, em não  trabalharem, segundo matéria da Folhateen,  caderno da Folha de São Paulo pode ser tida  como algo prejudicial ou algo benéfico?

Bruno Wolfsdorf, 21 anos

• “Meu dia começa às 13h, horário que costumo  acordar, depois vou para o videogame ou  computador”

• Mochilão pela Europa de um ano. •  Ele também estudou gastronomia e fala  inglês, espanhol e hebraico.

• O jovem costuma sair todos os dias nos  bairros Itaim Bibi, Vila Madalena e Morumbi.

Andréa M., 22 anos • "Vivem me dizendo para ir trabalhar. Mas agora,  no inverno, prefiro é ficar embaixo das cobertas.“

• "Em plena quarta-feira, fui à praia com uma  amiga. Se eu estivesse trabalhando, isso não seria  possível"

• Formada em gastronomia  • Fala espanhol fluente.

Nas sociedades pré-industriais, o trabalho e o lazer se intercalavam no cotidiano do  indivíduo; o  trabalho e o tempo subjetivo eram difíceis de serem percebidos  separadamente, pois ambos possuíam intrínsecas relações ( AQUINO e MARTINS,  2007).

A feminização caracterizada como um valor novo e ligados a outros valores como  estética, afetividade, qualidade de vida (etc), e a qual esses jovens se identificam,  está relacionada com a concepção de família burguesa, que tornou-se um espaço  funcional complementar da vida íntima. Por um lado, este espaço pessoal é  considerado a esfera particular da ternura e da privacidade, embora, por outro  lado, também de pouco valor e secundário, justamente por não ser a área social na  qual "se ganha dinheiro“ (KURZ, 2009)

A revolução tecnológica e a crescente tendência do progresso nas ciências das  últimas décadas já proporcionaram uma bagagem para a humanidade, que exigirá  uma reestruturação dos sistemas políticos, sociais e psicológicos. 

Lazer sem desenvolvimento.

Ócio  = fruição gratuita                X

Ócio = consumismo sem sentido próprio  ( AQUINO e MARTINS)

Termo “preguiça” cheio de preconceitos 

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